Alfa Romeo

Vocês confundem sempre o motor com todo o carro.

Aqui ao meu lado, estão sentadas duas pessoas que tiveram vários AR usando-os profissionalmente, o último que tiveram foi 156.
O Giulia era um carro caríssimo à época e muito rápido. Mas vou dizer-vos o que eles me transmitiram quando lhes disse que estava aqui a ver fotos, os manómetros havia dias que não funcionavam, inclusive o do manómetro da gasolina e da temperatura que há altura era crucial. Os painéis interiores das portas eram a situação mais gritante de má construção, porque ao fim de uns anos caíam, assim como um problema que tinham nos elevadores dos vidros que soltavam periodicamente das calhas. Outra coisa que se queixavam era que tinha uma direcção que desafinava muito. Curiosamente eles dizem que o "Julieta" do inicio dos anos 80 era bom e o 75 piorou em relação a este.
 
Vocês confundem sempre o motor com todo o carro.

Aqui ao meu lado, estão sentadas duas pessoas que tiveram vários AR usando-os profissionalmente, o último que tiveram foi 156.
O Giulia era um carro caríssimo à época e muito rápido. Mas vou dizer-vos o que eles me transmitiram quando lhes disse que estava aqui a ver fotos, os manómetros havia dias que não funcionavam, inclusive o do manómetro da gasolina e da temperatura que há altura era crucial. Os painéis interiores das portas eram a situação mais gritante de má construção, porque ao fim de uns anos caíam, assim como um problema que tinham nos elevadores dos vidros que soltavam periodicamente das calhas. Outra coisa que se queixavam era que tinha uma direcção que desafinava muito. Curiosamente eles dizem que o "Julieta" do inicio dos anos 80 era bom e o 75 piorou em relação a este.

Qualidade de construção não era um ponto forte, sem dúvida. Mas também não haviam muitos carros que primassem por isso na altura.
E o motor mais do que compensava as eventuais manias do carro.

E sempre tive a ideia que estes Alfas, devido aos blocos em alumínio derivados de competição, eram carros com um motor bastante impérvio às temperaturas. Circulando sem problemas em estrada aberta ou no pára-arranca.
 
Última edição:
Vocês confundem sempre o motor com todo o carro.

Aqui ao meu lado, estão sentadas duas pessoas que tiveram vários AR usando-os profissionalmente, o último que tiveram foi 156.
O Giulia era um carro caríssimo à época e muito rápido. Mas vou dizer-vos o que eles me transmitiram quando lhes disse que estava aqui a ver fotos, os manómetros havia dias que não funcionavam, inclusive o do manómetro da gasolina e da temperatura que há altura era crucial. Os painéis interiores das portas eram a situação mais gritante de má construção, porque ao fim de uns anos caíam, assim como um problema que tinham nos elevadores dos vidros que soltavam periodicamente das calhas. Outra coisa que se queixavam era que tinha uma direcção que desafinava muito. Curiosamente eles dizem que o "Julieta" do inicio dos anos 80 era bom e o 75 piorou em relação a este.
Curiosamente, também tenho aqui dois amigos ao meu lado que contradizem os teus, no meu caso eles ainda tem 2 Giulias que ao fim de quase 50 anos, ainda estão inteiros...
 
Vocês confundem sempre o motor com todo o carro.
Eu tanto falei no motor como nas outras caracteristicas mecanicas como nos interiores.

Aqui ao meu lado, estão sentadas duas pessoas que tiveram vários AR usando-os profissionalmente, o último que tiveram foi 156.
O Giulia era um carro caríssimo à época e muito rápido. Mas vou dizer-vos o que eles me transmitiram quando lhes disse que estava aqui a ver fotos, os manómetros havia dias que não funcionavam, inclusive o do manómetro da gasolina e da temperatura que há altura era crucial. Os painéis interiores das portas eram a situação mais gritante de má construção, porque ao fim de uns anos caíam, assim como um problema que tinham nos elevadores dos vidros que soltavam periodicamente das calhas. Outra coisa que se queixavam era que tinha uma direcção que desafinava muito. Curiosamente eles dizem que o "Julieta" do inicio dos anos 80 era bom e o 75 piorou em relação a este.

Eles tiveram alguma Giulia?
Estamos a falar da Giulia e não da Giulietta e do 75 que, curiosamente, para o seu tempo, eram piores em relação ao resto do mercado do que a Giulia.

E também tenho à minha disposição meia dúzia de amigos que me podem elucidar sobre o assunto, cm a diferença que estes estão habituados a lidar não só com as Giulia mas também os Bertone, Berlinas e Giuliettas dessa era.

A Giulia, seja no motor, seja no nterior, era bem construida e uma referência.
Isto não se trata de defender acerrimamente ou não o modelo.
É que de facto a Giulia tem quase de tudo irrepreensivel para um Alfa Romeo.
É da época de ouro a única coisa que se lhe pode imputar é mesmo a questão do tacómetro.
 
Eu estou a transmitir o que me dizem, e eles não têm interesse nenhum em mentir, pois até continuaram com a marca mesmo em épocas menos boas. Cansaram-se no 75 e depois voltaram no 156.

E desculpem que vos diga, mas não me venham falar de carros guardados hoje como clássicos. Não são propriamente comparações correctas. Não demonstram de nenhuma forma como os carros resistiriam ou não. Se querem falar disso, paramos em algumas praças de Lisboa e ainda vimos mercs dos anos 70.
 
Eu estou a transmitir o que me dizem, e eles não têm interesse nenhum em mentir, pois até continuaram com a marca mesmo em épocas menos boas. Cansaram-se no 75 e depois voltaram no 156.
Desculpa que te diga, mas falaste na Giulia como sendo exemplo de pouca fiabilidade e afinal e contas a experiência que te deram foi com os 75.
Não me parece de bom senso.

Eu não digo que os teus amigos não têm algum interesse em mentir; transmitiram a sua experiência.
O que é importante é diferenciar modelos e eras e os 75 que eles tiveram nada têm a ver com as Giulias, excepto na familia dos motores Bialbero.


E desculpem que vos diga, mas não me venham falar de carros guardados hoje como clássicos. Não são propriamente comparações correctas. Não demonstram de nenhuma forma como os carros resistiriam ou não. Se querem falar disso, paramos em algumas praças de Lisboa e ainda vimos mercs dos anos 70.

Os carros em questão têm toda a validade para serem analisados já que alguns deles são completamente originais, até na pintura.
Não estamos a falar de Mercedes dos anos 70 que já levaram carradas de componentes mecanicos de substituição durante a sua vida inerentes ao seu trabalho.

Além do mais as Giulias que temos por cá, felizmente, não estão guardadas a 7 chaves em garagens.
São viaturas que viajam frequentemente.
 
Mas quais 75! As duas pessoas de que falo que têm mais de setenta anos e fazem aqui trabalho de consultadoria tiveram esses carros profissionalmente novos. Um até se lembra bem que pelo facto de existirem poucos para venda, um vendedor tentou intrujá-lo.
O que disse é que também tiveram julietas no inicio dos 80, carro de que nada tem a dizer, e depoisos 75. Entre outros carros. O ultimo carro AR que tiveram profissionalmente foi o 156.

O que não consigo conceber é a vossa dificuldade em aceitar a opinião de outras pessoas. Sao condutores com milhões de kms no pêlo. Que são de um tempo em que os carros a cada 5000 kms mudavam o óleo e tinham que ser afinados. Em que a gasolina não havia todos os dias e variava muito qualidade. Afirmam sem medos que o 404 era à época um carro muito melhor construido para referir o modelo que também podiam ter na altura mas perdia em tudoo resto. Afirmam também sem medos que os japoneses quando chegaram simplesmente fizeram-nos esquecer queexistiam outroscarros. Mas o preço de berlinas maiores era elevado deixando-os de fora de escolhas. Sao pessoas que sabem que os carros sao hoje de longe mais fiaveis. Que a assistência. Da AR no nosso país sempre deixou a desejar.
Se lhes perguntares quais os melhores carros que tiveram, eles respondem que oque mais gostaram foi o 75 um deles e o outro o sss.
 
Agora lê o que escreveste e interioriza.

[;)]

Obrigado, lê para trás e aproveita o teu próprio conselho, visto que nem sequer és capaz de pensar que outras pessoas possam ter opiniões diferentes, não é de bom tom.
Curioso que bastou uma pequena pesquisa, e até as revistas portuguesas de clássicos apontam coisas semelhantes.
 
Obrigado, lê para trás e aproveita o teu próprio conselho, visto que nem sequer és capaz de pensar que outras pessoas possam ter opiniões diferentes, não é de bom tom.
Curioso que bastou uma pequena pesquisa, e até as revistas portuguesas de clássicos apontam coisas semelhantes.
Foi o que fiz... mas ao contrário não se verifica, é a tua opinião que conta e não se fala mais nisso.

[:cool:]
 
Antes de mais, peço desculpa por erros gramaticais dado que estou a escrever por telemovel. ESPRIT:Estás a levar a conversa demasiado a peito e não é essa a intenção. Já me conheces e sabes que gosto muito de trocar ideias contigo, pelo que tens que levar isto como uma discussão normal, sem picardias. Mais uma vez, a não ser que tenha lido mal, nenhum dos teu amigos teve a Giulia. Tiveram a sua experiência na marca com outros Alfa e terão as suas coisas boas e más a dizer.No entanto, mais uma vez, a questão reside na Giulia. Dado que nenhum deles teve uma, não podes dizer o que disseste o teu primeiro post.Não se trata de aceitar ou não a tua opinião. Simplemente não concodo contig, pelos motivos que já te dei.
 
Finalmente! Estava a ver que o Harry tinha ido à Mille Miglia e não ia fazer nenhum vídeo, para além do outro de 2 ou 3 min em que fala com o outro Harry mais novo da evo.
 
Alfa+Romeo+Tipo+33+Stradale+3.jpg
 
Este habitáculo tem tanto pormenor delicioso que se torna difícil avaliar tudo ao mesmo tempo.

Para começar, aquele tacómetro do tamanho do mundo.
Deve ser uma delicia dar brasa nquele V8 e ver aquele enorme ponteiro subir de rotação até às 10.000rpm.

Depois, aquele grande relógio central é lindíssimo e, no meio daquele alumínio escovado a fazer a transição para a consola central e outro daqueles pormenores.

Depois aquelas costuras, aquele volante minimalista com a Biscionne e a cruz Milanesa, o travão de mão puramente mecânico, os switches e os bancos são a cereja no topo do bolo.

Infelizmente quando esteve cá o 33 Stradale na exposição na EXPONOR, não tinha este interior.
Era o outro (também muito bonito).

Mas este é sem dúvida mais belo e interessante.
 

De um lado um tenor da atualidade: 8C Competizione.
Do outro, Um V8 da velha guarda, rouco e a flamejar: 33 Stradale.

Muitos anos os separam, mas a nobreza mecânica persiste.
 
Voltar
Superior