Bolsa e investimentos

Até eu que não gosto nada da bolsa estou com vontade de arriscar...

Certamente que quando a bolha das commodities rebentar, o bull entrará cheio de força nas bolsas

Valencia_bull_fight2.jpg


Achas? A que commodities te estás a referir?
 
É curioso que, normalmente, após declrações da FED e do Paulson, cujo objectivo é assumidamente o de assegurar a estabilidade nos mercados, os mesmo vêm quase sp por aí abaixo!lol

E é de partir a rir qdo um deles os dois vem (hj) dizer que os EUA vão crescer mais.
 
A Galp está a descer fortemente, em parte por causa do Robin dos Bosques.

As outras não sei mas de qq modo a certa altura tinha um fundo de invest que agrupava várias petroliferas dos EUA, e a certa altura e mm tendo subscrito no meio desta tempestada estava a subir bastante (cerca de 15%). Crca de 1 mês atrás achei que aquilo ia estourar a desde então perdeu uns 12% pelo que suponho que essas empresas tb estão a ser penalizadas.
 
Agora é que se vai partir td nos EUA.

Inflação com a maior subida desde não sei qdo...

Já vai nos 5%!

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=324116

A FED vai ter um dilema brutal. Ou sobe a taxa e parte o mercado todo, ou não a sobe e a inflação mantém a subida brutal.

Já imaginaram o que seria inflação acima dos 10%. Aí é que o sistema financeiro colapsaria, até pq tal inflação não seria derivada do aumento dos salários. Ninguém mais pagaria empréstimos e qdo o citigroup falisse voltariamos a 1929...
 
Já imaginaram o que seria inflação acima dos 10%. Aí é que o sistema financeiro colapsaria, até pq tal inflação não seria derivada do aumento dos salários. Ninguém mais pagaria empréstimos e qdo o citigroup falisse voltariamos a 1929...
O que me preocupa é que esse cenário não é assim tão inverosímil...:(
 
E então, quem tem um dinheirinho de parte neste momento onde é que o deve aplicar neste momento?

Numa conta BPI com 6% de juros?

Na CGD, no petróleo com 10% de juros?

Em aforro 3/4 da euribor em juros?

Onde?
 
Agora é que se vai partir td nos EUA.

Inflação com a maior subida desde não sei qdo...

Já vai nos 5%!

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=324116

A FED vai ter um dilema brutal. Ou sobe a taxa e parte o mercado todo, ou não a sobe e a inflação mantém a subida brutal.

Já imaginaram o que seria inflação acima dos 10%. Aí é que o sistema financeiro colapsaria, até pq tal inflação não seria derivada do aumento dos salários. Ninguém mais pagaria empréstimos e qdo o citigroup falisse voltariamos a 1929...

Pois é, tanta gente a bater no BCE, mas se calhar eles é que têm razão...
 
E então, quem tem um dinheirinho de parte neste momento onde é que o deve aplicar neste momento?

Numa conta BPI com 6% de juros?

Na CGD, no petróleo com 10% de juros?

Em aforro 3/4 da euribor em juros?

Onde?

O da CGD estive a analisar os gráficos e actualmente até está negativo! Não me parece uma boa opção, mas também não sou especialista.
 
eu racionalemente e como estou comprador não me da jeito esta valorização.
mas ter algumas coisa a verde no meio de tanto vermelho faz bem [:D]

amanha pode descer 5% que não ha stress[:cool:]
 
eu racionalemente e como estou comprador não me da jeito esta valorização.
mas ter algumas coisa a verde no meio de tanto vermelho faz bem [:D]

amanha pode descer 5% que não ha stress[:cool:]
De facto é chata a maré vermelha.

Tenho 7 fundos subscritos e no pior deles já vou 40% de desvalorização. A questão é que fiquei com participações residuais em todos eles para ir vendo qto perderia caso já não os tivesse vendido!lol
 
s cotações do açúcar refinado registaram a queda mais pronunciada dos últimos quatro meses em Londres, devido às expectativas de que a descida dos preços do petróleo diminua a procura de combustíveis alternativos derivados da cana-de-açúcar.

Este ano, o açúcar já ganhou 19%, impulsionado pela especulação de que a crescente procura de etanol e de outras alternativas ao crude contribuiriam para reduzir o excedente mundial. O petróleo transaccionado em Nova Iorque já caiu mais de 8% em três dias.

“O crude é um factor”, comentou à Bloomberg um analista da Investec Asset Management, John Thompson.

O açúcar branco para entrega em Outubro seguia a cair 4,7%, para 373,60 dólares por tonelada no mercado londrino. Trata-se da descida mais acentuada desde 17 de Março, comparando com preços de fecho, salienta a Bloomberg.

O contrato de Outubro do açúcar não refinado seguia a ceder 4,2%, para 13,2 cêntimos por libra-peso em Nova Iorque.

Entre outras “commodities” agrícolas negociadas em Londres, o cacau para entrega em Setembro seguia a cair 1,3%, para 1,548 libras (3.098 dólares) por tonelada. Em contrapartida, o café tipo robusta para entrega em Setembro ganhava 0,7% para 2.375 dólares por tonelada.


sera que vamos ter uma correclão nas materias primas?
 
Estive a ver a ZON na analise técnica e até parece bem apetitosa.


Qto às matérias-primas paracem sinais do estouro da bolha. Ma há mta incerteza nesta altura. Imaginem aí que vem estouro na comodities e os mercados de acções tb não sobem, é tramado. Claro que se as matérias-primas descerem é natural que a inflação tb desça mas se a especulação for para outro sitio lá continua a apatia nos mercados.

Por não conseguir superar mtas das duvidas que tenho é que me mantenho fora do mercado.
 
hoje é so optimismo
[:)][:)][:)][:)]

O Fundo Monetário Internacional reviu hoje em alta as previsões de crescimento para a economia mundial tanto para este ano como para 2009, fundamentando as alterações com o melhor desempenho que o esperado no primeiro semestre deste ano em países como os EUA. A desaceleração económica deverá, contudo, acentuar-se na segunda metade do ano, adverte a instituição.

A instituição internacional está agora menos pessimista quanto à evolução da economia mundial do que nas estimativas que avançou em Abril, embora sublinhe que a tendência global de abrandamento vai continuar e prolongar-se por 2009. Agora, o FMI estima um crescimento de 4,1% este ano e 3,9% em 2009 para a economia mundial, contra as estimativas avançadas na Primavera, que apontavam para 3,7% e 3,8%.

Os Estados Unidos registam o maior aumento de estimativas. Este ano, a maior economia do mundo deverá crescer 1,3%, mais 0,8 pontos percentuais do que o FMI previa em Abril. Mas a desaceleração deverá acentuar-se em 2009, ano em que o país deverá crescer 0,8% (ainda assim, 0,2 pontos percentuais acima do esperado na Primavera).

O bom desempenho da Zona Euro nos primeiros seis meses deste ano também foram motivo para subir as previsões económicas. O FMI, na actualização intercalar das suas estimativas, prevê agora um crescimento de 1,7% para a Zona Euro, mais 0,4 pontos que em Abril. Mas mantém inalteradas a previsão de 1,4% para 2009. Significa isto que a instituição internacional acredita que o pior ainda está para vir no conjunto das 15 economias do euro.

Entre as maiores economias do euro, Espanha é a única cujas previsões de crescimento são revistas em baixa, mas só em 2009. Este ano a economia vizinha deverá crescer 1,8%, o que a concretizar-se significa um desempenho mais robusto que o previsto esta semana para Portugal pelo Banco de Portugal, que acredita que o País não irá além de 1,2%. Em 2009, Espanha deverá crescer apenas 1,2%, menos 0,5 pontos do que as previsões do FMI avançadas na Primavera.

As economias emergentes deverão também seguir a tendência mundial de abrandamento tanto este ano como no próximo, ainda assim, também para estes países a instituição internacional liderada por Dominique Strauss-Kahn está agora mais optimista do que na Primavera,

A China deverá crescer este ano 9,7% e 9,8% em 2009. A Rússia subirá 7,7% em 2008 e 7,3% no próximo e para a Índia, as estimativas do FMI apontam para um crescimento do PIB de 8% tanto em 2008 como 2009. O Brasil crescerá 4,9% este ano e 4% no próximo, de acordo com os cálculos da instituição internacional.
 
CMVM preocupada com ignorância do investidor

Um terço dos portugueses que investe em mercados financeiros é reformado ou desempregado, só tem a 4ª classe ou menos e admite que tem pouco conhecimento sobre a bolsa. Cerca de 25% investiu com o mercado em alta, a maioria depende da informação prestada pelos bancos, tem carteiras de risco e pouco diversificadas e quase só compra acções em Portugal. Uma fotografia feita pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) no Relatório Anual de 2007, publicado este mês, e que ganha maior relevância em plena crise bolsista.

Dependência dos bancos

A falta de informação é outro ponto "negro" do inquérito. Apenas 20% informa-se diariamente sobre a actualidade bolsista e, em média, os investidores dizem possuir um conhecimento insuficiente sobre o assunto (auto-avaliação média de 33% em 100). Por outro lado, a esmagadora maioria depende dos conselhos dos gestores de conta/bancários (vulneráveis às opções comerciais), 28% usa crédito para investir e, dentro do universo de investidores, são mais aqueles que têm acções (60%) do que os que detêm depósitos (54%). E é maior o número dos que apostam em produtos complexos e arriscados (11%) do que os que aplicam em fundos de investimento (7,4%).

:eek:!
 
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