Bolsa e investimentos

Só espero que essa "brincadeira" não se descontrole a ponto de lançar o planeta numa recessão violenta com perda massiva de postos de trabalho...
Honestamente já não digo nada...

A China se estiver mesmo a despejar treasuries, não terá interesse em inundar o mercado e provocar um cataclismo no sistema de pagamentos e de compensação internacional, sem dólar simplesmente não há comércio, nem é preciso tarifas. Eles ao contrário da Rússia que se pode dar ao luxo de ser um pária internacional são uma potência que renasceu com a globalização e precisam disso.

Mas vão provavelmente largar o suficiente para manter a frigideira bem quente. Vai continuar a esfregar são mas ferida para provocar o máximo de dor sem matar o paciente.

Muitos americanos tiveram três dias para sonhar que as taxas de crédito habitação iam baixar e que iam poder refinanciar as suas hipotecas e voltar aos 3% de há um par de anos, hoje estão com taxas de 6,8%.

https://finance.yahoo.com/news/low-mortgage-rates-from-tariff-pain-dont-count-on-it-163127106.html

Agora, a forma como o Trump está a negociar, em praça pública, não deixando qualquer margem para a diplomacia e para que quem está do outro lado possa salvar a cara, tem tudo para correr mal. Em especial com regimes como o da China, que não tendo interesse nenhum nisto, poderão aguentar uma guerra comercial muito para lá do mandato do Trump.
 
Parece que a China começou a despejar treasuries no mercado. Pode ser uma verdadeira bomba atómica e se isto não fosse mau para todos, quase que tinha curiosidade de perceber como o Trump vai reagir agora. Com a quantidade de dívida a vencer nos próximos meses a última coisa que ele quer é juros mais altos.

As yelds estavam a cair desde o dia das tarifas com a perspetiva de descida de juros da FED e nos últimos 2 dias inverteram completamente.


3bdff8e3934871d786ece0c0d86949db.jpg

E não é só a China. São muitos operadores pelo mundo fora. Ontem houve alturas em que o mercado de treasuries americano não teve liquidez suficiente para acudir a tanta venda.
 
Honestamente já não digo nada...

A China se estiver mesmo a despejar treasuries, não terá interesse em inundar o mercado e provocar um cataclismo no sistema de pagamentos e de compensação internacional, sem dólar simplesmente não há comércio, nem é preciso tarifas. Eles ao contrário da Rússia que se pode dar ao luxo de ser um pária internacional são uma potência que renasceu com a globalização e precisam disso.

Mas vão provavelmente largar o suficiente para manter a frigideira bem quente. Vai continuar a esfregar são mas ferida para provocar o máximo de dor sem matar o paciente.

Muitos americanos tiveram três dias para sonhar que as taxas de crédito habitação iam baixar e que iam poder refinanciar as suas hipotecas e voltar aos 3% de há um par de anos, hoje estão com taxas de 6,8%.

https://finance.yahoo.com/news/low-mortgage-rates-from-tariff-pain-dont-count-on-it-163127106.html

Agora, a forma como o Trump está a negociar, em praça pública, não deixando qualquer margem para a diplomacia e para que quem está do outro lado possa salvar a cara, tem tudo para correr mal. Em especial com regimes como o da China, que não tendo interesse nenhum nisto, poderão aguentar uma guerra comercial muito para lá do mandato do Trump.

Nenhum país decente no mundo aceita a chantagem, muito menos blocos económicos como a UE ou gigantes como a China. Até porque tem a população do lado deles.
Os estragos económicos que Trump já provocou nestes 2 meses já devem ser piores que vários anos de tarifas para os EUA.
Estão-se a tornar num estado pária que fazem parecer a China um país fofinho e bem comportado.
Isto não tem preço.
 
Nenhum país decente no mundo aceita a chantagem, muito menos blocos económicos como a UE ou gigantes como a China. Até porque tem a população do lado deles.
Os estragos económicos que Trump já provocou nestes 2 meses já devem ser piores que vários anos de tarifas para os EUA.
Estão-se a tornar num estado pária que fazem parecer a China um país fofinho e bem comportado.
Isto não tem preço.
Não teria tanta certeza disso, já tens muitos países a conformarem-se e a procurar negociar.

Se tivesse de apostar, acho que no fim da história vamos acabar com um bloco comercial com US, EU, Japão, Austrália, etc.. aliado a uma série de emergentes, como Índia, Vietname, América do Sul, etc... e um grande garrote ao comércio mundial da China.
 
Acho que de facto, muitos Países vão engolir o orgulho e tentar minimizar os estragos.

O orgulho não deve ser chamado para aqui. É uma questão de inteligência. Aqui aplica-se bem aquele dito popular: se eu me atirar a um poço tu vais atrás? Não é pelo facto de Trump apostar numa "race to the bottom" que os outros blocos devem ir atrás. A própria China está claramente a ir a jogo para expor o bluff do Trump. Não é para manter as medias no médio prazo. Porque tem que ser bluff. Trump, por muito mal aconselhado que esteja a ser, não pode arriscar uma espiral inflacionista brutal nos EUA só por causa da sua teimosia.
 
Não teria tanta certeza disso, já tens muitos países a conformarem-se e a procurar negociar.

Se tivesse de apostar, acho que no fim da história vamos acabar com um bloco comercial com US, EU, Japão, Austrália, etc.. aliado a uma série de emergentes, como Índia, Vietname, América do Sul, etc... e um grande garrote ao comércio mundial da China.

Não vi um único país a conformar-se com as tarifas. Nem sequer um México. A negociar sim, é isso que se faz sempre, negociar. Mas entre a negociação e a conformação vai uma distancia abismal.
Antes de uma conformação os EUA implodem com a sua população nas ruas. O estado atual de coisas é completamente insustentável no curto prazo, e muito mais no médio prazo.
No resto é impossível um garrote comercial à China, completamente impossível. Mais facilmente uma India se junta à china que aos EUA aos dias de hoje, ou se quiseres não se juntam a lado nenhum, seguem o seu caminho sozinhos sem dependência de ninguém. Vão-se juntar aos EUa com que motivo? ou com que interesse?
Os próprios EUA dependem da China em muitas matérias, ou diria em quase tudo aos dias de hoje. Mais facilmente a China faz um garrote aos EUA... mesmo com a população a passar fome.
No resto nem vejo como seja possível um grande bloco US, EU, Japão Australia, etc quando tens um bully na sala a ameaçar tudo e todos... quando na realidade os outros todos juntos representam 83% do comércio mundial e o bully 17%.
Isto enquanto os EUA veneram a Rússia por exemplo.
Cada bloco acima de tudo vai tentar defender os seus interesses, como sempre até hoje, por isso existiam as tarifas actuais, feitas de livre vontade e que beneficiavam todos.
Ainda há semanas tiveste um acordo UE mercosul.
Sinceramente não sei como vai acabar, mas não vejo como alguém possa confiar nos EUA neste momento seja para o que for, incluindo fazer acordos comerciais. Quem nos diz que daqui por 2 meses não muda tudo novamente e voltamos à estaca zero? Ninguém confia em Trump e sem confiança perde-se tudo.
As declarações de Trump esta noite são surreais face aos acontecimentos. Custa até aceitar como em pleno 2025 um Presidente dos EUA fala daquela forma.

Os mercados diria que já é o menor dos problemas aos dias de hoje, mesmo caindo aos 3 e 4% ao dia durante uma semana.
 
Acho que de facto, muitos Países vão engolir o orgulho e tentar minimizar os estragos.

No limite se os EUA precisarem mesmo dos produtos, vão ser os americanos a pagar as tarifas (se o que Trump diz é verdade, ou seja que estão a entrar 2mil milhões por dia em tarifas, é isto que está a a acontecer). Ou seja os países não estão a sofrer para já ou os estragos são mínimos.
Agora resta saber se o que Trump disse é verdade...
O risco para os países é na produção.
Temos que contar que como os produtos ficam mais caros pode haver substitutos nos EUA ou simplesmente deixam de comprar se forem produtos não necessários. O risco é este.
É contar com este risco e medir o risco das tarifas, qual é o maior impacto e a partir daí decidir. É este o papel de cada país.

Sendo que no momento se todos os países levam com as tarifas, os preços subiram para todos face ao comércio com os EUA. Ou seja os EUA ou têm os produtos ou têm mesmo que comprar fora e pagar.

No geral concordo a 100% com o Montecristo.
 
paulofer isso são as tuas visões políticas, não vou discuti-las, já nos estamos a afastar demasiado do assunto deste tópico.

A única coisa que te digo é que misturar opiniões políticas com investimentos não costuma ser boa ideia.
 
paulofer isso são as tuas visões políticas, não vou discuti-las, já nos estamos a afastar demasiado do assunto deste tópico.

A única coisa que te digo é que misturar opiniões políticas com investimentos não costuma ser boa ideia.

Percebo o que queres dizer. As nossas decisões de investimento, consumo, etc, devem ajustar-se à realidade e ser independentes da nossa visão das coisas. Pela simples razão de que o mundo é como é e não como nós achamos que devia ser. Mas atenção, por alguma razão até ao início do séc. XX a ciência económica tinha o nome de "Economia Política". E não há Economia sem política económica. Alias, esta questão das tarifas é um exemplo acabado da importância da política na Economia. É impossível ler a Economia sem ler a Política.
 
paulofer isso são as tuas visões políticas, não vou discuti-las, já nos estamos a afastar demasiado do assunto deste tópico.

A única coisa que te digo é que misturar opiniões políticas com investimentos não costuma ser boa ideia.

Embora não seja boa ideia, aposto que diariamente o fazes, mesmo que inconscientemente.
Diga-se que na realidade tu próprio (e muito bem) deste uma opinião politica ao afirmar que "já tens muitos países a conformarem-se e a procurar negociar.".

Não há decisões económicas sem politica. E não há decisões politicas sem economia. Quando decides meter dinheiro no Sp500 e não no índice chinês tens por trás decisões politicas também.

Neste caso em concreto é a primeira vez em 100 anos em que a crise dos mercados é provocada única e exclusivamente por uma decisão politica de uma pessoa.
Por isso a solução será também ela politica. Não vejo neste caso em concreto como se pode dissociar a opinião politica do futuro dos mercados e das decisões de investimento.
Nunca como hoje os mercados estiveram nas mãos dos políticos ou de um politico.
Uma simples frase de Trump hoje pode fazer subir os mercados 20% em minutos.
Podemos no fim dizer que a longo prazo é indiferente... em minha opinião neste caso nunca o será se as tarifas não voltarem ao que estavam ou perto disso.
Obviamente a nossa visão das coisas, e a minha em particular molda também os investimentos para o bem e para o mal. (não há como fugir disto também). A minha visão da politica atual é o que está refletido atrás, e influencia quer eu queira quer não o que vou fazer nos mercados.
Por exemplo no imediato fez com que o dinheiro que tenho disponível não compre nada, mesmo estando o mercado "barato" aparentemente. E porquê? Porque politicamente não confio em Trump. E embora eu ache que os EUA vão te problemas graves, não tenho certeza que Trump mude em breve.
 
Last edited:
Quem tiver liquidez, pode fazer compras em saldos.

Isto é uma oferta do trump, que os investidores de longo prazo adoram.

Ou então vai ser o fim da economia mundial ;(
 
Last edited:
Quem tiver liquidez, pode fazer compras em saldos.

O problema é que se isto dura, o que temos agora não são saldos, são apenas uma amostra.
Se nada muda em 2 meses terás a inflação de 10 anos junta num período residual. É imaginar as consequências disso.
A longo prazo é significativo o que poderá acontecer nas próximas semanas? Eu acho que pode ser se as tarifas continuarem.
 
Quem tiver liquidez, pode fazer compras em saldos.

Isto é uma oferta do trump, que os investidores de longo prazo adoram.

Ou então vai ser o fim da economia mundial ;(

Tenho de manter a disciplina e comprar só uma vez por semana [:cool:]

O S&P500 está perto dos 20% de queda desde máximos.
Para enquadrar, isto ainda nem é muito expressivo quando comprado com os 27% de queda em 2022, com os quase 35% na pandemia ou com os mais de 55% da crise financeira de 2008.

Para já vejo ali uma zona importante de suporte entre os 4800-4900 pontos. Andamos pelos 5000 agora, ou seja, está a ficar próximo desses testes...se quebrar a coisa pode descambar bem. Até lá não vou estar a panicar e é seguir o plano.
 
Last edited:
Percebo o que queres dizer. As nossas decisões de investimento, consumo, etc, devem ajustar-se à realidade e ser independentes da nossa visão das coisas. Pela simples razão de que o mundo é como é e não como nós achamos que devia ser. Mas atenção, por alguma razão até ao início do séc. XX a ciência económica tinha o nome de "Economia Política". E não há Economia sem política económica. Alias, esta questão das tarifas é um exemplo acabado da importância da política na Economia. É impossível ler a Economia sem ler a Política.


Eu também tenho as minhas opiniões e percebo que querer fazer da economia uma ciência exata e não uma disciplina intimamente ligada à politica é algo que vale o que vale. A questão é que analisar as coisas dessa forma só me levou a fazer porcaria. Maus timings, apostas em cavalos errados, apostas nas quedas durante as recuperações, apostas nas recuperações quando era só um ressalto.

A determinada altura decidi que tinha de tirar o lado emocional da equação e concentrar-me 100% naquilo que são dados que eu sei e conheço e 0% no que acho que vai acontecer. Então passei algum tempo a desenvolver uma folha no Excel, que uso para determinar onde é que todos os meses reforço as minhas posições e quando é que é preciso rebalancear algum dos componentes. Ao longo do tempo fui fazendo algumas melhorias, abandonei fundos e ações e passei 100% para ETF's pelos custos e conveniência

Não é nada de muito esotérico, no fundo tenho um portfólio com ETF's regionais que cobrem mais ou menos o equivalente ao MSCI ACWI IMI, mas com ponderações ligeiramente diferentes, porque as percentagens de alocação partem da capitalização bolsista, mas depois tenho sobre ou sub exposição com base em alguns fatores de valor. Sendo a ideia investir mais em regiões que estão historicamente baratas e menos nas que estão historicamente caras. Depois tenho uma parcela em bonds, sendo que a alocação destas é calculada com base em duas coisas, na minha idade, de forma a ter +/- 60/40 quando chegar à idade da reforma e com base nas valorizações dos índices mundiais, para ter mais ou menos obrigações conforme os mercados de ações estão mais ou menos valorizados em relação às medias históricas.

É claro que momentos como este são um grande teste à disciplina e já me apeteceu fazer várias coisas fora do plano, mas por outro lado é o verdadeiro teste à robustez da coisas e na verdade cheguei a Fevereiro de 2025 com cerca de 44% da minha exposição de ações nos EUA em vez dos 62% "naturais" e cheguei com mais de 40% de obrigações do que o normal atendendo à sobrevalorização dos mercados, o que agora faz com que as minha quedas neste momento sejam muito inferiores a um SP500, um MSCI World, ou um FTSE All-World e tenho no lado das obrigações "cash" que poderei gastar a investir em ações quando os indicadores de valorização derem o sinal que é altura de rebalancear nesse sentido.



Embora não seja boa ideia, aposto que diariamente o fazes, mesmo que inconscientemente.
Diga-se que na realidade tu próprio (e muito bem) deste uma opinião politica ao afirmar que "já tens muitos países a conformarem-se e a procurar negociar.".

Não há decisões económicas sem politica. E não há decisões politicas sem economia. Quando decides meter dinheiro no Sp500 e não no índice chinês tens por trás decisões politicas também.

Neste caso em concreto é a primeira vez em 100 anos em que a crise dos mercados é provocada única e exclusivamente por uma decisão politica de uma pessoa.
Por isso a solução será também ela politica. Não vejo neste caso em concreto como se pode dissociar a opinião politica do futuro dos mercados e das decisões de investimento.
Nunca como hoje os mercados estiveram nas mãos dos políticos ou de um politico.
Uma simples frase de Trump hoje pode fazer subir os mercados 20% em minutos.
Podemos no fim dizer que a longo prazo é indiferente... em minha opinião neste caso nunca o será se as tarifas não voltarem ao que estavam ou perto disso.
Obviamente a nossa visão das coisas, e a minha em particular molda também os investimentos para o bem e para o mal. (não há como fugir disto também). A minha visão da politica atual é o que está refletido atrás, e influencia quer eu queira quer não o que vou fazer nos mercados.
Por exemplo no imediato fez com que o dinheiro que tenho disponível não compre nada, mesmo estando o mercado "barato" aparentemente. E porquê? Porque politicamente não confio em Trump. E embora eu ache que os EUA vão te problemas graves, não tenho certeza que Trump mude em breve.


Como explico em cima, já há algum tempo que procurei "automatizar" ao máximo as minhas decisões de investimento, com regras baseadas 100% em dados, por forma a não permitir que as minhas crenças, opiniões ou percepções influenciem as minhas alocações.

Mas como é óbvio não deixo de ter opiniões e de tentar perceber o que se passa no mundo. Não acho é que se deva investir com base nisso porque é muito fácil estarmos errados ou termos apenas uma visão parcial das coisas.

Mas já que insistes, posso dizer-te duas coisas:

1º Eu só vi medidas do tipo tit-for-tat da China. De resto, vários países, como a Austrália, Suíça, Uk, Malásia, etc... anunciaram que embora desagradados iam negociar sem retaliação, outros como a Índia, Vietname, Japão, embora não se comprometendo sobre se vai haver ou não retaliação, já disseram que nesta fase só pretendem negociar um acordo justo. A própria UE, apesar de ter voz grossa a falar de retaliações, na prática ofereceu um acordo de livre comercio para bens industriais, que já de si é uma brutal cedência em relação à sua postura histórica, e o anunciado pacote de medidas retaliatórias de grande alcance que estava prontíssimo para ser lançado parece que afinal não gera sequer consenso entre os 27 e a haver alguma coisa nunca será antes de Maio ou Junho, sabemos também que nos próximos dias a Meloni vai aos Eua fazer uma operação de charme.

Não quero com isto dizer que não seja expectável mais reações de retaliação e contra retaliação nos próximos meses. Mas certezas absolutas de que vai acontecer isto ou aquilo, nem eu, nem tu podemos ter. O que há até agora, factualmente, é um pais a retaliar e os outros globalmente a colocar-se em filinha para irem a Washington negociar.

2º O que não falta na historia são situações de guerra e conflitos. E isto é o que é, não com confrontos físicos, mas com outras formas de luta para tentar alterar os equilíbrios mundiais que existiam. Nestas alturas é natural a volatilidade disparar e com demasiada gente a agir de forma precipitada e emocional, até uma qualquer noticia falsa pode fazer grandes movimentos nos mercados. Mas isto está absolutamente longe de ser uma novidade. Aliás, nem precisamos de sair de Portugal, já tivemos um banco que, também num momento de volatilidade e medo extremo, simplesmente teve de ser "resgatado" de forma precipitada por noticias comprovadamente falsas de um canal de TV.
 
Amanhã rally na Europa [:cool:]

"Numa publicação na rede social Truth, Donald Trump revelou que aceitou uma pausa de 90 dias com os países que convocaram representantes norte-americanos para negociar uma solução para a guerra comercial e que “não retaliaram de forma alguma” contra os Estados Unidos.

Mais de 50 países contactaram a administração norte-americana a solicitar o início de negociações sobre as tarifas alfandegárias anunciadas pelo Presidente Trump."​
 
Back
Top