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Ora nem mais. Como já disse, é de louvar o que a Citroën está a fazer.
Está atenta ao mercado, e sabe que as pessoas são cada vez mais individualistas e querem soluções personalizadas. Vejam-se os casos de sucesso como o Mini, o FIAT 500, e o Citroën DS3, com as suas múltiplas configurações possíveis.
Ao "personalizar" a gama DS, isto permite à Citroën "banalizar" de certo modo os seus modelos C, (C3, C4, C5...), para agradar à maioria do mercado (os que gostam de Volkswagens, por exemplo).
Tive pena do volante de centro fixo do C4 ter desaparecido no modelo mais recente, mas aí está: era algo que NÃO AGRADAVA à maioria do mercado. Assim o novo C4 é mais "mercado de massas", enquanto que o DS4 é mais "individualista / menos consensual".
Desta forma a Citroën destaca-se da sua concorrência, sobretudo a francesa. A Peugeot não tem nada para competir com a linha DS, e a Renault também não. De qualquer maneira, a Peugeot tem motociclos (e bicicletas?) e a Renault está presente no mercado de camiões pesados...
Vi isto...Tenho as minhas sérias dúvidas que o volante de centro fixo fosse algo que não agradasse ao público, mas não vou especular sobre o que levou a Citroën a acabar com ele. Se alguém souber onde arranjar informação "oficial" sobre o porquê disso ter acontecido, agradecia.
Ensaio Citroen C4 1.6 e-HDI 110 - Ensaio - Auto SAPO NovosEste resultado foi alcançado com um rearranjo do interior com bancos mais finos e um tablier escavado à semelhança do C3. E por falar em tablier, referir que a inspiração no C5 é evidente, o que resulta num ambiente a bordo muito agradável. O volante de centro fixo desapareceu (oficialmente porque se ganhou peso, mas assumidamente porque não foi a mais brilhante das ideias) e os instrumentos passaram para a frente do condutor. A consola central é enorme e nesta versão e-HDI com a caixa manual pilotada, possui um gigantesco porta-luvas refrigerado com tomadas de corrente e ligações USB e AUX, no local onde nos carros de caixa manual está a alavanca.
Se a esquina da porta te bate na face, é porque estás a abri-la com a cara encostada a ela.
Por falar em ergonomia, ontem ia com um colega na carrinha GOLF VI dele, e eu ia no lugar do pendura.
Sempre que queria abrir o vidro, ou seja, actuar com o comando eléctrico do mesmo,lá tinha de contorcer o pulso, e afastar o braço para trás, indo com o cotovelo para junto do pilar B, para conseguir mexer o comando do vidro de uma forma confortável... será erro de ergonomia?
Será que a forma superou a função, também neste caso?
Já se falou neste problema que diversos carros apresentam, em que quase é preferível ir mexer no botão com o braço contrário ao apoiado na porta...
Eu convivo muito com um péssimo exemplo destes: Renault Kangoo!! Cada vez que tenho de mexer nos vidros eléctricos, contorço-me todo!
Viva, não aprecio muito o conceito da mistura de monovolume/coupé/station wagon/SUV/etc. mas tenho que tirar o chapéu à ousadia de lançarem um carro com promenores de estilo verdadeiramente únicos e com muito bom gosto. Acho incrivel como os gestores da Citroen ou PSA deram luz verde para esta carro, pois não deve ficar barato produzir aquele interior que não aproveita quase nada dos outros productos da marca e com volumes de vendas que serão neccessariamente reduzidos. Por fim parece-me um pouco "miudinho" andar a discutir a colocação dos botões dos vidros num contexto de design tão arriscado/avançado.
Viva, não aprecio muito o conceito da mistura de monovolume/coupé/station wagon/SUV/etc. mas tenho que tirar o chapéu à ousadia de lançarem um carro com promenores de estilo verdadeiramente únicos e com muito bom gosto. Acho incrivel como os gestores da Citroen ou PSA deram luz verde para esta carro, pois não deve ficar barato produzir aquele interior que não aproveita quase nada dos outros productos da marca e com volumes de vendas que serão neccessariamente reduzidos. Por fim parece-me um pouco "miudinho" andar a discutir a colocação dos botões dos vidros num contexto de design tão arriscado/avançado.
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