Alfa Romeo

Óptima partilha! apr:)

Porventura não terás o comparativo da "Gama Média": o meu pai teve 2 dos carros que aparecem aí (Alfa 75 1.6, mas a versão IE, que saiu em 1990 e um Audi 80).
 
Teste risível!

Se hoje um ALFA 164 vale pouco dinheiro, os outros 3 é preciso pagar ao sucateiro para os vir buscar!

Aquela pontuação do valor de retoma enfim!
Se é sabido que os ALFAs desvalorizam muito, onde é que alguma vez um Renault 21 ou Opel Omega valeram alguma coisa de jeito usados em Portugal?
Carros que podiam ser vendidos ainda de serviço com meses e já bastante mais baratos, mas depois com valor muito baixo.
O Mitsubishi Galant nem sequer tem expressão, apenas algumas unidades diesel na praça.

Os 164 sempre tiveram por cá alguns apreciadores, R25 e Omega quem?

Depois a comparação de um carro turbo de 175cv com carros NA de 115cv, com diferença de prestações enormes nem faz sentido.
O Alfa fazia 220 km/h e havia aqui carros que nem a 200 chegavam. Simplesmente não são comparáveis.
No entanto o sistema de pontuações faz desaparecer facilmente a vantagem de prestações com direcção, tracção, comportamento em curva, comportamento em recta.
Enfim.
Lembro-me bem deste teste e na altura não se entende porque não foi a versão 2.0 atmosférica a testada?
Primeiro porque a diferença de potência e prestações seria menor, ficando o ALFA com menos vantagem e mais próximo e de acordo com os outros.
Segundo porque o preço também seria mais próximo. O 164 turbo era mais caro.
Terceiro porque o 164 turbo era 1 carro em 4 turbo, se fosse ensaiado o 164 atmosférico eram todos atmosféricos.
Só por estes três factores simplesmente não faz qualquer sentido não ter ido a teste antes o 164 atmosférico.

Depois há uma questão mais técnica que é o motor atmosférico do 164 ser um motor Alfa Romeo e este motor turbo é emprestado pela FIAT/Lancia.

Curiosamente as pontuações do 164 atmosférico seriam muito mais altas do que do 164 turbo.
A vantagem em prestações descia mas depois aquelas dificuldades que sentiram na direcção e suspensão lidarem com a potência do motor turbo desapareciam.
 
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Hoje em dia parece que têm ouro. Há dias dei uma vista de olhos nos sites de usados e pediam cerca de 10000€ por um K coupé. O sedan pedem cerca de 1500€.

Berlina não tem valor, Carrinha vale mais ou menos, Coupé vale.

Também as Berlinas estão, mesmo a gasolina, quase sempre com mais de 300.000 km.
E um carro com mais de 300.000 kms e a gasolina, não vale.
 
Alfa Romeo 1900 M AR 51 "Matta" de 1952/70

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link com explicação:
https://hiconsumption.com/auction-block-1952-alfa-romeo-1900-m-ar-51-matta/
 
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"(...)ALFA ROMEO 1900 M (AR 51) "MATTA"

La seconda esperienza del Biscione con un modello dedicato ai percorsi ricchi di fango e terra nasce nel 1950 e questa volta si tratta di un fuoristrada al 100%. Il Ministero della Difesa lancia un bando per l'acquisto di un veicolo "da ricognizione" per le forze armate che sostituisse le valorose (ma ormai affaticate) Willys Jeep lasciate dall'esercito americano.

L'Alfa Romeo partecipa alla gara contro la FIAT ma mentre quest'ultima lavora "in economia" e costrusce una 4x4 attingendo a molta componentistica di serie, la Casa del Portello (responsabile del progetto fu nominato Giuseppe Busso) sfrutta una meccanica concorrente - opportunamente adattata - sulla quale installa un motore della "serie 1306" di derivazione 1900 (4 cilindri di 1.884 cc con 65 cavalli di potenza). Le viene dato il nome di Alfa Romeo 1900M ("Militare") AR 51 (Autovettura da Ricognizione 1951) ma per tutti diviene l'Alfa Romeo "Matta". La meccanica prevedeva anche la trazione posteriore (con l'anteriore inseribile e blocco manuale del differenziale posteriore), cambio a 4 marce con riduttore e - grande novità - sospensioni a ruote indipendenti.

Nonostante la maggiore potenza e migliore capacità di guado (120%, un valore eccezionale), la sua concorrente, la FIAT A.R. 51 - poi soprannominata Campagnola - dotata del propulsore della 1400, le viene preferita per gli scopi militari sfruttando il prezzo notevolmente più contenuto.

La Alfa Romeo Matta - comunque utilizzata dalle forze dell'ordine con una piccola produzione - si prende almeno una importante rivincita in ambito sportivo, naturale campo d'espressione dell'Alfa: alla Mille Miglia del '52, infatti, vengono ammessi anche i veicoli militari (fu l'unica volta in tutte le edizioni della corsa) dando, così, la possibilità di una sfida con la Campagnola direttamente sui campi di gara. Due esemplari dei rispettivi modelli, con colorazione militare e guidate da agenti rigorosamente in uniforme, si danno battaglia sul classico percorso Brescia - Roma - Brescia ma grazie alle doti del bialbero del Portello, la Matta vince contro l'avversaria torinese.

Con il nome di AR 51 e, successivamente, di AR 52, l'Alfa Matta viene prodotta fino al 1954, con un totale di circa 2.000 esemplari, a cui se ne aggiungono circa 300 vendute ai privati.(...)"

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[;)](O post que inseriu é demasiado curto. Por favor, insira uma mensagem com, pelo menos, 6 caracteres.)
 
user "Turbo", eu não disse que era cópia, era a interpretação Alfa Romeo do mesmo conceito, tem algumas semelhanças, isto porque a Alfa Romeo dedicava o seu talento era às berlinas, todas as versões comerciais que houve, era por questões económicas, nitidamente a Alfa não pretendia dispensar muito dinheiro e tempo a desenvolver algo diferente.
 
Adoro o 147 GTA...
Um belo carro de coleção!
O do vídeo está alterado e faz mais barulho, mas nem por isso um barulho mais bonito. Prefiro a configuração original
 
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