Tendo em conta, como já se disse, que começa a perder logo por 2-0, para ter vendas
marginais é bom que tenha mais equipamento que a armada germânica. O conforto acústico é de louvar. O espaço neste segmento é importante mas não é aí que a escolha se decide (se não o Superb aviava tudo e todos), em modernidade, imagem de marca, condução (?) e tecnologia o Chrysler (sorry Lancia) não tem argumentos.
Aplaudo a introdução da nova caixa, mas para mim é um erro a FIAT lançar um Lancia nestas condições, para ir a jogo, assim, num segmento quase impenetrável deixem-se estar quietos. Como acho que tens bom senso terás de concordar comigo.
O típico condutor (quem compram são as empresas) destes carros dificlmente escolhem fora do trio, e quando o fazem vão à Jaguar, Volvo e pouco mais.
Quando andava a escolher o substituto da minha E61 ainda ponderei o Lexus 450h, esquece... o preço era igual à minha A6 Avant, mas o valor residual uma anedota e isso mata todos os negócios neste segmento.
Acredita que bem tentei ir para fora do trio, mas é de facto difícil quando escolhes o carro de serviço neste segmento, os valores residuais e (recentemente) o CO2 dão uma vantagem gigantesca à BMW, Audi e MB.
Para ires para escolhas "diferentes" - Volvo ou Jaguar, tens de fazer muitas contas e no meu caso nem esses entravam (CO2)
abraço [

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