Já agora qual a utilidade de uma empresa com mais de 250 ( acho que é o número) publicar uma política de não progressão? Honestamente não vejo a relevância de usar essa exceção para invalidar o que eu disse que apesar de não estar totalmente certo, está quase.
Só se for na cooperativa da Vidigueira do PCP onde todos os trabalhadores ganham o mesmo

não sei.
Mas qualquer que seja o plano de progressão, o que eu quis transmitir é que os jovens não têm paciência para os ciclos. Uma avaliação pode ser anual ou bi anual. Já as revisões de carreiras podem ser até de 2 ou 3 em 3 anos.

Depende da empresa.
Um puto entra hoje na categoria x em muitas empresa, mesmo com conhecimento da progressão, sabe perfeitamente que não é automática e se o regulamento for transparente (como manda a tal diretiva) que estará sujeito a ciclos e a vagas também para lugares.
Não é como na função pública.