Bolsa e investimentos

Para quê esperar que fique verde? Só se for pelo efeito psicológico, porque de resto não há razão nenhuma para esperar. Como aliás, não havia já razão nenhuma para deixar um fundo cair 10% sem o resgatar antes.
Já esteve nos -20%, só resgato quando estiver verde ou pertinho, nem k tenha que esperar anos [:p]
 
Estar a aguentar perdas à espera que dêem lucro... eu percebo pouco disto... mas sempre tive ideia que nos investimentos se deve definir à partida um stop de perdas e de ganhos e trabalhar a partir daí.

Em fundos pode ser um pouco diferente, reconheço.
 
Isto pode parecer um bocado contra-intuitivo, mas de facto não há nenhuma razão para continuar a apostar no "cavalo errado" à espera que ele, sem fundamento racional, comece a ganhar corridas. Se um fundo se porta pior que o mercado de fundos, que razão (no sentido racional, mesmo) temos para insistir nele? E mesmo que não se porte pior que o mercado de fundos, que razão temos para não mudar para outro tipo de produto (no limite, tê-lo à ordem no banco)?

Pior que isto para mim só se for aquela coisa de estar a perder dinheiro num título e comprar mais só para baixar o preço médio.
 
Pessoal com carteiras baseadas em dividendos, o que aconselham para começar ? Normalmente fico por fundos e acções individuais mas quase tudo em blue chips e energias.

A minha ideia era pegar em alguns exemplos tipo : ETF Spdr Series Trust Dividend e retirar algumas. Deixo um artigo interessante sobre o tema. Link

Algo para longo prazo com reforços mensais.
 
Como diz o Leverage, essa estratégia funciona nos EUA mas por cá não.

Eu tenho a sorte de viver nos EUA e sou fã dessa estratégia. Tenho um cabaz de ~30 empresas e fundos que geram um yoc de ~4.5%.

Como diz nesse link que postaste, acima de tudo apostar em qualidade e em diversificação. Ainda recentemente levei um corte brutal de uma das minhas posições (KMI), que desvalorizou 50% e cortou dividendos em 75%. Felizmente o resto do bolo compensou esta queda.

Mas não há nada como ver o mercado em sell off como ontem por exemplo, e ir aos saldos aproveitando o pânico alheio, e depois esperar que o dinheiro entre na conta todos os meses, quer o mercado esteja em alta quer esteja em recessão.
 
Nada é absolutamente seguro, mas nem na Grécia se fizeram haircuts aos instrumentos de poupança em dívida pública (corrijam-me se estiver enganado), pelo que acho que mais depressa mudavam a lei do fundo de garantia dos depósitos bancários do que mexiam nisto.

Não, não foi feito, mas quando tens um governo apoiado por malta que diz que deve haver um corte na dívida pública esquecem-se o que isso implica.

E depois é ver o grupo de indignados dos "CTT" a dizer que meteram guito em dívida pública e afinal agora perderam 20 ou 30%...

Aliás há unas anos atrás no começo da crise, houve uma corrida aos levantamentos de certificados e aforros e afins porque havia um risco muito real de haver um cortezito... [;)]

A questão aqui é que não se deve passar sem preocupações que os certificados ou aforro são 100% seguros.
 
Não, não foi feito, mas quando tens um governo apoiado por malta que diz que deve haver um corte na dívida pública esquecem-se o que isso implica.

E depois é ver o grupo de indignados dos "CTT" a dizer que meteram guito em dívida pública e afinal agora perderam 20 ou 30%...

Aliás há unas anos atrás no começo da crise, houve uma corrida aos levantamentos de certificados e aforros e afins porque havia um risco muito real de haver um cortezito... [;)]

A questão aqui é que não se deve passar sem preocupações que os certificados ou aforro são 100% seguros.

Penso que a ideologia que suporta o actual governo iria muito mais depressa aos depositantes dos bancos do que aos certificados de aforro e aos CTPMs. Aliás, tenho poucas dúvidas disso. Até porque a dívida pública não é toda igual, e portanto um perdão de dívida não tinha necessariamente que afectar toda a dívida emitida por igual. De forma nenhuma.
Aliás, a acontecer alguma coisa, até me parece mais provável que o Estado em caso de grande sufoco pagasse coisas em dívida pública (como por exemplo parte dos salários da FP), do que a retirasse.
 
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