Carro comprido, dono arrependido?

Karma

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Este topico e' dedicado a quem tem carros grandes/compridos. Carros a partir de 4,8m, como por exemplo Audi A6, MB E class, BMW 5 series.
Algum de voces se arrependeu da compra ou passou a usar por vezes um carro mais pequeno (se existe) quando precisam de estacionar em locais mais dificeis?
 
Tive um 607 com 4,90m e jamais me arrependi. [:cool:] Mesmo o meu actual, com 4,80m, não me faz arrepender.

É certo, às vezes penso que se naquele momento estivesse com o 206 da Maria teria arranjado lugar para estacionar e assim não, mas as vantagens dos carros grandes ultrapassam largamente as desvantagens. [;)]
 
Actualmente tenho um carro pequeno para andar nas voltas e o grande para viagens longas e passear sempre é mais confortável e espaçoso parece que se vai numa nave [:D]
 
sempre comprei carros grandes, e nunca me arrependi da decisão, pois a aquisição é sempre com base nas necessidades...

agora claro carros grandes em centros urbanos congestionados a coisa torna-se complicado, mas não impossível.
 
Bons olhos te vejam por aqui Karma. Ou como se diz em Inglês, long time no see... [:D]

Sinceramente acho que depende da utilização. Em estrada, por muita volta que se dê, a distancia entre eixos ajuda muito a digerir as "incongruências" do piso. É uma questão de física, vais sentado relativamente afastado das rodas, força x braço, é o binário de outro ponto de vista [;)]

No entanto, em termos gerais, os carros não se medem aos palmos. Há carros pequenos bons e maus, da mesma forma como há carros grandes bons e maus.

Confuso?
 
Já me incomodou mais os 4,7 metros do A4 para estacionar como tem os sensores dá sempre para facilitar um pouco[;)]
 
Se for para andar maioritariamente em percursos urbanos, um segmento D torna-se numa aberração, porque nem se aproveita aquilo que ele melhor consegue oferecer.
Especialmente em ruas estreitas e afins.
Óbvio que quem compra segmento D ou E não será para fazer muita cidade.
Portanto é provável que quem os compra não se arrependa já que sabe bem qual o propósito deste tipo de segmento.

Aqui em casa já passaram/passam desde smart / C1 até Xantia/C5's ( 4,75m ) e grosso modo para cidade prefiro mais carros pequenos, mas não são só as dimensões, a própria condução do carro pode torná-lo mais apto ou menos apto para cidades.
 
Isso é de quem não sabe conduzir! [:D]
hehe mas olha que o Smart para estacionar é um bocado manhoso ao início....
Mais facilmente estaciono o polo da maria.

Aliás muitos smarts têm aquelas quinas na traseira em baixo ( embaladeiras ?? nao sei o nome ) partidas , por alguma razão. Se andares atento vais ver muitos remendados [:D]
 
Tenho uma carrinha Toyota Avensis (4,84m) e não estou arrependido. Antes tive um Volvo S40, de primeira geração, e também nunca tive incómodos pelo tamanho.

Naturalmente que já me aconteceu passar por lugares de estacionamento em que pensei que se o carro fosse mais pequeno, caberia, mas, para mim, o ganho compensa em relação a estes pormenores.
 
Se for para andar maioritariamente em percursos urbanos, um segmento D torna-se numa aberração, porque nem se aproveita aquilo que ele melhor consegue oferecer.
Especialmente em ruas estreitas e afins.
Óbvio que quem compra segmento D ou E não será para fazer muita cidade.
Portanto é provável que quem os compra não se arrependa já que sabe bem qual o propósito deste tipo de segmento.

Aqui em casa já passaram/passam desde smart / C1 até Xantia/C5's ( 4,75m ) e grosso modo para cidade prefiro mais carros pequenos, mas não são só as dimensões, a própria condução do carro pode torná-lo mais apto ou menos apto para cidades.
Existe sempre um meio termo. Numa viagem diária para o trabalho podes apanhar 10km de auto estrada e depois 3km de cidade e tens de estacionar num parque subterrâneo. Um carro com mais de 4,8m cumpriria essa função tão bem como um carro com 4,4m? Nem estou para aqui a trazer classe C, que para mim são carros com um tamanho normal. Mas ali a partir de um certo tamanho será que o tamanho de um carro passa a ser um problema?
 
Bons olhos te vejam por aqui Karma. Ou como se diz em Inglês, long time no see... [:D]

Sinceramente acho que depende da utilização. Em estrada, por muita volta que se dê, a distancia entre eixos ajuda muito a digerir as "incongruências" do piso. É uma questão de física, vais sentado relativamente afastado das rodas, força x braço, é o binário de outro ponto de vista [;)]

No entanto, em termos gerais, os carros não se medem aos palmos. Há carros pequenos bons e maus, da mesma forma como há carros grandes bons e maus.

Confuso?
Para dizer a verdade deixei de cá vir porque fiquei com preguiça de mudar a password.

Não fiquei confuso, e sei que os carros não se medem aos palmos. Mas fiquei curioso em relação ao problema do tamanho dos carros. Devo comprar carro até ao fim do ano e esse assunto despertou-me a curiosidade.
 
Temos que pensar assim: e os camiões e autocarros, não andam na cidade também? [;)]
Os camiões e os autocarros não precisam de estacionar nem de entrar no parque de estacionamento do El corte inglês de Lisboa (por exemplo). São carros de trabalho e por isso têm de ter certas dimensões.
 
Existe sempre um meio termo. Numa viagem diária para o trabalho podes apanhar 10km de auto estrada e depois 3km de cidade e tens de estacionar num parque subterrâneo. Um carro com mais de 4,8m cumpriria essa função tão bem como um carro com 4,4m? Nem estou para aqui a trazer classe C, que para mim são carros com um tamanho normal. Mas ali a partir de um certo tamanho será que o tamanho de um carro passa a ser um problema?
Se passa a ser um problema? pois de facto é uma boa questão, também estou curioso até porque só conduzi até ao segmento D e nunca E nem F.
Uma coisa é certa o segmento F vê-se grego em algumas mini rotundas , têm que ser feitas com algum cuidado hehe. Ainda há dias um Sr a conduzir um série 7 demorou 3-15 dias a fazer a mini rotunda e até me pediu desculpa, até fiz sinal que nao faz mal.

Facto é que eu com o segmento D em cidade sentia-me menos à vontade que com o segmento A ou B. Se era de tirar o sono? Não, mas que fazia diferença fazia.
 
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