Bolsa e investimentos

Só para acrescentar informação (que no fundo é o meu papel neste forum e sei que apreciam)

(o excerto é de 2011)

"O regulador revela que nos últimos dias aumentaram falhas de liquidação em determinadas acções, o que pode "indiciar a existência de vendas curtas que não foram cobertas em devido tempo, de modo a assegurar a sua adequada liquidação".
 
Não estou é a gostar nada do Banif. Acho que vou ficar com as acções muito tempo até conseguir pelo menos recuperar o que investi (1,1 cents / acção em média).
 
Parece-me um excelente rácio para um banco português. O Novo Banco com uma injecção de 5mM fica com 4,5%...

Estranho isso.

Com menos de 7% os bancos deixam de ter condições para operar, logo o Novo Banco (NB) ter 4,5%, ainda menos que o BES que era 5%, não faz muito sentido... Mas também não tenho dados ao certo do rácio do NB.
 
Confesso que o meu plano para esta semana QUASE que deu frutos....

Fiz algumas mais valias com CTT na 2ªf, comprei BCP com ordem de venda logo para o próprio dia e limite de 3ªf.
Não o atingiu por pouco (0.002!), mas, julgava, estaria estável a cotação entre os 0.1070 e 0.11xx.... portanto, nova ordem de venda colocada para 4ªf.

Saio de manhã para o trabalho sem ver notícias (nem a bolsa), que iria ser todo no exterior, pelo que só no final do dia de ontem vi as notícias e.... F@§€%EE !!!

Lá se foram as mais valias dos CTT, e (pouco) algo mais...

Resta estar atento...
 
Estranho isso.

Com menos de 7% os bancos deixam de ter condições para operar, logo o Novo Banco (NB) ter 4,5%, ainda menos que o BES que era 5%, não faz muito sentido... Mas também não tenho dados ao certo do rácio do NB.

situa-se nos 8,5%, acho.

Não faz sentido ser 4,5%, deve haver aí confusão
 
O custo dos bancos para os contribuintes – um resumo

Posted on Agosto 7, 2014 by Carlos Guimarães Pinto
Com o anúncio da devolução de parte do empréstimo obrigacionista do Estado ao BCP, fica aqui um resumo actualizado do custo dos bancos para os contribuintes desde 2008. Esta exposição é dividida em 3 categorias de risco por ordem decrescente: capital, obrigações convertíveis (Co-Cos) e empréstimos ao fundo de resolução. Por exemplo, os 4,4 mil milhões de exposição ao Novo Banco implicam um risco bastante mais baixo de injecções directas de capital. Ou seja, há uma maior probabilidade do capital ser recuperado no caso do BES do que no caso das injecções de capital na Caixa, no BPN (já perdido) ou no BANIF.

bancos.jpg

O custo dos bancos para os contribuintes
 
Análise um tanto ou quanto especulativa e demagoga, não? É que toma por garantido a existência de custos para o contribuinte em casos onde isso pode não se verificar. Se o título fosse "hipotético custo para o contribuinte" talvez fizesse mais sentido.

Sim... O titulo não é correcto... Deveria ser antes "exposição dos contribuintes aos bancos"... Já que nalguns casos são custos efectivos, como é o caso dos aumentos de capital do BPN depois de nacionalizado, ou os sucessivos aumentos de capital da CGD, noutros casos são empréstimos com maior ou menor risco.. Mas ao ler o texto percebe-se perfeitamente e os números são números do conhecimento publico, não têm nada de especulativos..


De qualquer forma acho engraçado que muita gente de repente tenha ressurgido com as conversas do costume, que por os bancos dentro de um pulso firme do Estado seria a solução para tudo, mas depois esquecem-se que os dois bancos que ficarão de longe mais caros ao contribuinte são precisamente a CGD, cujos problemas internos não é da moda discutir e investigar nos jornais, e que pela inexistência de escrutínio publico por não ser cotada vive com muito mais opacidade, mas a julgar pelas pontas soltas que se vai apanhando que ninguém pense que aquilo é um santuário, e o BPN, que dos bancos privados "resgatados" era o mais pequeno, mas que sob a sábia gestão publica conseguiu em poucos anos multiplicar um buraco grande tornando-o num colosso que até hoje já nos custou 3.4 mil milhões, mas cuja conta aumenta todos os dias sempre que a Parups, ou a Parvalorem não conseguem cobrar um dos seus activos..

Eu nem quero imaginar o que teria acontecido se na altura das imparidades da Grécia no BCP, ou se agora o BES tivessem sido nacionalizados.. A factura final seria algo de inimaginável...
 
Alguma opinião? Ou investimento por aqui é mesmo só bolsa pura e dura? ;)

Os tópicos do Rick Lusitano ou VirtuaGod do Caldeirão da Bolsa [;)]

A minha opinião sobre esse género produtos é que tem uma política de reembolso que não me agrada, muito complexa, muito condicional.
Poupar para a reforma não obriga a apenas investir em fundos PPR. Pessoalmente, aprecio mais um cabaz de ETF que cubra vários activos de várias geografias do que propriamente fundos. Mas isso já traduz uma preferência pessoal e uma afinidade pelo conceito de ETF.
 
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