Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

No truques de imprensa
Houve sempre, ao longo da história, quem construísse carreiras políticas com base nos medos e na capacidade para odiar do ser humano.
Basta apenas pressionar-nos o gatilho dos preconceitos que já albergamos no coração. Quando assim é, deitamos os números pela janela e saltamos para o comboio da irracionalidade.
Uma pessoa de etnia cigana agrediu uma médica e logo surgiram, como abutres, dezenas de dedos prontos a disparar sobre um grupo inteiro o ódio que anos de evidência anedótica vem construindo, pela calada, nas costas da diferença.
Num ano onde, até junho, se registaram 637 notificações de violência sobre profissionais de saúde, 10% dos quais física, foi o caso do agressor diferente que veio reclamar a atenção de certas pessoas.
Os jornalistas estiveram, na sua grande maioria, à altura da circunstância e reportaram o facto naquilo que ele tem de relevante: uma agressão bárbara contra uma profissional de saúde num contexto mais alargado de perigosidade crescente, materializada em centenas de casos, no exercício dessa profissão. Extrapolem-se daqui conclusões sobre os tempos de espera nos serviços de saúde, por exemplo. Mas, a menos que a estatística demonstrasse outra coisa - e parece não o demonstrar - nunca sobre etnias, cores, gostos ou clubes dos agressores.

Ouvem-se agora nas redes sociais e noutros lugares algumas vozes que se levantam contra este silêncio da imprensa em relação à etnia do agressor, vozes essas que se calaram nas centenas de outros casos de violência que vieram a lume na última década, quando a etnia do agressor não encaixava na mensagem que queriam passar.

Dar relevo jornalístico à origem étnica do agressor só seria permitido se essa relevância fosse dada sempre, isto é, se a cada agressão reportada, em cada caso de violência, a etnia a que pertence o agressor fosse identificada.
Não é o caso. Assim sendo, identificar a etnia do agressor apenas nos casos em que ela difere da maioria caucasiana que habita Portugal seria um ato de discriminação incompatível com as regras deontológicas dos jornalistas que criaria a ideia errada de que este tipo de crimes são cometidos sobretudo por certas pessoas.

Não se trata de "ocultar" a verdade. Trata-se de dar um tratamento igual a situações iguais. A agressão violenta, independentemente da etnia do agressor, é um crime punível por lei e digno de cobertura isenta.

Assim sendo, apliquemos ao jornalismo, à mensagem de certos políticos e a nós próprios um teste muito simples.
Neste sábado, um jovem de 24 anos foi morto à facada por três indivíduos, em Lisboa. É desconhecida, neste momento, a ascendência étnica dos agressores.
Se os criminosos forem brancos, será legítimo retirar dessa circunstância uma qualquer conclusão sobre a população branca residente em Portugal?

Se a resposta for não, então não existe razão para mencionar esse facto.
Se a resposta for sim, aguardaremos impacientes pelo vociferar de preocupações relacionadas com a violência entre a população branca deste país.

É também para não deixar que nos convençam que a violência tem na sua raiz, não a exclusão social, não a pobreza, não a falta de oportunidades, mas a cor da pele, ou a etnia, ou o país de origem, ou a religião, que serve o jornalismo.

Para abrir consciências, em vez de as fechar. Para cerrar fileiras, enfrentando a ignorância e os ignorantes.
Não se gastava menos paleio a dizer quantas dessas 637 situações de violência foram cometidas por ciganos?

Só para calar os preconceituosos!
 
À uns tempos estivemos aqui a discutir as alterações climáticas, e eu disse que tinha lido uma teoria que as alterações climáticas fazem parte de um ciclo natural, mas os governos aproveitam-se disso para criar um alarme social fazendo com que as pessoas, empresas e até outros países invistam, gastem dinheiro e ainda aumentar impostos e mais impostos sobre o pretexto da alteração do clima.

Teoria que não defendo mas acho que faz todo o sentido, ou seja que nada podemos fazer em relação às alterações climáticas (não confundir com poluição, não é por causa disso que agora vamos deixar de reciclar ou deixar de encher os oceanos com plástico), agora vejo dito com outras palavras, a mesma teoria.

Vejam este vídeo
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=671214029949870&id=410493056021970&sfnsn=mo&d=n&vh=e

Independentemente do que ele diz ser verdade ou meia-verdade, adoraria ver um gajo desse na AR. Fazem falta mais pessoas assim.
 
Esse post do "truques da imprensa portuguesa" é interessante:
- Em 10 milhões de portugueses temos uma população cigana de 30 e tal mil pessoas.
- Houve 637 casos registados de agressões a profissionais de saúde.
Assumindo que de facto as pessoas são preconceituosas e que a distribuição de casos de agressões é idêntica independentemente da etnia, dos 637 casos registados no máximo 2 casos envolveram pessoas de etnia cigana.
Se tiver ocorrido um terceiro caso nesses 637 casos registados, então a incidência de casos envolvendo a etnia cigana é automaticamente maior do que o que seria expectável e nessa medida acaba por auto-justificar a existência do preconceito. Algum jornalista que pergunte a um hospital se registou pelo menos três casos envolvendo ciganos e o "truques da imprensa portuguesa" pode apagar o post. [:D]
 
Esse post do "truques da imprensa portuguesa" é interessante:
- Em 10 milhões de portugueses temos uma população cigana de 30 e tal mil pessoas.
- Houve 637 casos registados de agressões a profissionais de saúde.
Assumindo que de facto as pessoas são preconceituosas e que a distribuição de casos de agressões é idêntica independentemente da etnia, dos 637 casos registados no máximo 2 casos envolveram pessoas de etnia cigana.
Se tiver ocorrido um terceiro caso nesses 637 casos registados, então a incidência de casos envolvendo a etnia cigana é automaticamente maior do que o que seria expectável e nessa medida acaba por auto-justificar a existência do preconceito. Algum jornalista que pergunte a um hospital se registou pelo menos três casos envolvendo ciganos e o "truques da imprensa portuguesa" pode apagar o post. [:D]

A matemática é lixada...

No fundo, os números são como o cabelo: penteiam-se para o lado que dá mais jeito.
 
No truques de imprensa

... até junho, se registaram 637 notificações de violência sobre profissionais de saúde, 10% dos quais física...

...

ou seja registaram-se umas 64 notificações de violencia fisica sobre os profissionais de saude...

quanto à maioria caucasiana que vive em portugal devo informar que os ciganos são caucasianos, pelo menos na sua grande maioria

o autor da posta de pescada menciona a estatistica... mas não indica os dados... sem dados, sem os numeros tudo aquilo não passa de frases sem sentido lançadas ao vento

alguem tem dados concretos? numeros?
 
O raspanete que FERRO RODRIGUES deu a André Ventura no Parlamento, "proibindo-o" de utilizar a palavra "VERGONHA" foi deliberado, não foi um acaso. Foi a forma que o dirigente socialista Ferro Rodrigues encontrou de dar importância a um deputado de Extrema-Direita. E porque ajuda o PS a extrema-direita? Para tirar peso à Direita moderada e ao Centro ( ao PSD e ao CDS), obviamente os mais prejudicados com a ascenção eleitoral de André Ventura. A promoção de Ventura irá continuar. Esta ideia de usar a Presidência o Parlamento para proteger Ventura, em prejuízo do CDS e do PSD não é digna da Segunda Figura do Estado português. Não é uma boa ideia. Nem é boa, nem original: foi já utilizada pelo Presidente Socialista Miterrand, em França, que foi o maior "promotor" da Exrema-Direita do Senhor Le Pen (Front National), para prejudicar a Direita Moderada de Giscard D'Estaing e Chirac.

https://portugalglorioso.blogspot.c...NOLkvtrI0SOZLnB-M3-9BGerUfSb3t4zo-cX6F7YEV1iA
 
Esse post do "truques da imprensa portuguesa" é interessante:
- Em 10 milhões de portugueses temos uma população cigana de 30 e tal mil pessoas.
- Houve 637 casos registados de agressões a profissionais de saúde.
Assumindo que de facto as pessoas são preconceituosas e que a distribuição de casos de agressões é idêntica independentemente da etnia, dos 637 casos registados no máximo 2 casos envolveram pessoas de etnia cigana.
Se tiver ocorrido um terceiro caso nesses 637 casos registados, então a incidência de casos envolvendo a etnia cigana é automaticamente maior do que o que seria expectável e nessa medida acaba por auto-justificar a existência do preconceito. Algum jornalista que pergunte a um hospital se registou pelo menos três casos envolvendo ciganos e o "truques da imprensa portuguesa" pode apagar o post. [:D]

está aí um erro, apenas 10% dos casos foram de violencia fisica, ora então estatisticamente, para estarem dentro da media só deveria ocorrer um caso de agressão fisica cujo agressor fosse cigano de 5 em 5 anos

cada vez mais que há muitos tipos que são de esquerda apenas porque não sabem fazer contas
 
Cá está.

https://observador.pt/2019/12/30/sa...IUMpO0kBPkML6RNndILjbeQDcyYvof5rQen7BtPIyoZ2E

Santos Silva pede desculpa aos empresários. Acho bem, não tinha outra saída senão pedir...


Começa a ser um lugar comum estes imbecis governantes Socialistas (nem vou inventariá-los tal a qty) abrirem a boca para cuspirem para o ar o que não sabem ou não conhecem.

Depois quando o cuspo lhes cai em cima, tentam amenizar o efeito com uma ventoinha, ou com um hipócrita pedido de desculpas.
 
Independentemente de uma grande percentagem da comunidade cigana viver à margem da sociedade e ter comportamentos deploráveis, não há dúvida que muitas vezes também há um "duplo standard" na forma como encaramos os incidentes.

A mesma agressão, se for feita por um cigano ou por um "Português de gema" é encarada de forma diferente. Quando as agressões não são feitas por alguém de uma minoria, já não é feita uma generalização de etnia/raça/nacionalidade/whatever mas sim a individualização desse ato.

Dou-vos um exemplo: imaginem que o Pedro Dias (o assassino de Aguiar da Beira) era cigano. Estou certo que aqui apareceriam várias generalizações: "os ciganos isto, os ciganos aquilo, deviam ser todos...". No entanto, como aquela besta não faz parte de uma minoria, já não são feitas essas generalizações relativamente aos "Portugueses de Gema".

Dá que pensar.
 
É verdade, mas os ciganos cometem muito crime que nós não cometemos. Ameaças, ofensas integridade física( navalhas pistolas), venda heroina a ceu aberto etc.
Nos tivemos um Pedro Dias , mas ha ciganos assim como ele, muitos. Um daqui está preso e mal sai da cadeia é terror. O pedro dias ao lado dele é um garoto, era esfaqueado em segundos.
 
Já passei por uma dezena de empresas, maioria PME, outras de grandes dimensões. Na realidade que eu conheço a maioria dos empresários deixa muito a desejar.

Mas esse palerma socialista é dos últimos a ter ética e moral para falar do assunto.

Desculpa lá mas esse é um problema do dono do capital.

Tu tens a empresa, é tua, pagas os teus impostos então ng tem nada a ver se geres segundo a escola de Gestão Americana, Inglesa ou Tuga.

Deixa a desejar? Compra um panamera em vez dum renault talisman? Não dá emprego a doutores? Azar, é o que temos.

Os empresários merecem respeito especialmente num país como esse em que a iniciativa privada é fortemente desincentivada por via da carga fiscal e burocracias. Até para abrir um mrd dum restaurante tens mais complicações em Portugal que na Alemanha.
 
Independentemente de uma grande percentagem da comunidade cigana viver à margem da sociedade e ter comportamentos deploráveis, não há dúvida que muitas vezes também há um "duplo standard" na forma como encaramos os incidentes.

A mesma agressão, se for feita por um cigano ou por um "Português de gema" é encarada de forma diferente. Quando as agressões não são feitas por alguém de uma minoria, já não é feita uma generalização de etnia/raça/nacionalidade/whatever mas sim a individualização desse ato.

Dou-vos um exemplo: imaginem que o Pedro Dias (o assassino de Aguiar da Beira) era cigano. Estou certo que aqui apareceriam várias generalizações: "os ciganos isto, os ciganos aquilo, deviam ser todos...". No entanto, como aquela besta não faz parte de uma minoria, já não são feitas essas generalizações relativamente aos "Portugueses de Gema".

Dá que pensar.



não dá que pensar coisa nenhuma.

a incidência de criminalidade e comportamento anti-social na comunidade cigana é percentualmente muito superior à dos "Portugueses de Gema".

é por isso que as agressões feitas por ciganos são encaradas de forma diferente. Apenas por isso.

estou farto da choraminguisse do racismo e da cantiga dos coitadinhos para branquear uma comunidade que em termos de costumes e comportamentos é uma mrd.

não é raça, não é genético. É a sua cultura, os seus costumes, a sua postura perante a sociedade. É uma mrd.

se quem tivesse agredido a médica fosse um sul-coreano, ninguém diria "os sul-coreanos isto, os sul-coreanos aquilo, deviam ser todos...".

diz-se dos ciganos porque acontece vezes demais, e as pessoas estão fartas.

as pessoas pagam impostos, cumprem a lei, vivem de acordo com a lei da República, e ainda tem de levar com a criminalidade e falta de educação de quem não dá nada à sociedade, de quem só tira, de quem só sorve.


chega.
 
Independentemente de uma grande percentagem da comunidade cigana viver à margem da sociedade e ter comportamentos deploráveis, não há dúvida que muitas vezes também há um "duplo standard" na forma como encaramos os incidentes.

A mesma agressão, se for feita por um cigano ou por um "Português de gema" é encarada de forma diferente. Quando as agressões não são feitas por alguém de uma minoria, já não é feita uma generalização de etnia/raça/nacionalidade/whatever mas sim a individualização desse ato.

Dou-vos um exemplo: imaginem que o Pedro Dias (o assassino de Aguiar da Beira) era cigano. Estou certo que aqui apareceriam várias generalizações: "os ciganos isto, os ciganos aquilo, deviam ser todos...". No entanto, como aquela besta não faz parte de uma minoria, já não são feitas essas generalizações relativamente aos "Portugueses de Gema".

Dá que pensar.

Muitas vezes nem é pela gravidade dos crimes que cometem que mais chamam à atenção e por um padrão de comportamento em matilha, intimidatório e ameaçador. Náo é o cigano, são os ciganos, é sempre assim que falamos neles. O Pedro Dias é o Pedro Dias.

Juntamente com isso são subsidiados para se portarem bem, com habitação, educação, RSI.... e ainda assim só fazem mer....

Mesmo os que não traficam/roubam etc vivem do expediente, da fuga a tudo, do chupa por onde poder, respeito a nada e recusa a qq esforço de integração pq têm uma cultura de mer.... que justifica tudo (nem eles acreditam nisso, deve ser só mm para argumentarem o "não fazemos").

Resumindo, concordo ctg. Tem de ser pela integração, pelos mais novos etc...... mas a paciência tem limites e o reflexo desta atitude frouxa do estado é....eleger um Ventura qq.

Começa sempre pequeno.
 
E denegrir os trabalhadores sempre a dizer que têm fracas qualificações, não há problema? É óbvio que o problema da falta de qualificações reflete-se em toda a sociedade, na qualidade dos trabalhadores, empresários, politicos, etc. Acho piada quando certas classes se tentam posicionar como se não pertencessem ao mesmo país...[:blush:]
 
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