Conversa da treta


e agora este e a zona completamente destruída e quase já sem possibilidade de passagem para alguns jipes.
serve para ilustrar que os obstáculos não são sempre iguais e claro está a destruição maciça daquela zona...que sinceramente não sei como é permitido a nível camarário
 
e agora este e a zona completamente destruída e quase já sem possibilidade de passagem para alguns jipes.
serve para ilustrar que os obstáculos não são sempre iguais e claro está a destruição maciça daquela zona...que sinceramente não sei como é permitido a nível camarário

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O problema disto é que depois as câmaras não vão ao terreno validar o estado em que as coisas ficaram... Eu tinha vergonha de organizar um passeio e deixar as coisas neste estado.
 
seja como for tenho algumas dúvidas no desgaste do terreno
existem imagens que as pedras encostadas a um pneu 35" parecem enormes mas no video da 4runner isso não acontece.
além disso a 4runner não está na mesma sequência dos vídeos de outros jipes e não se vê ninguém na imagem
Não sendo fake também não me parece que o obstáculo fosse igual para ambos.

Vejam este video:

vejam ao minuto 5:00 ... que dor ....
Aquela jante...
 
https://youtu.be/9NFGrbPjY-0

https://www.youtube.com/playlist?list=PLc-JSn3cW9Kpn-dWpKyXpMEjnWE271fDa

Eu já digo esse espanhol há algum tempo. E ele fala sempre que o melhor é binário em baixas.

Tenho um colega que fechou o terreno que era passagem obrigatória para fazerem a travessia sempre em off road, aos organizadores do lês a lês e do transportugal e afins. Ele diz que não se importa que andem pelo terreno, mas aquilo já tem caminhos traçados e os gajos tentavam fazer sempre novos caminhos, não se importando com as árvores recém plantadas que iriam ser o sustento da sua família daqui a 20/50 anos. Mesma coisa que o pessoal que vai lixar as colheitas ao passar pelo meio do milharal, etc.

Claro que há erosão do terreno em zonas de passagens de jipes,se há nas estradas alcotroadas, tem de haver na terra, e o que ao início se faz com pneus normais daqui a uns anos tem de ser com pneus 35.
Mas quem sofre com isso é o pessoal que faz tt turístico, porque aos poucos as cancelas que antes se abriam e fechavam depois de se passar ficam fechadas a cadeado.
 
Last edited:
Eu concordo com as passagens a ritmos baixos e onde os pneus parecem ser de veludo! apr:)
No entanto, por vezes dou por mim "chateado" porque passei em determinado sitio com mais pé do que devia, é certo que em algumas situações é por não ter binário, mas noutras é claramente por ser um tipo ainda bastante verde.
Acho que estou em processo se aprendizagem!


Depois existe outro assunto tabu neste universo que é o Todo-o-Terreno,
Passar acelerando com os dois pés, ou ligar aquilo que se tem e subir devagar?


Existem muitos exemplos destas práticas, e estão até bem visiveis nas nossas deslocações e nos vídeos por esta internet fora.

- Para uns tem que subir de eixos livres (até aqueles com botões para ligar), mesmo que isso represente covões criados pelos seus pequenos pneus 35", e o fim do trilho como era conhecido até há data.
- Outros ligam a artilharia, mas em forma ninja, não vá os outros perceberem e gozarem porque só subiu assim e é um maricas. (O bulling do TT)
- E aqueles que tentam circular com o minimo impacto, quer para o ambiente, quer para a mecanica do carro, ora utilizando técnica de condução pura, ora aliando alguma artilharia.


@TerranoII: Doeu aos 5minutos, mas também doi ver o minuto 2:06....
 
E acabou de chegar mais uma leitura. Não só é uma maneira de eu passar tempo mas também mais uma maneira de ajudar a economia local
03ceb34fc883f2d5e86b0c413ad7977c.jpg
 
Desculpa lá, que sei perfeitamente que é e34! É da quarentena [:D]
Mas o essencial da mensagem estava correcto! [;)]
 
Ver esses videos pela Internet fora faz-me também bastante confusão como muito pessoal conduz um TT. É a técnica do acelerador a fundo e fazer tudo à bruta lixando o carro todo. E a maior parte das vezes com essa "técnica" torna um caminho fácil de se fazer em primeira com redutora devagarinho e sem estardalhaço nenhum numa dificuldade enorme sem sentido.
Eu por mim tento fazer tudo o mais suavemente possível porque até nem quero lixar o meu carro.
 
- Para uns tem que subir de eixos livres (até aqueles com botões para ligar), mesmo que isso represente covões criados pelos seus pequenos pneus 35", e o fim do trilho como era conhecido até há data.
- Outros ligam a artilharia, mas em forma ninja, não vá os outros perceberem e gozarem porque só subiu assim e é um maricas. (O bulling do TT)
- E aqueles que tentam circular com o minimo impacto, quer para o ambiente, quer para a mecanica do carro, ora utilizando técnica de condução pura, ora aliando alguma artilharia.

Eu tenho dois tipos de abordagem: Às vezes gosto de enfrentar o obstáculo sem ligar os botões mágicos, só para perceber do que o carro é capaz em modo standard.

Noutras vezes (normalmente quando mete rochas ou pedras ao barulho), vou logo com a artilharia toda ligada.

Mas em qualquer uma das abordagens, o meu lema é sempre: "Devagar e com estilo". Não gosto nada de passar obstáculos à bruta.

Ah, e não tenho problemas nenhuns em que saibam que usei o ARB.

Se o comprei, vou usá-lo sempre que necessário e sou da opinião que deve ser ligado antes de se estar no buraco e não apenas quando já se está lá dentro.
 
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