Alfa Romeo

Alfa Romeo abandonará os hatchbacks, e terá tração traseira

Primeiros modelos esperados para 2015

Alfa Romeo has a history of building stylish and sporty sedans, but their current lineup doesn't reflect this prestigious pedigree. In an effort to set things right, the company will reportedly drop the Mito and Giulietta to focus exclusively on rear- and all-wheel drive models.

The bold plan calls for Alfa Romeo to work with Maserati to develop a new modular platform which will be used to underpin two sedans and two crossovers. The first model, the oft-delayed Giulia, is expected to be launched in 2015 and challenge the BMW 3-Series. A year later we can expect an Alfetta which will reportedly battle the BMW 5-Series and Mercedes E-Class. We can also expect an entry-level crossover to the battle the BMW X1 in 2017 and a larger model to tackle the X3 in 2018.
Little else is known about the vehicles but they will reportedly have sporty styling and dramatic proportions. They could also be equipped with Maserati's twin-turbo V6 engine and an eight-speed automatic transmission.

Source: CAR via Motor Authority

Giulia - 2015
Alfetta - 2016
SUV compacto (anti X1) - 2017
Suv médio (anti X3) - 2018
 
Infelizmente ainda vejo muita indecisão...

Mas porque é que teimam em arruinar gradualmente a marca Alfa Romeo?!? Começo a ficar desiludido com o Sr. Marchionne, porque consegue ressuscitar o grupo Chrysler e a Maserati, mas ignora por completo a Lancia e Alfa Romeo.

Este plano apresentado 2 posts acima apenas faria sentido se a Alfa ficar com os segmentos D e E, e a Lancia com os segmentos baixos B e C, tendo também o historial desportivo para ajudar a expandir a sua imagem.
O futuro Fulvia (versão Lancia do novo Chrysler 200, que será apresentado em Detroit em Janeiro próximo) poderia ser o primeiro modelo desta estratégia, neste caso um veículo da categoria C (em sedan e hatchback).
 
Alfa Romeo abandonará os hatchbacks, e terá tração traseira

Primeiros modelos esperados para 2015

Alfa Romeo has a history of building stylish and sporty sedans, but their current lineup doesn't reflect this prestigious pedigree. In an effort to set things right, the company will reportedly drop the Mito and Giulietta to focus exclusively on rear- and all-wheel drive models.

The bold plan calls for Alfa Romeo to work with Maserati to develop a new modular platform which will be used to underpin two sedans and two crossovers. The first model, the oft-delayed Giulia, is expected to be launched in 2015 and challenge the BMW 3-Series. A year later we can expect an Alfetta which will reportedly battle the BMW 5-Series and Mercedes E-Class. We can also expect an entry-level crossover to the battle the BMW X1 in 2017 and a larger model to tackle the X3 in 2018.
Little else is known about the vehicles but they will reportedly have sporty styling and dramatic proportions. They could also be equipped with Maserati's twin-turbo V6 engine and an eight-speed automatic transmission.

Source: CAR via Motor Authority

Giulia - 2015
Alfetta - 2016
SUV compacto (anti X1) - 2017
Suv médio (anti X3) - 2018

Sou só eu achar que ao fazer isto a Alfa vai pelo cano abaixo de vez?
Com a imagem tão forte que tem a concorrência nos segmentos D e E se a Alfa apontar unica e exclusivamente para estes lá se vão as vendas... O MiTo e o Giulietta ainda vão vendendo.
 
Alfa Romeo abandonará os hatchbacks, e terá tração traseira

Primeiros modelos esperados para 2015

Alfa Romeo has a history of building stylish and sporty sedans, but their current lineup doesn't reflect this prestigious pedigree. In an effort to set things right, the company will reportedly drop the Mito and Giulietta to focus exclusively on rear- and all-wheel drive models.

The bold plan calls for Alfa Romeo to work with Maserati to develop a new modular platform which will be used to underpin two sedans and two crossovers. The first model, the oft-delayed Giulia, is expected to be launched in 2015 and challenge the BMW 3-Series. A year later we can expect an Alfetta which will reportedly battle the BMW 5-Series and Mercedes E-Class. We can also expect an entry-level crossover to the battle the BMW X1 in 2017 and a larger model to tackle the X3 in 2018.
Little else is known about the vehicles but they will reportedly have sporty styling and dramatic proportions. They could also be equipped with Maserati's twin-turbo V6 engine and an eight-speed automatic transmission.

Source: CAR via Motor Authority

Giulia - 2015
Alfetta - 2016
SUV compacto (anti X1) - 2017
Suv médio (anti X3) - 2018

Não sei porque, isto só me faz lembrar:

Programa eleitoral do PSD para as legislativas de 2011 - PÚBLICO
 
Alfa Romeo abandonará os hatchbacks, e terá tração traseira

Primeiros modelos esperados para 2015

Alfa Romeo has a history of building stylish and sporty sedans, but their current lineup doesn't reflect this prestigious pedigree. In an effort to set things right, the company will reportedly drop the Mito and Giulietta to focus exclusively on rear- and all-wheel drive models.

The bold plan calls for Alfa Romeo to work with Maserati to develop a new modular platform which will be used to underpin two sedans and two crossovers. The first model, the oft-delayed Giulia, is expected to be launched in 2015 and challenge the BMW 3-Series. A year later we can expect an Alfetta which will reportedly battle the BMW 5-Series and Mercedes E-Class. We can also expect an entry-level crossover to the battle the BMW X1 in 2017 and a larger model to tackle the X3 in 2018.
Little else is known about the vehicles but they will reportedly have sporty styling and dramatic proportions. They could also be equipped with Maserati's twin-turbo V6 engine and an eight-speed automatic transmission.

Source: CAR via Motor Authority

Giulia - 2015
Alfetta - 2016
SUV compacto (anti X1) - 2017
Suv médio (anti X3) - 2018

Um bocado estranha essa notícia.
Se o objectivo é alcançar as 300 mil unidades anuais, eles precisam dos volumes do MiTo e Giulietta. Pelo menos no continente europeu.
No resto do planeta, é provável que não seja necessário vender Alfas para o segmento B e C, e ficarem-se pelos sedans, sports-cars e SUV's.

O que se pode realmente tirar dessa notícia é que o Giulia foi novamente atrasado mais um ano[:D]

Dizem aí que em vez de se basear na CUSW, derivará de uma versão mais curta da plataforma do QP/Ghibli.
Paralelamente, seria interessante saber se esta mudança de planos terá alguma coisa a ver com a plataforma RWD que estaria a ser desenvolvida pela Chrysler para o hipotético sucessor do Challenger ou o tal Barracuda, e se essa plataforma terá algo a ver com a que o QP/Ghibli usam.
Sabe-se que o QP/Ghibli ainda foram buscar alguma coisa ao 300C no que toca a hardware.

No meio disto tudo seria interessante clarificar afinal quantas plataformas RWD existem ou estão a ser desenvolvidas, e se são todas baseadas na do QP ou se existe hardware novo.
De momento tudo é um pouco confuso.
 
Na minha opinião, o que é preciso melhorar na ALFA e FIAT para alavancar as vendas é a imagem de fiabilidade.

Ora bem, hoje em dia a FIAT e ALFA são tão ou mais fiáveis que as outras marcas, mas basta entrar numa conversa de café ou no círculo de amigos e falar destas marcas que o que vem logo à baila é: "ui, tás maluco, não te metas nisso(ALFA), dão muitos problemas, etc...[8b]

Mesmo a minha namorada, queria comprar um Giulietta novo, mas o pai dela foi logo com a conversa "carro das 2 alegrias", só dá problemas, etc:(

Não sei o que o grupo poderia fazer para melhorar a percepção do público, mas talvez investir mais em marketing:confused:
 
Na minha opinião, o que é preciso melhorar na ALFA e FIAT para alavancar as vendas é a imagem de fiabilidade.

Ora bem, hoje em dia a FIAT e ALFA são tão ou mais fiáveis que as outras marcas, mas basta entrar numa conversa de café ou no círculo de amigos e falar destas marcas que o que vem logo à baila é: "ui, tás maluco, não te metas nisso(ALFA), dão muitos problemas, etc...[8b]

Mesmo a minha namorada, queria comprar um Giulietta novo, mas o pai dela foi logo com a conversa "carro das 2 alegrias", só dá problemas, etc:(

Não sei o que o grupo poderia fazer para melhorar a percepção do público, mas talvez investir mais em marketing:confused:

Aos duros de cabeça já não há nada a fazer. Infelizmente é do que este país tem (a) mais.
 
Aos duros de cabeça já não há nada a fazer. Infelizmente é do que este país tem (a) mais.

Amigo, o problema é que essa é a percepção geral do mercado, e isso afecta as vendas.

Mas não é só neste país, porque já vivi noutros países da Europa e o pensamento é o mesmo[8b] O UK acho que é ainda pior que o nosso Portugal

No caso obviamente nem insisti muito para ela comprar o Giulietta porque não queria entrar em discussões desnecessários com os sogros[:D]
 
Aos duros de cabeça já não há nada a fazer. Infelizmente é do que este país tem (a) mais.


A Merkel agradece a bajulhação e vendas de carros alemães. E ainda recebe em troca, mão de obra formada à borla a preço de cuspe =)
Povo sem qq tipo de orgulho/ personalidade...levam por trás, e continuam a dar...por isso que a Europa é a bos** q se está a tornar.
 
Na minha opinião, o que é preciso melhorar na ALFA e FIAT para alavancar as vendas é a imagem de fiabilidade.

Ora bem, hoje em dia a FIAT e ALFA são tão ou mais fiáveis que as outras marcas, mas basta entrar numa conversa de café ou no círculo de amigos e falar destas marcas que o que vem logo à baila é: "ui, tás maluco, não te metas nisso(ALFA), dão muitos problemas, etc...
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Mesmo a minha namorada, queria comprar um Giulietta novo, mas o pai dela foi logo com a conversa "carro das 2 alegrias", só dá problemas, etc
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Não sei o que o grupo poderia fazer para melhorar a percepção do público, mas talvez investir mais em marketing
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Os problemas que afligem a Fiat/Alfa/Lancia pouco têm a ver com essas percepções.

Porque quando lançam o produto certo, o mercado está lá para lhe garantir o sucesso.
A Fiat, esse simbolo desgraçado, coloca no mercado um carro como o 500, retro-style, com claras aspirações premium (colando-se ao modelo de negócio da Mini), e consegue sucesso considerável, e melhor, um modelo de negócio sólido e muito rentável.

Eles precisavam que todos os novos modelos que fossem lançados conseguissem ser tão assertivos como o 500. E tal como o 500, que fossem modelos que tivessem aquela capacidade única de serem desejáveis.
E isso não é fácil.

Razões para a falta de vendas, na Europa pelo menos, pouco tem a ver com imagem.
Sem colocar os problemas europeus ao barulho (a caminho de menos 4 milhões de vendas/ano do que em 2007, o último ano pré-crise), temos uma gama cheia de buracos; uma latência enorme na substituição ou actualização de modelos em segmentos chave (seg. B e C); nova concorrência muito forte, como a Hyundai e Kia; e a descida a segmentos mais populares por parte do trio maravilha, está a causar verdadeiros problemas aos construtores de preços mais em conta. E aí sim, temos um problema de imagem. Pois o simbolo ostentado por esses novos burgueses são bastante mais desejáveis que os ostentados pelos construtores que dominavam estes segmentos.
 
Subir aos céus e descer depois à terra.

A estratégia definitivamente é estranha, mas julgo que a ALFA vai ser levada pela mão a tentar recriar o percurso dos Premium. Tal como a Lexus, Infinity, já para não falar das premium europeias, a imagem de marca foi construída em pilares premium, e depois começaram a diversificar e chegar aos segmentos mais baixos.

A alfa poderá tentar replicar esse caminho. Para além disso, vai rentabilizar as plataformas maserati.

Imaginem o seguinte cenário: Série 1 deixa de ser RWD. Alfa lança segmento C RWD. (daqui a uns 6 anos)

Um bocado estranha essa notícia.
Se o objectivo é alcançar as 300 mil unidades anuais, eles precisam dos volumes do MiTo e Giulietta. Pelo menos no continente europeu.
No resto do planeta, é provável que não seja necessário vender Alfas para o segmento B e C, e ficarem-se pelos sedans, sports-cars e SUV's.

O que se pode realmente tirar dessa notícia é que o Giulia foi novamente atrasado mais um ano[:D]

Dizem aí que em vez de se basear na CUSW, derivará de uma versão mais curta da plataforma do QP/Ghibli.
Paralelamente, seria interessante saber se esta mudança de planos terá alguma coisa a ver com a plataforma RWD que estaria a ser desenvolvida pela Chrysler para o hipotético sucessor do Challenger ou o tal Barracuda, e se essa plataforma terá algo a ver com a que o QP/Ghibli usam.
Sabe-se que o QP/Ghibli ainda foram buscar alguma coisa ao 300C no que toca a hardware.

No meio disto tudo seria interessante clarificar afinal quantas plataformas RWD existem ou estão a ser desenvolvidas, e se são todas baseadas na do QP ou se existe hardware novo.
De momento tudo é um pouco confuso.
 
Off-Topic:

É mais que sabido que alguns (felizmente não todos) portugueses (e outros povos europeus) apenas compram algo para se fazerem superiores a terceiros, e ramo automóvel é o mais evidente. Com todos estes últimos problemas de correntes e incêndios, caso fosse num italiano, francês, japonês, etc, era o carmo e a trindade, não prestava, que era lixo, etc...
Mas o que é alemão é bom! E é tão bom que numa das marcas vem preparador para montar grelhador e assar uns bons bifes[:p]


On-Topic:

Marchionne devia ter investido na Alfa ao mesmo tempo que investiu na Maserati. Logo, é normal que possa haver ainda indecisões nos planos. Mas quero acreditar que todas estas notícias não passam de meras especulações das revistas. Agora que angustiante a espera, é!
Supostamente, na apresentação do 4C em Março, Harald Wester mencionou que até ao final do ano iria existir mais novidades por parte da Alfa Romeo (Frankfurt?!?), a ver vamos...
Até pode ser que apresentem um concept do Giulia, para que a apresentação fique destinada a Genebra, em Março de 2014 e venda no Verão. Quiçá!
Já o desenvolvimento do Ghibli até foi muito ocultado, conhecendo-se apenas que as mulas de testes eram deste modelo depois da confirmação que seria apresentado em Xangai, e depois de apresentado o Quattroporte. O que eu quero dizer é que é bem possível que o carro já esteja a andar por aí em testes e com um apresentação para breve, apenas não é do conhecimentos das revistas e fãs.
 
Na minha opinião, o que é preciso melhorar na ALFA e FIAT para alavancar as vendas é a imagem de fiabilidade.

Ora bem, hoje em dia a FIAT e ALFA são tão ou mais fiáveis que as outras marcas, mas basta entrar numa conversa de café ou no círculo de amigos e falar destas marcas que o que vem logo à baila é: "ui, tás maluco, não te metas nisso(ALFA), dão muitos problemas, etc...[8b]

Mesmo a minha namorada, queria comprar um Giulietta novo, mas o pai dela foi logo com a conversa "carro das 2 alegrias", só dá problemas, etc:(

Não sei o que o grupo poderia fazer para melhorar a percepção do público, mas talvez investir mais em marketing:confused:

É uma coisa que se melhora com o tempo. Os Alfas (e os Fiats) ultimamente não têm tido problemas, os motores devem ser dos mais fiáveis que por aí andam, principalmente os diesel.

Eu também ouvi (e continuo a ouvir) isso quando quis comprar o meu Giulietta. Mas se fosse para comprar um BMW com motor N47 já ninguém me dizia nada. Quanto a isso não há muito a fazer, é deixar o tempo passar.

É preciso é que a Alfa Romeo lance novos modelos. Isto de tentar vender carros sem os lançar (ou renovar) para o mercado é uma coisa que me espanta.
 
Os problemas que afligem a Fiat/Alfa/Lancia pouco têm a ver com essas percepções.

Porque quando lançam o produto certo, o mercado está lá para lhe garantir o sucesso.
A Fiat, esse simbolo desgraçado, coloca no mercado um carro como o 500, retro-style, com claras aspirações premium (colando-se ao modelo de negócio da Mini), e consegue sucesso considerável, e melhor, um modelo de negócio sólido e muito rentável.

Eles precisavam que todos os novos modelos que fossem lançados conseguissem ser tão assertivos como o 500. E tal como o 500, que fossem modelos que tivessem aquela capacidade única de serem desejáveis.
E isso não é fácil.

Razões para a falta de vendas, na Europa pelo menos, pouco tem a ver com imagem.
Sem colocar os problemas europeus ao barulho (a caminho de menos 4 milhões de vendas/ano do que em 2007, o último ano pré-crise), temos uma gama cheia de buracos; uma latência enorme na substituição ou actualização de modelos em segmentos chave (seg. B e C); nova concorrência muito forte, como a Hyundai e Kia; e a descida a segmentos mais populares por parte do trio maravilha, está a causar verdadeiros problemas aos construtores de preços mais em conta. E aí sim, temos um problema de imagem. Pois o simbolo ostentado por esses novos burgueses são bastante mais desejáveis que os ostentados pelos construtores que dominavam estes segmentos.

Not quite...

O Freemont é um excelente produto, melhor que o Journey (interiores melhorados, mas europeus, um motor menos lambão e competente na mesma, e um preço do "car****") e há um imenso preconceito contra aquele símbolo... o cliente típico fiat não tem dinheiro para comprar aquilo e quem o tem prefer de longe uma outra marca... Apesar da falta de tradição (do grupo na verdade) se aquele SUV fosse Alfa, mesmo que custasse pouco mais por algumas melhorias "premium", vendia o dobro.

A fiat com o produto certo vende muito bem, desde que seja em determinados segmentos, nomeadamente A e B... Veja-se o linea que durante algum tempo foi o sedan mais vendido no segmento. Tinha um preço muito convidativo para o que ofercia e no fundo era apenas um Gd Punto esticado e com uma mala enooooorme. Mas junto do público fiat fazia sentido pq por pouco mais dinheiro podiam ter muito mais carro. No fundo não havia ali aquisição de clientes, eram raros, havia era um natural upscaling, mas que por exemplo com a Croma e agora com o Freemont não está a ser fantástico (embora bem melhor do que com a Croma).
 
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