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Estas a fazer confusão com a MOTO DUPLAPois, eu sabia que tinha essa. Alás, a malta de Paranhos vai lá toda, um amigo meu é também amigo pessoal dele.
Falei na da Secundária porque sou do tempo em que antes de ser Conservatório de Música era um bar do Tuning e antes disso uma loja de motas (ou então estou a fazer confusão com a outra descida)
Hélder Rodrigues: “A HRC trabalhou muito ao construir uma moto nova em oito meses”
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Hélder Rodrigues vai iniciar a sua oitava participação no Dakar, assumindo o objetivo de lutar pelo triunfo na mítica prova de todo-o-terreno. Em 2014, será também a segunda edição em que o português representa a Honda e a preparação foi intensa ao longo do ano. O resultado do ano passado não foi o melhor, como o piloto destacou, “mas este ano trabalhámos muito, com uma moto completamente nova e o objetivo de vencer o Dakar. Já fiz dois pódios, estou bem, não tenho nenhuma lesão e sinto-me bem fisicamente”.
Ao AutoSport, o motard garantiu que “estou numa equipa bastante mais competitiva que no ano passado. A HRC trabalhou muito com o objetivo muito forte e um projeto muito grande, de fazer uma moto destas em oito meses”. Hélder Rodrigues revelou ainda que o seu mochileiro será Javier Pizzolito, não se considerando o piloto número 1, embora a equipa atribua essa posição ao piloto luso. Contudo, a estratégia pode alterar-se devido às condicionantes da corrida: “Temos mais dois pilotos de topo, o Joan Barreda e eu, e com este ano excelente o Paulo Gonçalves. Depois temos os outros dois para nos ajudar, Sam Sunderland e o meu mochileiro Javier Pizzolito”.
Hélder Rodrigues, campeão do Mundo em 2011, tem um currículo notável no Dakar, competição onde se estreou em 2006 com um 9º lugar. De então para cá subiu já por duas vezes ao pódio. Registando ainda mais um quarto lugar, terminou por duas vezes na 5ª posição e uma na sétima. O piloto de Almargem do Bispo, Sintra preparou-se de forma intensiva e muito cuidada com vista ao grande desafio que se avizinha e para o qual é justificadamente colocado no restrito lote dos favoritos.
Na portuguesa não sei, mas na Eurosport haverá.Alguem sabe se haverá resumos diarios do Dakar na TV portuguesa.
Um grupo de cidadãos indígenas originários das terras altas da Bolívia, chamados de «allyus de Tolapamga», promete bloquear o Dakar 2014 que, pela primeira vez, vai atravessar território daquele país sul-americano.
Tudo não passa de uma questão política. A ameaça acontece enquanto o Governo local continuar a impedir a entrada do novo Conselho de Governo do Conselho Nacional de Allyus e Markas de Qullasuyu (con.amaq), uma organização de povos indígenas locais, descendentes dos Incas, na sede da organização.
O con.amaq dividiu-se em dois setores. Um, maioritário, que elegeu Freddy Bernabé como líder, outro escolheu Hilarión Mamani, que foi aprovado pelo governo mas não é reconhecido pela maioria dos membros da organização.
Guillermo Flores é um dos 60 populares que se encontra em vígilia às portas da sede da organização desde sexta-feita. Em declarações à Erbol afirmou: “Nós, como representantes de Tolapampa, não vamos permitir que entrem em nossa casa com o Dakar. O Governo tem de ter isso bem em conta.”
A polícia tem estado a guardar a sede, em La Paz, impedindo a entrada dos protestantes, que vão combinando estratégias para convencer os governantes a mudar de ideias. Bloquear caminhos ou assaltar oficinas são algumas das medidas propostas.
“Os povos indígenas estão muito quentes. Estamos à espera que cheguem as autoridades do con.amaq com a decisão tomada”, explica Flores.
A par da vigília decorre uma greve de fome por parte dos populares que promete intensificar-se nas próximas horas.
Em Uyuni localiza-se o grande deserto de sal, uma das novidades da prova deste ano. É essa passagem que os indígenas prometem bloquear se as suas pretensões não forem atendidas.
Nas motas acho que se não for este ano nunca vai ser