Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Já passei por uma dezena de empresas, maioria PME, outras de grandes dimensões. Na realidade que eu conheço a maioria dos empresários deixa muito a desejar.

Mas esse palerma socialista é dos últimos a ter ética e moral para falar do assunto.

Há uma imagem pelo menos com 20 ou 30 anos que perdura: A de que o Empresário português é curto de visão estratégica, e pouco organizado, planeia mal e confunde as contas da empresa com as pessoais.

E claro que ainda há destes, cada vez menos, porque o garrote fiscal o garrote burocrático e a própria evolução do mercado e do mercado do trabalho tem ditado a selecção natural dos melhores. E são estes que colocaram as exportações nos 50% do pib, no momento mais dificil da sua vida, que alavancaram a criação de emprego, que criam sucursais no estrangeiro e continuam a investir e a reinvestir. Redesenharam eles e os seus filhos (estes ja com as ferramentas académicas que os pais nunca tiveram) as suas empresas, e os seus modelos de gestão, mas nem assim se livram da fama.
Quem não conhece o tecido das PME's francesas, Inglesas, espanholas, e ate alemãs, acha que não há lá do que há ca. Há na mesma, a diferença é que essas PME's não têm o problema de capital que as nossas, e os erros de gestão quando se vive com folga e sem garrote fiscal, resolvem-se com erro/aprendizagem. Por ca maioritariamente fecha-se a porta.

E pena que a classe política que desgoverna esta mrd há 40 anos, não se tenha modernizado como o fizeram as empresas e os empresários.
É pena que a classe política que se perpetua na AR ha 40 anos não tenha falido por completo como faliram o Pais 3 vezes!

PqP a todos! Tenho por esta gente o maior desprezo
 
Portimão 40.000hab (entre uma escola e o mercado municipal da cidade)

IMG-0254.jpg
 
Desculpa lá mas esse é um problema do dono do capital.

Tu tens a empresa, é tua, pagas os teus impostos então ng tem nada a ver se geres segundo a escola de Gestão Americana, Inglesa ou Tuga.

Deixa a desejar? Compra um panamera em vez dum renault talisman? Não dá emprego a doutores? Azar, é o que temos.

Os empresários merecem respeito especialmente num país como esse em que a iniciativa privada é fortemente desincentivada por via da carga fiscal e burocracias. Até para abrir um mrd dum restaurante tens mais complicações em Portugal que na Alemanha.

É o que temos. Mas isso não nos deve impedir de criticar. A lei da rolha ainda não está em vigor.
 
Há uma imagem pelo menos com 20 ou 30 anos que perdura: A de que o Empresário português é curto de visão estratégica, e pouco organizado, planeia mal e confunde as contas da empresa com as pessoais.

E claro que ainda há destes, cada vez menos, porque o garrote fiscal o garrote burocrático e a própria evolução do mercado e do mercado do trabalho tem ditado a selecção natural dos melhores. E são estes que colocaram as exportações nos 50% do pib, no momento mais dificil da sua vida, que alavancaram a criação de emprego, que criam sucursais no estrangeiro e continuam a investir e a reinvestir. Redesenharam eles e os seus filhos (estes ja com as ferramentas académicas que os pais nunca tiveram) as suas empresas, e os seus modelos de gestão, mas nem assim se livram da fama.
Quem não conhece o tecido das PME's francesas, Inglesas, espanholas, e ate alemãs, acha que não há lá do que há ca. Há na mesma, a diferença é que essas PME's não têm o problema de capital que as nossas, e os erros de gestão quando se vive com folga e sem garrote fiscal, resolvem-se com erro/aprendizagem. Por ca maioritariamente fecha-se a porta.

E pena que a classe política que desgoverna esta mrd há 40 anos, não se tenha modernizado como o fizeram as empresas e os empresários.
É pena que a classe política que se perpetua na AR ha 40 anos não tenha falido por completo como faliram o Pais 3 vezes!

PqP a todos! Tenho por esta gente o maior desprezo


Não tem a ver com ferramentas académicas. Tem muito a ver com mentalidades. A penúltima empresa onde tive, quando me vim embora disse ao gestor (carregado de titulos académicos e na casa dos 40 anos) que ou mudava muita coisa no processo ou aquilo não tinha grande futuro.

Tinha o mesmo defeito da maioria dos gestores portugueses, que coincide com a imagem que o Pastis acabou de passar aqui. Não ouvem os outros que estão envolvidos no processo, e não seguem conselhos. Só eles é que sabem e quem não quiser que saia.

Passado 1,5 anos de eu sair, acabou por falir.

Aliás a taxa de falências de PME em Portugal é elevada. Trabalham tanto no limite, que basta um solavanco na economia, um cliente que ferra o cão ou uma concorrência mais activa que acabam logo por falir.

Muitas das empresas por onde passei já eram.
 
E denegrir os trabalhadores sempre a dizer que têm fracas qualificações, não há problema? É óbvio que o problema da falta de qualificações reflete-se em toda a sociedade, na qualidade dos trabalhadores, empresários, politicos, etc. Acho piada quando certas classes se tentam posicionar como se não pertencessem ao mesmo país...[:blush:]

Quando se fala em falta de qualificação dos trabalhadores é uma indireta ao estado. Não tem a ver com denegrir trabalhador... São até os empresários os principais interessados no aumento das qualificações.

Neste caso é um ministro a atacar directamente uma classe com uma generalização sem qualquer nexo e anda a sugerir uma solução completamente parva.
 
Não tem a ver com ferramentas académicas. Tem muito a ver com mentalidades. A penúltima empresa onde tive, quando me vim embora disse ao gestor (carregado de titulos académicos e na casa dos 40 anos) que ou mudava muita coisa no processo ou aquilo não tinha grande futuro.

Tinha o mesmo defeito da maioria dos gestores portugueses, que coincide com a imagem que o Pastis acabou de passar aqui. Não ouvem os outros que estão envolvidos no processo, e não seguem conselhos. Só eles é que sabem e quem não quiser que saia.

Passado 1,5 anos de eu sair, acabou por falir.

Aliás a taxa de falências de PME em Portugal é elevada. Trabalham tanto no limite, que basta um solavanco na economia, um cliente que ferra o cão ou uma concorrência mais activa que acabam logo por falir.

Muitas das empresas por onde passei já eram.

1. As empresas faliram porque passaste por lá? Só posso acreditar que sim, não há tantas coincidências...
2. A empresa faliu mas o "empresário" já abriu outras 2 que entretanto já faliram também, o "empresário" é que continua sem falir...
3. O gestor carregado de titulos é uma exceção muito excecional, o normal é qualquer assalariado ter muito mais titulos que o gestor...

O Santos Silva até tinha razão, doeu e a revolta deu-se por isso mesmo. Eles sabem que é assim, não se pode é dizer... Basta comparar com o que se passa nas empresas que cá temos e são de gestão "estrangeira"... Os gestores tugas são mesmo poucochinho...
 
1. As empresas faliram porque passaste por lá? Só posso acreditar que sim, não há tantas coincidências...
2. A empresa faliu mas o "empresário" já abriu outras 2 que entretanto já faliram também, o "empresário" é que continua sem falir...
3. O gestor carregado de titulos é uma exceção muito excecional, o normal é qualquer assalariado ter muito mais titulos que o gestor...

O Santos Silva até tinha razão, doeu e a revolta deu-se por isso mesmo. Eles sabem que é assim, não se pode é dizer... Basta comparar com o que se passa nas empresas que cá temos e são de gestão "estrangeira"... Os gestores tugas são mesmo poucochinho...
A começar nos nossos governantes, que não são mais que gestores do país, e pelo que se vê, poucochinhos...
 
Há uma imagem pelo menos com 20 ou 30 anos que perdura: A de que o Empresário português é curto de visão estratégica, e pouco organizado, planeia mal e confunde as contas da empresa com as pessoais.

E claro que ainda há destes, cada vez menos, porque o garrote fiscal o garrote burocrático e a própria evolução do mercado e do mercado do trabalho tem ditado a selecção natural dos melhores. E são estes que colocaram as exportações nos 50% do pib, no momento mais dificil da sua vida, que alavancaram a criação de emprego, que criam sucursais no estrangeiro e continuam a investir e a reinvestir. Redesenharam eles e os seus filhos (estes ja com as ferramentas académicas que os pais nunca tiveram) as suas empresas, e os seus modelos de gestão, mas nem assim se livram da fama.
Quem não conhece o tecido das PME's francesas, Inglesas, espanholas, e ate alemãs, acha que não há lá do que há ca. Há na mesma, a diferença é que essas PME's não têm o problema de capital que as nossas, e os erros de gestão quando se vive com folga e sem garrote fiscal, resolvem-se com erro/aprendizagem. Por ca maioritariamente fecha-se a porta.

E pena que a classe política que desgoverna esta mrd há 40 anos, não se tenha modernizado como o fizeram as empresas e os empresários.
É pena que a classe política que se perpetua na AR ha 40 anos não tenha falido por completo como faliram o Pais 3 vezes!

PqP a todos! Tenho por esta gente o maior desprezo

PqP a todos os empresários e banqueiros que continuam a falir à minha conta e eu que pague pelos seus desvarios...

Esta classe, que se julga com direitos superiores, continua os seus desvarios e o contribuinte que pague. Temos atualmente um povo amansado que permite que banqueiros e trafulhas continuem a esmifrar os dinheiros publicos impunemente, e ainda se indignam...
 
O problema é epidérmico e um governante que tem a obrigação de defender os empresários ( e portugueses) em geral não o devia ter dito.


Mas em Portugal os empresários são medíocres, no melhor. Falta de visão de longo prazo, falta formação académica e muito à base do quero posso e mando.

Da para contar pelos dedos empresas de sucesso em Portugal que não tenham sido apadrinhadas pelo regime.

E empresas a competir a nível mundial a serio, e não apenas em nichos específicos, é um deserto. Empresas essas que agora uma por uma vai levando com nova concorrência dentro de portas vindo do estrangeiro..

Em empresas maiores demasiada centralização de decisões em níveis altos da hierarquia, ignorando quem está mais abaixo e que normalmente até conhece melhor o problema.

Quadros intermédios com funções de chefia também é de bradar aos céus, têm o rei na barriga e o resto é para obedecer e não refila.

Claro que olhando para o panorama global do país, incluindo governo e sector a coisa não é melhor.

Talvez aos poucos faculdades como a Nova MBA e afins vão melhorando o deserto que este país vive.
 
Não tem a ver com ferramentas académicas. Tem muito a ver com mentalidades. A penúltima empresa onde tive, quando me vim embora disse ao gestor (carregado de titulos académicos e na casa dos 40 anos) que ou mudava muita coisa no processo ou aquilo não tinha grande futuro.

Tinha o mesmo defeito da maioria dos gestores portugueses, que coincide com a imagem que o Pastis acabou de passar aqui. Não ouvem os outros que estão envolvidos no processo, e não seguem conselhos. Só eles é que sabem e quem não quiser que saia.

Passado 1,5 anos de eu sair, acabou por falir.

Aliás a taxa de falências de PME em Portugal é elevada. Trabalham tanto no limite, que basta um solavanco na economia, um cliente que ferra o cão ou uma concorrência mais activa que acabam logo por falir.

Muitas das empresas por onde passei já eram.

E uma discussão velha.
Soft skills e hard skills, são ferramentas mais importantes que as instrumentais ou as dos meios, e o que te posso afirmar com conhecimento de quem esta por dentro, e é co-dirigente de um associação empresarial, é que as empresas e os empresários têm hoje muito mais delas do que há que 20 ou 30 anos atras.
Depois é preciso separar nas PME's as que vivem de uma gestão patriarcal e centralizada no saber fazer do owner, pequenas e condicionadas no seu crescimento, das que têm modelos descentralizados e alinhados com a visão e core do negocio.

Não sei se já trabalhaste numa assim...
 
E uma discussão velha.
Soft skills e hard skills, são ferramentas mais importantes que as instrumentais ou as dos meios, e o que te posso afirmar com conhecimento de quem esta por dentro, e é co-dirigente de um associação empresarial, é que as empresas e os empresários têm hoje muito mais delas do que há que 20 ou 30 anos atras.
Depois é preciso separar nas PME's as que vivem de uma gestão patriarcal e centralizada no saber fazer do owner, pequenas e condicionadas no seu crescimento, das que têm modelos descentralizados e alinhados com a visão e core do negocio.

Não sei se já trabalhaste numa assim...

Ora é precisamente no que está a bold que está o problema de muitas PME portuguesas. Quando chegam a uma certa dimensão não se consegue delegar nem descentralizar as decisões. Não há confiança nem mentalidade para isso.

E quando não se delega nem se descentraliza, não se consegue estar em tudo. A partir daí é sempre a descer.
 
Ora é precisamente no que está a bold que está o problema de muitas PME portuguesas. Quando chegam a uma certa dimensão não se consegue delegar nem descentralizar as decisões. Não há confiança nem mentalidade para isso.

E quando não se delega nem se descentraliza, não se consegue estar em tudo. A partir daí é sempre a descer.
Em Espanha não tenho visto melhor.

Empresas famíliares em que 1 pessoa até foi o fundador, fez um bom trabalho, mas não delega, tudo passa por ele e ele é que sabe tudo. São empresas que até chegam a ser a referência da zona na sua área de negócio e dão por regra emprego a metade da família e mais uns quantos.

Depois o senhor faz 50anos, 60anos, etc, sempre a centralizar tudo, um dia vai parar ao hospital ou morre.

E a empresa vira campo de batalha entre os vários membros da família, ninguém se entende, e a empresa desaparece ao fim de uns anos.

Isto são coisas que não acontece tanto na Europa central, o dono por regra até esta desejoso de descentralizar e delegar e aproveitar a vida, e claro ajudar no que for preciso mas não é para morrer a trabalhar.
 
Última edição:
PqP a todos os empresários e banqueiros que continuam a falir à minha conta e eu que pague pelos seus desvarios...

Esta classe, que se julga com direitos superiores, continua os seus desvarios e o contribuinte que pague. Temos atualmente um povo amansado que permite que banqueiros e trafulhas continuem a esmifrar os dinheiros publicos impunemente, e ainda se indignam...
Apoiado. Pior ainda é quando o pessoal continua a votar nos governantes que despejam dinheiro nesse pessoal, não achas?
 
E sempre fofinho ver um comunista-marxista-socialista a vir lamber as feridas dos seus queridos líderes quando se chamuscam

Eu até acho que o burgesso do Sr. Dr. Ministro Santos Silva é um burgesso sábio. E disse basicamente uma verdade.
Bons gestores em Portugal já estão extintos há algum tempo. E todos eles fizeram carreira política numa escola de top, (sobretudo num partido) nos idos anos de 1977/1983/2011.
Esses sim,são hoje gestores de craveira! Conseguiram tornar ingerivel uma empresa com recursos e fontes de financiamento inesgotáveis (impostos) e leva-la a falência 3 vezes..
Para isso sim... É preciso arte!
E saber reconhecer este mérito, só esta ao alcance de pessoas de extraordinário QI
 
Cá está.

https://observador.pt/2019/12/30/sa...IUMpO0kBPkML6RNndILjbeQDcyYvof5rQen7BtPIyoZ2E

Santos Silva pede desculpa aos empresários. Acho bem, não tinha outra saída senão pedir...

Este só mostrou ser um boneco sem coluna vertebral que à mínima critica se acobardou e veio pedir que não deixem de votar nele.
O que ele fez foi o mesmo que faz o André Ventura, que é dizer verdades que o povo gosta de ouvir num tom foleiro de taberna e sem dar soluções. Mas o que ele disse de forma macro é a verdade.
 
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