Alfa Romeo Giulia 2015

SRLA, a Alfa Romeo ainda vai tendo alguns traços que o caracterizam da Fiat.
Alguns, mas não suficientes. Têm carroçaria e interiores diferentes, e esses sim continuam referenciais, pelo menos no desenho (já me estou a precaver contra a patrulha dos plásticos moles), mas de resto, no que toca a maquinaria, são Fiats, com motores um pouco mais potentes, e umas suspensões e travões melhorzitos.

O MITo tem um conjunto de características que o fazem ser minimamente diferenciado de um Fiat.
Mas uma coisa é um Mito que pretende ir buscar clientela como produto novo e jovem dentro da Alfa, tentando fazer caminho para o futuro da Alfa Romeo.

Outra coisa é um segmento importante como o do Giulia, onde tem que se defrontar com rivais de peso como o Série 3 (para mim o que personifica melhor o que deve ser um Alfa Romeo neste segmento).
Assim a Alfa Romeo continua a ser uma marca mediana que não evolui.

É apenas a minha opinião.
E é também a minha.

O segmento D devia ser de longe a principal prioridade da Alfa. E o S3 é o alvo a abater.

Actualmente não estão sequer lá perto, e pelo caminho que isto está a levar, assim vai continuar. Enquanto a Alfa não tiver um segmento D a rivalizar com um 330/335 (já nem peço M3), vai continuar a ser pouco mais que uma Renault italiana.
 
Esqueçam, em quanto a ALFA estiver nas mãos da FIAT, não parece que a estrategia do grupo a va posicionar no seu patamar original, ou seja, sport premium. O GIULIA será um FIAT/CHRYSLER com design ALFA CENTRO STILE, logo nem se coloca a possibilidade de andar a competir com S-3 e Cl.-C...

Só um gr. da dimensão VW conseguiria por em practica esse projecto, a FIAT não tem essa capacidade financeira.
 
Last edited:
A Alfa Romeo já na era Fiat tinha um posicionamento à parte no que toca àquilo que se procura num automóvel.
Só desde há uns anos para cá é que isso não acontece.

O 156 é da era Fiat e no entanto só lhe faltava a tracção traseira para um gajo não lhe ter nada a apontar.
No entanto, compensava a falta da tracção no sitio certo com um chassi soberbo, dotado de uma condução desportiva e entusiasmante.
Tinha motores Alfa Romeo como os Busso e os Twin Spark.
Tinha um desenho arrebatador onde transbordavam pormenores estilísticos da Alfa Romeo de outrora, não se limitando apenas a ser um carro bonito com o scudeto.

Ou seja, dantes um Alfa Romeo podia não ter tudo aquilo que um gajo gostava que tivesse, mas o que tinha, colmatava o que faltava.

Agora, um Alfa Romeo que se chama Alfa Romeo só por ter um scudeto à frente é, sem tentar menosprezar, uma farsa.

Se este novo Giulia tivesse motores Alfa Romeo (ou vá lá, italianos) mas FWD, não se perdia tudo, e vice versa.

De qualquer forma, penso que nada está ainda decidido quanto ao Giulia (pelo menos que saibamos oficialmente).
Resta esperar.
 
Esqueçam, em quanto a ALFA estiver nas mãos da FIAT, não parece que a estrategia do grupo a va posicionar no seu patamar original, ou seja, sport premium. O GIULIA será um FIAT/CHRYSLER com design ALFA CENTRO STILE, logo nem se coloca a possibilidade de andar a competir com S-3 e Cl.-C...

Só um gr. da dimensão VW conseguiria por em practica esse projecto, a FIAT não tem essa capacidade financeira.
A Fiat tem perfeita capacidade. Se assim não fosse não mantinha a Maserati e a Ferrari - esta última sempre um passo à frente da Lamborghini, que é mantida pela VAG.

Não faz porque não quer.

Aliás, se virmos bem, a Fiat é um grupo maior que a BMW, com mais poderio pessoal e económico para investir em R&D, e podia portanto ter perfeitamente a Alfa a produzir um segmento D não apenas tão bom como melhor que o S3. Precisam é de um presidente com visão e cojones para o concretizar.
 
Last edited:
Eu até acho que os Alfa Romeo estão a tornar-se produtos globalmente melhores.
Mas também acho que é possível conjugar um produto melhor com um produto digno do nome Alfa Romeo.

Os novos Alfa Romeo são automóveis interessantíssimos.
Não são é simplesmente Alfa Romeo.
 
A Fiat tem perfeita capacidade. Se assim não fosse não mantinha a Maserati e a Ferrari.

Não faz porque não quer.

Não faz porque quem lá está no poleiro está-se a borrifar para a tradição.
É um empresário que não quer enterrar dinheiro na Alfa Romeo sem ter a certeza de ver retorno, daí que não arrisca.:rolleyes:

E andamos nisto.
 
A Alfa Romeo já na era Fiat tinha um posicionamento à parte no que toca àquilo que se procura num automóvel.
Só desde há uns anos para cá é que isso não acontece.

O 156 é da era Fiat e no entanto só lhe faltava a tracção traseira para um gajo não lhe ter nada a apontar.
No entanto, compensava a falta da tracção no sitio certo com um chassi soberbo, dotado de uma condução desportiva e entusiasmante.
Tinha motores Alfa Romeo como os Busso e os Twin Spark.
Tinha um desenho arrebatador onde transbordavam pormenores estilísticos da Alfa Romeo de outrora, não se limitando apenas a ser um carro bonito com o scudeto.

Ou seja, dantes um Alfa Romeo podia não ter tudo aquilo que um gajo gostava que tivesse, mas o que tinha, colmatava o que faltava.

Agora, um Alfa Romeo que se chama Alfa Romeo só por ter um scudeto à frente é, sem tentar menosprezar, uma farsa.

Se este novo Giulia tivesse motores Alfa Romeo (ou vá lá, italianos) mas FWD, não se perdia tudo, e vice versa.

De qualquer forma, penso que nada está ainda decidido quanto ao Giulia (pelo menos que saibamos oficialmente).
Resta esperar.

Na era 156/147 a fiat ainda aproveitou a tecnologia twin spark heredada da ALFA indep. mas os chasis ja eram partilhados.
O do 156, se não me engano serviu tbm para o stilo.

Mas atenção não digo que fosse mau, até nesses casos muito pelo contrario, sei do que falo, tive uma 156 sw de 2000 a 2004, mas é mto complicado tentar entrar na concorrencia premium com engenharia e elementos partilhados com os restantes modelos do grupo FIAT.
 
Last edited:
Não faz porque quem lá está no poleiro está-se a borrifar para a tradição.
É um empresário que não quer enterrar dinheiro na Alfa Romeo sem ter a certeza de ver retorno, daí que não arrisca.:rolleyes:

E andamos nisto.

Direccionar os esforços ao novo Giulia para fazer dele o protagonista da ressurreição da Alfa, só pode ser lucrativo.

É que não vejo outra maneira, qualquer outra coisa é adiar e dar voltas ao quarteirão.

Para colher é preciso semear.
 
A Fiat tem perfeita capacidade. Se assim não fosse não mantinha a Maserati e a Ferrari - esta última sempre um passo à frente da Lamborghini, que é mantida pela VAG.

Não faz porque não quer.

Aliás, se virmos bem, a Fiat é um grupo maior que a BMW, com mais poderio pessoal e económico para investir em R&D, e podia portanto ter perfeitamente a Alfa a produzir um segmento D não apenas tão bom como melhor que o S3. Precisam é de um presidente com visão e cojones para o concretizar.

A FERRARI-MASERATI é um caso bem diferente por razões obvias, gostava de ver se vendiam FERRARIS com chasis FIAT [:D].

A FIAT comprou essas marcas, " fundiu-as " mas têm como é evidente vida propria.

Fazer plataformas, elementos varios e motores exclusivamente para ALFAS requere uma capacidade financeira e logistica muito complicada para uma FIAT que não está nos melhores momentos da sua historia financeira.
 
Last edited:
Na era 156/147 a fiat ainda aproveitou a tecnologia twin spark heredada da ALFA indep. mas os chasis ja eram partilhados.
O do 156, se não me engano serviu tbm para o stilo.

Mas atenção não digo que fosse mau, até nesses casos, mto pelo contrario, mas é mto complicado tentar entrar na concorrencia premium com engenharia e elementos partilhados com os restantes modelos do grupo FIAT.

A Fiat não aproveitou os Twin Spark.
A Alfa Romeo é que aproveitou os blocos Fiat para continuar a produzir os seus Twin Spark.

Os Twin Spark que saíram nos 75 por exemplo não são os mesmos Twin Spark que saíram no 156, sendo que no primeiro caso era 100% Alfa Romeo e no segundo não.

Ainda assim o trabalho desenvolvido nos blocos Fiat era assombroso.
O mesmo não aconteceu no V6 da GM.

Quanto aos chassi mais uma vez existe partilha, mas o trabalho feito era, mais uma vez, em prol dum resultado diferenciado dos Fiat.
A base do 156 ainda provém do Tipo.

Eu não acho que o problema esteja na parceria com a Fiat pois a Fiat tem know how.
O problema é não se fazerem as coisas como deve de ser.

Das duas uma: ou se assume que a Alfa Romeo não é/serve para entrar na concorrência elitista e deixa-se estar como está, ou então a Fiat chega-se à frente e disponibiliza mais liberdade à Alfa Romeo.
 
Na era 156/147 a fiat ainda aproveitou a tecnologia twin spark heredada da ALFA indep. mas os chasis ja eram partilhados.
O do 156, se não me engano serviu tbm para o stilo.

Mas atenção não digo que fosse mau, até nesses casos, mto pelo contrario, mas é mto complicado tentar entrar na concorrencia premium com engenharia e elementos partilhados com os restantes modelos do grupo FIAT.

Apesar de bastante modificada, a plataforma do 156/147 derivava da plataforma que deu origem a carros como o Tipo, Tempra, Bravo/a, FiatCoupe, Delta 2, etc.

O Stilo estreou plataforma nova, denominada C. Era um mix interessante, com soluções aproveitadas do Multipla, na utilização de secções do tipo space frame e plataforma convencional.
Mas apenas o Stilo, Bravo e Delta fizeram uso desta nova.
O Giulietta estreou a C-Evo, que da plataforma do Stilo apenas tem em comum parte do chão da plataforma. Secções frontais e traseiras inéditas, e o restante modificado da C original.
 
Direccionar os esforços ao novo Giulia para fazer dele o protagonista da ressurreição da Alfa, só pode ser lucrativo.

É que não vejo outra maneira, qualquer outra coisa é adiar e dar voltas ao quarteirão.

Para colher é preciso semear.

Eu até concordo que a Alfa Romeo está numa fase de transição e por isso se tenha que jogar com cautela.
Após a transição da alçada estatal para a Fiat, a Alfa demorou a reencontrar-se, mas com o 156 fez as pazes com muitos fãs e falava-se no ponto de viragem.
De facto mais tarde ainda continuava a dar frutos. O 147 foi mais que bem vendido para um Alfa Romeo.
O GT tendo em conta a sua filosofia a mesma coisa.

Mas agora estamos a voltar à perdição, com a agravante de que agora não existem produtos aos quais se pode chamar de Alfa Romeo (ao contrário do tempo em que a Alfa entrou na Fiat).:confused:
São Alfas que são completamente banais na forma de transmitir sensações.
São Alfas com motores não Alfa e quando trabalhados por esta, continuam banais.
Etc

O Giulia é demasiado importante para ser lançado às três pancadas.
Acho que de facto se deve investir neste modelo, nem que demore a chegar.
 
A Fiat não aproveitou os Twin Spark.
A Alfa Romeo é que aproveitou os blocos Fiat para continuar a produzir os seus Twin Spark.

Os Twin Spark que saíram nos 75 por exemplo não são os mesmos Twin Spark que saíram no 156, sendo que no primeiro caso era 100% Alfa Romeo e no segundo não.

Ainda assim o trabalho desenvolvido nos blocos Fiat era assombroso.
O mesmo não aconteceu no V6 da GM.

Quanto aos chassi mais uma vez existe partilha, mas o trabalho feito era, mais uma vez, em prol dum resultado diferenciado dos Fiat.
A base do 156 ainda provém do Tipo.

Eu não acho que o problema esteja na parceria com a Fiat pois a Fiat tem know how.
O problema é não se fazerem as coisas como deve de ser.

Das duas uma: ou se assume que a Alfa Romeo não é/serve para entrar na concorrência elitista e deixa-se estar como está, ou então a Fiat chega-se à frente e disponibiliza mais liberdade à Alfa Romeo.

Pois, foi o que eu disse, aproveitou a TECNOLOGIA twin spark...
 
Tenho a fasquia elevada quanto a este modelo. Espero algo que difira um pouco do que se tem visto no segmento, segmento que pouco tem mudado, veja-se o VW Passat, aplica-se um restyling «profundo» e julgam que passa por um modelo novo, mas para mim não.
A Alfa tem que tornar este modelo no sucesso de vendas que foi o 156 e de preferência torna-lo mais leve (159), pois esse era o maior mal da actual geração. Em design penso que devem descolar um pouco da filosofia de design do 8C porque sobretudo a secção frontal pouco tem mudado nos últimos lançamentos da marca. [;)]
 
Após a transição da alçada estatal para a Fiat, a Alfa demorou a reencontrar-se, mas com o 156 fez as pazes com muitos fãs e falava-se no ponto de viragem.
De facto mais tarde ainda continuava a dar frutos. O 147 foi mais que bem vendido para um Alfa Romeo.
O GT tendo em conta a sua filosofia a mesma coisa.

Mas agora estamos a voltar à perdição, com a agravante de que agora não existem produtos aos quais se pode chamar de Alfa Romeo (ao contrário do tempo em que a Alfa entrou na Fiat).:confused:
São Alfas que são completamente banais na forma de transmitir sensações.
São Alfas com motores não Alfa e quando trabalhados por esta, continuam banais.
Etc
Discordo.

Muitas vezes tem-se tendência a ver o passado com óculos côr-de-rosa, mesmo quando é um passado recente, mas a actual Alfa é uma boa evolução daquela que tivemos até agora, incluindo essa da primeira metade da década anterior (e que continuou a arrastar-se até à segunda metade).

Eu gosto do GT e do 147 (tenho um), mas a actual gama é mais equilibrada e mais Alfa Romeo.

Os Alfas que existem agora são aqueles porque se suspirava na altura, - claro, não os dos sonhos molhados (RWD) mas sim os dos sonhos realistas.

Olha para a gama de motores do 147:
1.6 TS 105 e 120cv (por cá apenas o segundo)
1.9 JTD que teve potências entre 115 e 170cv
2.0 TS 150cv
3.2 GTA 250cv

Isto é algo absolutamente desiquilibrado. O 1.6 120cv que se vendia por cá até não era mal despachado mas também não era de tirar o fôlego, e contava com um consumo alto.

Daí para cima só motores a partir de cerca de 2L no eixo dianteiro do carro, e o único que dava verdadeiro salero ao carro era o sobredimensionado 3.2 com um gap de 1.2L e 100cv mais do que o motor a gasolina imediatamente abaixo :eek:

Ou seja, ou tínhamos um carro mole e morno (apesar de nunca submotorizado) ou tinhamos um carro inacessível com um motor super caro, super pesado, e com mais binário do que o carro conseguia lidar de origem.

E isto era a entrada de gama da Alfa Romeo. Mais uma vez, eu gosto muito do carro, mas, a nível de interesse Alfista, hoje em dia a marca está mais bem servida e de acordo com os seus pergaminhos.

Um carro mais leve, ágil, com motores pequenos e pouco taxadores do eixo dianteiro mas potentes, era aquilo que se concluía que a marca precisava quando se entrava nas longas discussões filosóficas que ainda hoje se têm sobre a mesma. O desde há muito desejado e rumorizado Junior.

Que hoje em dia surgiu na forma do Mito. Não é um coupezinho como se desejava e imaginava, embora isso tente ser compensado pelo styling (8c) e detalhes (janelas frameless), enfim, um pouco na onda dos hatch/pseudo-coupés que tem vindo a surgir nos últimos anos.

No entanto, a forma não impede de apreciar o carro por aquilo que ele é. Um baby-Alfa ágil, com pormenores engraçados e, nas suas pequenas motorizações turbo benzina, um carro como há anos e anos a Alfa Romeo não tinha e bem que precisava!

No Giulietta a situação não é muito diferente. É um carro melhor do que o 147 praticamente em tudo, mais homogéneo, e com motorizações que não precisam de ser exageradas como no 147 para proporcionarem um carro emocionante.

Claro que podem dizer que tanto um como o outro têm motores mais pequenos, motores a gasóleo, etc. Obviamente que têm. Nem a Alfa Romeo nem a Fiat pagam as contas com ar, nem os seus concessionários são scuderias.

Hoje em dia, com a maturação da proliferação da internet e nova distribuição do conhecimento, existe muita arrogância e pseudo-expertise a avaliar as compras os outros, mas um Mito 1.3 JTD cumpre as necessidades de alguns e não invalida a existência de um Mito QV, pelo contrário, ajuda a que este exista. Um Giulietta 1.6 JTD é um familiar compacto capaz. Sim, é um familiar, não sei se alguém tinha reparado mas as suas formas e dimensões gerais não resultam da tentativa de fazer um carro para os campeonatos de turismo, mas sim com o objectivo de ser um carro do segmento C, ou seja um familiar compacto. E nesse contexto, o 1.6 JTD faz todo o sentido e mexe perfeitamente a sua carroçaria do ponto A para o ponto B, sem que isso invalide a existência das versões TBi, QV, mais emocionantes e de acordo com o nome da marca.

Em suma, se há coisa que o Mito e o Giulietta são, são passos na direcção certa. Bonitos, seguros, com boa condução e com uma gama de motorizações capazes de agradar a praticamente todos (faltará uma versão de elite em cada um - GTA - que será sempre mais um "halo car" para questões de imagem de marca do que um carro para o mundo real), e em consequência disso, comercialmente capazes. Provavelmente os mais comercialmente capazes desde o 156 - e não sei se o Mito não o ultrapassará.

Nesse sentido, o Giulia vai certamente surgir como um carro na sequência destes 2 produtos bem conseguidos e equilibrados. Não vai ser nenhum Série 3 killer, pois isso não é possível nem que a Fiat comprasse a BMW e lhes pedisse para fazer o Giulia, mas vai ser mais um belo carro e um mais um passo nessa direcção certa da Alfa Romeo que lhe vai continuando a assegurar um futuro [;)]
 
Olha para a gama de motores do 147:
1.6 TS 105 e 120cv (por cá apenas o segundo)
1.9 JTD que teve potências entre 115 e 170cv
2.0 TS 150cv
3.2 GTA 250cv

Falta referir o 1.9 JTD de 100cv que cá não foi comercializado. [;)]
 
Falta referir o 1.9 JTD de 100cv que cá não foi comercializado. [;)]
Tens razão. Estava-me a lembrar de qualquer coisa desse género disso mas depois confundi com o episódio em que no lançamento do carro havia a dúvida sobre se o JTD era 110 como o 156 tinha na altura, (chegou a vir na publicidade 110cv), mas na verdade acabou por ser uma evolução de 115cv e não 110.
 
Tens razão. Estava-me a lembrar de qualquer coisa desse género disso mas depois confundi com o episódio em que no lançamento do carro havia a dúvida sobre se o JTD era 110 como o 156 tinha na altura, (chegou a vir na publicidade 110cv), mas na verdade acabou por ser uma evolução de 115cv e não 110.

Sim, também me recordo dessa questão inicial do 147 quando surgiu, se tinha os 110cv ou 115cv
 
Eu até concordo que a Alfa Romeo está numa fase de transição e por isso se tenha que jogar com cautela.
Após a transição da alçada estatal para a Fiat, a Alfa demorou a reencontrar-se, mas com o 156 fez as pazes com muitos fãs e falava-se no ponto de viragem.
De facto mais tarde ainda continuava a dar frutos. O 147 foi mais que bem vendido para um Alfa Romeo.
O GT tendo em conta a sua filosofia a mesma coisa.

Mas agora estamos a voltar à perdição, com a agravante de que agora não existem produtos aos quais se pode chamar de Alfa Romeo (ao contrário do tempo em que a Alfa entrou na Fiat).:confused:
São Alfas que são completamente banais na forma de transmitir sensações.
São Alfas com motores não Alfa e quando trabalhados por esta, continuam banais.
Etc

O Giulia é demasiado importante para ser lançado às três pancadas.
Acho que de facto se deve investir neste modelo, nem que demore a chegar.

Desculpa lá mas quem te ouve falar até pensa que os Alfas pre-FIAT eram melhores que os actuais. Podes ir buscar os paus e as pedras, mas pre-FIAT, nos últimos 10/15 anos, eram uma valente *****. Tinham algum estilo, motores razoáveis(e pouco fiáveis) e no resto eram uma bela *****. Foi por isso que iam indo à falência não fosse a FIAT a comprá-los.

Hoje tens Alfas :
-tão ou mais bonitos que na altura,
-com motores tão bons ou melhores(hoje tens dos melhores motores das respectivas classes, em performances, tecnologias e consumos ( 1.3 JTD/ 1.6JTD/ 1.4 MA /1.8TbI/ 2.4JTDm)
- com equipamento do melhor que se faz na classe(Blue&Me/ DNAs/TCTs
- com interiores bonitos e com qualidade
- com fiabilidade
- com valores de mercado perfeitamente acessível.

Isto são bons Alfa Romeos! São bonitos, diferentes, competitivos, performantes e um bons produtos. É por isso que estão a vender, é por isso que estão a voltar a dar €.

Os Alfas que tu idealizas baseiam-se em fantasias molhadas e fanboys da marca, que valorizam a origem dum motor sobre a seus méritos técnicos(performances, custos, fiabilidade, tecnologia, consumos, etc), que valorizam o tipo de tracção sobre o resultado final ( um A4 B8 faz 98% do que faz um E90...e é FWD.)

Investir mundos e fundos para ter um Giula RWD com motores exclusivos. E depois..quanto custa isso? Quem é que compra um Giula por ser RWD mas deixa de comprar por ser FWD? Então a BMW vai largar o RWD no s1 pq a maioria dos seus clientes nem sabe o que é, mas a Alfa é mais esperta e ia usar uma plataforma só para um carro(pq maseratis e ferraris não partilham plataformas, e é estúpido meter rwd num fiat ou lancia) só porque....sim. Porque é mais "Alfa".

O Giula tem de ser um Giullieta em ponto maior. Bonito, bem construído, bem equipado, com preços competitivos e exactamente com os mesmos motores dos Giulietta, mais o 2.4JTDm e o 1.9JTDm biturbo de preferência. Esse é o Giulia de sucesso. É isso que é um bom alfa, e não uma lata com rwd e boa sonoridade mas que é um chaço em tudo o resto.

Alguém(FIAT) agarra numa marca moribunda e falida e torna-a numa marca rentável conseguindo respeitar a sua identidade(continua a ser a premium do grupo, fora as exóticas), e ainda há quem critique porque "o motor não é italiano", " a plataforma não é rwd"...por amor de deus não?:sh)
 
Tanto a ALFA, como a LANCIA, após terem sido absorvidas pelo gr. FIAT são tecnicamente fiats, logo a ALFA ROMEO é basicamente e nos dias que correm, uma marca de design automovel, como a giugiaro ou a Pininfarina, mas desta feita integrada no grupo FIAT.

A partir de agora, estas marcas deixarão tbm de sêr 100% italianas para serem italo-americanas, com a partilha de elementos com a Chrysler, por tanto o futuro GIULIA não será menos ALFA que os seus predecessores mas sim menos italiano, WELLCOME TO GLOBALIZATION :o

BOM ANO

Também, não é tanto assim.

A Lancia e a Chrysler, sim, serão praticamente a mesma marca com pequenos detalhes de diferença e já no passado e Lancia pouca diferença tinha para a Fiat.

Na Alfa ainda há diferenças. Os motores e caixas são sempre versões mais evoluídas do que nos Fiat correspondentes. O 1.6 JTDm do Giulietta tem um comportamento bastante diferente do 1.6 MJet do Bravo, principalmente me baixas rotações.
O 147 tinha uma plataforma muito mais desenvolvida e uma suspensão muito melhor que o Stilo por ex, os motores JTD tinham sempre mais binário nos Alfa, mesmo quando a potência era a mesma, por causa das caixas de velocidade diferentes. O Giulietta tem uma plataforma muito melhor e mais sofisticada que o Bravo, é claro que é um desenvolvimento Fiat, mas a estreia foi na marca Alfa Romeo e só depois será utilizada em Fiat, Lancia-Chrysler, Dodge e JEEP. É um pouco o que faz o grupo VW, que tem estreado plataformas e inovações na marca Premium com maior volume de vendas-a Audi e depois vai generalizando pelas restantes marcas
 
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