Alfa Romeo

Esqueces-te que quando saiu para o mercado o intervalo de troca da correia era de 120 000kms. E as pessoas compraram tendo isso em conta. [;)] Quando elas começaram a partir todas e de repente uma despesa que contavam ter aos 120 000kms passou a ser aos 60 000kms, essa despesa simplesmente duplicou. E a porcaria dos bronzes eram uma bomba relógio a espera de rebentar. Mais alguns kms e o motor ia começar a bater. E o motor não deu mais chatisses porque andava sempre em cima dele. O óleo devia trocar em cada 20 000kms, antecipava para metade. É o que digo, acho o motor algo frágil.

Mas sabes que mais? Vendi, com a promessa de mais tarde o ir buscar novamente. [:D] Dos carros que me deu mais gozo conduzir.

Não me esqueço disso não, sei perfeitamente que a troca da distribuição foi reduzida em metade.[;)]
Como disse, existem motores que exigem outro tipo de atenção, o TS é um deles.
Não é um motor para deixar andar.
Mas, estando atento e fdazendo a manutênção correta, são motores fiáveis como outro qualquer, com os problemas crónicos inerentes como o variador de fase.
Não é daqueles motores que estão à partida condenados mesmo com a manutenção bem feita e isto para mim é um motor fiável.

Um motor que não é fiável é um motor que cumprida a manutenção, dá problemas.[;)]
 
Não me esqueço disso não, sei perfeitamente que a troca da distribuição foi reduzida em metade.[;)]
Como disse, existem motores que exigem outro tipo de atenção, o TS é um deles.
Não é um motor para deixar andar.
Mas, estando atento e fdazendo a manutênção correta, são motores fiáveis como outro qualquer, com os problemas crónicos inerentes como o variador de fase.
Não é daqueles motores que estão à partida condenados mesmo com a manutenção bem feita e isto para mim é um motor fiável.

Um motor que não é fiável é um motor que cumprida a manutenção, dá problemas.[;)]

Eu entendo o que dizes, até porque já é uma mecânica relativamente prestacional, mas vais ser crucificado [:)]

Mas sim. Não é um motor para todos.
Tu próprio não és um seguidor dessa linhagem ALFA, mas muito mais um seguidor "Bialbero", ou "boxer". Busso noutras ligas mais "impossíveis" claro.
 
Eu entendo o que dizes, até porque já é uma mecânica relativamente prestacional, mas vais ser crucificado [:)]

Mas sim. Não é um motor para todos.
Tu próprio não és um seguidor dessa linhagem ALFA, mas muito mais um seguidor "Bialbero", ou "boxer". Busso noutras ligas mais "impossíveis" claro.


Por norma confunde-se muito as mecânicas com problemas crónicos com as frágeis.
O TS é frágil se não for cuidado.
Não é um motor que dê problemas (excepto o variador de fase) se a manutenção for bem feita.
Quem não vê isto age de má fé.

E sim claro, sou mais virado para essas 3 famílias de motores, também eles melindrosos excepto o Bialbero que é guerreiro.[:cool:]

O Busso e o Boxer são mais melindrosos, mas nunca como os TS.
O meu tem levado o extritamente necessário... ás vezes descuido-me e tem andado todos os dias e ultimamente não pára em viagens do Porto para a terra da Maria sempre de gás pela nacional.
Qualquer dia fico a meio do caminho se calhar.[:D]
 
Não me esqueço disso não, sei perfeitamente que a troca da distribuição foi reduzida em metade.[;)]
Como disse, existem motores que exigem outro tipo de atenção, o TS é um deles.
Não é um motor para deixar andar.
Mas, estando atento e fdazendo a manutênção correta, são motores fiáveis como outro qualquer, com os problemas crónicos inerentes como o variador de fase.
Não é daqueles motores que estão à partida condenados mesmo com a manutenção bem feita e isto para mim é um motor fiável.

Um motor que não é fiável é um motor que cumprida a manutenção, dá problemas.[;)]

Opá, se fosse a cumprir a manutenção a risca os bronzes tinham ido a vida. já para não falar nos 10 000kms entre mudas de óleo, quando está preconizado 20 000, etc.

Epá, mas sabes que mais? ainda assim sou capaz de o comprar novamente o carroço. [br:)] Agora, sei bem que o motor é frágil.
 
Opá, se fosse a cumprir a manutenção a risca os bronzes tinham ido a vida. já para não falar nos 10 000kms entre mudas de óleo, quando está preconizado 20 000, etc.

Epá, mas sabes que mais? ainda assim sou capaz de o comprar novamente o carroço. [br:)] Agora, sei bem que o motor é frágil.

O que te leva a dizer isso?
Acho que fazes bem em comprar novamente, não me parece é que frágil seja a melhor palavra para caracterizar os motores TS.
 
O Alfa Romeo acaba muitas vezes por ser uma carro irracional, de entendidos, de apaixonados.
Falta à Alfa voltar a produzir entre os segmentos mais populares carros rápidos, mais rápidos que a concorrência. Era também por isto que a marca era muito reconhecida nos anos 60/70 Mas sobretudo juntar aos seus pergaminhos actuais uma coisa que quase sempre faltou:FIABILIDADE.
Eu tenho agora um, e apesar de ser um carro bem agradável de conduzir, a fiabilidade...enfim.
Os alemães rebentam correntes, incendeiam-se mas construiriam essa fama: "são fiáveis".
Um pouco se passa com os Coreanos que estão nisto à pouco tempo e já há quem apregoe que são muito fiáveis. Depois lêem-se coisas do arco da velha sobre avarias nos mesmos, mas o mito cresce...então neste fórum...
Ainda o ano passado, a Opel reconheceu que quer seguir as pisadas da Audi no que toca à qualidade de interiores, marca considerada a benchmark no capítulo. Depois disso, Cascada e Insígnia(restyling) revelam níveis de qualidade notáveis. E veja-se que GM e VAG são grupos com enorme rivalidade, sobretudo devido ao duelo Opel-VW.
Gostava de ler que a Alfa pretende chegar aos níveis de fiabilidade de uma Toyota ou Honda.
É muito bom ter um carro bonito, divertido de conduzir...mas é muito chato estar sempre na oficina. E os mais recentes estudos de mercado não mentem, a Alfa anda sempre lá em baixo.[s)]

Quem lê o teu post parece que estás a falar dos Alfas actuais, e na verdade não estás.

Actualmente (e provavelmente a partir do 159), os Alfas são tão fiáveis quanto os outros. Provavelmente até mais, visto que não têm problemas crónicos como alguns alemães.

Deste o exemplo do Insignia. Tenho um Insignia e um Giulietta, e embora o interior do Insignia aperentemente revele ser de muito qualidade, ao fim de algum tempo começou a parecer uma sinfonia de barulhos parasitas vindos da consola central. Nunca tinha visto tal coisa. Aquele material meio brilhante que tem lá começa a ranger por todos os lados em estrada de paralelo. As "cortinas" dos vidros traseiros só podem estar em cima, porque se estiverem para baixo quem vai atrás vai a ouvir música (ruídos parasitas).

E isto já para não falar na fiabilidade do Insignia, que já por 2 ou 3 vezes teve problemas graves, ao contrário do Giulietta que o único problema que teve foi a porta do combustível que às vezes não abria à primeira (trocado pela garantia).

Não estou a dizer que o Alfa seja melhor ou pior, simplesmente os outros não são assim tão melhores como tu estás a pintar. O Giulietta tem os seus problemas de interiores, com ruídos parasitas, e às vezes não usa materiais tão nobres. 100% verdade. Mas está longe de ser esse o maior defeito do carro. Assim como a fiabilidade não é, de todo, um defeito desse nem dos novos Alfas.

aliás, espanta-me como é que hoje em dia se consiga dizer que os alfas são menos fiáveis que alguns alemães. Eu diria que é mais o contrário.

No entanto, azares nos carros todos podem ter. Tu tens com o teu Alfa, eu tenho com o Insignia. Pode acontecer a todos.
 
Quando mudei os bronzes, estes já estavam riscados. Segundo o mecânico, mais uns kms e o motor ia começar a bater, com todas as consequencias que daí iriam advir.
 
Quem lê o teu post parece que estás a falar dos Alfas actuais, e na verdade não estás.

Actualmente (e provavelmente a partir do 159), os Alfas são tão fiáveis quanto os outros. Provavelmente até mais, visto que não têm problemas crónicos como alguns alemães.

Deste o exemplo do Insignia. Tenho um Insignia e um Giulietta, e embora o interior do Insignia aperentemente revele ser de muito qualidade, ao fim de algum tempo começou a parecer uma sinfonia de barulhos parasitas vindos da consola central. Nunca tinha visto tal coisa. Aquele material meio brilhante que tem lá começa a ranger por todos os lados em estrada de paralelo. As "cortinas" dos vidros traseiros só podem estar em cima, porque se estiverem para baixo quem vai atrás vai a ouvir música (ruídos parasitas).

E isto já para não falar na fiabilidade do Insignia, que já por 2 ou 3 vezes teve problemas graves, ao contrário do Giulietta que o único problema que teve foi a porta do combustível que às vezes não abria à primeira (trocado pela garantia).

Não estou a dizer que o Alfa seja melhor ou pior, simplesmente os outros não são assim tão melhores como tu estás a pintar. O Giulietta tem os seus problemas de interiores, com ruídos parasitas, e às vezes não usa materiais tão nobres. 100% verdade. Mas está longe de ser esse o maior defeito do carro. Assim como a fiabilidade não é, de todo, um defeito desse nem dos novos Alfas.

aliás, espanta-me como é que hoje em dia se consiga dizer que os alfas são menos fiáveis que alguns alemães. Eu diria que é mais o contrário.

No entanto, azares nos carros todos podem ter. Tu tens com o teu Alfa, eu tenho com o Insignia. Pode acontecer a todos.

Ele pintou o Insignia daquela forma porque é Opel.
O Tubular Bells já aqui disse que o Insignia não era digno dos pergaminhos da Opel no que toca à construção.

E sou da mesma opinião, hoje em dia está tudo tão equilibrado que é complicado definir umas marca muito mais fiável do que outra (também aquilo que o gtabarth falou na página anterior) e aquelas que pareciam dantes serem as mais fiáveis, hoje até parecem por vezes desiludir nesse aspecto.

Hoje em dia baralha-se e dá-se as cartas as vezes que se quiser que tudo vai dar ao mesmo.
 
Pois lá está.
Eu não quero desculpar nada até porque como disse para mim na Alfa Romeo existe mais mundo que os TS, mas sei de quem os tenha tido em novos, Alfistas, e nunca tiveram problemas de bronzes.
Manutenção 100% correcta.

Conhecia o anterior dono. ;) De qualquer forma, se a manutenção tivesse sido descurada nos primeiros anos (que sei que não foi), ele iria dar problemas muito mais cedo. Tive entretanto um 146 1.7 16v, que esse sim deu problema de bronzes, e poucos kms depois de o ter comprado. Esse, estava bastante ajavardado.
Tirando essa parte (eu chamo fragilidade, tu chamas melindroso, na prática estamos a falar da mesma coisa [:D]) Não tenho razões de queixa. Anda muita bem, muito disponível, uma sonoridade fora de série. Também, estava a fazer muitos kms anuais com o carro, foi o que me fez mudar. O meu irmão ficou com a carrinha, anda bem menos que eu, e se calhar mais tarde vou voltar a ficar com ela, mas para andar de vez em quando.
Ou a carrinha ou um 33, que continua a ser o carro que me deixa mais saudades. (maldita a hora que troquei pelo 146)
 
Conhecia o anterior dono. ;) De qualquer forma, se a manutenção tivesse sido descurada nos primeiros anos (que sei que não foi), ele iria dar problemas muito mais cedo. Tive entretanto um 146 1.7 16v, que esse sim deu problema de bronzes, e poucos kms depois de o ter comprado. Esse, estava bastante ajavardado.
Tirando essa parte (eu chamo fragilidade, tu chamas melindroso, na prática estamos a falar da mesma coisa [:D]) Não tenho razões de queixa. Anda muita bem, muito disponível, uma sonoridade fora de série. Também, estava a fazer muitos kms anuais com o carro, foi o que me fez mudar. O meu irmão ficou com a carrinha, anda bem menos que eu, e se calhar mais tarde vou voltar a ficar com ela, mas para andar de vez em quando.
Ou a carrinha ou um 33, que continua a ser o carro que me deixa mais saudades. (maldita a hora que troquei pelo 146)

Trocaste o 33 pelo 146 1.7 16v?
Motorização rara!

Qual era o 33?
 
O 33 era um simples 1.4 IE. Mas o 146 não devia estar na melhor forma, a nível de aceleração só a partir dos 80, 90 superava o 33, notava-se BEM os 300kg a mais sobre o 33. A caixa curtinha era muito engraçada, cortava antes um pouco dos 220, mas fiquei sempre com a sensação de ser um carro pesadão, comparativamente ao 33.

Quando tive de trocar os bronzes e rectificar a cambota do 146, acabei por vende-lo pouco depois e comprar o 166, que ainda tenho. Curiosamente, deixou-me mais saudades o 33 que o 146.
 
O 33 era um simples 1.4 IE. Mas o 146 não devia estar na melhor forma, a nível de aceleração só a partir dos 80, 90 superava o 33, notava-se BEM os 300kg a mais sobre o 33. A caixa curtinha era muito engraçada, cortava antes um pouco dos 220, mas fiquei sempre com a sensação de ser um carro pesadão, comparativamente ao 33.

Quando tive de trocar os bronzes e rectificar a cambota do 146, acabei por vende-lo pouco depois e comprar o 166, que ainda tenho. Curiosamente, deixou-me mais saudades o 33 que o 146.

Mesmo com o peso, o 1700 devia andar bem mais do que o 1.4 IE que ainda por cima não tem a pujança dos carburados.
 
Alfa Romeo, ecco i due suv per il rilancio

In arrivo crossover ispirati alla «Matta» degli anni 50 e al Kamal, concept di piglio sportivo, del 2003
di Massimo Mambretti

alfa-suv-352-2.jpg


"Il rilancio dell'Alfa Romeo è partito ed è fra i pilastri principali della strategia varata della neonata Fiat Chrysler Automobiles. Investimenti per 5 miliardi di euro e otto nuovi modelli entro il 2018 sono gli elementi che porteranno la casa del Biscione a giocare le sue carte sia nel settore Premium sia in mercati da cui mancava da tempo o nei quali, addirittura, non era mai stata presente. L'obiettivo fissato è quello di passare dalle circa 75mila unità vendute nel 2013 alle 400mila previste per il 2018. Insomma, la nuova vita dell'ultracentenaria Alfa Romeo, marchio spesso appeso a rumors e a lungo appetito anche dal gruppo Volkswagen, ha imboccato una via ben definita. La quale si snoda per le fasi di sviluppo e ingegnerizzazione nonché di produzione che sono tutte made in Italy, nonché affidate a un esercito di oltre 200 ingegneri alcuni dei quali presi in prestito da Maranello, cioè dalla Ferrari.

Tra i modelli annunciati, sebbene fra gli ultimi ad arrivare nel piano presentato a Detroit ai primi di maggio durante l'Investitor Day, ci sono anche proposte del tutto inedite per casa Alfa Romeo, sebbene parzialmente ricollegabili alla Matta degli anni Cinquanta: ovvero il fuoristrada Doc che venne messo in contrapposizione alla Fiat Campagnola nelle gare per le forniture al Ministero della Difesa. Oggi, o meglio verso il 2018, l'Alfa Romeo riproporrà le evoluzioni in chiave 21esimo secolo di quel modello che, per la cronaca, alla fine non raccolse il gradimento della rivale torinese. Ecco, allora, che tra 2016 e 2018 arriveranno in casa Alfa Romeo due crossover: uno di taglia media e uno più grande.

Per gli strani giochi del destino saranno frutto del filo che collega l'Alfa Romeo di oggi con la galassia Fiat, perché è facile prevedere che sotto le vesti si celeranno soluzioni prelevate dalla banca d'organi del neonato gruppo Fca, in particolare i sistemi di trazione integrale che in casa Jeep non mancano di certo. Suv e crossover, specie che costituiscono un settore in continua espansione e destinato a non conoscere crisi a livello globale per tantissimo tempo, non potevano mancare in un piano di rilancio e, soprattutto, in seno a un marchio Premium. Che, per motivi ormai noti, ci arriva fra gli ultimi, ma come si dice meglio così piuttosto che mai! E pensare che l'Alfa Romeo, nel 2003, aveva fatto ipotizzare che lo sbarco nel territorio di suv e crossover non fosse poi così lontano. Infatti, al salone di Ginevra di quell'anno mise sotto i riflettori, quasi a sorpresa, la Kamal.

Si trattava di un suv di piglio sportivo di taglia media (era lungo poco più di 4,30 m) con lineamenti tipicamente Alfa Romeo, basato sulla 147 ed equipaggiato con un V6 di 3,2 litri a benzina da 250 cv e dotato di trazione integrale con 3 differenziali a tecnologia Torsen per ripartire la motricità. La Kamal non è mai nata ed è restata non solo un bell'esempio di creatività ma anche di opportunità ceduta ad altri, poiché non è affatto azzardato dire che la formula del Suv sportivo che aveva portato alla ribalta è stata recepita ed evoluta da rivali del Biscione, per esempio la Bmw con la X6 e la recentissima X4, mentre quella del crossover di taglia media ha dato un'accelerazione all'approvazione allo sviluppo di modelli di analoghe dimensioni di costruttori europei, per esempio la Volkswagen Tiguan prima, l'Audi A3 prima, la Range Rover Evoque poi. Tanto per citarne alcuni.

La decisione di cimentarsi nel settore di Suv e crossover è l'ulteriore conferma di come si evolverà la famiglia dell'Alfa Romeo per presentarsi in maniera convincente nel prossimo futuro in tutti i mercati. Se le eredi della Kamal - ma perché una di esse non si chiamerà proprio così? - arriveranno in ritardo rispetto alle proposte della diretta concorrenza del marchio. Ciò non dovrebbe costituire un grosso limite alla loro diffusione perché le ultime analisi di mercato indicano ancora a lungo la crescita delle richieste in giro per il mondo (dovrebbe raddoppiare verso il 2018) e perché l'appeal che esprime il marchio è molto forte. Inoltre, ora che il puzzle di Fiat Chrysler Automobiles è stato completato, che tecnologie nuove sono allo sviluppo e che la parentela con Jeep è diventata stretta, le due crossover potranno mettere in campo tanti elementi per essere convincenti. Inoltre, va aggiunto che la più piccola delle due dovrebbe avere molti punti di contatto, nascosti dalle vesti, con l'erede delle attuali Jeep Compass e Patriot."Em Alfa Romeo, ecco i due suv per il rilancio - Speciale Suv & Crossover - Il Sole 24 ORE
 

"Hecho: Sabemos que todos los nuevos Alfa Romeo se articularán sobre una nueva plataforma modular de tracción trasera, capaz de incorporar también tracción integral. Hecho: llevará motores longitudinales, algunos compartidos con Maserati (los V6 Ferrari biturbo de gasolina, y los V6 diésel), y algunos de desarrollo propio (los 1.750 TBi, nuevas evoluciones MultiAir 2 con inyección directa y nuevos motores diésel potentes).

Sabemos que, finalmente, esta plataforma será específica de Alfa Romeo, y no compartida con Maserati, por razones de costes y peso: Tiene que servir para dar a luz desde un coche de segmento C de cuatro metros y medio hasta un coche de segmento E y dos SUV asfálticos. Vamos, que quieren hacer algo similar a lo que tiene montado BMW entre los Serie 2 y Serie 7, a una escala menor.

Lo que no era un hecho confirmado, pero sí comentado en habladurías, es que esa nueva plataforma podría emplear aluminio como material central de su concepción.

Que los nuevos Alfa Romeo llevarán un reparto de pesos 50/50 entre ejes es otro hecho inamovible, puesto como punto objetivo inicial del proyecto, pero no se dijo nada sobre el peso de los coches, aunque Marchionne sí que dejó caer que no se podía volver a pecar como con el 159, haciendo un coche más pesado de la cuenta.

Dimes y diretes, charlas de bar y aeropuerto colocaban el aluminio como un elemento importante en esta nueva estructura, y ahora, analizando y escudriñando contratos de Fiat, hemos dado con lo que parece ser una confirmación no oficial.

OMR, una de las compañías proveedoras de Fiat, confirmaba hace unas pocas semanas, que había recibido un nuevo contrato multimillonario para fabricar componentes en aluminio para el chasis y las motorizaciones de los nuevos modelos de Alfa Romeo.

OMR, obviamente, no concretó mucho más, pero sí explicó que esto generará una cifra de negocio de cerca de 70 millones de euros anuales en piezas de aluminio que serán fabricadas con la más alta tecnología, promete OMR, para Fiat.

Conviene percatarse de que OMR Automotive está especializada en la fabricación de estructuras integrales de aluminio, mediante técnicas de todo tipo, desde el hidroconformado hasta la estampación o la extrusión. De hecho, la firma ya provee a Ferrari, dentro del Grupo Fiat, de numerosas piezas de aluminio para motores y chasis (de hecho, aparece su logo en los costados de los F1 de Ferrari), aunque el gran socio de Ferrari para la creación de chasis de aluminio fuera Alcoa, que fue la encargada de colaborar en el lanzamiento de la producción de la línea donde nació el 360 primero, y luego un montón de herederos."
 
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