Aposta liberal

E se contasses o resto da história antes de fazeres afirmações desse calibre !?

Ou é para fazer aqui o que fazem certos jornais que apresentam notícias bombásticas e quando fazem m... saem de mansinho ?

O fisco considerava que o Carrapatoso devia 700 mil contos, o Carrapatoso achava que não. O Carrapatoso mesmo não concordando fez uma reclamação mas pagou o valor (Julho de 2005). Em Janeiro de 2006 o Fisco deu-lhe razão e informou-o de que iria proceder à devolução.

A história da prescrição arrebenta no jornal DN em Março de 2006 ... dois meses depois do Fisco já ter decidido devolver o valor pago 7 meses antes, 9 meses antes da notícia do DN sobre prescrições ....

Se há alguém que saiu muito mal desta história foi o DN...

Isso não interesa.
Carrapatoso dirige uma empresa que alcançou umas da maiores capitalizaçoes bolsistas de sempre enquanto foi cotada.
Logo so poder ser corrupto.
tas a perceber

Sucesso alheio= corrupção [:cool:]
 
Os maiores vigaristas também andam à solta e até usam «colarinho branco»...[;)]

Só coincidências, claro...

Al Capone também foi «alguém»...
consegues provar alguma coisa do que dizes ? ou é so fumo ?[:D]

O carraptoso enquanto gestor não precisa de demonstrar nada a niguem [:D]
 
Esta a ler o texto e a recordar-me da "revolução liberal" da Argentina.

[SIZE=-1]Lições não aprendidas significa a repetição dos mesmos erros.






[/SIZE]
 
Tens aqui 3 problemas.

1. Achas que o empresário português tem de ter rédea curta porque "se porta sempre mal". É uma espécie à parte? Extraterrestre? Diferente do não empresário? O empresário é desonesto, pouco trabalhador, pouco empreendedor mas o não empresário já não o é?

2. Das duas uma, ou todos os portugueses são assim, ou devem ser as regras do jogo juntamente com a "cultura" que essas mesmas regras impõe que fazem com que eles, tal como todos, sejam assim.

3. Prosecutória. Que belo método. Típica mentalidade tuga. Mais burocracia, mais leis, mais mecanismos, mais pessoal, mais Estado, mais gastos, mais impostos. Queres que continue??

Depois de venceres estes pontos, vais conseguir ver muuuuuuuitooooo mais além :D ;)

Todos os portugueses, é que falta-nos o sentido do dever... Mas não é só no papel ou no apoio à selecção, nas coisas que realmente importam, como a cidadania.
 
E se contasses o resto da história antes de fazeres afirmações desse calibre !?

Ou é para fazer aqui o que fazem certos jornais que apresentam notícias bombásticas e quando fazem m... saem de mansinho ?

O fisco considerava que o Carrapatoso devia 700 mil contos, o Carrapatoso achava que não. O Carrapatoso mesmo não concordando fez uma reclamação mas pagou o valor (Julho de 2005). Em Janeiro de 2006 o Fisco deu-lhe razão e informou-o de que iria proceder à devolução.

A história da prescrição arrebenta no jornal DN em Março de 2006 ... dois meses depois do Fisco já ter decidido devolver o valor pago 7 meses antes, 9 meses antes da notícia do DN sobre prescrições ....

Se há alguém que saiu muito mal desta história foi o DN...

Mas o Expresso insistiu, e percebeu-se onde esteve a «mãozinha amiga vinda de cima» em auxílio do «irmão entalado»:
inverter a razão e proceder à devolução... Que erro e manobra de aritmética grosseira... Não era uma diferença de 700 euros, eram 700.000 euros...
 
consegues provar alguma coisa do que dizes ? ou é so fumo ?[:D]

O carraptoso enquanto gestor não precisa de demonstrar nada a niguem [:D]

Expresso dixit... Eu não sou detective particular...[;)]

Os gestores da Enron também não tinham nada a provar a ninguém...

No entanto... :sh)
 
Concordo rédea curta para todos, inclusive o trabalhador...[;)]
O problema é o criar da necessidade de "regras mais duras", que acabam por só se aplicar depois a população em geral deixando de fora os mesmos do costume.

Foi assim que nasceram as ditaduras por todo o lado no Sec.XX e pelos vistos é uma receita de sucesso que esta a ser aplicada de novo.

Mas tenham consciência que os tempos mudaram e ao contrario das pessoas que trabalham, os que nos guiam para o abismo, aprendem com os erros e não vão voltar a repeti-los.
 
Nthor, a necessidade é pré-existente a esse estado.

Essa necessidade não precisa de ser criada: ela existe de forma clamorosa desde há muito na orgânica da sociedade portuguesa.

E mesmo as regras e leis, ainda que mal amanhadas foram sendo criadas no essencial. O fulcro é a aplicação deficiente, a falta de seriedade e continuidade dessa aplicação.
 
Nunca, como hoje, existiu tanto a necessidade e a possibilidade de em Portugal se concretizar uma “revolução liberal”!


António Carrapatoso
Antonio_Carrapatoso.jpg


A transformação de Portugal deverá passar por uma aposta liberal, sem prejuízo de a mesma se poder afirmar mais à esquerda ou à direita, de acordo com a natural e desejável alternância democrática.

Facções designadas de liberais governaram o país entre 1834 e 1910, revelando-se no entanto pouco consistentes e consequentes na concretização de um verdadeiro e consolidado projecto liberal.

Posteriormente na Primeira República e mesmo no Estado Novo, alguns procuraram introduzir uma proposta de alternativa liberal ao ‘establishment’ existente, mas não lhes foi possível alcançar o poder nem influenciar decisivamente qualquer mudança efectiva relativamente ao rumo que então era seguido.

Mas nunca, como hoje, existiu tanto a necessidade e a possibilidade de em Portugal se concretizar uma “revolução liberal”!

Primeiro dadas as características do nosso actual Estado: fraco, pouco independente, ao serviço de várias corporações, paternalista, caro, pesado e ineficiente, castrador e asfixiante das capacidades dos portugueses, e que acabou por falhar no seu modelo social, no combate à pobreza e às condições indignas de vida.

Cada vez mais Portugueses começam a reconhecer esta realidade e a necessidade de alterar o papel, o âmbito das actividades e a organização do Estado e a estrutura lógica do seu modelo social.

Depois porque o mundo mudou muito: tornou-se mais global, competitivo, com novas tecnologias ao serviço de todos, permitindo o reforço do poder dos cidadãos e a criação de contra poderes e de grupos da sociedade civil capazes de contrariar a hegemonia de poderes políticos institucionais, muitas vezes hierárquicos e centralizadores, e complementando-os na sua actuação pública.

Cada vez mais Portugueses começam a acreditar que não se pode nem deve contrariar a abertura da sociedade e dos mercados e que se deve privilegiar uma sociedade de cidadãos, cada vez mais independentes e senhores do seu próprio destino, sendo o reforço das suas competências e capacidades a chave para o seu sucesso no futuro.

A aposta liberal irá permitir que nos transformemos num verdadeiro País de oportunidades, em que cada cidadão melhor possa encontrar a sua própria realização profissional e pessoal, ao mesmo tempo que é garantida uma efectiva e estável coesão social.

Temos que encontrar um equilíbrio, justo e criador de riqueza, entre liberdade e igualdade, e aceitar a diferença, desde que ele parta de uma verdadeira igualdade de oportunidades e resulte num benefício para a comunidade, colocando a economia ao serviço do social.

Hoje não temos uma sociedade e democracia liberais nem projectos políticos que verdadeiramente nela apostem:

• Não garantimos a igualdade de oportunidades, permanecendo com uma taxa de abandono escolar da ordem dos 40%.

• Não garantimos direitos sociais fundamentais para todos, especialmente para os mais desfavorecidos, como o acesso a uma saúde de qualidade e a uma justiça célere e eficaz.

• Desperdiçámos a oportunidade de alterar estruturalmente o regime de pensões de reforma para um sistema de capitalização que daria os incentivos certos aos cidadãos.

• Não temos um programa integrado de combate à pobreza e de solidariedade social, que parta de igualdade de oportunidades e que envolva toda a sociedade para além do Estado, estruturado e gerido de uma forma selectiva, eficiente e sem abusos.

• Não privilegiamos mercados abertos, em concorrência, bem regulados, sem posições dominantes, desde o mercado dos factores ao dos bens não transaccionáveis.

• Não apostamos num Estado essencialmente garante, mais do que produtor de serviços públicos.

• O poder continua demasiado concentrado em estruturas político-institucionais hierarquizadas, que não incentivam nem se gostam de confrontar com a dinâmica, independência e iniciativa das organizações da sociedade civil.

É importante libertarmos finalmente Portugal deste jugo anti-liberal, e no fundo anti-social e reaccionário, que não aposta nem acredita nos cidadãos e na sua autonomia e responsabilização, na sua liberdade de opção, nem na prevalência da sociedade civil sobre o Estado, não aceitando que este por aquela deve ser definido e os seus interesses efectivamente representar.

Temos que pressionar os projectos políticos em confronto para que explicitem qual a sua visão sobre a sociedade, papel e estatuto do Estado e dos cidadãos, e em que medida defendem um futuro liberal para o nosso país.

A possibilidade de ultrapassarmos os desafios futuros da modernidade, a nossa realização e felicidade e a dos nossos filhos disso dependem.
apr:)apr:)apr:)apr:)[;)]

Discurso bonito, muito bonito nada mais que isso.
 
Mas o Expresso insistiu, e percebeu-se onde esteve a «mãozinha amiga vinda de cima» em auxílio do «irmão entalado»:
inverter a razão e proceder à devolução... Que erro e manobra de aritmética grosseira... Não era uma diferença de 700 euros, eram 700.000 euros...

Pois pois...

Conheces a frase "Não deixe que a Verdade estrague uma boa história" ?
Devias adoptá-la para a tua assinatura [;)]

Não deixa de ser irónico que num país infestado em corrupção em tudo o que envolva empresas e sector estatal estares a implicar logo com o administrador duma das raras empresas que nada conseguiu à conta das tetas do Estado, antes pelo contrário, lutou durante 15 anos contra o monopólio estatal e semi-estatal da PT.
 
Nthor, a necessidade é pré-existente a esse estado.
Sim, mas, é constantemente "incentivada".


Essa necessidade não precisa de ser criada: ela existe de forma clamorosa desde há muito na orgânica da sociedade portuguesa.
Consequência do desnorte do país e do atraso social/económico/cultural permanentemente fomentado.


E mesmo as regras e leis, ainda que mal amanhadas foram sendo criadas no essencial. O fulcro é a aplicação deficiente, a falta de seriedade e continuidade dessa aplicação.
Numa sociedade onde há filhos e enteados é conveniente que assim seja, para se poder aproveitar essa mesmas falhas em favor das pessoas certas.
 
Pois pois...

Conheces a frase "Não deixe que a Verdade estrague uma boa história" ?
Devias adoptá-la para a tua assinatura [;)]

Não deixa de ser irónico que num país infestado em corrupção em tudo o que envolva empresas e sector estatal estares a implicar logo com o administrador duma das raras empresas que nada conseguiu à conta das tetas do Estado, antes pelo contrário, lutou durante 15 anos contra o monopólio estatal e semi-estatal da PT.

Eu dispenso assinaturas circenses...

Essa luta contra o monopólio estatal em Portugal, por parte de muito moderno «empresário de sucesso», tem laivos de anedota:

«Trabalhavam para o estado mas por estudos e mais estudos, e consultadoria, e relatórios em perspectiva exótica de engenharia financeira, conseguiram convencer um estado amorfo, ignorante de si próprio, desarticulado e por demais vulnerável a ataques de parasitas que o infestavam, que bom bom era mesmo privatizar-se aquele serviço por "tuta e meia" ou mesmo gratuitamente, para a seguir, a recém-nascida empresa, recontratualizar esse mesmo serviço com o estado, agora elevado à honorável designação de "cliente institucional de maior dimensão" e tarifá-lo, em modo de «sacanço desabrido à teta pública», em proporção a essa superior "dimensão institucional"...»

Roubar doces às criancinhas não é bonito...

E o fazer-se passar por privado, por independente, quando se depende atrozmente do estado como factor-cliente e como factor-auxiliador, chega a ser esquizofrénico...
 
Last edited:
Eu dispenso assinaturas circenses...

Essa luta contra o monopólio estatal em Portugal, por parte de muito moderno «empresário de sucesso», tem laivos de anedota:

«Trabalhavam para o estado mas por estudos e mais estudos, e consultadoria, e relatórios em perspectiva exótica de engenharia financeira, conseguiram convencer um estado amorfo, ignorante de si próprio, desarticulado e por demais vulnerável a ataques de parasitas que o infestavam, que bom bom era mesmo privatizar-se aquele serviço por tuta meia ou mesmo gratuitamente, para a seguir, a recém-nascida empresa, o "Trabalhavam para o estado, agora elevado à honorável designação de "cliente institucional de maior dimensão" e tarifá-lo, em modo de «sacanço desabrido à teta pública», em proporção a essa superior "dimensão institucional"...»
Roubar doces às criancinhas não é bonito...

Mas estás a falar de quem agora ? Primeiro começas pela estratégia do ataque ad hominem, que caso não saibas, só rebaixa quem a utiliza, pois mostra ao interlocutor toda a fragilidade ou incapacidade argumental, e agora vens falar de que estudos ? Da Vodafone ? Do Carrapatoso ? Não, pois não ?

Falemos de Liberalismo. Nesse teu texto há imensas palavras que explicam muito bem porque é que é preciso uma sociedade e economia liberal.

"Trabalhavam para o estado"
"
um estado amorfo, ignorante"
"
sacanço desabrido à teta pública"

Não me venhas ensinar a mim que há empresas que beneficiam da teta do Estado. Que há empresas que fazem estudos para o Estado e posteriormente beneficiam da rede imoral (ou mesmo corrupta) daecirculação de pessoas entre os gabinetes do poder e empresas semi-privatizadas, privatizadas ou a privatizar.
Mas não culpes o Liberalismo por isso. A única coisa que há de comum entre todas essas situações é a palavra ESTADO.

Numa economia liberal não é o Estado que faz e encomenda estudos sobre aeroportos como a OTA. Numa economia liberal o Estado lança o concurso dum aeroporto e os privados que estiverem interessados fazem e pagam os estudos e investem onde acharem melhor e mais rentável, suportando os riscos e os custos . Numa economia socialista, como a nossa, é o Estado que planeia e paga isto tudo, e depois entrega gratuitamente empresas como a ANA Aeroportos a consórcios bancários e da construção, onde provavelmente encontraremos daqui a uns anos os ministros e secretários de Estado que tomam todas essas decisões.

Não me precisas de explicar nada disso. Simplesmente não confundas isso com Liberalismo. Isso é o que diz o Anacleto Louçã. Mas isto nada tem de liberal, antes pelo contrário, isto chama-se ESTADO poderoso e omnipresente em toda a sociedade, que controla, que define, que emprega, que constroi, que limita, que escolhe. Um Estado que já tem sob sua dependência directa um terço ou um quarto dos portugueses. E isso não é normal num país !
 
Acham que ainda vale a pena discutir a treta deste País.?

Devíamos era dicutir sobre a melhor maneira de nos pirarmos daqui para fora ( e muito depressa).
 
Pois pois...

Conheces a frase "Não deixe que a Verdade estrague uma boa história" ?
Devias adoptá-la para a tua assinatura [;)]

Não deixa de ser irónico que num país infestado em corrupção em tudo o que envolva empresas e sector estatal estares a implicar logo com o administrador duma das raras empresas que nada conseguiu à conta das tetas do Estado, antes pelo contrário, lutou durante 15 anos contra o monopólio estatal e semi-estatal da PT.

Pois, mas no que diz respeito ao sector em que está envolvido também contribuiu para a manutenção do oligopólio instituído, tendo participado na aquisição e venda, manutenção do status quo...

Queres pormenores?[:p]
Tretas...[;)]

Quer queiramos quer não, ninguém é insubstituível... Sabemos que a competência compra-se mesmo no privado, Logo o poder das cunhas está em todo o lado. Por isso é que precisamos de fiscalização prosecutória.
 
Mas estás a falar de quem agora ? Primeiro começas pela estratégia do ataque ad hominem, que caso não saibas, só rebaixa quem a utiliza, pois mostra ao interlocutor toda a fragilidade ou incapacidade argumental, e agora vens falar de que estudos ? Da Vodafone ? Do Carrapatoso ? Não, pois não ?

Falemos de Liberalismo. Nesse teu texto há imensas palavras que explicam muito bem porque é que é preciso uma sociedade e economia liberal.

"Trabalhavam para o estado"
"um estado amorfo, ignorante"
"sacanço desabrido à teta pública"

Não me venhas ensinar a mim que há empresas que beneficiam da teta do Estado. Que há empresas que fazem estudos para o Estado e posteriormente beneficiam da rede imoral (ou mesmo corrupta) daecirculação de pessoas entre os gabinetes do poder e empresas semi-privatizadas, privatizadas ou a privatizar.
Mas não culpes o Liberalismo por isso. A única coisa que há de comum entre todas essas situações é a palavra ESTADO.

Numa economia liberal não é o Estado que faz e encomenda estudos sobre aeroportos como a OTA. Numa economia liberal o Estado lança o concurso dum aeroporto e os privados que estiverem interessados fazem e pagam os estudos e investem onde acharem melhor e mais rentável, suportando os riscos e os custos . Numa economia socialista, como a nossa, é o Estado que planeia e paga isto tudo, e depois entrega gratuitamente empresas como a ANA Aeroportos a consórcios bancários e da construção, onde provavelmente encontraremos daqui a uns anos os ministros e secretários de Estado que tomam todas essas decisões.

Não me precisas de explicar nada disso. Simplesmente não confundas isso com Liberalismo. Isso é o que diz o Anacleto Louçã. Mas isto nada tem de liberal, antes pelo contrário, isto chama-se ESTADO poderoso e omnipresente em toda a sociedade, que controla, que define, que emprega, que constroi, que limita, que escolhe. Um Estado que já tem sob sua dependência directa um terço ou um quarto dos portugueses. E isso não é normal num país !

[:D]

Ao falares do teu idealismo do Estado Liberal apercebi-me que é tão utópico como o comunismo...

Essa economia liberal é tão possível como o comunismo...[kiss]
 
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