Alfa Romeo

Alfistas, 156 1.8 TS é boa compra? Das primeiras unidades. Algum problema crónico?

Obrigado!
O 156 é um carro fabuloso que se pode tornar num pesadelo. Atenção.
Já escrevi inúmeras vezes os defeitos destes carros.
ATENÇÃO a um defeito crónico (mais um) destes carros. Entrada de água no habitáculo. E é difícil conseguir ver isso num Stand.
Fica aqui a lista de problemas típicos.

Fun starts @ 3000!
Para ver a explicação carregar em "tips"
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[TD="width: 400"]Owning and driving an Alfa Romeo 156 is great and puts a big smile on any owners face! :) But - there are some things you should watch out for. Remember that the problems are not happening with every car! If one should make a list for Audi and BMW, it would look scary aswell.[/TD]
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servizio.jpg
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[TD="class: cms_table_white, bgcolor: #4D4F51"].: Known problems with Alfa Romeo 156 :.[/TD]
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- See more at: http://forum.autohoje.com/forum-geral/130853-alfa-romeo-156-de-1998-2000-a.html#post1068110599

A acrescentar que pelo o que ouvi E leio, o 1.8 é a cubicagem mais propensa a problemas da família TS. O número de carros que com 100.000km já tinham o motor parido é absolutamente extenso.
Para comprar este carro e não ter pesadelos próximos é preciso ter a correia de distribuição mudada (algo que quase só na Alfa fica 100% bem feito) ter em atenção o variador de fase, e estar muito atento à suspensão do carro. Qualquer componente da mesma, sobretudo frontal, tem uma durabilidade paupérrima.
Exemplares em bom estado são raros. Motores complexos e bêbados. O 1.8 TS tem perfomances excelentes, a condução é muito boa, do melhor que se fazia no segmento. O toque dos comandos é bom, o feeling da direção é bom e a caixa, se em bom estado (atenção à embraiagem e aos sincronizadores) possui igualmente tacto cremoso.
As versões com o interior em pele são as mais apreciadas, pois para além de ser mesmo muito boa, o desenho dos bancos torna o ambiente a bordo muito agradável. Ajuda igualmente a escamotear alguns materiais menos bons do interior, como as fardas das portas ou os forros do pilar B.
Dá gosto conduzir, dá muito gosto olhar, mas não é um carro fácil ou poupado de manter.
 
Como proprietário de um 156 de 2002, tudo o que está aí escrito é verdade...........MAS........é preciso analisar. Vejamos:

- Dashboard noise (barulhos no tablier): sim, faz alguns, sobretudo com o tempo mais frio (Inverno). É possível de ser reparado mas só há duas maneiras que não são muito fáceis: aproveitar quando se troca o vidro da frente ou retirar o tablier. O problema reside nas borrachas dos apoios do tablier e substituindo por outras resolve-se a questão. Atenção que não é nada de extraordinário o barulho mas ok, de facto nota-se.

- Water leakage (entradas de água): até hoje não tive qualquer problema desta espécie. A razão para se falar neste problema penso que terá a ver com as primeiras unidades deste modelo. Não sei explicar as causas mas é a ideia que eu tenho de que por vezes entrava água pela parte traseira. Se estiverem a referir-se ao tecto de abrir, isso é IGUAL em qualquer modelo. Se não tiverem os tubos de escoamento desimpedidos ou a borracha do tecto em boas condições, mete água.

- low speed wiper intervals (intermitente das escovas): também já ouvi falar deste problema mas até ver não tenho qualquer problema e já vão 12 anos e 220mil kms. Não sei mais uma vez se será algo relacionado com as primeiras unidades. Tenho ideia que a resolução deste problema é muito simples pois basta abrir a caixa do motor eléctrico das escovas, limpar tudo muito bem e voltar a fechar.

- front wishbone suspension (suspensão da frente): ora aqui está um dos problemas mais falados. De facto a suspensão do 156 requer uma manutenção mais regular, que implica a substituição de componentes dispendiosos. Isto não se deve a FALTA DE QUALIDADE mas sim ao esquema de suspensão utilizado. Este esquema é o que faz do 156 aquilo que ele é a curvar e a conduzir mas implica mais manutenção que os outros tipos de suspensão, o que se traduz em mais dinheiro que sai do bolso. A Audi e a Mercedes já utilizaram este esquema de suspensão em alguns modelos e tinham exactamente o mesmo problema que é um desgaste acelerado dos casquilhos (versões Sport, devido a suspensão rebaixada, implica mais desgaste ainda obviamente). Ainda há a questão da barra estabilizadora frontal que nem sequer é referido mas já explico posteriormente. Basicamente, o que podem esperar é:

triângulos inferiores: 88 euros cada um (material igual ao de origem, TRW) e troca aproxidamente a cada 150mil kms

triângulos superiores: 42 euros cada um (material igual ao de origem, TRW) e troca aproxidamente a cada 100mil kms

barra estabilizadora: 200 euros (original Alfa) pois "não dá" para trocar os casquilhos dado que estes são cravados. Eu digo "não dá" porque existem casquilhos à venda e se o mecânico for minimamente habilidoso consegue trocar apenas os casquilhos. Já o fiz! A mão de obra é mais puxada que a substituição dos triângulos pois implica a desmontagem do escape e charriot. Troca entre os 150mil ou 200mil kms.

- variator (variador): este é um problema que pode não ser problema. Passo a explicar: este variador tem tendência a avariar mais ou menos a cada duas mudas da correia de distribuição dos TS (3 anos ou 60mil embora penso que o problema do tensor da correia partir foi resolvido pois agora são todos em metal e podem ser aconselhados pelos especialistas nesta mecânica a prolongar o intervalo se substituição). Bom, voltando à questão do variador, ele avaria porque enquanto o óleo não ganha pressão e lubrifica correctamente, ele sofre desgaste. Se andarem com o óleo perto do mínimo...pior ainda. Andar com o óleo sempre perto do máximo e a quando da mudança da junta da cabeça instalarem um KIT que permite ao óleo chegar mais depressa ao variador, este acabará por durar muito mais. Penso que estamos a falar de uma peça que custa à volta de 90 euros.

- poor paint (fraca pintura): aqui tenho de discordar vivamente. O 156 primou por uma mudança da qualidade a nível de chapa e pintura, penso até que trazia 10 anos anti corrosão. Eu tenho 0 problemas com a pintura e nem sequer tenho qualquer razão de queixa relacionado com a mesma. Antes pelo contrário! As primeira unidades sofriam de um problema com as borrachas que estão na porta no aro do vidro e desenvolviam corrosão por dentro. Este problema foi sanado pela marca após 2 anos se comercialização, salvo erro. Portanto, podem comprar à vontade que ele não vai apodrecer. :)

Por último queria ainda falar nos motores partidos TS. Não existe qualquer defeito nestes motores a nível de bloco e portanto não há qualquer fama de partir motores a não ser naqueles que ainda acreditam em qualquer coisa que se diga da marca. Não vou estar a dizer que não há motores partidos, porque os há, agora isso acontece pelas mais variadas razões...não por defeitos estruturais de concepção ou mais uma vez falta de qualidade. Existem até muitos com mais de 300mil kms! A única coisa é que foram mantidos correctamente. São motores sensíveis à no que toca à distribuição como já referi anteriormente e é preciso não facilitar nesse campo, sobretudo quando se compra usado. A sua montagem também requer cuidado e material adequado para que o motor fique no ponto, neste aspecto 90% dos mecânicos vão falhar e depois o rendimento do motor não é o mesmo. Corrigindo o ponto resolve mas é preciso que seja feito por quem sabe e que tenha material adequado. Outro aspecto importante é o óleo do motor: 10W40 de 20mil em 20mil kms. Em caso de dúvida, devem optar sempre pelo óleo original Selénia mas existem outras marcas e graduações adequadas mas que requerem aconselhamento por quem sabe. Alterar o intervalo de mudança para 10mil kms também será uma boa opção mas isto já é opinião pessoal minha e de algumas pessoas.

Hoje estou com mais tempo e deu para escrever um testamento [:D]. O 156 não é a sétima maravilha do mundo mas que é um bom carro é e neste momento tenho uma unidade JTD 8v de 110cv que só vai parar quando eu quiser. É de guerra esta motorização! Se aliarmos a suspensão Sport a condução do mesmo é muito boa, extremamente preciso e com reacções rápidas e previsíveis. Curva sobre carris, como se costuma dizer. Para um projecto de 1997 e com jante de 16"...impressiona. Se alguém tiver dúvidas, terei todo o gosto em ajudar.

Cumprimentos.
 
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Como proprietário de um 156 de 2002, tudo o que está aí escrito é verdade...........MAS........é preciso analisar. Vejamos:

- Dashboard noise (barulhos no tablier): sim, faz alguns, sobretudo com o tempo mais frio (Inverno). É possível de ser reparado mas só há duas maneiras que não são muito fáceis: aproveitar quando se troca o vidro da frente ou retirar o tablier. O problema reside nas borrachas dos apoios do tablier e substituindo por outras resolve-se a questão. Atenção que não é nada de extraordinário o barulho mas ok, de facto nota-se.

- Water leakage (entradas de água): até hoje não tive qualquer problema desta espécie. A razão para se falar neste problema penso que terá a ver com as primeiras unidades deste modelo. Não sei explicar as causas mas é a ideia que eu tenho de que por vezes entrava água pela parte traseira. Se estiverem a referir-se ao tecto de abrir, isso é IGUAL em qualquer modelo. Se não tiverem os tubos de escoamento desimpedidos ou a borracha do tecto em boas condições, mete água.

- low speed wiper intervals (intermitente das escovas): também já ouvi falar deste problema mas até ver não tenho qualquer problema e já vão 12 anos e 220mil kms. Não sei mais uma vez se será algo relacionado com as primeiras unidades. Tenho ideia que a resolução deste problema é muito simples pois basta abrir a caixa do motor eléctrico das escovas, limpar tudo muito bem e voltar a fechar.

- front wishbone suspension (suspensão da frente): ora aqui está um dos problemas mais falados. De facto a suspensão do 156 requer uma manutenção mais regular, que implica a substituição de componentes dispendiosos. Isto não se deve a FALTA DE QUALIDADE mas sim ao esquema de suspensão utilizado. Este esquema é o que faz do 156 aquilo que ele é a curvar e a conduzir mas implica mais manutenção que os outros tipos de suspensão, o que se traduz em mais dinheiro que sai do bolso. A Audi e a Mercedes já utilizaram este esquema de suspensão em alguns modelos e tinham exactamente o mesmo problema que é um desgaste acelerado dos casquilhos (versões Sport, devido a suspensão rebaixada, implica mais desgaste ainda obviamente). Ainda há a questão da barra estabilizadora frontal que nem sequer é referido mas já explico posteriormente. Basicamente, o que podem esperar é:

triângulos inferiores: 88 euros cada um (material igual ao de origem, TRW) e troca aproxidamente a cada 150mil kms

triângulos superiores: 42 euros cada um (material igual ao de origem, TRW) e troca aproxidamente a cada 100mil kms

barra estabilizadora: 200 euros (original Alfa) pois "não dá" para trocar os casquilhos dado que estes são cravados. Eu digo "não dá" porque existem casquilhos à venda e se o mecânico for minimamente habilidoso consegue trocar apenas os casquilhos. Já o fiz! A mão de obra é mais puxada que a substituição dos triângulos pois implica a desmontagem do escape e charriot. Troca entre os 150mil ou 200mil kms.

- variator (variador): este é um problema que pode não ser problema. Passo a explicar: este variador tem tendência a avariar mais ou menos a cada duas mudas da correia de distribuição dos TS (3 anos ou 60mil embora penso que o problema do tensor da correia partir foi resolvido pois agora são todos em metal e podem ser aconselhados pelos especialistas nesta mecânica a prolongar o intervalo se substituição). Bom, voltando à questão do variador, ele avaria porque enquanto o óleo não ganha pressão e lubrifica correctamente, ele sofre desgaste. Se andarem com o óleo perto do mínimo...pior ainda. Andar com o óleo sempre perto do máximo e a quando da mudança da junta da cabeça instalarem um KIT que permite ao óleo chegar mais depressa ao variador, este acabará por durar muito mais. Penso que estamos a falar de uma peça que custa à volta de 90 euros.

- poor paint (fraca pintura): aqui tenho de discordar vivamente. O 156 primou por uma mudança da qualidade a nível de chapa e pintura, penso até que trazia 10 anos anti corrosão. Eu tenho 0 problemas com a pintura e nem sequer tenho qualquer razão de queixa relacionado com a mesma. Antes pelo contrário! As primeira unidades sofriam de um problema com as borrachas que estão na porta no aro do vidro e desenvolviam corrosão por dentro. Este problema foi sanado pela marca após 2 anos se comercialização, salvo erro. Portanto, podem comprar à vontade que ele não vai apodrecer. :)

Por último queria ainda falar nos motores partidos TS. Não existe qualquer defeito nestes motores a nível de bloco e portanto não há qualquer fama de partir motores a não ser naqueles que ainda acreditam em qualquer coisa que se diga da marca. Não vou estar a dizer que não há motores partidos, porque os há, agora isso acontece pelas mais variadas razões...não por defeitos estruturais de concepção ou mais uma vez falta de qualidade. Existem até muitos com mais de 300mil kms! A única coisa é que foram mantidos correctamente. São motores sensíveis à no que toca à distribuição como já referi anteriormente e é preciso não facilitar nesse campo, sobretudo quando se compra usado. A sua montagem também requer cuidado e material adequado para que o motor fique no ponto, neste aspecto 90% dos mecânicos vão falhar e depois o rendimento do motor não é o mesmo. Corrigindo o ponto resolve mas é preciso que seja feito por quem sabe e que tenha material adequado. Outro aspecto importante é o óleo do motor: 10W40 de 20mil em 20mil kms. Em caso de dúvida, devem optar sempre pelo óleo original Selénia mas existem outras marcas e graduações adequadas mas que requerem aconselhamento por quem sabe. Alterar o intervalo de mudança para 10mil kms também será uma boa opção mas isto já é opinião pessoal minha e de algumas pessoas.

Hoje estou com mais tempo e deu para escrever um testamento [:D]. O 156 não é a sétima maravilha do mundo mas que é um bom carro é e neste momento tenho uma unidade JTD 8v de 110cv que só vai parar quando eu quiser. É de guerra esta motorização! Se aliarmos a suspensão Sport a condução do mesmo é muito boa, extremamente preciso e com reacções rápidas e previsíveis. Curva sobre carris, como se costuma dizer. Para um projecto de 1997 e com jante de 16"...impressiona. Se alguém tiver dúvidas, terei todo o gosto em ajudar.

Cumprimentos.

Esqueceste-te aí da troca preventiva dos bronzes dos TS aí por volta dos 180 000kms.[;)] Quanto aos TS, são motores frageis, ponto! Um motor que a distribuição dura menos que as velas, é, na melhor das hipóteses, fragil!

Relativamente aos JTD, concordo contigo. Tanto os 1.9 como os 2.4 são de guerra.
 
Última edição:
Estás enganado companheiro. O problema da distribuição não tem a ver com a fragilidade do motor mas sim pelo tensor da correia que era feito em bacquelite e que partia antes do intervalo de substituição, que originalmente seria de 120mil kms (não tenho a certeza). Por essa razão o intervalo foi alterado para 3 anos ou 60mil kms mas o tensor acabou por ser alterado para um de metal pelo que um especialista poderá aconselhar melhor qual o intervalo de substituição.

Os bronzes poderão ser um ponto a rever sim mas também conheço com mais de 300mil kms e são os de origem. Aí já entra o factor dono e respectiva manutenção.

Os JTD 1.9 e 2.4 de 8v sim. Conheço alguns JTD 1.9 110/115cv 8v que estão praticamente na marca de meio milhão de quilómetros, 500mil. Os de 16v são bons motores mas já dão mais dores de cabeça pela cavalagem e tecnologia que utilizam.

Cumprimentos.
 
Estás enganado companheiro. O problema da distribuição não tem a ver com a fragilidade do motor mas sim pelo tensor da correia que era feito em bacquelite e que partia antes do intervalo de substituição, que originalmente seria de 120mil kms (não tenho a certeza). Por essa razão o intervalo foi alterado para 3 anos ou 60mil kms mas o tensor acabou por ser alterado para um de metal pelo que um especialista poderá aconselhar melhor qual o intervalo de substituição.

Os bronzes poderão ser um ponto a rever sim mas também conheço com mais de 300mil kms e são os de origem. Aí já entra o factor dono e respectiva manutenção.

Os JTD 1.9 e 2.4 de 8v sim. Conheço alguns JTD 1.9 110/115cv 8v que estão praticamente na marca de meio milhão de quilómetros, 500mil. Os de 16v são bons motores mas já dão mais dores de cabeça pela cavalagem e tecnologia que utilizam.

Cumprimentos.

O tensor faz parte do motor. [;)] Fizeram a alteração do tensor de baquelite para metal, mas mantiveram o intervalo de substituição em 60 000kms. E conheço pelo menos um, que já tinha o tensor de metal, e estourou passados 80 000kms.
No meu carro, sempre levou selénia 20k, de 10 em 10 000kms, e aos 180 000, pedi preventivamente para trocar os bronzes, e os antigos já estavam riscados.

O motor dura, mas é preciso andar sempre com ele nas palminhas.
 
Pois lá está, o 20k (recomendado pela marca) é um óleo semi-sintético, logo não será o ideal para os TS, que são motores que fazem ºC elevadas. Ultimamente a Alfa Romeo recomenda o selenia racing 10w60 para os 2.0TS, o que é estranho não ser usado também nos 1.6 e 1.8TS.Grande problema está na utilização dos óleos...
 
Como dizes e bem, o óleo recomendado pela marca é o selénia 20k. Quem sou eu para duvidar da marca? Ou são uma cambada de incompetentes que lá estão?


Esta é uma pergunta de retórica, obviamente. [:D]
 
WTCC: Volvo e Alfa Romeo são os tais construtores
29/10/2014 13:05

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"Em entrevista ao jornal francês Le Point, Yves Matton descaiu-se e disse quem são os dois construtores que estão actualmente a trabalhar para entrar no Campeonato do Mundo FIA de Carros de Turismo (WTCC).

Segundo o responsável máximo das actividades desportivas da Citroen, a Volvo tem tudo pronto para regressar ao WTCC no próximo ano (ndr: François Ribeiro, o responsável máximo do WTCC já tinha dito que havia um construtor que tinha terminado a fase de design de um novo carro, estando agora a preparar-se para os primeiros ensaios em pista), após o ano passado ter tido um contacto na corrida de Xangai do ano passado. De acordo com Matton, a Volvo deverá aparecer no final de 2015 com o seu novo carro, para uma campanha a sério que arrancará em 2016.

O outro construtor (ndr: que Ribeiro tinha dito que estava a planear entrar, mas se o fizesse só seria em 2016) é, de acordo com a mesma fonte, a Alfa Romeo. A casa italiana, por viver um período de reestruturação, tem andado afastada do automobilismo mas os responsáveis da marca sempre afirmaram que o objectivo era tê-la de volta à competição automóvel.

Matton também não negou que a Sébastien Loeb Racing deverá ser a equipa satélite da Citroen em 2015. Por outro lado, Matton também confirmou que, ao contrário de alguns rumores, Yvan Muller deverá continuar a representar o construtor francês, assim como a vedeta Sébastien Loeb. Como curiosidade, o contrato do já campeão do mundo José María López ainda não foi renovado."Em SPORTMOTORES 2014
apr:)(Aprove)
 
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Motorização é a TBi de injecção directa, automóvel?, na Volvo é tecnologia EcoBoost (desenvolvida pela FMC e Volvo enquanto marca pertença à Ford), S60?, a questão de pilotos também é interessante de observar, a corrida ao armamento parece ter tido o primeiro tiro público no actual WTCC, [:D]

A observar.
 
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O tensor faz parte do motor. [;)] Fizeram a alteração do tensor de baquelite para metal, mas mantiveram o intervalo de substituição em 60 000kms. E conheço pelo menos um, que já tinha o tensor de metal, e estourou passados 80 000kms.
No meu carro, sempre levou selénia 20k, de 10 em 10 000kms, e aos 180 000, pedi preventivamente para trocar os bronzes, e os antigos já estavam riscados.

O motor dura, mas é preciso andar sempre com ele nas palminhas.

Ehhhh.............é e não é [:D].

De facto sem ele o motor não funciona mas aquilo que na altura eu entendi do que escreveste é que era um defeito do motor (bloco) e não é o caso [;)]. O bloco em si é bom e até bastante resistente pois é preciso ter em atenção que na altura que estes motores foram desenvolvidos tinham bastante potência para a sua cilindrada e como tal também é normal que o material sofra mais desgaste (bronzes, distribuição, etc).

Acho que é exagerado dizer que é preciso andar com ele nas palminhas para durar :).
 
Não, ao falar do motor falei como um todo. E ao falar em andar com ele nas palminhas, é precisamente o ter de ter cuidados adicionais ao que a própria marca preconiza! Bronzes é uma delas, distribuição é outra, variador de fase é ainda mais outra.

EDIT: Por acaso, no meu, o variador de fase é de origem, e ainda não morreu.

E, nem vamos falar da suspensão, [:D]

Se quando fosse comprar o carro NOVO, me dissessem que tinha que trocar a distribuição em cada 60 000 kms, que o óleo duraria 10 000 kms, nada a apontar. Já sabemos ao que vamos. Agora quando compras um carro, estás a contar fazer um determinado plano de manutenção, e de repente esse plano passa quase para o dobro dos custos, claro que uma pessoa não fica muito contente, né?

Agora, tive um 2.0 TS até aos 214 000kms, e daqui a alguns anos na volta vou ter outro, adoro aquele motor! mas não para fazer 20 a 30 000 kms por ano.
 
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Isso é compreensível e infelizmente não é caso único. (Volkswagen 1.9 Tdi 115cv, Opel X14XE 1.4 16v e muitos mais)

A suspensão é como expliquei em cima no meu post longo: não é defeito, é feitio.

Cumprimentos.
 
Babem-se com este:

5.0 Litre V8 with Transaxle fitted to the Alfa Sprint modified Giocattolo Group B.









 
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Rallye?, recentemente a melhor coisa que a Alfa apresentou e colocou em prova data da década de 90 no DTM, e sobre forte pressão em pista ganhou à concorrência directa.

Circuito da década de 80?, correu em que categoria?, a Lancia na época apontava bateria à BMW com mecânica de luxo.
 
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