Alfa Romeo Giulia 2015

O "meu" tem convencional apesar de ter uns amortecedores XPTO.

FSD (FREQUENCY SELECTIVE DAMPING) SUSPENSÃO SELETIVA
DESPORTIVA


Obrigado pela informação 👍
Tenho lido comentários muito favoráveis à eficiência da suspensão convencional na imprensa. E como um amigo meu no final deste ano comprará um Stelvio, é bom ter esse feedback.
 
Obrigado pela informação 
Tenho lido comentários muito favoráveis à eficiência da suspensão convencional na imprensa. E como um amigo meu no final deste ano comprará um Stelvio, é bom ter esse feedback.

Tu tens um Maserati Quattroporte 3,9 V8 turbo ? tem suspensão configurável ?
 
Obrigado pela informação 
Tenho lido comentários muito favoráveis à eficiência da suspensão convencional na imprensa. E como um amigo meu no final deste ano comprará um Stelvio, é bom ter esse feedback.

Alguma questão, dispõe. [;)]

2 aspectos essenciais da configuração: Q4 e ter bancos desportivos.

Tendo já experimentado muita coisa, confesso que não me lembro de uma suspensão tão bem calibrada nesse compromisso sempre difícil.

Este é daqueles carros que "puxa" muito por nós e, no caso do diesel, o motor acaba por ser o elo mais fraco (e, no meu caso, também os bancos): o meu pai de quase 70 anos, que conduz muito devagar o seu Volvo, fica meio street racer cada vez que pega nele. [:D]
 
Tu tens um Maserati Quattroporte 3,9 V8 turbo ? tem suspensão configurável ?
Tem sim. É magnetereológica, ou seja, funciona com pequenas partículas metálicas no óleo dos amortecedores, sendo depois aplicada uma carga elétrica maior ou menor, que aumenta ou diminui a dureza dos amortecedores. Esta tecnologia, aplicada pela primeira vez no Corvertte e usada desde então por várias marcas, Ferrari e Maserati incluídas, tem a vantagem de ser muito rápida na reação às variações.
Posso dizer que funciona muito bem. No caso do Quattroporte tem apenas dois modos - normal e sport - sendo que em qualquer um deles vai variando consoante o tipo de condução, a velocidade e o estado do piso.
 
Last edited:
Alguma questão, dispõe. [;)]

2 aspectos essenciais da configuração: Q4 e ter bancos desportivos.

Tendo já experimentado muita coisa, confesso que não me lembro de uma suspensão tão bem calibrada nesse compromisso sempre difícil.

Este é daqueles carros que "puxa" muito por nós e, no caso do diesel, o motor acaba por ser o elo mais fraco (e, no meu caso, também os bancos): o meu pai de quase 70 anos, que conduz muito devagar o seu Volvo, fica meio street racer cada vez que pega nele. [:D]


Muito obrigado pelas dicas. Mais perto da altura falarei contigo. [;)]
 
Tem sim. É magnetereológica, ou seja, funciona com pequenas partículas metálicas no óleo dos amortecedores, sendo depois aplicada uma carga elétrica maior ou menor, que aumenta ou diminui a dureza dos amortecedores. Esta tecnologia, aplicada pela primeira vez no Corvertte e usada desde então por várias marcas, Ferrari e Maserati incluídas, tem a vantagem de ser muito rápida na reação às variações.
Posso dizer que funciona muito bem. No caso do Quattroporte tem apenas dois modos - normal e sport - sendo que em qualquer um deles vai variando consoante o tipo de condução, a velocidade e o estado do piso.

No modo Sport fica mais dura e rápida a reagir ? Creio que a Audi tem um sistema igual.
 
(...)
Por fim outro aspecto importante é a capacidade e velocidade de recuperação dos amortecedores, que nos carros mais desportivos é muito maior e nos confortáveis é mais suave para não causar oscilações bruscas.

Ai essa Física...
E depois os outros é que estão errados.
:sh)


É o contrário.
E não são os amortecedores que fazem a recuperação (rebound).
A mola faz a recuperação, o amortecedor apenas amortece (reduz) a velocidade de recuperação (e também reduz a velocidade de compressão/descompressão da mola).

Existem duas componentes numa suspensão:
— Mola
— Amortecedor

A "dureza" da suspensão é dada pela mola.
Quanto maior a "taragem" (quanto mais forte for) da mola mais resiste ao peso (força), logo, mais "dura" fica a suspensão.
Isto faz com que o curso da suspensão (assumindo molas lineares e não molas progressivas) seja mais curto para as mesmas cargas (forças) que uma mola de menor "taragem".

O amortecedor faz sempre o seu curso completo, de uma ponta à outra, qualquer que seja a força aplicada, varia apenas no tempo que demora a deslocar-se face à força aplicada, pelo que não impede qualquer tipo de rolamento da carroceria.
O objectivo do amortecedor é evitar as ondas harmónicas provocadas pelo retorno da compressão/descompressão da mola (rebound). Quanto mais lento o amortecedor, mais resistente a suspensão fica às harmónicas.

É a "dureza" da mola, e não o amortecedor, que impede o rolamento da carroceria.

É a rapidez do amortecedor que dá a sensação de conforto à suspensão, e não o contrário.
 
Tem sim. É magnetereológica, ou seja, funciona com pequenas partículas metálicas no óleo dos amortecedores, sendo depois aplicada uma carga elétrica maior ou menor, que aumenta ou diminui a dureza dos amortecedores. Esta tecnologia, aplicada pela primeira vez no Corvertte e usada desde então por várias marcas, Ferrari e Maserati incluídas, tem a vantagem de ser muito rápida na reação às variações.
Posso dizer que funciona muito bem. No caso do Quattroporte tem apenas dois modos - normal e sport - sendo que em qualquer um deles vai variando consoante o tipo de condução, a velocidade e o estado do piso.

Imagino que sejam os mesmos amortecedores do Veloce e Quadrifoglio.

O objectivo é colocar os amortecedores mais lentos, por modo a reduzir o rebound e eventuais oscilações harmónicas.
O problema é que a suspensão fica mais lenta também na acção (compressão/descompressão), e não só na reacção (retorno/rebound).
Ou seja, perde eficácia na acção de manutenção da aderência, mas evita perder aderência pela reacção (rebound).
 
No vídeo do Christian à Top Gear sobre o Jesko Absolut refere precisamente essa questão da suspensão. Espreitem.
 
No vídeo do Christian à Top Gear sobre o Jesko Absolut refere precisamente essa questão da suspensão. Espreitem.

Referes-te a isto:

(...)
O problema é que a suspensão fica mais lenta também na acção (compressão/descompressão), e não só na reacção (retorno/rebound).
(...)

Certo?

Os gajos dizem ter conseguido os benefícios sem os malefícios...
 
Posso dizer que as suspensões magnetereológicas funcionam espantosamente bem. É incrível o conforto que conseguem com jantes de 21'' e perfil 35 como as que tenho no QP.
Simultaneamente, o comportamento de estrada é ótimo, quer em estrada, quer em autoestrada - o carro conduz-se em segurança e com uma facilidade tremenda - nem parece ter o tamanho e peso que tem!
A evolução tecnológica é de facto tremenda...
 
No vídeo do Christian à Top Gear sobre o Jesko Absolut refere precisamente essa questão da suspensão. Espreitem.

Já tive tempo para ver o vídeo...
https://www.facebook.com/watch/?v=254522042222015


É a parte das "molas mais moles porque com menos downforce não se quer ter as molas tão duras", certo?


Pensei que era sobre os amortecedores activos, onde os gajos alegam poder configurar o rebound de forma diferente da acção dos amortecedores.
https://www.koenigsegg.com/car/jesko-absolut/
(...)
The Jesko features adjustable dampers that are manufactured by the Swedish specialists at Öhlins and then customized with active control electronics at the Koenigsegg factory in Ängelholm. The dampers are adjustable for both bump and rebound damping, as well as spring ratio and ride height, with suspension management modes available at the driver’s fingertips.
(...)



Por isso é que depois há tantos street-racers a espetarem-se nas estradas...
Metem as suspensões rente-ao-chão e mais duras, a pensar que curvam melhor, e depois têm surpresas...
O que vale é que a maioria das vezes andam a direito na VDG e safam-se... o pior é quando chegam à 2ª circular...
:sh)
 
Já tive tempo para ver o vídeo...
https://www.facebook.com/watch/?v=254522042222015


É a parte das "molas mais moles porque com menos downforce não se quer ter as molas tão duras", certo?


Pensei que era sobre os amortecedores activos, onde os gajos alegam poder configurar o rebound de forma diferente da acção dos amortecedores.
https://www.koenigsegg.com/car/jesko-absolut/




Por isso é que depois há tantos street-racers a espetarem-se nas estradas...
Metem as suspensões rente-ao-chão e mais duras, a pensar que curvam melhor, e depois têm surpresas...
O que vale é que a maioria das vezes andam a direito na VDG e safam-se... o pior é quando chegam à 2ª circular...
:sh)
Era esse mesmo.

Isto faz lembrar uma altura em que, uns dias antes de montar umas molas H&R no 33, fui ao "trabuco" (um alegado mecânico que aquecia uma secção das molas para rebaixar o carro) tirar 3 ou 4 centímetros à altura do bicho. O carro perdeu toda a progressividade e também a estabilidade a maior velocidade.
Note-se que as H&R que montei depois tiravam 15mm à altura do carro, e eram progressivas. E melhoraram bastante o comportamento do carro.
 
Tem sim. É magnetereológica, ou seja, funciona com pequenas partículas metálicas no óleo dos amortecedores, sendo depois aplicada uma carga elétrica maior ou menor, que aumenta ou diminui a dureza dos amortecedores. Esta tecnologia, aplicada pela primeira vez no Corvertte e usada desde então por várias marcas, Ferrari e Maserati incluídas, tem a vantagem de ser muito rápida na reação às variações.
Posso dizer que funciona muito bem. No caso do Quattroporte tem apenas dois modos - normal e sport - sendo que em qualquer um deles vai variando consoante o tipo de condução, a velocidade e o estado do piso.

Não conheço o sistema, mas pelo que me foi dito é que é muito eficaz, isto é, muito rapido, mas em termos de eficiencia peca um pouco, é um genero de on / off apenas com o on sendo bastante absoluto. Daí ter sido cada vez menos usado
 
Last edited:
alfa-romeo-giulia-gta.jpg
 
Back
Top