Auto Europa

O governo está cheio de medo de perdermos a AE, e com razão. Se a AE fechar é um rombo enorme para o país e para as contas do governo.
Mas mesmo assim, acho injustificado o estado andar a pagar creches a funcionários de uma empresa especifica.
 
A ser verdade o que se vai lendo na imprensa a solução é muito boa... só não entendo porque nem os sindicatos nem o estado se preocupam com as milhares de pessoas que trabalham por turnos por exemplo nas grandes superfícies deste pais...
Raio de negociação em que tem que ser o estado a suportar as despesas!
 
Poder podem, mas não podem ser os impostos de todos a servir os interesses de "meia duzia", se pagam aos trabalhadores da autoeuropa, também tem de estender a empregados se outras empresas/áreas.

Se vires no meu post acima, eu não dei exemplos suportados pelo Estado. Deve ser a Autoeuropa a suportar.
Aliás, duvido muito que se uma das propostas para a negociação fosse essas eles não cedessem.
 
Não sei o que tem de palhaçada. Até creio que uma empresa que trabalhe 7 dias por semana com turnos tem por lei que criar estas condições ou pagar um subsidio. A TAP e um dos maiores centros comerciais do país têm uma creche por exemplo.
Deixem de ser "poucachinhos" como se diz no Alentejo, se tiverem filhos, a vossa/o conjugue também trabalhar ao fds, que fazem aos filhos? Despedem-se? Há pedidos razoaveis e outros não razoaveis.

Se estas a referir ao Dolce Vita Tejo, a Creche lá existente é uma das duas que citei no meu post, não pertencem ao Centro, mas à Fundação Pão de Açucar-Auchan.
 
Não sei o que tem de palhaçada. Até creio que uma empresa que trabalhe 7 dias por semana com turnos tem por lei que criar estas condições ou pagar um subsidio. A TAP e um dos maiores centros comerciais do país têm uma creche por exemplo.
Deixem de ser "poucachinhos" como se diz no Alentejo, se tiverem filhos, a vossa/o conjugue também trabalhar ao fds, que fazem aos filhos? Despedem-se? Há pedidos razoaveis e outros não razoaveis.

Estive assim 8 anos com 2 filhas, trabalhando os dois no mesmo local, e havia 3 soluções e nenhuma foi o estado a arranjar, nem a empresa.
É preciso é querer procurar a solução.
Concordo que a AutoEuropa até arranje essa solução providenciar essa solução avançado pelo estado, mas ........ Não sei se eles neste momento querem.
 
Se estas a referir ao Dolce Vita Tejo, a Creche lá existente é uma das duas que citei no meu post, não pertencem ao Centro, mas à Fundação Pão de Açucar-Auchan.

Obrigado pela correcção.

Estive assim 8 anos com 2 filhas, trabalhando os dois no mesmo local, e havia 3 soluções e nenhuma foi o estado a arranjar, nem a empresa.
É preciso é querer procurar a solução.
Concordo que a AutoEuropa até arranje essa solução providenciar essa solução avançado pelo estado, mas ........ Não sei se eles neste momento querem.

Mas não gostavas de a ter?
Eu se estivesse à frente da empresa estava muito mais disposto a encontrar uma solução deste tipo que pagamentos extra.
 
É viável, e a mais de 15 anos que se fala nisso. Supostamente até há terreno disponível para isso. Só que não há quem se queira chegar a frente.

Isso não faz sentido nos dias de hoje. Há diversas creches à volta. Fazem um concurso e adjudicam por 3 anos à que ganhar. Quem já tem o investimento feito rentabiliza-o e o custo para empresa seria menor.
 
Não seria viável ao cluster da Autoeuropa ter uma creche para os filhos dos colaboradores?

Estranho como ninguém ainda colocou essa opção que faz todo o sentido numa grande empresa, quanto mais num chamado cluster onde trabalham imensas pessoas e muitas delas com essa mesma necessidade!

Será que fica mais barato encomendar esse serviço à Segurança Social ou a creches já existentes mas pagas pelo mesmo contribuinte?

Eu acho que alguém neste país deve andar a fazer contas... ou eu espero! E outros milhões de portugueses também o esperam... desejam!



Mas para isso era necessário que o real motivo de discórdia fosse o que fazer aos filhos nos sagrados fins-de-semana!
 
Última edição:
Acho que muita gente não anda par das leis do contrato de trabalho e neste caso da Autoeuropa que tem contratos próprios e acordos com a comissão de trabalhadores . O contrato que existe entre os funcionarios e a Autoeuropa são os válidos e não leis que a propria Autoeuropa quer agora fazer á margem sem acordo dos seus trabalhadores daí existir agora estas divergências . A Autoeuropa quer impor horarios rotativos que sabe que o contrato de trabalho em vigor não permite só se o trabalhador aceitar , o sábado é um dia extra de trabalho ( está no contrato de trabalho actual ) e querem acabar com ele também . A Autoeuropa é uma empresa diferente e não é comparavel com outras empresas poruguesas , muita gente acha estranho mas é mesmo assim , a Autoeuropa tem apoios e beneficos fiscais do estado e da UE , em troca VW dá melhores salarios e melhores condições de trabalho aos seus trabalhadores , sempre foi assim desde 1994 . Existe uma proposta dos trabalhadores para a VW abrir um turno só com pessoal ao fim de semana que faria que entrasse mais pessoal para a fabrica mas a Autoeuropa não aceita . As creches podem ser pagas a todos lei : " Complemento de Horário em Creche não contempla apenas os trabalhadores da Autoeuropa. Basta que 30% das crianças de uma creche IPSS tenha necessidade de lá ficar mais tempo e os pais podem pedir à instituição o alargamento de horário. A IPSS terá de fazer um acordo de cooperação com a Segurança Social " A juntar á confusão é propria comunicação social a dar informações erradas .
 
Acho que muita gente não anda par das leis do contrato de trabalho e neste caso da Autoeuropa que tem contratos próprios e acordos com a comissão de trabalhadores . O contrato que existe entre os funcionarios e a Autoeuropa são os válidos e não leis que a propria Autoeuropa quer agora fazer á margem sem acordo dos seus trabalhadores daí existir agora estas divergências . A Autoeuropa quer impor horarios rotativos que sabe que o contrato de trabalho em vigor não permite só se o trabalhador aceitar , o sábado é um dia extra de trabalho ( está no contrato de trabalho actual ) e querem acabar com ele também . A Autoeuropa é uma empresa diferente e não é comparavel com outras empresas poruguesas , muita gente acha estranho mas é mesmo assim , a Autoeuropa tem apoios e beneficos fiscais do estado e da UE , em troca VW dá melhores salarios e melhores condições de trabalho aos seus trabalhadores , sempre foi assim desde 1994 . Existe uma proposta dos trabalhadores para a VW abrir um turno só com pessoal ao fim de semana que faria que entrasse mais pessoal para a fabrica mas a Autoeuropa não aceita . As creches podem ser pagas a todos lei : " Complemento de Horário em Creche não contempla apenas os trabalhadores da Autoeuropa. Basta que 30% das crianças de uma creche IPSS tenha necessidade de lá ficar mais tempo e os pais podem pedir à instituição o alargamento de horário. A IPSS terá de fazer um acordo de cooperação com a Segurança Social " A juntar á confusão é propria comunicação social a dar informações erradas .

continua a pensar assim relativamente aos horários de trabalho. Não sabes o quanto estás enganado.
 
O código actual do trabalho não é aplicável á Autoeuropa , o horarios de trabalho são conforme o que consta no contrato que existe para o funcionário , simples assim .

Faz sentido.

Palmela, não faz parte do território Português, logo o código de trabalho não é aplicável.
Deve ser o código de trabalho da Papua Nova Guiné.
 
Claro que é aplicável. foi o sindicato que te explicou isso? Continuem com o finca pé. Depois não se chorem.

A comissão de trabalhadores é que negoceia e já o explicou , o sindicatos não representam os trabalhadores da Autoeuropa só os funcionários associados que são apenas 5% . Os contratos de 70 % dos trabalhadores da Autoeuropa são dos anos 90 , os trabalhadores mais recentes têm outro tipo de contrato tanto é que nem fazem parte do quadro da empresa e outros são subcontratados .
A ideia de que os trabalhadores só podem ter obrigações e nada mais é sinonimo de sociedades decadentes . Gostava e ver era esta malta que critica a luta dos trabalhadores da Autoeuropa ter mesma opinião sobre as regalias dos deputados e afins .
 
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