Cobra
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calma, desce à terra estamos no tópico do 4C, para discutir temas galácticos temos o tópico da Porsche lol
Começam a meter para aqui fotos do interior do carocha...
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calma, desce à terra estamos no tópico do 4C, para discutir temas galácticos temos o tópico da Porsche lol
Este é o tipo de carros que não pode ser comparado com nada.
Vai vender a produção toda depressa de certeza. E quem o comprar não vai ficar a pensar que pelos mesmos 60.000€ comprava x ou y.
Muito menos se pode comparar ao GT86.
eu entendo, só provocaçõesComeçam a meter para aqui fotos do interior do carocha...
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Ou seja, temos uma berlinetta, com 200 e tal cvs, e que em termos de peso anda bem abaixo
dos 1000Kgs...
E o pessoal anda preocupado com botões e forros? []
A mim preocupa-me mais, se a direcção é competente, como está afinado em termos de suspensão, se o motor tem lag...
O 4 cilindros assenta que nem uma luva, num carro com este peso, 6 cilindros seria um erro crasso, peso
a mais e complexidade extra.
Diria mais, se fosse um 2.0L NA com 220/240cv, com um volante de motor com "pouca inércia" seria ouro sobre azul...
Um 2,0 NA seria interessante, mas muito Japon Style.
Preferia um pequeno V6 de 2,4 litros (Como o do Dino ou do Stratus original) que nos dias de hoje poderia ter os mesmos 240 cv com facilidade.
Os carros italianos têm historicamente muitas mecânicas nobres e acho que o casamento de uma (do género da que refiro em cima) com tudo o que este carro trás de novo, nomeadamente o ser de carbono, seria perfeito.
Claro que podia penalizar mais 20 ou 30 kg !? mas creio que se justificaria.
Julgo que a direcção não é assistida, pelo que perderá a (pouca) sensação "eléctrica" de muitos carros actuais.
6 Cilindros e mais potência até podia ser bom.
A verdade é que com o 1750 Turbo fogem a impostos, até pelas "emissões" mais baixas.
Como já se conhece do Giulietta QV que este motor pode gastar pouco, agora todo em Alumínio e com 2/3 do peso, pode mesmo ser super frugal em "ligações".
Mesmo a usar a "meio pau" o animal deve beber pouco.
Os Coupés Bertone dos 60's e 70's andavam muito para a época e eram veículos muito refinados, mas bebiam como Camelos. []
Quase o mesmo a dizer.
No entanto uma versão mais hardcore poderia ser feita aproveitando este veículo.
Talvez um V6 de uns 3 litros, 300cv.
Quiçá.
Julgo que a direcção não é assistida, pelo que perderá a (pouca) sensação "eléctrica" de muitos carros actuais.
6 Cilindros e mais potência até podia ser bom.
A verdade é que com o 1750 Turbo fogem a impostos, até pelas "emissões" mais baixas.
Como já se conhece do Giulietta QV que este motor pode gastar pouco, agora todo em Alumínio e com 2/3 do peso, pode mesmo ser super frugal em "ligações".
Mesmo a usar a "meio pau" o animal deve beber pouco.
Os Coupés Bertone dos 60's e 70's andavam muito para a época e eram veículos muito refinados, mas bebiam como Camelos. []
Quase o mesmo a dizer.
No entanto uma versão mais hardcore poderia ser feita aproveitando este veículo.
Talvez um V6 de uns 3 litros, 300cv.
Quiçá.
ainda não tinhe percebido essa semelhança com o Punto :sh)
Na prática são coisas sem importância e que só por si não definem os carros.
Num desportivo a essência é a forma como se relaciona com a estrada e com quem vai aos seus comandos, o resto são pormenores.
Num desportivo a essência é a forma como se relaciona com a estrada e com quem vai aos seus comandos, o resto são pormenores.
Na prática são coisas sem importância e que só por si não definem os carros.
Num desportivo a essência é a forma como se relaciona com a estrada e com quem vai aos seus comandos, o resto são pormenores.
Fazer o chassis em alumínio era provavelmente acrescentar umas centenas de Kg, lá se ia todo o objectivo e piada do carro.Claro que não define o carro, mas nota-se como houve uma preocupação com controlo de custos. Se calhar teria sido melhor fazer o chassis em alumínio e tratar o exterior com outra 'riqueza'.