Como é que é uma viagem de avião transatlântica?

O chá (se fôr mesmo chá) tem teína e penso ter um efeito parecido ao da cafeína. É melhor emborcares uns calmantes como um amigo meu fez. [;)]

Efectivamente o avião está a 3 horas de terra. Passa por cima dos Açores e da Terra Nova (Canadá) como já disse.

Os aviões estão preparados para resistir a poços de ar e essas coisas. Para fazer um avião cair só mesmo uma coisa muito desastrosa, mas as companhias de aviação tentam evitar isso ao máximo. Afinal se um avião deles cair não seria boa publicidade, pois não? Era uma pipa de massa que perdiam. [;)]

calmantes tomei uma vez um que passado meia hora (ou nem tanto) fiquei completamente KO, mas aquilo era muito potente e foi por causa de uma situação de stress que passei e a médica não recomendou tomar mais.

agora os outros calmantes não me servem para nada.

hà vinda para cá era a senhora que estava ao meu lado: "tire a gravata, tire a gravata". [8b]
 
Disse o que aconteceu... se acrescentasse "a baixa altitude e em constantes acelerações e desacelerações", já concordavas comigo? Não sei onde está a barbaridade...

Então achas que uma actividade tão complexa e evoluida como a aeronáutica onde diáriamente milhões de pessoas são transportadas em milhares de vôos está somente dependente dos pilotos conseguirem "acertar com a pista"?[:D]

Tudo bem que não tens obrigação de seres um entendido na matéria, mas fazer juizo de valor acerca do trabalho dos pilotos sem se saber do que se está a falar não será o mais correcto.

Eu não estava nesse vôo logo não te posso explicar o que aconteceu, mas garanto-te a 110 % que não foi o piloto que "não conseguiu acertar com a pista".

Há muitas condicionantes que podem causar que uma aterragem não possa ser feita logo á primeira, desde uma entrada em espera em altitude para ordenamento do tráfego em que se anda lá em cima a fazer círculos (quem voa regularmente para Heathrow sabe do que falo), desde procedimentos de chegada complicados que na maior parte das vezes não são "straight to the point" mas requerem manobras complicadas mesmo em baixa altitude, desde "borregos" (aterragens abortadas) devido a imposição da torre porque algum avião em terra demorou mais tempo a vazar a pista ou então causados pelo mau tempo, ventos laterais, fraca visibilidade (que já sei não foi o caso).

As acelerações e desacelerações que referes são tão naturais como as que fazes no teu carro quando conduzes na cidade, não te esqueças que lá em cima não estás sozinho, muito menos na Portela, um aeroporto que como se sabe começa a ficar esgotado.

Repara que na aviação tudo é feito e calculado ao pormenor, um piloto que não conseguisse acertar com a pista perdia a licenca em menos de um fósforo.
 
Well, eu já fiz Paris-Tóquio-Paris.

12 horas de voo para cada lado! Sim, é uma valente estopada. Giro, giro, é passar nas regiões polares e observar Icebergs, ver a estepe na Sibéria, lagos da Finlândia... [;)]

O avião, um 767, tinha um sistema de entretenimento porreiraço, com filmes, jogos e outras coisas, e permitia ver a nossa posição num mapa ao longo do voo. Tb permitia ver dados do voo, como tempos, velocidade e temperatura exterior (80º NEGATIVOS ao passar a zona polar de noite!) [:blush:]
 
Viagens longas fazem-se bem é a dormir. Quando fui ao Brasil a ida foi uma seca. Já a volta nem dei conta, pois vim a dormir o caminho todo. E foram 10h para lá e 11h para cá
 
Viagens longas fazem-se bem é a dormir. Quando fui ao Brasil a ida foi uma seca. Já a volta nem dei conta, pois vim a dormir o caminho todo. E foram 10h para lá e 11h para cá

Exactamente. Fiz o mesmo em 97... só pecava por ser tanto tempo sem nada que fazer...

De resto é muito fixe. Já tenho saudades de andar de avião [s)]
 
Já fiz 2 viagens para NY e volta em A340... Sem problemas.
Fiz a viagem de Paris para San Francisco e volta em DC10. Na altura não achei graça nenhuma quando vi que avião era, pois nessa altura (1993) tinha havido uma série de incidentes com estes aviões. Mas correu tudo bem. A prova é que estou aqui a escrever isto...

Aliás, a aterragem em Paris foi a mais suave que já senti num voo. Ao ponto das hospedeiras que estavam sentadas na minha frente (pessoas habituadas) perguntarem uma para a outra se já tinham aterrado.

Não tens de ter medo. A possibilidade de acontecer alguma coisa é bem menor do que ao andares na estrada.

É chato estar aquelas horas todas fechado num tubo. Se o passageiro ao teu lado for para o anafado, então é um martirio...

Lê, vê o filme, ouve música, dorme... mas não penses no que não deves.

Curiosidade: Há supersticiosos que não querem ir no lugar 13... não percebem que se acontecer alguma coisa ao passageiro do lugar 13, acontece a todos... o avião não cai selectivamente...
 
tap

tap

tiveram conhecimento desta noticia!

21/2/2006: Aeroporto de Guarulhos, São Paulo. Um A340 da TAP aterrou num taxiway, convencido de que era uma das pistas de serviço, sem que os passageiros tivessem notado qualquer anomalia.


e esta não sabia!

19/11/1977: Funchal, Madeira. Boeing 727 despenha-se na aterragem com 164 pessoas a bordo, 131 das quais morreram
 
O que me chateia nas viagens longas é o espaço da cadeira...fico desconfortável em menos
de nada tento não pensar nisso e ouvir música, distrair-me a ler ou só dormir.

Quanto a medo de voar, quase não tenho, até acho piada ás descolagens e
aterragens e o efeito montanha russa na turbolência....lol mas o facto de
conhecer alguns pilotos comerciais ajuda.

A melhor maneira de passar esses voos deve ser como os meus colegas fizeram
na viagem de finalistas...depois de uma semana muito louca e ainda a curar
uma bebedeira de manhã mal se sentaram no avião puff K.O. nem sentiram
aterragem nem descolagem, eram as hospedeiras a acordar o pessoal para
sair já em Lisboa.

Ou seja...se Voar beba! [;)]
 
Então achas que uma actividade tão complexa e evoluida como a aeronáutica onde diáriamente milhões de pessoas são transportadas em milhares de vôos está somente dependente dos pilotos conseguirem "acertar com a pista"?[:D]

Tudo bem que não tens obrigação de seres um entendido na matéria, mas fazer juizo de valor acerca do trabalho dos pilotos sem se saber do que se está a falar não será o mais correcto.

Eu não estava nesse vôo logo não te posso explicar o que aconteceu, mas garanto-te a 110 % que não foi o piloto que "não conseguiu acertar com a pista".

Há muitas condicionantes que podem causar que uma aterragem não possa ser feita logo á primeira, desde uma entrada em espera em altitude para ordenamento do tráfego em que se anda lá em cima a fazer círculos (quem voa regularmente para Heathrow sabe do que falo), desde procedimentos de chegada complicados que na maior parte das vezes não são "straight to the point" mas requerem manobras complicadas mesmo em baixa altitude, desde "borregos" (aterragens abortadas) devido a imposição da torre porque algum avião em terra demorou mais tempo a vazar a pista ou então causados pelo mau tempo, ventos laterais, fraca visibilidade (que já sei não foi o caso).

As acelerações e desacelerações que referes são tão naturais como as que fazes no teu carro quando conduzes na cidade, não te esqueças que lá em cima não estás sozinho, muito menos na Portela, um aeroporto que como se sabe começa a ficar esgotado.

Repara que na aviação tudo é feito e calculado ao pormenor, um piloto que não conseguisse acertar com a pista perdia a licenca em menos de um fósforo.

x2. É uma "ciência" muito exacta! Não pode haver lugar para erros humanos.Até porque um avião pode e é obrigado (limitações de visibilidade)a aterrar sozinho.

Ps: tenho mais medo de andar em certos autocarros do que num avião.
 
É como já foi dito, o pior destas viagens é mesmo a brutal seca que se apanha. Na noite antes da viagem faz directa (mas não bebas por causa da desidratação!), assim passas o tempo a dormir e chegas fresquinho ao destino.

Só é lixado se ressonares...
 
Costumo fazer Varsóvia-Frankfurt-Hong Kong (+ - 13 horas) e Varsóvia-Viena-Bangkok (10 horas), o avião costuma ser um Boeing 747 ou um Airbus... no entanto a firma só paga a viagem em turística...

O pior é o desconforto e as dores no fundo da coluna vertebral ao fim de umas horas, a cadeira parece ser feita de pau... se for um passageiro ao vosso lado então ainda agrava mais ou se o fulano à vossa frente reclinar o banco e esmagar-vos os joelhos. Tenho 1,80 m e já me vejo à rasca para caber na cadeira, quem é mais alto fica todo moído... :(

No Golfo de Bengala e na Planície do Tibete costuma haver turbulência e aborrece aquele tremelicar do mostrengo... parece que se vai partir... mas é uma questão de hábito.

Para minimizar a “tortura” aconselho a descalçarem os sapatos ou sapatilhas, roupa interior confortável e levarem tampões para os ouvidos e algo para cobrir os olhos.

Levem sempre um casaco pois o ar condicionado tende a deixar a cabine fresca e o cobertor que vos dão não é suficiente. Como disse o PePa é imperativo beber muita água para evitar desidratação!

Normalmente a música a bordo é boa e têm disponíveis vários canais e filmes, no ultimo vôo vi o Ice Age e quase sempre oiço lounge e relaxing music durante um pedaço da viagem, ajuda bastante e se tiverem um leitor de mp3 com as vossas musicas e bandas favoritas tanto melhor.

Uma ocasião viajei com uma austríaca ao lado que quase punha o pé na minha cara, estava-se marimbando para os outros passageiros. [8b]

Percorrer o avião da cauda à cabine é uma boa maneira de exercitar as pernas também.

Se viajarem em Business Class os conselhos anteriores ficam reduzidos a apenas descalçarem os sapatos pois até uns chinelos de quarto costumam oferecer! [:D]
 
chato,chato...mesmo chato, é fazer uma viagens transaltantica num charter para natal.
é como fazer uma viagem de 6:30 num grande autocarro das excorções da caixa do correio.
 
O grande problema é a seca q se apanha!

Qto à segurança o risco é semelhante a um voo curto.

É giro é voar para sitios perto. Le-se o jornal e voilá, já estamos as descer para o destino.
 
voos longos são chatos. quando fiz Madrid-Buenos Aires, levantei de Madrid às 00h30, pelo que consegui dormir cerca de 7 das 12 horas de voo... mas o voo de regresso foi às 09h00 dormi uma hora se tanto... foi um suplicio autentico !

mas viajar num aviao cheio de espanhois, faz com que uma viagem de 12 horas pareça ter 4 ou 5 dias !!! é um inferno autêntico !
 
Não há nada como andar de avião. Ainda agora estou em Madrid, e foram 50 minutinhos. Tanto como de minha casa até ao Aeroporto.
Houve um ligeiro precalço no voo, com as hospedeiras com cara preocupada e a dizer que havia um problema, mas afinal era apenas um telemóvel que ia ligado.
Ainda hoje vi que morrem cerca de 5000 pessoas por dia na estrada! Cai para aí um avião por ano, onde morrem 200-300 pessoas. 200-300 pessoas num ano contra 5000 pessoas por dia, no mundo inteiro! Axo que os números falam por si. É mais perigosa a viagem de carro de casa até ao Aeroporto do que o voo propriamente dito.

Já agora, LowCost sucks.
 
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