Acidente, ajuda

Sim tenho protecção jurídica mas o mediador não acha que eu tenha razão porque não toquei. Isto não me cabe na cabeça.

Mediador e um caso destes, nao é coisa que case muito bem. Deixa la o mediador dizer o que quiser, se achas que o resultado nao foi o mais correcto (e pelo que dizes, nao foi mesmo), so tens é de reclamares.

Começava com uma carta para a seguradora a explicar o que aconteceu, e dizer que vais seguir para o Cimpas se o caso nao for revisto. Se puderes um depoimento do outro condutor, escrito por ele, para anexar, melhor. Se mesmo assim, manterem a posiçao, activa a protecçao juridica.
 
Se reclamares e a seguradora vir que podes vir a ganhar em tribunal, dado o valor, provavelmente preferem pagar a ir a tribunal e depois perder e ter de pagar indemização e ter mais custos. Penso eu...
 
Vou-te contar mais ou menos o que se passou comigo. Apanhei também um artista em contra-mão, facto que me obrigou a travar bruscamente e levou a que uma carrinha que circulava atrás de mim (uma Vito) me metesse a mala dentro.
Factos: o artista que vinha em contra-mão acusou quase 1g/l de alcool e escreveu que entrou em contra-mão. Quer eu, quer o dono da Vito realçamos que o causador do acidente era o do veículo que entrou em contra-mão.
No entanto, como eu não toquei sequer no espelho do artista, ele não teve qualquer reponsabilidade, ficando o dono da Vito com o prejuizo.
 
Vou-te contar mais ou menos o que se passou comigo. Apanhei também um artista em contra-mão, facto que me obrigou a travar bruscamente e levou a que uma carrinha que circulava atrás de mim (uma Vito) me metesse a mala dentro.
Factos: o artista que vinha em contra-mão acusou quase 1g/l de alcool e escreveu que entrou em contra-mão. Quer eu, quer o dono da Vito realçamos que o causador do acidente era o do veículo que entrou em contra-mão.
No entanto, como eu não toquei sequer no espelho do artista, ele não teve qualquer reponsabilidade, ficando o dono da Vito com o prejuizo.

Como é que isso é possível? Não estando eu a duvidar de ti, apenas fico perplexo com tamanha injustiça.
 
Como é que isso é possível? Não estando eu a duvidar de ti, apenas fico perplexo com tamanha injustiça.

Para a companhia do outro foi fácil de se esquivar: eu consegui evitar o acidente pois consegui evitar o embate com o segurado deles, o dono da Vito é que não guardou a distância de segurança e me bateu. Mas que foi injusto foi.

De nenhuma forma a Vito tinha possibilidade de não me bater pois não tinha poder de travagem para tal (benditos ContiSportcontact que me salvaram de um choque frontal).
 
Vou-te contar mais ou menos o que se passou comigo. Apanhei também um artista em contra-mão, facto que me obrigou a travar bruscamente e levou a que uma carrinha que circulava atrás de mim (uma Vito) me metesse a mala dentro.
Factos: o artista que vinha em contra-mão acusou quase 1g/l de alcool e escreveu que entrou em contra-mão. Quer eu, quer o dono da Vito realçamos que o causador do acidente era o do veículo que entrou em contra-mão.
No entanto, como eu não toquei sequer no espelho do artista, ele não teve qualquer reponsabilidade, ficando o dono da Vito com o prejuizo.

Aí a culpa é de quem bateu... Não manteve a margem de segurança...
São casos completamente diferentes.
 
Vou-te contar mais ou menos o que se passou comigo. Apanhei também um artista em contra-mão, facto que me obrigou a travar bruscamente e levou a que uma carrinha que circulava atrás de mim (uma Vito) me metesse a mala dentro.
Factos: o artista que vinha em contra-mão acusou quase 1g/l de alcool e escreveu que entrou em contra-mão. Quer eu, quer o dono da Vito realçamos que o causador do acidente era o do veículo que entrou em contra-mão.
No entanto, como eu não toquei sequer no espelho do artista, ele não teve qualquer reponsabilidade, ficando o dono da Vito com o prejuizo.

E sabes se a seguradora da Vito, por acaso, posteriormente, não reclamou à seguradora do outro?

A seguradora da Vito, pode ter pago os teus estragos, e muito bem, e depois ter tentado a responsabilização do outro.
 
Estou a ver que hoje em dia é se preciso ter câmara no carro só para provarmos algo..

As companhias querem sempre sacudir a agua do capote...
 
Actualmente fala-se tanto das camaras ao estilo Russo mas, até que ponto, as companhias de seguro podem basear a decisão sobre a culpabilidade com base ou recurso a essas imagens?

Faço a mesma questão relativamente às fotografias que os intervenientes tiram à posição dos veículos depois do acidente.
Isso tem valor para as companhias?
 
Actualmente fala-se tanto das camaras ao estilo Russo mas, até que ponto, as companhias de seguro podem basear a decisão sobre a culpabilidade com base ou recurso a essas imagens?

Faço a mesma questão relativamente às fotografias que os intervenientes tiram à posição dos veículos depois do acidente.
Isso tem valor para as companhias?

Para as seguradoras tem valor, ajuda a perceber como se deu o acidente, onde foi o ponto de embate, ate pode dar para ver a posiçao que as viaturas ficaram. Ja basear a decisao so em com um video...

Quanto as fotos, é como o video, da para a posiçao das viaturas e da para ver os danos na altura do acidente (para questao de fraude é importante, pode haver depois do acidente agravamento de danos).
 
Actualmente fala-se tanto das camaras ao estilo Russo mas, até que ponto, as companhias de seguro podem basear a decisão sobre a culpabilidade com base ou recurso a essas imagens?

Faço a mesma questão relativamente às fotografias que os intervenientes tiram à posição dos veículos depois do acidente.
Isso tem valor para as companhias?

Poderão não ter valor legal em caso de ir para tribunal, mas ajudam, e muito, a resolver os sinistros.

E como referiu o Drifter, ajuda bastante nos casos de aproveitamento de danos.
 
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