Bolsa e investimentos

A forma de bolha é coincidência? 😁

É a "economia circular" , o boneco mais simples já tinha circulado ...
G1h5lYgXsAAc6Tp.jpg
 
Meta

Coloco as meu palpite em um 1 fundo técnico provável nos 580-590usd seguido de um rebound parece que vai ser rápido.
 
Apostar na queda 😈

Não sei se tens inverse do semi.

Mas tens aí alguns nomes para fazer short directo: AMD, MSFT, NVDA, ORCL bem como outros players da AI.

Podes sempre shortar o NASDAQ pois quando estes cairem forte, o NASDAQ vai atrás.

Agora uma nota:

Eu sei que dinheiro não tem cara, mas apostar na queda é apostar sempre na desgraça alheia. O mindset/rulebook americano dos CEOs é: quando a coisa aperta ou começa a falhar estimativas é imediatamente fazer layoffs, despedir pessoal, congelar investimentos, etc....

Essa queda equivale a pessoas perderem empregos.

A empresa para a qual trabalho é um player grande, embora indirecto, neste mundo da IA e quando falhou estimativas (que tinham sido dadas antes da última zanga das comadres Trump/Xi e que congelou a minha empresa 1 mês no que toca a negócios com a China e impactos directos nos escritórios que a empresa tem lá) a 1ª coisa foi um corte de pessoal em 10% a nível global. Em Portugal alguns vão perder o emprego.

Acho que muitos não pensam nisso, ou porque só querem é saber do lucro, ou porque não têm noção do impacto que essas quedas trazem além de um número no broker.

Vale a pena pensar um pouco nisso
 
Ah, ok, agora entendi. Visto que o utilizador fez essa pergunta, isso provavelmente significa que tem pouca experiência.

Existem, sim, ETFs que fazem shorts e também alavancados criados precisamente para esse tipo de propósito apostar na queda do mercado.

São arriscados... o facto de haver uma correção não significa necessariamente que esses produtos vão gerar retornos adequados ou consistentes relativamente à queda do mercado.

Esses ETFs tendem a funcionar bem quando o movimento de queda é forte, rápido e direcional, sem grandes oscilações. Nesses casos, o efeito inverso acompanha relativamente bem a descida do índice, e sim se pode ter muito retorno, especialmente se for alavancada se as condições realmente aparecerem...

Já em períodos de mercado lateral ou com reversões frequentes, o efeito de composição diária faz com que o desempenho se deteriore com o tempo, ou seja, mesmo que o mercado acabe por cair, o ETF pode não refletir essa queda de forma proporcional.

Para operações de curto prazo ou posições táticas funciona bem, mas é preciso fazer um certo timing do mercado.
Não conheço nenhum ETF europeu para esse fim , tem bastante nos Estados Unidos, mas não são UCITS

Desejo boa sorte
 
Eu sei que dinheiro não tem cara, mas apostar na queda é apostar sempre na desgraça alheia.

Não sei se me está a escapar alguma coisa, mas fazer short contribui de alguma forma para fazer baixar o valor das ações ? Há algum impacto direto no valor das ações?

Quando uma empresa está sobre-valorizada mais cedo ou mais tarde vai cair para um valor mais realista, independentemente de haver posições short ou não.

Ou estou a ver mal a coisa?
 
Last edited:
Não sei se me está a escapar alguma coisa, mas fazer short contribui de alguma forma para fazer baixar o valor das ações ? Há algum impacto direto no valor das ações?

Supondo que comprar faz subir o preço, e vender faz descer ... sim.

Para fazer short, pedes uma acção emprestada a quem tem, e vendes ao preço actual. Se o preço depois baixar, compras uma acção, devolves e lucras.
 
Last edited:
Não sei se me está a escapar alguma coisa, mas fazer short contribui de alguma forma para fazer baixar o valor das ações ? Há algum impacto direto no valor das ações?

Quando uma empresa está sobre-valorizada mais cedo ou mais tarde vai cair para um valor mais realista, independentemente de haver posições short ou não.

Ou estou a ver mal a coisa?

A minha impressão de pouco mais de leigo:
Se houver um movimento de carneirada poderá despoletar um movimento de venda grande.
Imaginando, o Burry decide shortar. A malta pensa: se o Burry está a shortar significa que antecipa uma quebra no valor das acções. Malta panica e decide vender...Burry acerta.
Também já aconteceu o contrário no célebre caso da Gamestop. Os hedge funds que estavam a shortar lixaram-se à grande, porque o movimento de carneirada (nesse caso da comunidade wallstreetbets) resolveu não só não vender, como comprar à grande.
 
A meu ver, ainda é cedo para apostar contra o mercado.

É verdade que há empresas sobrevalorizadas e até possíveis bolhas em segmentos específicos, mas, dadas as condições atuais, o mais provável é uma correção natural de 10 a 15% ou até 20% em algumas empresas outras até mais! Mas é vulgar em tech, mas não uma desvalorização profunda a pique.

Não me parece que estejamos perante um cenário de pré-crise como em 2008. A situação financeira global é mais sólida, o sistema bancário está bem capitalizado e não há sinais de alavancagem excessiva.

Assim, mesmo que surjam ajustes nos preços, estes devem refletir uma normalização das valorizações e não o início de um colapso. Se vier uma crise, dificilmente será originada pelos mercados em si.

Se vier uma crise vem de outro lado e tem um nome: Donald Trump!

Se a situação sair fora controle
 
Se houver uma crise na bolsa actualmente existe 2 fortes candidatos:

- AI bubble : se as empresas começarem a endividar ( por enquanto são maioritariamente capitais próprios ) e o lucro não começar a aparecer para ajudar a suportar os custos os investidores podem não fazer as ações cair a pique como forçar a gestão a cortar forte nas despesas de AÍ criando uma aspiral negativa.

- private equity: a falência da tricolor nos USA, uma empresa vista como sólida em empréstimos automóveis que “do nada” faliu pode ser apenas um dos sinais que muito empréstimos e sistemas alternativos de financiamento podem ser verdadeiras bombas relógios, os sinais começam a se acumular ( empreendas cada vez mais difíceis de vender, lucros a cair, etc..).

a economia dos EUA em forma de K ( jovens 18-34 em dificuldades, enquanto a geração acima continua com bons salários casas e mercado bolsista forte ) já começa a dar sinal com empresas como a chipotle a reportar problemas com o público jovem, não é o fim do mundo, mas é o continuar de uma trend pós covid que está cada vez pior.
 
  • Like
Reactions: DMA
Novo Nordisk

Modelo de Wyckoff
Fase C (Spring / Shakeout)

Teste final do fundo, o preço finge quebrar o suporte para provocar medo e limpar os stops dos retalhistas​

Screenshot 2025-11-09 155356.png
wAAACH5BAEKAAAALAAAAAABAAEAAAICRAEAOw==


A fase seguinte é a Fase D , o Markup inicial
o smart money começa a empurrar o preço para cima, pode acontecer lentamente...
Objetivo da Fase D
Levar o preço de volta para o topo da zona de acumulação (€43 €46).Confirmar a mudança de tendência com uma nova estrutura de máximos e mínimos ascendentes.
A maioria dos traders retalhistas só acredita aqui e entra tarde.

Ou então cai para outro fundo, mas acredito que seja exagero...
As instituições estão a sair da tecnologia e a reposicionar-se acredito que a Novo seja uma candidata a altura.

*(Esta análise não constitui uma sugestão de investimento, mas apenas a expressão de uma opinião com base em observações de mercado)​


 

Attachments

  • Screenshot 2025-11-09 155356.png
    Screenshot 2025-11-09 155356.png
    118.5 KB · Views: 0
A meu ver, ainda é cedo para apostar contra o mercado.

É verdade que há empresas sobrevalorizadas e até possíveis bolhas em segmentos específicos, mas, dadas as condições atuais, o mais provável é uma correção natural de 10 a 15% ou até 20% em algumas empresas outras até mais! Mas é vulgar em tech, mas não uma desvalorização profunda a pique.

Não me parece que estejamos perante um cenário de pré-crise como em 2008. A situação financeira global é mais sólida, o sistema bancário está bem capitalizado e não há sinais de alavancagem excessiva.

Assim, mesmo que surjam ajustes nos preços, estes devem refletir uma normalização das valorizações e não o início de um colapso. Se vier uma crise, dificilmente será originada pelos mercados em si.

Se vier uma crise vem de outro lado e tem um nome: Donald Trump!

Se a situação sair fora controle

Não sei se a situação dos bancos nos EUA está assim tão sólida!
Nos últimos dias a Fed andou a injectar dinheiro nos Regional banks, $125 billion em 5 dias.. algo que não acontecia desde a Covid.

https://economictimes.indiatimes.co...anks-whats-going-on/articleshow/125092745.cms


Outro aspecto, quando existe divergência entre o andamento do S&P500 e o BPI (Bullish percent index) e este cai para baixo dos 50%... coisas más podem ocorrer.

08ECfEz.png
 
​Não vejo nada de anormal nos movimentos da Fed. É verdade que alguns bancos regionais parecem um pouco aflitos, mas a situação aparenta estar sob controlo. Não parece que os grandes bancos estejam envolvidos e, conforme as últimas notícias, não há indícios de algo com potencial para causar um impacto relevante. Mas, como diz o provérbio, “só quem está dentro do convento é que sabe o que lá vai dentro.”

A divergência tem um nome: Donald Trump. Parece-me um comportamento normal, tendo em conta as incertezas geradas pelas suas políticas.

Entretanto, não vejo ainda nada de grave que possa justificar uma queda acentuada, para além de uma correção natural, após a sobrevalorização de certas empresas. Essa correção tende a ser atenuada por uma reposição estratégica setorial por parte das instituições que, em grande medida, já precipitaram esta situação.

É evidente que o setor tecnológico está saturado e deverá corrigir, o que é perfeitamente normal num mercado que tem vivido um rally prolongado.

No entanto, é claro que, com o mercado neste estado, podem sempre ocorrer eventos que acentuem a queda.

Ainda assim, não acredito que seja desta.

A minha preocupação é Trump...
 
Last edited:


Essa anedota já é contada há várias décadas. Mas não passa disso, uma anedota. O problema é que depois os chineses não querem Reais, nem que venham enrolados em rolos e com picotado, porque não confiam, os Brasileiros não querem Rublos, porque não confiam, os indianos não querem yuans, porque não confiam... E os árabes que lhes vendem a energia, também não confiam em nenhuma dessas moedas. No fim, para fazerem a compensação de negócios entre eles, imagina lá o que usam?

Apesar do surgimento do euro, e de uma importância crescente do yuan nas últimas duas décadas, que tem de se reconhecer, o dólar é absolutamente dominante mas transações internacionais.
 
Back
Top