Acidente... (fui vítima de "road rage")

Obrigado pela participação Prescott. É uma questão de princípio, o embate não foi de nenhuma forma provocada por asneira minha. O outro condutor simplesmente não só não se preocupou pela atitude por ele provocada, como de uma forma completamente passiva não quis assumir o erro. Não me importava dizer "Olhe, azares acontecem tamos todos bem, você mandou-se mas não há problema nenhum e ficamos assim..." mas a total má fé demonstrada e pelo facto de ele ter pregado uma aldrabice desde o ínicio obriga-me a fazer isto por outra via...
 
se fosse a csi pedias era teste de poligrafo...lol...

Para mim deves continuar, aceitar culpas de algo que não tiveste, ou pagar pelos erros dos outros pelo menos cmg não funciona...

quantos ao estado das viaturas é quase impossivel determinar se estavam ambas em movimento, penso k apenas conseguem determinar a posição e ponto de contacto inicial...mas como já disseram isso para a seguradora é fácil, tens o pisca lixado ele so começa os estragos na primeira porta, ou seja ja tinha toda a frente do carro a tua frente....conclusao ...

vais te ver grego... pk pelos vistos nem há marcas de travagem dele...a melhor maneira era se ele tivesse auricular nos dois ouvidos... ou uma das maos fora do volante, mas mais uma vez provar isso.....

boa sorte...
 
Como era de esperar fomos dados como culpados pelo acidente. Infelizmente e apesar da peritagem, esta não foi tida em consideração. Tanto tempo para decidirem para depois agarrarem-se só ao óbvio descurando do resto todo. Já contactei telefonicamente as seguradoras a demonstrar a minha discordância. Tenho 5 dias para reclamar e é isso que vou fazer. Vou obrigá-los a pelo menos verem o relatório da peritagem. Independentemente de parecer culpado ou não, ou pelo facto de ter argumentos que possam parecer fracos, é uma questão de princípio: fiz a manobra segundo as regras do CE e o facto de aparecer alguém não lhe dá o direito de embater no meu carro. Se fôr declarado culpado por uma situação destas só me leva a crêr que mais vale deixar o carro parado no meio da estrada porque se me baterem aí nunca teria a culpa... haja fé!
 
Pelo croqui és o culpado...saiste do estacionamento e bateste num carro que ia a circular.

eu as vezes pa evitar coisas destas nao facilito a saida , ou saio qdo tou á vontade ou rapido e fico logo de costas para o transito é que se assim algum bater é ele o culpado.

boa sorte
 
Última edição:
Pelo croqui és o culpado...saiste do estacionamento e bateste num carro que ia a circular.

eu as vezes pa evitar coisas destas nao facilito a saida , ou saio qdo tou á vontade ou rapido e fico logo de costas para o transito é que se assim algum bater é ele o culpado.

boa sorte

Ora aí é que está.... não bati. Por isso é que estou disposto a confrontar o outro condutor em tribunal se fôr preciso.

Pode ser só a minha opinião mas tou a dizê-lo com toda a convicção empírica que pode existir: saí do estacionamento seguindo todas as regras e o facto é que o fiz não existindo ninguém na via até ao momento que apareceu alguém, optei por parar a minha viatura e ele abrandou identificando a minha presença. Por pura teimosia dele (na minha opinão) ele decidiu seguir marcha e acredito que a intenção dele seria fazer a famosa "razante". Acontece que a "razante" dele foi mal calculada e ele embateu no meu carro, e realço apesar da posição que tinha, estava parado.

Isto é uma questão de responsabilidade, a qual o outro condutor não quis de forma nenhuma assumi-la. Em termos comparativos já imaginaram um condutor em marcha-atrás bater na dianteira do vosso carro? É que pelas regras quem bate numa traseira é sempre culpado o resto é tudo uma questão de "semântica".
 
Se existir o princípio de boa-fé tanto o meu testemunho, como o do outro condutor serão avaliados. A minha mulher poderá confirmar o meu testemunho e a polícia na altura aceitou para o auto e disse não haver nada contra....

PS: Só não esqueço o assunto porque o outro condutor, ao que me pareçe, não quer assumir o erro e está a contar que o seguro do carro da minha mulher pague o arranjo dele. Não teria problemas em entrar num acordo do estilo - tu pagas o teu arranjo e eu pago o meu - mas ele foi azelha e foi contra o meu carro e não o contrário, e na altura ele preferiu não assumir nada e como eu não gosto de mentirosos...
Para além do que o Vanquish já disse, e muito bem, o que irá contar aqui é o habitual jogo do empurra das seguradoras, no caso possível e relativamente fácil para uma, a do outro, e praticamente impossível para a outra, a tua!
 
Para além do que o Vanquish já disse, e muito bem, o que irá contar aqui é o habitual jogo do empurra das seguradoras, no caso possível e relativamente fácil para uma, a do outro, e praticamente impossível para a outra, a tua!

Eu só espero vincar isto e por isso pedi por algumas vezes qual seria a vossa reacção caso tivesse acontecido o mesmo convosco...

É preciso haver um pouco de sanidade mental e racional e não cingirmo-nos ao rudimentar e àquilo que parece, e por puro laxismo optarmos pela via mais fácil. O comportamento do outro condutor foi de pura distracção e se fossem pessoas em vez do meu carro? Havia passadeiras a menos de 50 metros e se por distracção ele atropelasse uma pessoa e depois dissesse "A pessoa nem estava na passadeira....azar!". Mas serei só eu a achar que conduzirmos um veículo é o equivalente a termos uma arma? Será justo que pelo excesso de zelo na minha condução (sim, porque estavam a minha mulher e a minha filha comigo) pagar pelo comportamento assassino dos outros mesmo que se sintam protegidos pelo CE? E se em vez da frente ele me tivesse acertado na lateral do carro? Matava-me a família mas como tinha saído do estacionamento ele é considerado "inocente", e se fosse com vocês?

O agravamento do seguro são 10% ao ano durante 2 anos. Equivale a 20 euros a mais por ano. É uma coisa insignificante e o mais importante é não terem havido feridos é certo, mas e se tivesse havido?
 
É preciso haver um pouco de sanidade mental e racional e não cingirmo-nos ao rudimentar e àquilo que parece, e por puro laxismo optarmos pela via mais fácil. O comportamento do outro condutor foi de pura distracção

Não leves a mal por ter retirado esta frase, mas é apenas para te alertar, que por muita ginástica que se faça, apenas conhecemos a tua versão e aquilo que nos estás a contar, bem com o desenho que apresentas (não estou a dizer que não foi assim).
Ora, apenas com tua versão é complicado avaliar o que quer que seja.
O outro pode perfeitamente dizer, que estava a circular, e de repente saiste do estacionamento.
Ele bateu em ti porque cortaste a via de trânsito... a responsabilidade mesmo assim será tua.

Pelos danos não é fácil apurar movimento, e como atrás disse, apesar de ser ele a bater, a culpa pode ser tua perfeitamente.

Os dados o que transmitem é o derespeito pelo artigo 31 1 a) do CE.

Só com factos fortes do que alegas, será possivel mudar isso...

Dá um vista de olhos neste site, pode interessar-te www.cimasa.pt

P.s. - ninguem teve no local, nem se passou com mais ninguem, por isso é impossivel termos a mesma sensibilidade que tu nesta situação.
 
Não leves a mal por ter retirado esta frase, mas é apenas para te alertar, que por muita ginástica que se faça, apenas conhecemos a tua versão e aquilo que nos estás a contar, bem com o desenho que apresentas (não estou a dizer que não foi assim).
Ora, apenas com tua versão é complicado avaliar o que quer que seja.
O outro pode perfeitamente dizer, que estava a circular, e de repente saiste do estacionamento.
Ele bateu em ti porque cortaste a via de trânsito... a responsabilidade mesmo assim será tua.

Pelos danos não é fácil apurar movimento, e como atrás disse, apesar de ser ele a bater, a culpa pode ser tua perfeitamente.

Os dados o que transmitem é o derespeito pelo artigo 31 1 a) do CE.

Só com factos fortes do que alegas, será possivel mudar isso...

Dá um vista de olhos neste site, pode interessar-te www.cimasa.pt

P.s. - ninguem teve no local, nem se passou com mais ninguem, por isso é impossivel termos a mesma sensibilidade que tu nesta situação.

Valium, mais uma vez obrigado pela tua opinião porque os factos parecem imbatíveis e a minha versão, que é a única que vocês conheçem, não me abona em nada. Por isso tentei meter tal e qual o que tinha sucedido. Sei bem que pelo posicionamento dos carros isso não ajuda em nada a minha causa, mas garanto-vos que foi tal e qual como descrevi (contudo, não deixa de ser a minha versão unicamente). Podia ter alterado o "croqui" para parecer que já estava mais à frente ou não, mas isso não seria dizer a verdade.

Parece simples de resolver e neste processo está tudo contra mim. Quanto ao artigo que referes, e já o tinha lido, não se aplica a mim. No local apesar da visibilidade ser completamente nula não estava ninguém na via. Argumentar que ele vinha em excesso de velocidade não se aplica também porque ele abrandou olhando para mim e depois seguiu marcha embatendo no meu carro.

Até posso dar um exemplo mais concreto: No transito normal em cidade se uma pessoa parasse o carro sem explicação nenhuma e vocês embatessem na traseira dele o que vocês iriam argumentar? "Olha não mantive a distância e tal...pago e não bufo"?

Porque é que estou a dar importância à peritagem? Porque esta pode verificar no terreno que tanto uma versão como a outra provam nada e ele saiu do local do embate, porque terá sido?
 
Apenas tentei dar uma perspectiva de quem está de fora e analisa as coisas...

Peritagem = avaliação de danos
Averiguação = analise e recolha de elementos (fotografias do local, depoimentos, etc.)
Reconstituição = tentar reconstituir o sinsitro (ambos as seguradoras terão que concordar em efectuar)

Posso apenas perguntar que artigos as cias. mencionaram para te atribuir a responsabilidade?
 
Apenas tentei dar uma perspectiva de quem está de fora e analisa as coisas...

Peritagem = avaliação de danos
Averiguação = analise e recolha de elementos (fotografias do local, depoimentos, etc.)
Reconstituição = tentar reconstituir o sinsitro (ambos as seguradoras terão que concordar em efectuar)

Posso apenas perguntar que artigos as cias. mencionaram para te atribuir a responsabilidade?

Vou citar:

Assunto: Acidente ocorrido em 11-01-2008

Exmo(s) Senhor(es),

Reportamo-nos ao acidente acima mencionado para informar que, face aos elementos obtidos e ao enquadramento no âmbito da Convenção Complementar IDS (Indemnização Directa ao Segurado), consideramos que a responsabilidade recai sobre o condutor da sua(vossa) viatura:

Face as diligências efectuadas, concluímos pela sua total responsabilidade por negligência ao sair do estacionamento motivo que nos impede de regularizar o sinistro no âmbito da Convenção IDS.

Pelo que poderá V.Exa., em sede de responsabilidade civil, apresentar a sua reclamação na seguradora do outro interveniente no sinistro.

Caso necessite de informação adicional, contacte-nos (...)

Sem outro assunto de momento, (...)

(...)
 
Isso é a resposta da tua seguradora...

Como indicam ao abrido do IDS, a responsabilidade foi-te atribuida. Agora terás que reclamar na do outro.

Já o fizeste? Tiveste resposta?
 
Isso é a resposta da tua seguradora...

Como indicam ao abrido do IDS, a responsabilidade foi-te atribuida. Agora terás que reclamar na do outro.

Já o fizeste? Tiveste resposta?

Esta carta recebi ontem, na 2ª feira vou responder. A minha mulher ligou ontem para o seguro mal recebeu o SMS da outra seguradora a informar que nós tinhamos sido considerados culpados. Pelo que deu para perceber, não foi tida em consideração os relatórios dos peritos. Vou insistir na reconstituição do acidente para ver se eles chegam pelo menos a uma conclusão fundamentada com base em todos os meios de prova disponíveis. São poucos é certo, mas fiquei duas horas à espera pela polícia e foi elaborado um auto que também tem que ser avaliado.
 
...não foi tida em consideração os relatórios dos peritos. Vou insistir na reconstituição do acidente para ver se eles chegam pelo menos a uma conclusão fundamentada com base em todos os meios de prova disponíveis. São poucos é certo, mas fiquei duas horas à espera pela polícia e foi elaborado um auto que também tem que ser avaliado.

Mas foi feita uma averiguação ao acidente? Que relatório é que não foi tido em consideração? Se foi feita averiguação, sabes o conteúdo do respectivo relatório.?
 
Mas foi feita uma averiguação ao acidente? Que relatório é que não foi tido em consideração? Se foi feita averiguação, sabes o conteúdo do respectivo relatório.?

Precisamente, o processo não é transparente e não sei em que moldes foi feita tal decisão. Pela Axxa (seguradora do meu Clio) não foi tido em consideração praticamente nada. Nem o relatório de peritagem, nem o auto da polícia. Sei bem que eles não gostam de se chatear e certamente não é numa seguradora que vou ter "Justiça". Por isso estou disposto a ir a tribunal se fôr preciso (e isso inclui pagar as custas judiciais bem sei...).
 
Precisamente, o processo não é transparente e não sei em que moldes foi feita tal decisão. Pela Axxa (seguradora do meu Clio) não foi tido em consideração praticamente nada. Nem o relatório de peritagem, nem o auto da polícia. Sei bem que eles não gostam de se chatear e certamente não é numa seguradora que vou ter "Justiça". Por isso estou disposto a ir a tribunal se fôr preciso (e isso inclui pagar as custas judiciais bem sei...).

O "relatório de peritagem" de que falas é o relatório efectuado pelo perito que foi á oficina, certo?
 
Compreendo muito bem o que estás a sentir, pois passou-se uma coisa idêntica com o meu pai aqui há uns anos. Apesar de ter sido dado como culpado, não desistiu à primeira e tentou provar o contrário durante meses. Toda a gente lhe dava razão, a verdade é que no final continuou com as culpas. Sou solidário com a tua revolta mas, estas coisas, normalmente passam com o tempo. Se puder dar-te um conselho digo-te para não gastares dinheiro em tribunais, pois no final ainda vais ficar mais revoltado.

Um abraço.
 
Eu só espero vincar isto e por isso pedi por algumas vezes qual seria a vossa reacção caso tivesse acontecido o mesmo convosco...

É preciso haver um pouco de sanidade mental e racional e não cingirmo-nos ao rudimentar e àquilo que parece, e por puro laxismo optarmos pela via mais fácil. O comportamento do outro condutor foi de pura distracção e se fossem pessoas em vez do meu carro? Havia passadeiras a menos de 50 metros e se por distracção ele atropelasse uma pessoa e depois dissesse "A pessoa nem estava na passadeira....azar!". Mas serei só eu a achar que conduzirmos um veículo é o equivalente a termos uma arma? Será justo que pelo excesso de zelo na minha condução (sim, porque estavam a minha mulher e a minha filha comigo) pagar pelo comportamento assassino dos outros mesmo que se sintam protegidos pelo CE? E se em vez da frente ele me tivesse acertado na lateral do carro? Matava-me a família mas como tinha saído do estacionamento ele é considerado "inocente", e se fosse com vocês?

O agravamento do seguro são 10% ao ano durante 2 anos. Equivale a 20 euros a mais por ano. É uma coisa insignificante e o mais importante é não terem havido feridos é certo, mas e se tivesse havido?
A relação com os seguros é muito complicada, acredita, e eu já passei por várias situações há muitos anos em que só a minha "testemunha particular" (*)resolveu para além de qualquer dúvida!... [;)]

(* - máquina fotografica no porta luvas)
 
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