Alfa 4c

10.000€, vou comprar um Alpine.

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Não entendo a irritação com o novo A110.

Ou melhor, entendo mas pronto...é o que dar gostar-se de marcas e não de carros.
 
Não entendo a irritação com o novo A110.

Ou melhor, entendo mas pronto...é o que dar gostar-se de marcas e não de carros.
Irritação? Ele está a gozar... Achas que alguem que tem um 4C está irritado com um Alpine? [:D]
E é algum crime gostar de marcas?
 
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Irritação? Ele está a gozar... Achas que alguem que tem um 4C está irritado com um Alpine? [:D]
E é alguem crime gostar de marcas?

Sou forçado a concluir que o Alpine ser dinamicamente tudo o que o 4C prometia ser -e não é- é a única coisa que justifica este estado "picado" com a simples chegada do A110. Aqui e no tópico do Alpine.

Só se pode lamentar quando se gosta apenas de marcas. Dá neste tipo de coisas.
 
Sou forçado a concluir que o Alpine ser dinamicamente tudo o que o 4C prometia ser -e não é- é a única coisa que justifica este estado "picado" com a simples chegada do A110. Aqui e no tópico do Alpine.

Só se pode lamentar quando se gosta apenas de marcas. Dá neste tipo de coisas.
Sabes lá tu o que é o 4C ou o Alpine....:sh)
Tenho a certeza que ele e a maioria dos proprietarios de 4C's estão-se a c*gar para o Alpine, assim como eu e nem por sombras trocava um 4C por um Alpine, primeiro porque é um rônho, depois porque é feiinho todos os dias, e terceiro porque até podia andar o dobro e custar metade mas quem dá 70 ou 80.000€ por um 4C tem de certeza muitas alternativas que andam mais e são mais confortaveis, competentes etc mas escolheram o 4C porque é o carro que querem.
 
Não entendo a irritação com o novo A110.

Ou melhor, entendo mas pronto...é o que dar gostar-se de marcas e não de carros.

Sou forçado a concluir que o Alpine ser dinamicamente tudo o que o 4C prometia ser -e não é- é a única coisa que justifica este estado "picado" com a simples chegada do A110. Aqui e no tópico do Alpine.

Só se pode lamentar quando se gosta apenas de marcas. Dá neste tipo de coisas.
Estás redondamente errado.

Quero (e hei-de) conduzir um Alpine A110.
Parece-me um bom produto, mas não é um 4C...só isso, já sabia ao que ia com todos as suas características.

E não, nem o 4C é mau todos os dias, nem o último Alpine é a última bolacha do pacote.
Ambos terão os seus prós e contras.

Se fosse hoje, mesmo preço, voltaria a escolher o 4C.


EDIT: O All Weather funciona e muito bem.
Hoje foi dia de Encontro de Natal do Alfa Romeo Team, e à vinda chuva torrencial (em especial na A3 Porto-Braga).
Lencóis de água...muitos, o 4C mantém-se no seu lugar sem assustar nem fugir para este ou aquele lado (isto a 120 Km/h porque mais vale prevenir)...a direcção que tanto falam mal, é boa e recomenda-se.
 
Última edição:
o 4C é bem mais radical que o Alpine, e parece que vai continuar a ser bem mais caro.

picardias á parte são boas noticias o facelift ao 4C, para manter o carro fresco no mercado.
 
Sim, é.
O chão deveria ter ficado mais escuro, mas já foi um filme para colocar este epoxy assim e já...

É a garagem?! É que parece que é no exterior, puseste uma cobertura transparente sobre as pérgolas de madeira?
Está muito porreiro, se tivesse apanhado a minha casa em fase de construção também tinha pintado o chão da garagem em Epoxi em vez de colocar os mosaicos da treta que o construtor decidiu por...
 
Está porreira sim senhor, e melhor do que ter lá um 4c, só um igual ao da metade traseira do poster: verdadeiro tratado do design automóvel!

Se mais alguém precisar duma garagem, já sabem [:p]apr:)
 
Artigo do jornal La Stampa, propriedade da Exor:


Alfa Romeo, la 4C ha un futuro: “Deve diventare il nostro modello di punta”

Una versione rinnovata della leggerissima e potente due posti sarà presentata a fine 2018


Pubblicato il 09/12/2017

Se Giulia e Stelvio sono le auto del rilancio commerciale di Alfa Romeo, la 4C è certamente quella che rappresenta meglio il “cuore sportivo” della marca italiana e che l’ha aiutata a riscattare la sua immagine offrendo di nuovo la trazione posteriore e guidando il ritorno negli Stati Uniti. La casa del Biscione è pronta a rinnovare la sua coupé per migliorane guidabilità e prestazioni: il debutto è previsto alla fine del 2018, con la commercializzazione programmata per l’inizio del 2019.

Lo ha fatto intendere Roberto Fedeli, capo supremo dell’ingegneria Alfa e Maserati, nel corso di un’intervista rilasciata ad Autocar. Gli interventi tecnici sulla 4C si concentreranno soprattutto su sospensioni e sterzo, ma non è escluso l’arrivo di una motorizzazione potenziata se non del tutto nuova. “Stiamo tornando in Formula 1 e abbiamo bisogno che la 4C diventi il nostro modello di punta”, ha dichiarato Fedeli alla testata inglese.

La 4C dovrà vedersela con la concorrenza di modelli come la Alpine A110 e la Porsche 718 Cayman, prodotti che condividono con la sportiva italiana l’abitacolo a 2 posti e una meccanica a trazione posteriore con motore collocato in posizione centrale, fra i due assi (da questa particolare architettura la proposta italiana deriva il nome stesso: 4 sono i cilindri del propulsore, installato centralmente, come ricorda la “C”). Offerta anche in versione Spider - che in realtà è una “targa”, con tettuccio asportabile - la vettura continuerà a essere proposta esclusivamente col cambio automatico con comandi al volante.

Attualmente la 4C è spinta da un motore turbo da 1,75 litri di cilindrata (realizzato completamente in alluminio), in grado di erogare 240 CV di potenza e collegato alle ruote posteriori di trazione tramite un cambio doppia frizione a 6 marce. I prezzi partono da 65 mila euro e l’automobile viene assemblata a mano presso lo stabilimento Maserati di Modena, dove la produzione è stata avviata nel 2013.

Altra caratteristica peculiare della 4C è la leggerissima monoscocca in fibra di carbonio e alluminio che costituisce la cellula passeggeri, così come sono in alluminio avantreno e retrotreno. Pure la carrozzeria è interamente in materiale composito. Complessivamente la 4C pesa meno di una tonnellata e vanta un rapporto peso/potenza inferiore a 4 kg/CV, un valore estremamente competitivo. Le elevate prestazioni sono una fisiologica conseguenza: oltre 255 km/h di velocità massima e zero-cento in 4,5 secondi.
 
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