Dakar 2016

Para mim quem ganha é a fiabilidade do motor KTM, porque se não fosse a penalização o Coma ainda ia abanar um bocado com a pressão do speedy.
 
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COMA MARC[/TD]
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GONÇALVES PAULO[/TD]
[TD="class: team"]TEAM HRC[/TD]
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PRICE TOBY[/TD]
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Carlos Sousa


ETAPA 12: Termas de Rio Hondo - Rosario (ARG)
Ligação: 726 km
Especial: 298 km
Total: 1.024 km
Este será o maior dia do Dakar Rally 2015 e um dos maiores da história da prova. Serão 1.024 quilómetros, mas com uma especial curta, de 298 km. A meta está próxima, mas o dia pode ainda reservar surpresas, com a vegetação típica da região a exigir muitos cuidados. Carlos Sousa e Paulo Fiuza - Codriver serão hoje o 8º carro a sair para a estrada. O 7º lugar está apenas a 2m40s de diferença.
#Sou4x4 #Dakar2015 #EquipeMitsubishiPetrobras

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Ricardo Leal dos Santos


Nissan BAMP vence entre os privados e termina a etapa em 17.º

Na penúltima etapa do Dakar Argentina Bolívia Chile 2015, que hoje levou a caravana de Termas Rio Hondo a Rosário, a dupla Ricardo Leal dos Santos e Carlos Du Sachs voltou a conseguir uma posição dentro do Top 20, mas desta feita conseguiu ainda ser a mais rápida de entre as formações que competem com o estatuto de privados, do qual fazem parte a grande maioria dos concorrentes, mas raros são os que ocupam lugares de destaque como o alcançado hoje pela Nissan Navara V8 nº 360.

Nesta que foi a mais longa etapa desta edição de 2015 do Dakar, com 1024 quilómetros de extensão, a dupla Ricardo Leal dos Santos e Carlos Du Sachs gastou 3h15m26s no troço cronometrado de 298 km comum a todas as categorias.

"A primeira parte da etapa foi muito dolorosa para nós. A pista tinha um traçado muito ao nosso jeito, muito técnico, como um troço de rali mas em tamanho grande, só que o pó levantado pelos carros que partiram à nossa frente impedia-nos de rolar ao nosso ritmo. Estávamos sempre a ser travados. Conseguimos passar alguns concorrentes, nalguns casos acidentados, e mais para o final da especial já foi possível andar um pouco melhor. Talvez amanhã, na derradeira etapa, consigamos fazer um resultado melhor", salientou Ricardo Leal dos Santos à chegada a Rosario.

De salientar que na sua anterior participação, em 2012, Ricardo Leal dos Santos culminou o seu desempenho na prova com uma vitória na derradeira etapa.

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Carlos Sousa


Olá amigos,
Missão cumprida. Completámos mais um Dakar e novamente entre os 10 melhores da classificação. Foi uma prova longa e difícil, pelo que chegar aqui até ao palanque de chegada é sempre uma grande emoção. É o momento em que respirámos fundo e pensámos no que poderíamos ter feito melhor... Tivemos alguns problemas com suspensão do carro à entrada do Chile e acabámos por sofrer bastante ao longo de quatro especiais, incluído a Etapa Maratona. Mas após o dia de descanso, o carro melhorou muito e pudemos andar a um ritmo muito forte até final. Mas estou muito contente com o comportamento global do carro. Temos uma excelente base e sei que há ainda muito potencial para explorar no futuro.

O 8º lugar final está dentro daquilo que eram as nossas expetativas para este primeiro Dakar com a equipa Mitsubishi Petrobras. Claro que ao olharmos para o escalonamento final torna-se evidente que o resultado poderia ter sido outro. Sem aquele erro durante a Etapa 9, que nos custou uma penalização de 40m no final, poderíamos estar aqui hoje a festar um lugar no top-5 final. Mas o Dakar é mesmo assim e temos que aceitar o que ele nos dá...

O meu muito obrigado a toda a Equipe Mitsubishi Brasil pelo fantástico ambiente em que decorreu este Dakar e um especial abraço ao Guiga Spinelli por todo o apoio e entreajuda. Senti-me verdadeiramente em casa e acreditem que nunca tinha falado tanto português durante um Dakar.

E, claro, um grande e sentido OBRIGADO a todos os que nos seguiram à distância e diariamente nos fizeram chegar mensagens de apoios e encorajamento. Foram mais uma vez fantásticos e só por isso, todo este esforço já valeu a pena.

Um forte abraço e até breve.

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Ricardo Leal dos Santos


A dupla luso-brasileira do projeto BAMP celebra a participação no Dakar 2015, estando toda a equipa de parabéns.

Num dia marcado pela chuva intensa, que obrigou a reduzir substancialmente o derradeiro sector selectivo, terminou em festa mais uma edição do Rali Dakar Argentina Bolívia Chile. Numa etapa em que estava apostada em conseguir o seu melhor resultado no Dakar 2015, a dupla Ricardo Leal dos Santos e Carlos Du Sachs teve, face à diminuta extensão do troço, de se contentar com uma posição dentro do Top 20; mas acima de tudo finalizou com sucesso a estreia do projecto BAMP (Brasil Angola Moçambique Portugal) e demonstrou todo o seu potencial para futuras participações na grande maratona de todo-o-terreno.

Na curta especial, de pouco mais de 30 quilómetros, em lugar dos 174 que estavam previstos, Ricardo Leal dos Santos levou a Nissan V8 a realizar o 17º tempo e o balanço final que faz é muito positivo.

"Foi a estreia deste projecto no Dakar e estar à chegada é sempre um dos mais importantes objectivos. Desportivamente gostávamos de ter conseguido um melhor resultado mas, tal como muitas equipas e pilotos, que até dispunham de mais argumentos que nós, fomos vítimas de pequenas situações que nos atrasaram irremediavelmente. Estamos todavia cientes de que temos uma bela máquina, que pode ser ainda muito melhorada. Todas as três Nissan da Red Lined Motorsports terminaram a corrida sem grandes problemas. É um regresso importante da Nissan ao Dakar, onde viveu tempos áureos.

Levamos desta prova dados muito importantes para o desenvolvimento futuro do carro que, estou seguro, nos poderá permitir vir a lutar por um lugar no Top 10. Por outro lado, toda a nossa estrutura funcionou de forma excelente e isso revelou-se muito importante quando foi necessário superar todas as dificuldades geradas pela dureza deste rali", salientou Ricardo Leal dos Santos à chegada a Buenos Aires.

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Não sei se será uma das causas, mas ver a mota e olhar para a forma como distribuíram os depósitos, conseguiram tapar quase totalmente o motor, acho que não deve "abonar" na saúde do mesmo.
Ainda assim estas Hondas estão muito bem desenhadas, de certo modo mal se parecem umas "Dakarianas" sem os trambolhos dos depósitos, malas de ferramentas, disfarçaram bem, devem ter uma distribuição de peso muito boa.
Parabéns aos tugas todos, quase todos tiveram excelentes resultados para o que lhes foi "oferecido", pena o Patrão tinha um bom andamento para um outsider numa Suzuki[:cool:]
Quando ao Carlos, dêem uma Toyota ao homem[:D][:cool:]
 
Este Dakar foi fenomenal !

Também confesso que dos últimos foi um dos que acompanhei mais, mas foi dos Dakares mais duro e diversificado nos cenários atravessados, amplitudes térmicas, altitudes, etc.

Não deixo de reter a excelente performance dos motores diesel BMW nos Mini, mas também todo o carro, a preponderância das KTM, claramente mais fiáveis que as Honda que não conseguiram fazer o Dakar inteiro com o mesmo motor e a excelência dos Kamaz, que de facto também não dão hipóteses.
 
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