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Então?Invistam tudo em tesla, a 186$ está a um bom preço. Agradeçam-me daqui a 3 anos.![]()
Maior gestor de fundos do Uk em apuros, congela a conta dos clientes para impedir a saida massiva de capitais:
https://www.bbc.co.uk/news/business-48506032
Ninguém bate o mercado de forma duradoura e consistente. Isto é uma verdade matemática do próprio modelo! Felizmente, o fundo de pensões do Condado de Kent gere cerca de GBP 5,5 MM, pelo que perder 0,25MM, se de facto acontecer, não será catastrófico.
Se não tens nenhum seguro do empréstimo deves pagar o quanto antes.Mas isso já eu sei desde início.
Caso contrário, por motivos éticos, não tinha comprado o carro. Por ele, isto é uma não questão. Se lhe quiser pagar de 2 em 2 ou de 3 em 3 meses é tranquilo.
Eu é que pago como se ele fosse uma locadora ou uma financeira por uma questão de princípio e de ética. Só que, como não adoro ter créditos nem encargos mensais, colocou-se a questão do post acima.
Eu pagava tudo. Andar a dever a família é meio caminho andado para estragar relações mesmo fora desse círculo entre ti e o teu familiar.
Não percebi a parte do carro de 21k, se não tinhas dinheiro compravas um mais barato e não precisavas de andar a pedinchar aos familiares.
Isto acho que diz muito de ti também.
Eu estou numa situação diferente, vendi um carro a um familiar a pagar conforme quisesse e ainda nem vi metadeMalta, não tem a ver com investimentos propriamente ditos, mas sim com uma ajuda vossa para me darem uma opinião.
Comprei o ano passado um carro de 21k. Dei de entrada 5k e pedi a um familiar o resto. A pagar sem juros, sem pressões, tudo tranquilo. O dinheiro do familiar estava parado.
Neste momento devo cerca de 12k, uma vez que tenho pago sempre, no mínimo, 300€ por mês.
Neste último ano, já consegui juntar mais de metade do que devo ao meu familiar e é aqui que entra a minha questão.
A médio prazo (meses), com a diminuição da dívida e o aumento das poupanças, as minhas poupanças vão igualar a minha dívida.
A minha questão é: o que fariam?
Amortizavam uma parte da dívida (ou a totalidade), com sacrifício das poupanças mas em prol de maior folga financeira todos os meses seguintes? Ou guardavam o dinheiro e iam pagando calmamente?
Acho que dei todas as variáveis relevantes para a análise. Falta acrescentar que não tenho mais despesas fixas (créditos) e que tenho uma situação laboral minimamente estável.
Contudo, a prestação mensal faz-me alguma mossa no orçamento, uma vez que tenho o princípio de poupar religiosamente sempre metade do salário (daí que tenha aumentado bem as poupanças num curto espaço de tempo).
O que fariam? Amortizar? Poupar e ir pagando como tenho feito? Ou pagar a dívida na totalidade e ficar quase sem poupanças mas com folga orçamental todos os meses?
