Alfa Romeo

MadDragon, objectividade, lê o que coloquei atrás no tópico.

O SUV é o 500 da Alfa-Romeo, na América do Norte e na Ásia porque o consumidor local não absorve tradicional carrinha familiar D ao contrário da Europa que absorve 90% da produção mundial neste particular.

NB: O MiTo ou Giulietta continuam no activo, esta última acaba de receber melhoramento, haja forte investimento em exposição comercial, é parte importante, não produzir unicamente.
 
[video=youtube;XYk1VV9-V2k]https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=XYk1VV9-V2k[/video]

A par de marca nipónica, sueca e alemã aquele que representa o maior retorno no EUA, familiar médio (D).
 
Os SUV não são sequer mais moda.
O BOOM SUV já passou há imenso tempo
e não são os EUA que vão salvar a Alfa Romeo. Quanto muito aguentá-la mais uns anos.
Os SUV vendem-se mas já não são um motivo de capricho como dantes e sim, o segmento C ainda é o segmento rei na Europa.

No entanto, o segmento que mais visibilidade trará é o D.
Falamos do segmento principal das marcas premium e quer queiramos quer não, a Giulia vai ser comparada com o trio do costume.
Vai ter que se sair bem.

Na tua opinião, qual é o segmento mais promissor de mercado?
 
"(...)Chrysler. Il marchio di Auburn Hills è cresciuto del 17 per cento, trainato dalle vendite del minivan Town & Country (+41 per cento) e dalla nuova 200 (+32 rispetto a giugno). Per Chrysler si tratta del miglior luglio dal 2007 e del dodicesimo mese consecutivo di crescita.

Fiat. In questo caso la protagonista è la 500L, lanciata a giugno 2013: le vendite della "grande" di famiglia sono aumentate del 49 per cento, indicando luglio come l'ottavo mese di crescita del marchio e il migliore dal debutto. Nel complesso, Fiat ha registrato un incremento dell'uno per cento. (...)"Em Fiat-Chrysler - Usa, A Luglio Le Vendite Crescono Del 20 Per Cento - Quattroruote
 
Os SUV não são sequer mais moda.
O BOOM SUV já passou há imenso tempo e não são os EUA que vão salvar a Alfa Romeo. Quanto muito aguentá-la mais uns anos.
Os SUV vendem-se mas já não são um motivo de capricho como dantes e sim, o segmento C ainda é o segmento rei na Europa.

No entanto, o segmento que mais visibilidade trará é o D.
Falamos do segmento principal das marcas premium e quer queiramos quer não, a Giulia vai ser comparada com o trio do costume.
Vai ter que se sair bem.

Estás iludido.
As vendas de crossovers/suv's não param de aumentar em todos os mercados.
E os sacrificados, dependendo do segmento, são os MPV's e os sedans.
O segmento D, na europa, tem contraído todos os anos. Durante os próximos anos deverá perder mais 2 representantes, nomeadamente o Avensis (talvez venha um Camry global, mas ainda não há certezas) e o Accord.
A sangria deverá estancar durante 1 ano ou dois, com o efeito novidade dos novos Mondeo, Passat e Insignia, mas a tendência é claramente de contracção.
Não devemos de estar muito longe de uma realidade em que os sedans do segmento D serão sobretudo pertencentes a marcas premium.
As não premium vão apostar em produtos diferenciados. Experiências como o Ds5 poderão ser repetidas, como acontecerá com a sucessora da Espace (mix MPV + SUV). A complementar os sedans veremos cada vez mais crossovers como o Ford Edge. Podemos também ver a aposta em sedans rasteirinhos ou os chamados coupes de 4p, que têm conseguido volumes interessantes, e permitem margens superiores. Mas o típico sedan do segmento D será cada vez mais um premium affair, e mesmo aí, vemos já variação a acontecer. BMW 3GT, 4 GranCoupe??

Sedans deste segmento continuarão a ter representação forte nos EUA e China. Mas mesmo aí os crossovers/suv's não param de ganhar terreno. Ainda faz pouco tempo, no mês passado ou algo assim, lia notícia que nos EUA, que pela primeira vez, os SUV/Crossovers no seu conjunto, venderam mais que os típicos sedans.

Se a Alfa Romeo realmente pretende ter uma hipótese de sobrevivência, serão os crossovers a garantir a estabilidade necessária.
Não que goste desse cenário, diga-se.
O Giulia servirá como um excelente cartão de visita para a nova Alfa, e poderá conseguir números interessantes nos EUA, mas o apetite por crossovers continua imparável.

Repare-se na tendência
- Jaguar vai ter um crossover num par de anos.
- As luxuosas Bentley, Rolls-Royce, Maserati e até a Lamborghini vão ter uma criatura destas
- Depois do sucesso do Cayenne, Porsche aposta no mais compacto Macan e deverá tornar-se no modelo mais vendido da marca.
- Lexus acabou de apresentar o NX, reforçando a gama de crossovers, porque sabe que vai vender que nem pipocas
- O Captur é um mega-sucesso na Renault, já tendo chegado ao top 10 mensal de vendas a nivel europeu, e espera-se que a marca lance mais 2 crossovers, no segmento C e D nos próximos anos.
- Citroen e DS lançaram 2 crossovers em simultâneo.
- Fiat vai lançar um 500X e não vão abandonar o Freemont, o único dos clones que teve sucesso na Europa, e ainda não se sabe se o Panda anti-Qashqai aparece ou não.
- VW vai acrescentar um SUV de grandes dimensões nos EUA, um rival para o Juke na Europa, e um provável Taigun com base Up.
- Mazda deverá apresentar em 1 ano o CX-3
- Chrysler vai ter um crossover, assim como o sucessor da Dodge Caravan deverá ser um crossover
- Notícia recente - Opel vai "suvizar" estilo dos próximos Meriva e Zafira
- Volvo inicia renovação total da gama com XC90, e XC60 é o modelo mais vendido da marca.
- a Lotus, for god sake, vai ter um crossover... jaaaasus.

Tá toda a gente focada neste tipo de coisas, porque o mercado ainda não mostrou sinais de abrandar o consumo delas.
Ao ínicio parecia moda, mas esta vai durar.
Quando a coisa estiver bem saturada, talvez comece a surgir algum cansaço.
Mas pelo menos até ao final da década, se é para fazer guito com algumas garantias na indústria auto, a palavra de ordem é crossover.
 
"(...)O Giulia servirá como um excelente cartão de visita para a nova Alfa, e poderá conseguir números interessantes nos EUA, mas o apetite por crossovers continua imparável.(...)"
 
Então a Giulia não é assim tão importante quanto se fazia crer.
E se a Giulia for um fiasco?
E se como cartã ode visita não resultar, vai o SUV conseguir o relançamento da Alfa Romeo?

É mais neste sentido que falo, embora desconhecesse que os SUV ainda tivessem tanta importância no mercado.:sh)
 
Penso que o Giulia será certamente o carro do tudo ou nada no que à recuperação do status/imagem diz respeito. Mas muito provavelmente não vai ser nenhum campeão de vendas.
Talvez o SUV o venha a ser, se bem que ainda tenho alguma dificuldade a imaginar como será um SUV Alfa Romeo. Nada na identidade da marca diz SUV.
 
De facto não, no entanto já fez tanta coisa que um gajo pensando bem nem se chateia assim muito.

alfa-romeo-matta-01.jpg


Ou até:

attachment.php

Pelo que pode muito bem fazer um electrodoméstico como um SUV.[:D]
 
Então a Giulia não é assim tão importante quanto se fazia crer.
E se a Giulia for um fiasco?
E se como cartã ode visita não resultar, vai o SUV conseguir o relançamento da Alfa Romeo?

É mais neste sentido que falo, embora desconhecesse que os SUV ainda tivessem tanta importância no mercado.:sh)

Há expectativa e potencial via FCA para a Alfa-Romeo colocar um carro (D) de alta qualidade no mercado europeu e da América do Norte, a questão de volume é que discuto, tenho é a ideia que o carro terá retorno aqui não é necessário haver muito volume, a Volvo com o S60/V60 é um bom exemplo na Europa.

Observando o novo 200C, a questão de não haver modelo na Europa via Lancia num produto de alta qualidade beneficia em parte a Alfa-Romeo pela não dispersão de potencial comprador, a FCA tenta focar a atenção em produto D com a Alfa.

No EUA a ferocidade da concorrência é patente no vídeo acima em familiar médio.
 
Há expectativa e potencial via FCA para a Alfa-Romeo colocar um carro (D) de alta qualidade no mercado europeu e da América do Norte, a questão de volume é que discuto, tenho é a ideia que o carro terá retorno aqui não é necessário haver muito volume, a Volvo com o S60/V60 é um bom exemplo na Europa.

Observando o novo 200C, a questão de não haver modelo na Europa via Lancia num produto de alta qualidade beneficia em parte a Alfa-Romeo pela não dispersão de potencial comprador, a FCA tenta focar a atenção em produto D com a Alfa.

No EUA a ferocidade da concorrência é patente no vídeo acima em familiar médio.

Existem dados financeiros da Volvo? Acho que não porque penso que a Geely, que é o Grupo do qual a Volvo faz parte, não divulga esse tipo de informação sobre a marca sueca.

Eu penso que actualmente dificilmente a marca Volvo dá lucro ao Grupo Geely. Eles na América do Norte e China têm vendas fracas, e mesmo na Europa não são nada de especial.
 
Penso que o Giulia será certamente o carro do tudo ou nada no que à recuperação do status/imagem diz respeito. Mas muito provavelmente não vai ser nenhum campeão de vendas.

Campeão de vendas absoluto nunca me parece que um Alfa seja posicionado para tal.
Já relativo acredito que tenham intenção. Aconteceu com o 156 digamos. Vendeu imenso.
 
Existem dados financeiros da Volvo? Acho que não porque penso que a Geely, que é o Grupo do qual a Volvo faz parte, não divulga esse tipo de informação sobre a marca sueca.

Eu penso que actualmente dificilmente a marca Volvo dá lucro ao Grupo Geely. Eles na América do Norte e China têm vendas fracas, e mesmo na Europa não são nada de especial.

Há informação relativa à operação da Volvo em termo de produção e impacto financeiro, houve disparo na marca Sueca com capital Sino.

E prepara a óbvia entrada no mercado automóvel da RPC, a marca não detinha presença comercial aí.

A Volvo como a Land Rover, Jaguar, beneficiou com a injecção de capital externo.

A TATA também disparou em valorização e retorno de operação com a compra à FMC da linha automóvel britânica.
 
Last edited:
Back
Top