Bolsa e investimentos

Maior gestor de fundos do Uk em apuros, congela a conta dos clientes para impedir a saida massiva de capitais:

https://www.bbc.co.uk/news/business-48506032

Ninguém bate o mercado de forma duradoura e consistente. Isto é uma verdade matemática do próprio modelo! Felizmente, o fundo de pensões do Condado de Kent gere cerca de GBP 5,5 MM, pelo que perder 0,25MM, se de facto acontecer, não será catastrófico.
 
Ninguém bate o mercado de forma duradoura e consistente. Isto é uma verdade matemática do próprio modelo! Felizmente, o fundo de pensões do Condado de Kent gere cerca de GBP 5,5 MM, pelo que perder 0,25MM, se de facto acontecer, não será catastrófico.


Não é o condado de Kent que está em perigo, quem está em perigo é a empresa gestora de fundos e o dinheiro dos investidores.
 
Malta, não tem a ver com investimentos propriamente ditos, mas sim com uma ajuda vossa para me darem uma opinião.

Comprei o ano passado um carro de 21k. Dei de entrada 5k e pedi a um familiar o resto. A pagar sem juros, sem pressões, tudo tranquilo. O dinheiro do familiar estava parado.

Neste momento devo cerca de 12k, uma vez que tenho pago sempre, no mínimo, 300€ por mês.

Neste último ano, já consegui juntar mais de metade do que devo ao meu familiar e é aqui que entra a minha questão.

A médio prazo (meses), com a diminuição da dívida e o aumento das poupanças, as minhas poupanças vão igualar a minha dívida.

A minha questão é: o que fariam?

Amortizavam uma parte da dívida (ou a totalidade), com sacrifício das poupanças mas em prol de maior folga financeira todos os meses seguintes? Ou guardavam o dinheiro e iam pagando calmamente?

Acho que dei todas as variáveis relevantes para a análise. Falta acrescentar que não tenho mais despesas fixas (créditos) e que tenho uma situação laboral minimamente estável.

Contudo, a prestação mensal faz-me alguma mossa no orçamento, uma vez que tenho o princípio de poupar religiosamente sempre metade do salário (daí que tenha aumentado bem as poupanças num curto espaço de tempo).

O que fariam? Amortizar? Poupar e ir pagando como tenho feito? Ou pagar a dívida na totalidade e ficar quase sem poupanças mas com folga orçamental todos os meses?
 
Começava por perguntar ao teu familiar se o dinheiro lhe faz falta, porque se te emprestou dinheiro sem juros, na verdade ele está a perder dinheiro, e tu a fazer dinheiro com o dinheiro dele. Acho que seria a coisa mais ética e moralmente correcta a fazer.
 
Mas isso já eu sei desde início.

Caso contrário, por motivos éticos, não tinha comprado o carro. Por ele, isto é uma não questão. Se lhe quiser pagar de 2 em 2 ou de 3 em 3 meses é tranquilo.

Eu é que pago como se ele fosse uma locadora ou uma financeira por uma questão de princípio e de ética. Só que, como não adoro ter créditos nem encargos mensais, colocou-se a questão do post acima.
 
Mas isso já eu sei desde início.

Caso contrário, por motivos éticos, não tinha comprado o carro. Por ele, isto é uma não questão. Se lhe quiser pagar de 2 em 2 ou de 3 em 3 meses é tranquilo.

Eu é que pago como se ele fosse uma locadora ou uma financeira por uma questão de princípio e de ética. Só que, como não adoro ter créditos nem encargos mensais, colocou-se a questão do post acima.
Se não tens nenhum seguro do empréstimo deves pagar o quanto antes.

Aliás, familiares desses já são raros pelo que o deves estimar o melhor possível. E por isso o pagamento célere será apreciado.
 
O familiar está reformado e emprestou-me o dinheiro para me ajudar.

Aliás ele sugeriu-me o pagamento de "rendas" mensais d e menos de metade do que estou a pagar.

Acho que isto diz bastante sobre mim e sobre a minha visão sobre dinheiro que não é meu.

A questão é, à primeira vista, mais simples do que parece: amortizar ou ir pagando.

É uma questão muito discutida a propósito de créditos a habitação mas que neste caso tem a nuance de ser um crédito sem juros. E como reverso da medalha, tem o facto de eu não gostar de ter encargos mensais fixos, pelo que tendo algum pé de meia, surgiu o tema de poder tomar uma decisão.
 
Ja estive na tua posição.

Optei por pagar o mais rápido possível alocando os rendimentos do trabalho sendo q tinha poupança guardada para qq eventualidade. Não fiz nenhuma amortização específica mas todos os meses em vez de pagar x, pagava x+y.
 
Um familiar teu fez-te um favor (e excelente familiar, já agora, conheço muitos que nem uma fracção desse valor emprestariam, ainda para mais a juro 0), o objectivo deveria ser devolver tudo o mais rápido possível. Não só pelo que já disseram antes de ele estar a perder dinheiro, mas também porque, a meu ver, simplesmente parece bem e é o correcto a fazer. Fica mal fazer lucro com o dinheiro que alguém nos emprestou por bondade e sem pedir nada em troca.

Conciliando isso com a tua vontade de não ter dívidas, diria amortizar sempre o que pudesses, sem estragares os teus planos de poupança.
 
Eu pagava tudo. Andar a dever a família é meio caminho andado para estragar relações mesmo fora desse círculo entre ti e o teu familiar.

Não percebi a parte do carro de 21k, se não tinhas dinheiro compravas um mais barato e não precisavas de andar a pedinchar aos familiares.

Isto acho que diz muito de ti também.
 
Ou vocês não estão a entender, ou eu não me expliquei bem.

Pagar o mais rápido possível é o que eu estou a fazer. Quando o meu familiar me emprestou o dinheiro disse para eu lhe dar por mês 150€, o que levaria 10 anos.

Eu estou a pagar uma média de 350€ por mês, o que leva uns 4 anos a liquidar.

Isto é pagar o mais rápido possível, mantendo um equilíbrio. No limite também podia dar o NIB do meu familiar para a minha entidade empregadora pagar para lá o salário directamente. Depois não tinha era dinheiro para o gasóleo [:D]

O que eventualmente farei é continuar a pagar assim, rápido, o valor, mas no final deste ano fazer uma amortização que me permita arranjar uma solução de pareto entre ter algumas poupanças e reduzir a dívida.

Depois logo vejo se uso a redução da dívida como redução do tempo total do "empréstimo" ou para reduzir a prestação mensal.
 
Eu pagava tudo. Andar a dever a família é meio caminho andado para estragar relações mesmo fora desse círculo entre ti e o teu familiar.

Não percebi a parte do carro de 21k, se não tinhas dinheiro compravas um mais barato e não precisavas de andar a pedinchar aos familiares.

Isto acho que diz muito de ti também.

Ninguém andou a pedinchar. Falei no assunto e alguém se dispor a ajudar-me, tal como eu faria a um filho.

Além disso o risco é controlado, senão andava a pé.

Acho que dei elementos suficientes para se analisar a situação, isso de comprar um carro para o qual não tenho dinheiro, além de relativo, ignora certos assuntos familiares que não abordo aqui, mas que estiveram na origem da efetivação do negócio [;)]
 
Os certos assuntos familiares dão-se pelo nome de "Paitrocinio"?

Se achas que merecias um carro de 21k e ele até to quis dar então é uma não questão financeira.
 
Malta, não tem a ver com investimentos propriamente ditos, mas sim com uma ajuda vossa para me darem uma opinião.

Comprei o ano passado um carro de 21k. Dei de entrada 5k e pedi a um familiar o resto. A pagar sem juros, sem pressões, tudo tranquilo. O dinheiro do familiar estava parado.

Neste momento devo cerca de 12k, uma vez que tenho pago sempre, no mínimo, 300€ por mês.

Neste último ano, já consegui juntar mais de metade do que devo ao meu familiar e é aqui que entra a minha questão.

A médio prazo (meses), com a diminuição da dívida e o aumento das poupanças, as minhas poupanças vão igualar a minha dívida.

A minha questão é: o que fariam?

Amortizavam uma parte da dívida (ou a totalidade), com sacrifício das poupanças mas em prol de maior folga financeira todos os meses seguintes? Ou guardavam o dinheiro e iam pagando calmamente?

Acho que dei todas as variáveis relevantes para a análise. Falta acrescentar que não tenho mais despesas fixas (créditos) e que tenho uma situação laboral minimamente estável.

Contudo, a prestação mensal faz-me alguma mossa no orçamento, uma vez que tenho o princípio de poupar religiosamente sempre metade do salário (daí que tenha aumentado bem as poupanças num curto espaço de tempo).

O que fariam? Amortizar? Poupar e ir pagando como tenho feito? Ou pagar a dívida na totalidade e ficar quase sem poupanças mas com folga orçamental todos os meses?
Eu estou numa situação diferente, vendi um carro a um familiar a pagar conforme quisesse e ainda nem vi metade
 
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