Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Não sei onde em que região do País vives, mas sei uma coisa: Não conheces nada desta comunidade, ou conheces muito pouco!

Nas regiões onde já vive o padrão é sempre o mesmo: As crianças que não vão à escola são as que os pais não deixam, as restantes que vão, têm um absentismo anormal, e quando o não têm, travam a progressão da turma, não socializam com as restantes e vivem na escola como vivem no seu acampamento

Como já disseram antes, não se integra quem não quer, seja cigano, preto, ou refugiado. Insistir é uma estupidez do politicamente correcto que aos poucos e poucos tem vindo a destruir culturas nacionais e locais

O pior é mesmo a falta de mão pesada do estado, a policia que assobia para o lado, os politicos que fingem estar tudo bem, e uma população que só encontra no Chega alguem que fale nos problemas do dia a dia.

Porque a pessoa até pode concordar com o IL, PS ou PSD, o que for, mas no fim do dia se não pode sair à rua ou os filhos têm problemas de segurança com certas comunidades e o Chega é o unico que menciona o problema, não é dificil ver onde isto vai parar..
 
Não se integra quem não quer ser integrado.

Eles riem-se da lei, dos tribunais, da polícia. É um comportamento de família mafiosa. Quando uns tão presos os outros seguem com os "negócios".
Só percebem corte de subsídios e porrada no lombo.

Assim perpétuas o problema, que é o que estamos a fazer, mas com consequências..
Este é um exemplo do que alimenta a extrema direita..
 
Tal como os professores, há muito que uma agressão num contexto de prestação de um serviço público deveria ser considerado pela lei como uma agressão à autoridade e ter a gravidade e consequências equivalentes. Isto nem sequer é inédito, vários países o fazem. Não resolvia mas estes manfios iam pensar melhor antes de partir para a agressão pois as consequências eram um bocadinho diferentes.

Portanto, com o Chega a legislar temos:
- prisão efectiva para qualquer pessoa que agrida fisicamente outra (vamos construir quantas prisões e alargar todas as celas das esquadras deste país para lidar com as centenas de pessoas que agridem outras todos os dias?).
- pagamento, por parte de familiares, de tratamentos por agressões cometidos por um membro da família (mas só se se assistir à agressão?)?

É isto, não é?

Bolas que isto de governar com pulso é mesmo fácil. Nem se percebe como estes problemas não são já imediatamente resolvidos [:D]

Essa coerência anda pelas ruas da amargura, não anda? Ou as ideias só são boas até ao momento em que o Ventura também as tem, a partir do qual passam a ser ideias más e populistas?

Tão típico que já nem surpreende.
 
Não sei onde em que região do País vives, mas sei uma coisa: Não conheces nada desta comunidade, ou conheces muito pouco!

Nas regiões onde já vivi o padrão é sempre o mesmo: As crianças que não vão à escola são as que os pais não deixam, as restantes que vão, têm um absentismo anormal, e quando o não têm, travam a progressão da turma, não socializam com as restantes e vivem na escola como vivem no seu acampamento

Como já disseram antes, não se integra quem não quer, seja cigano, preto, ou refugiado. Insistir é uma estupidez do politicamente correcto que aos poucos e poucos tem vindo a destruir culturas nacionais e locais

Perpétuar o problema não é resolver, é alimenta-lo, na prática estás a pedir que se continue a levar com as consequências deste, até rebentar de alguma forma..

Acho que a maioria por aqui está de acordo, é uma questão de deixarmos de lidar com isto de forma cobarde.
Não querem misturas, vão para uns pre-fabricados no meio do mato. Não ficam no perímetro urbano da cidade, no meio de cavalos e lixo.., como acontece.

Nos hospitais, atropelam seguranças e enfermeiros uns atrás dos outros aos berros sem consequências, é natural que se sintam á vontade para bater em alguém.

Imaginem para quem está nas camas daqueles corredores dos serviços de urgência apinhados, e com a agonia que por lá se vê, ainda ter este tipo de problemas de ciganos aos berros impunemente a ameaçar os profissionais.., isto vi eu.

Muito próximo do inferno, vos garanto.

O tal país real que não chega a Cascais.
 
Última edição:
Não sei onde em que região do País vives, mas sei uma coisa: Não conheces nada desta comunidade, ou conheces muito pouco!
Conheço bem o problema e bem de perto.

Nas regiões onde já vivi o padrão é sempre o mesmo: As crianças que não vão à escola são as que os pais não deixam, as restantes que vão, têm um absentismo anormal, e quando o não têm, travam a progressão da turma, não socializam com as restantes e vivem na escola como vivem no seu acampamento
Sem dúvida que as crianças ciganas na escola são um desafio, principalmente para os professores. Ninguém disse que seria fácil, mas cada dia que as crianças ciganas passam na escola é mais um pequeno passo para a sua futura integração.

Eu não vejo nenhuma solução alternativa à sua integração.

Obviamente, acho que todos concordamos que os comportamentos criminosos têm que ser punidos exemplarmente. E na maior parte dos casos são, aliás, basta passar junto a uma prisão à hora das visitas para ver que muitos estão atrás das grades.
 
Essa coerência anda pelas ruas da amargura, não anda? Ou as ideias só são boas até ao momento em que o Ventura também as tem, a partir do qual passam a ser ideias más e populistas?

Tão típico que já nem surpreende.

Se leres bem o que acabaste de citar -coisa que manifestamente não fizeste- perceberás que a minha crítica é mais que coerente e se resume a: não basta fazer declarações genéricas populistas (que nada dizem é que interpretadas à letra são irrealizáveis -post número 2 que citaste) e nem sequer falar ou propor legislativamente algo (exemplo no post citado número 1).

Nem me atrevo a fazer qualquer reparo à tua pessoa, o ridículo e o ataque pessoal despropositado falam por si.
 
Se leres bem o que acabaste de citar -coisa que manifestamente não fizeste- perceberás que a minha crítica é mais que coerente e se resume a: não basta fazer declarações genéricas populistas (que nada dizem é que interpretadas à letra são irrealizáveis -post número 2 que citaste) e nem sequer falar ou propor legislativamente algo (exemplo no post citado número 1).

Nem me atrevo a fazer qualquer reparo à tua pessoa, o ridículo e o ataque pessoal despropositado falam por si.
Acho que tu é que devias ler melhor o que escreveste, pois se achas que não basta fazer declarações populistas como o AV mas ao mesmo tempo achas que se devia criminalizar mais os ataques a professores, médicos, etc estás a falar exatamente do quê? Um ralhete em público? Parece óbvio que te referias a prisão efectiva... tal como o Ventura.

Mas também considerares uma simples exposição de uma incoerência como um ataque pessoal revela muito mais sobre ti do que qualquer ridículo que subjetivamente possas encontrar no que escrevi.

Lá no consultório és rei habituado a bajulação diária mas tens de perceber que aqui és igual aos outros, por muito que te custe. Escreves, sujeitas-te ao contraditório tal como eu e os restantes. Não gostas, tens bom remédio.
 
"Uma medica estava no seu posto de trabalho, numa urgência de um hospital, uma “ utente” de 25 anos entrou no gabinete e sovou a medica, pois nāo gostou do tempo de espera
A medica tinha 65 anos, foi operada a um olho de urgência no Hospital de Sāo Jose,
A agressora foi identificada e aguarda o desenrolar do processo, em casa, faz parte da etnia, de que é proibido falar,
Se a medica fosse futebolista, a agressora seria acusada de “ terrorismo” como os senhores de Alcochete, sendo certo que nenhum dos agredidos foi operado em consequencia das agressões,
Se a medica fosse policia ou gnr seria detida e muito bem teria merecidas de coaçāo adequadas, e indiciada por mais de uma dezena de crimes
Como foi apenas uma medica de 65 anos numa urgência, tenha paciência o ministério da Saude “ emitiu uma nota do fim do 3 dia”,
E dizem que a prioridade é o SNS, na mensagem de Natal, bastaram 4 dias para percebermos o cinismo do Dr Costa, 4 dias, apenas 4 dias"

Luis Nobre no seu mural
 
E vão 2!

Hospital do Litoral Alentejano com urgência pediátrica encerrada dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.

Viva o porcochinho e o governo patriótico das esquerdas.

#vergonha
#aculpaedopassoscoelho
 
André e Raistaparta, sem me querer intrometer (sois dois users que gosto de ler) sou de opinião de que André Ventura, com alguns exageros que me parecem até emocionalmente bem inteligentes, trouxe para a politica e nomeadmante para a AR algo que esta nunca teve.

A voz do povo, aquele povo que por muito que grite nunca se fará ouvir, aquele povo que se indigna e engole em seco quando o agridem roubam e humilham e vê o agressor solto pelo juiz no dia seguinte, aquele povo que perdeu as suas poupanças de uma vida e vê o banqueiro a escrever um livro de boas memórias, aquele povo que perdeu a sua casa no incendio e na inundação e vê o governante sugerir-lhe para deslocar a casa para um sitio mais alto, ou limpar a mata á sua volta, aquele povo que vê os filhos e sobrinhos do governante a ultrapassar o seu filho estudioso aplicado e competente no emprego ou na sua procura.

Só por isto a coragem e determinação de AV a chamar os bois pelos nomes é uma benção num país de amordaçados e cobardolas
 
À uns tempos estivemos aqui a discutir as alterações climáticas, e eu disse que tinha lido uma teoria que as alterações climáticas fazem parte de um ciclo natural, mas os governos aproveitam-se disso para criar um alarme social fazendo com que as pessoas, empresas e até outros países invistam, gastem dinheiro e ainda aumentar impostos e mais impostos sobre o pretexto da alteração do clima.

Teoria que não defendo mas acho que faz todo o sentido, ou seja que nada podemos fazer em relação às alterações climáticas (não confundir com poluição, não é por causa disso que agora vamos deixar de reciclar ou deixar de encher os oceanos com plástico), agora vejo dito com outras palavras, a mesma teoria.

Vejam este vídeo
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=671214029949870&id=410493056021970&sfnsn=mo&d=n&vh=e
 
O problema com os ciganos é apenas 1 e não é continuar se a insistir com programas de inclusão. Claro que devem continuar a promover-se programas de inclusão, pensar o contrário é insistir numa estupidez que já deu maus resultados como é o caso de os enfiar todos juntos num bairro social qualquer. Só promove mIs ainda a criminalidade e exclusão e depois é um ciclo vicioso.
O problema é que depois não se aplicam as mesmas medidas que se aplicam à restante sociedade, exemplo, pais que retiram um menor da escola têm de ser imediatamente rederenciados para a cpcj e se não cumprirem tem que ser retirada a criança.
 
O problema com os ciganos é apenas 1 e não é continuar se a insistir com programas de inclusão. Claro que devem continuar a promover-se programas de inclusão, pensar o contrário é insistir numa estupidez que já deu maus resultados como é o caso de os enfiar todos juntos num bairro social qualquer. Só promove mIs ainda a criminalidade e exclusão e depois é um ciclo vicioso.
O problema é que depois não se aplicam as mesmas medidas que se aplicam à restante sociedade, exemplo, pais que retiram um menor da escola têm de ser imediatamente rederenciados para a cpcj e se não cumprirem tem que ser retirada a criança.
os arraianos ainda é pior e nunca ninguem sequer fala deles
eles vivem na rua\carrinhas e nem casas nem rsi tem
tem os filhos ao monte a pedir na rua e cheios de fome
esses nunca ng falou e o estado cpj fecha os olhos
toda a sociedde faz de conta que nao existem
esses é que estao 100% desintegrados
os ciganos tao integrados, nao querem é fazer certas coisas
 
No truques de imprensa
Houve sempre, ao longo da história, quem construísse carreiras políticas com base nos medos e na capacidade para odiar do ser humano.
Basta apenas pressionar-nos o gatilho dos preconceitos que já albergamos no coração. Quando assim é, deitamos os números pela janela e saltamos para o comboio da irracionalidade.
Uma pessoa de etnia cigana agrediu uma médica e logo surgiram, como abutres, dezenas de dedos prontos a disparar sobre um grupo inteiro o ódio que anos de evidência anedótica vem construindo, pela calada, nas costas da diferença.
Num ano onde, até junho, se registaram 637 notificações de violência sobre profissionais de saúde, 10% dos quais física, foi o caso do agressor diferente que veio reclamar a atenção de certas pessoas.
Os jornalistas estiveram, na sua grande maioria, à altura da circunstância e reportaram o facto naquilo que ele tem de relevante: uma agressão bárbara contra uma profissional de saúde num contexto mais alargado de perigosidade crescente, materializada em centenas de casos, no exercício dessa profissão. Extrapolem-se daqui conclusões sobre os tempos de espera nos serviços de saúde, por exemplo. Mas, a menos que a estatística demonstrasse outra coisa - e parece não o demonstrar - nunca sobre etnias, cores, gostos ou clubes dos agressores.

Ouvem-se agora nas redes sociais e noutros lugares algumas vozes que se levantam contra este silêncio da imprensa em relação à etnia do agressor, vozes essas que se calaram nas centenas de outros casos de violência que vieram a lume na última década, quando a etnia do agressor não encaixava na mensagem que queriam passar.

Dar relevo jornalístico à origem étnica do agressor só seria permitido se essa relevância fosse dada sempre, isto é, se a cada agressão reportada, em cada caso de violência, a etnia a que pertence o agressor fosse identificada.
Não é o caso. Assim sendo, identificar a etnia do agressor apenas nos casos em que ela difere da maioria caucasiana que habita Portugal seria um ato de discriminação incompatível com as regras deontológicas dos jornalistas que criaria a ideia errada de que este tipo de crimes são cometidos sobretudo por certas pessoas.

Não se trata de "ocultar" a verdade. Trata-se de dar um tratamento igual a situações iguais. A agressão violenta, independentemente da etnia do agressor, é um crime punível por lei e digno de cobertura isenta.

Assim sendo, apliquemos ao jornalismo, à mensagem de certos políticos e a nós próprios um teste muito simples.
Neste sábado, um jovem de 24 anos foi morto à facada por três indivíduos, em Lisboa. É desconhecida, neste momento, a ascendência étnica dos agressores.
Se os criminosos forem brancos, será legítimo retirar dessa circunstância uma qualquer conclusão sobre a população branca residente em Portugal?

Se a resposta for não, então não existe razão para mencionar esse facto.
Se a resposta for sim, aguardaremos impacientes pelo vociferar de preocupações relacionadas com a violência entre a população branca deste país.

É também para não deixar que nos convençam que a violência tem na sua raiz, não a exclusão social, não a pobreza, não a falta de oportunidades, mas a cor da pele, ou a etnia, ou o país de origem, ou a religião, que serve o jornalismo.

Para abrir consciências, em vez de as fechar. Para cerrar fileiras, enfrentando a ignorância e os ignorantes.
 
O camarada anda distraído. Todas as ideologias políticas recorrem ao medo. É ver os partidos esquerdalhas sempre a agitar o tema do bicho papão ultraliberal de direita.
 
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