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Vários sistemas de ETICS com isolamento térmico em EPS existentes no mercado são adequados para edifícios até 28 m de altura.Em edifícios até 3 pisos não existe problema, pois o estrago não é grande. Mas reconsider fazer em la de rocha
Vai ser giro, capoto em edifícios... primeiro é necessário saber que é proibido sem barreiras corta fogo, além que não é eterno muito mais quando é colado por pontos.
Eu aqui no meu prédio também tinhamos problemas na empena, fissuras e infiltrações nos pisos superiores, optamos por reparar todas as fissuras com o material adequado para o efeito, depois leva uma de mão em toda a fachada de um produto de isolamento e por fim 2 de mãos de uma tinta com bom desempenho no exterior. Fico resolvido o problema de infiltração e de humidades, por metade do preço do orçamento que tínhamos para opção do trabalho com eps/ capoto.É importante saber desses aspectos. Também já ouvi falar muito do capoto, sem saber bem porque razão é tão popular. O que se passa cá no prédio é que há apartamentos com zonas mesmo partidas, por onde pinga água quando chove. E humidades "anexadas" a isso. No caso do meu apartamento, para já, desde que cá estou, noto que rachou um pouco uma das paredes da sala e o chão, com algumas tijoleiras que partiram. Em termos de humidades, parece-me bem mais o "ressoamento" nos quartos de respirar lá dentro, pois limpa-se relativamente bem com um pouco de água e lixívia.
Posso depois tentar tirar uma foto da fachada para perceberem de que tipo de acabamento se trata neste momento. É um "areado" preso, certas zonas vê-se a "rede" por trás, por ter começado a sair. Em outros locais estalou e partiu em bocados de cerca de 5 a 10 cm's.
O capoto está na moda....é capoto a torto e a direito, mesmo com fachadas impecáveis
75k? quem e que vai ficar a ganhar?
pessoalmente, tendo em conta o que já têm dito aqui, estou reticente quanto à possibilidade de usar o capoto. Não sei até que ponto seria mais positivo tirar o areado que existe actualmente, reparar todas as fendas que possam existir, e pintar o prédio.
No meu prédio (tem 35 anos e 36 apartamentos, num total de 6 fachadas dividas em duas torres) foram pedidos vários orçamentos para:
- substituir cobertura (telhado)
- colocar capoto
Orçamento de 300 mil euros. Dá cerca de 8 mil euros a cada apartamento.
Ficou decidido em acta que cada condómino paga sensivelmente 90 a 130 euros mensais de quota-extra ao longo de 6 anos (consoante a permilagem que o apartamento possua).
Somente ao fim dos tais 6 anos é que se iniciarão as obras.
No entanto eu votei contra esta abordagem. No meu entender quem não tem dinheiro amealhado deve recorrer a um crédito para o efeito para que as obras se possam iniciar imediatamente.
Ao esperar 6 anos, vão persistindo (e agravando-se) as infiltrações nos diversos apartamentos.
Com capoto na fachada melhora o isolamento térmico e as humidades interiores diminuem. Caso isso não aconteça, alguma coisa está mal na empena! Mas existem outras soluções para pinturas de fachadas com bom isolamento e com preço mais baixos.
Relativamente à questão das obras têm que ser aprovadas em assembleia Geral de condóminos, não são os administradores que decidem as obras e pedem 5.000€ de quota extraordinária! A administração não tem poderes para decidir uma obra dessa envergadura, têm que ir a reunião da assembleia.
Para quem habita em prédios, sabe o que são, a dor de cabeça, o incómodo, as horas perdidas em reuniões.
Ora, no meu prédio, durante 10 anos foi um dos moradores a administrar o condomínio. Após os últimos 2 anos a achar que algo de estranho se passava naquela gestão, descobrimos que o excmo. usou o dinheiro em caixa para pagamento de dívidas próprias.
Após várias reuniões para resolver essa questão, infelizmente não me foi possível estar presente na última reunião.
Após uma das moradoras ter realizado a administração durante este ano, passou para outra senhora que parece ter um pinheiro espetado no cu, fala com os agudos colocados no máximo e voz bem projectada. Recolhidas as queixas dos moradores para a realização de algumas das manutenções, percebeu-se que o prédio tem imensas fissuras que estão a criar infiltrações em vários dos apartamentos.
Dado que o prédio tem menos de 20 anos, penso eu, no entanto, tem uma cobertura tipo areada que hoje em dia parece já não ser usada. Ora a sugestão dada foi capoto. Tudo muito giro, orçamento, 75.000€. Com o dinheiro que há em caixa, toca 5000€ a cada morador. Ora, eu não disponho de 5000€ de mão beijada para investir de uma vez só. Após estar a falar com a senhora manda-me com uma que me apeteceu responder-lhe logo ali no meio da rua, mas engoli em seco: "não tem faz mal, tem de se precaver para estes problemas que surgem. Enquanto somos novos sabemos que vamos ter problemas de saúde quando chegarmos a velhos..." Concordei educadamente com a senhora, explicando que os acontecimentos e imprevistos acontecem além destes e por vezes não permitem a poupança de algum valor, por muito que se queira.
Bom, no meu caso, vou tentar amealhar o que me for possível, penso que vão pedir mais alguns orçamentos e há uma sugestão de uma cobertura idêntica ao capoto, mas sem os esferovites e isolamentos, dado que o prédio é relativamente confortável em termos térmicos. Além disso, penso que também foi sugerido fazer uma fachada de cada vez, de ano a ano, por forma a amenizar o pagamento a cada um.
Ainda assim, o que acontece caso um ou mais moradores não aceitarem ou não puderem disponibilizar verbas para o pagamento deste serviço? As paredes caem ao chão?
Respondendo à tua dúvida sem julgamentos.
Se em sede de reunião de condomínio ficar decidido que se irá realizar a obra e que o pagamento é a pronto, tens que pagar a pronto, nem que para isso precises de pedir um empréstimo. Se não pagares o condomínio irá instaurar uma ação contra ti e no limite ser-te-à penhorada a casa para pagamento ao condomínio.
Agora com julgamento, tens todo o direito de não ter o dinheiro de o teres gasto como bem te apeteceu ou não. Mas não podes ficar indignado com o facto de teres que pagar 5000€ numa obra do prédio, quando compraste um apartamento em propriedade horizontal terias obrigação de saber que a manutenção do prédio é-te devida a ti e aos outros moradores.
Fica quase ao mesmo preço que o capoto e não te dá o conforto térmico (e durabilidade) que o capoto te dá.
Eu não fiquei indignado com o facto de ter de pagar obras no prédio. Fiquei indignado com a abordagem da senhora como que a julgar aquilo que é a minha vida. Eu sei bem que seja num prédio ou até numa moradia, há algum problema urgente ou imprevisto e o mesmo tem de ser revisto, como é óbvio.