Tinha decidido não intervir mais neste tópico porque este tipo de coisas exige a escrita de grandes testamentos, e a minha vida não é só fórum
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Além disso, desculpem-me a aparente arrogância, mas para se aprofundar certos temas é preciso que os nossos interlocutores tenham algumas bases de economia (neste caso), porque é simplesmente impossível estar a explicar tudo desde o início.
Quando assim não é, costumam surgir questões laterais, ruídos, etc, tudo coisas legítimas é certo (afinal, todos temos dúvidas), mas que não ajudam muito ao esclarecimento do caso em apreço.
Também têm surgido algumas referências fudigias a autores como Marx, por exemplo, que não ajudam a esclarecer nada.
Mas o post abaixo citado deixou-me com vontade de atirar mais uma acha para a fogueira:
O emprego para toda a vida valoriza-se respondendo á seguinte pergunta:
Quanto estarias disposto a abdicar no salário de um emprego inseguro, para teres em substituição um emprego para toda a vida?
Dito de outro modo, a segurança no emprego mede-se em termos de salário negativo. Por exemplo, se um fulano tem um emprego sem qualquer segurança (pode ser despedido livremente) e recebe 2000 euros7/mês, de quanto estaria disposto a abdicar para ter um emprego para a vida? 100 euros, 500 euros?
Este dilema é extremamente frequente. Quantas pessoas não preferem um emprego com contrato de trabalho menos bem pago que um "emprego" a recibo verde mais bem pago?