Detido dirigente da Frente Nacional

citação:Originalmente colocada por mccrow

Se falarmos em termos genéricos do Holocausto da segunda grande guerra, então foram todos quantos os que participaram, afinal, se existir algum pais que tenha participado directamente na guerra e não tenha assassinado algum cívil então que lhe deêm o premio nobel da paz.

Claro a definição de Holocausto é por muitas vezes conhecido por Holocausto Nazi ... e aí todos sabem os culpados ...
Tá a reinar comigo, ou quê?

O Holocausto tem um único significado, no contexto da 2GG (desculpem não usar o estrangeirismo WWII...).

E o Holocausto foi originado por uma ideologia, o Nacional-Socialismo Alemão, o Nazismo.

E não tem nada a ver com qualquer outra ideologia dos tempos modernos. Nada.

E neste post, a propósito de um cabeça quadrada, geraram-se as maiores confusões possíveis.

Comparar o Comunismo com o Nazismo.

Comparar a Extrema Direita (Nazista) com a Extrema Esquerda.

E meus caros amigos, há que fazer uma demarcação clara das coisas.

Não gosto dos comunas, porque são patéticos. Têm apenas um ideal de sociedade, e por muito que ele não se verifique, lá continuam com ele. Tal e qual as Testemunhas de Jeová.
Mas daí a fazerem mal a alguém de propósito?

Regimes Comunistas? Detesto. São das piores coisas que Deus deitou ao mundo. Sempre se aproveitaram das contrariedades e contradições do seu sistema para esmagar o seu próprio povo.
Há quem goste deles? Paciência, também há quem goste de comer minhocas e não tenho nada contra isso...

Comparar o Comunismo com o Nazismo?

Porra, tenham lá juizo, que eu estou prestes a perder o meu. [8D]
 
A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...
 
citação:Originalmente colocada por tiago2

Daqui um bocado voçes estão da dizer que culpa da 2º grande guerra é dos aliados....
E foi, porque foram eles que decidiram parar os alemães. Se se tivessem rendido não tinha havido guerra [}:)]
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por mccrow

Se falarmos em termos genéricos do Holocausto da segunda grande guerra, então foram todos quantos os que participaram, afinal, se existir algum pais que tenha participado directamente na guerra e não tenha assassinado algum cívil então que lhe deêm o premio nobel da paz.

Claro a definição de Holocausto é por muitas vezes conhecido por Holocausto Nazi ... e aí todos sabem os culpados ...
Tá a reinar comigo, ou quê?

O Holocausto tem um único significado, no contexto da 2GG (desculpem não usar o estrangeirismo WWII...).

E o Holocausto foi originado por uma ideologia, o Nacional-Socialismo Alemão, o Nazismo.

E não tem nada a ver com qualquer outra ideologia dos tempos modernos. Nada.

E neste post, a propósito de um cabeça quadrada, geraram-se as maiores confusões possíveis.

Comparar o Comunismo com o Nazismo.

Comparar a Extrema Direita (Nazista) com a Extrema Esquerda.

E meus caros amigos, há que fazer uma demarcação clara das coisas.

Não gosto dos comunas, porque são patéticos. Têm apenas um ideal de sociedade, e por muito que ele não se verifique, lá continuam com ele. Tal e qual as Testemunhas de Jeová.
Mas daí a fazerem mal a alguém de propósito?

Regimes Comunistas? Detesto. São das piores coisas que Deus deitou ao mundo. Sempre se aproveitaram das contrariedades e contradições do seu sistema para esmagar o seu próprio povo.
Há quem goste deles? Paciência, também há quem goste de comer minhocas e não tenho nada contra isso...

Comparar o Comunismo com o Nazismo?

Porra, tenham lá juizo, que eu estou prestes a perder o meu. [8D]
e serve apenas para indicar o que os nazis fizeram ... porque os outros participantes nada fizeram ... certo?


outra coisa:

citação:Originalmente colocada por Carlos.L
E neste post, a propósito de um cabeça quadrada, geraram-se as maiores confusões possíveis.
se foi para me ofender, para alem de ficares a saber que não me ofendi, sugiro que começes a controlar as tuas palavras!

Regras do fórum Autohoje Online


1. Um fórum é um espaço de debate e troca de opiniões. Qualquer "post" que ultrapasse os limites da sã convivência social, seja por má-educação, afirmações insultuosas, ataques pessoais ou por mera vontade de incendiar um tópico será moderado. A decisão da moderação é final nesta matéria e sem espaço a discussão. No entanto, é possível pedir um esclarecimento aos moderadores via "private message".
 
citação:Originalmente colocada por tiago2

A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...

:(:( TODOS?????... os bebés tambem?? as crianças tambem??? isto para sem falar dos camponeses e de mta população que nem ler sabia...
Hitler foi eleito como politico por sufragio nem a maioria absoluta teve...a guerra fez ele depois...

Quer dizer que agora se o José Socrates fizer guera com espanha nos esmagarem com bombas nas nossas casas matando tudo e os nossos filhos somos nós os culpados??? eu nao sou de certeza[:0]

Não generalizes pk eu tb nao generalizei...se alguem faz uma guerra ele que pague por isso deixem as popolações civis em paz...porque isso é crime;) matar inocentes é crime.
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por tiago2

A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...

:(:( TODOS?????... os bebés tambem?? as crianças tambem??? isto para sem falar dos camponeses e de mta população que nem ler sabia...
Hitler foi eleito como politico por sufragio nem a maioria absoluta teve...a guerra fez ele depois...

Quer dizer que agora se o José Socrates fizer guera com espanha nos esmagarem com bombas nas nossas casas matando tudo e os nossos filhos somos nós os culpados??? eu nao sou de certeza[:0]

Não generalizes pk eu tb nao generalizei...se alguem faz uma guerra ele que pague por isso deixem as popolações civis em paz...porque isso é crime;) matar inocentes é crime.
Não vás por essas questões de semântica porque senão é toda a gente inocente, também...


citação:Originalmente colocada por mccrow

e serve apenas para indicar o que os nazis fizeram ... porque os outros participantes nada fizeram ... certo?
Holocausto não é referente à morte de civis e inocentes. É o termo designado à perseguição e exterminio deliberado e em massa de um povo, os judeus. E sim, quem fez isso foram os alemães, não os outros.
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por tiago2

A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...

:(:( TODOS?????... os bebés tambem?? as crianças tambem??? isto para sem falar dos camponeses e de mta população que nem ler sabia...
Hitler foi eleito como politico por sufragio nem a maioria absoluta teve...a guerra fez ele depois...

Quer dizer que agora se o José Socrates fizer guera com espanha nos esmagarem com bombas nas nossas casas matando tudo e os nossos filhos somos nós os culpados??? eu nao sou de certeza[:0]

Não generalizes pk eu tb nao generalizei...se alguem faz uma guerra ele que pague por isso deixem as popolações civis em paz...porque isso é crime;) matar inocentes é crime.

Peço desculpa no usar a palavra "todos"... realmente nao foram todos nem talvez sequer a maior parte.... mas uma consideravel % da população da altura sim!!!;)
 
citação:Originalmente colocada por mccrow

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por mccrow

Se falarmos em termos genéricos do Holocausto da segunda grande guerra, então foram todos quantos os que participaram, afinal, se existir algum pais que tenha participado directamente na guerra e não tenha assassinado algum cívil então que lhe deêm o premio nobel da paz.

Claro a definição de Holocausto é por muitas vezes conhecido por Holocausto Nazi ... e aí todos sabem os culpados ...
Tá a reinar comigo, ou quê?

O Holocausto tem um único significado, no contexto da 2GG (desculpem não usar o estrangeirismo WWII...).

E o Holocausto foi originado por uma ideologia, o Nacional-Socialismo Alemão, o Nazismo.

E não tem nada a ver com qualquer outra ideologia dos tempos modernos. Nada.

E neste post, a propósito de um cabeça quadrada, geraram-se as maiores confusões possíveis.

Comparar o Comunismo com o Nazismo.

Comparar a Extrema Direita (Nazista) com a Extrema Esquerda.

E meus caros amigos, há que fazer uma demarcação clara das coisas.

Não gosto dos comunas, porque são patéticos. Têm apenas um ideal de sociedade, e por muito que ele não se verifique, lá continuam com ele. Tal e qual as Testemunhas de Jeová.
Mas daí a fazerem mal a alguém de propósito?

Regimes Comunistas? Detesto. São das piores coisas que Deus deitou ao mundo. Sempre se aproveitaram das contrariedades e contradições do seu sistema para esmagar o seu próprio povo.
Há quem goste deles? Paciência, também há quem goste de comer minhocas e não tenho nada contra isso...

Comparar o Comunismo com o Nazismo?

Porra, tenham lá juizo, que eu estou prestes a perder o meu. [8D]
e serve apenas para indicar o que os nazis fizeram ... porque os outros participantes nada fizeram ... certo?


outra coisa:

citação:Originalmente colocada por Carlos.L
E neste post, a propósito de um cabeça quadrada, geraram-se as maiores confusões possíveis.
se foi para me ofender, para alem de ficares a saber que não me ofendi, sugiro que começes a controlar as tuas palavras!

Regras do fórum Autohoje Online


1. Um fórum é um espaço de debate e troca de opiniões. Qualquer "post" que ultrapasse os limites da sã convivência social, seja por má-educação, afirmações insultuosas, ataques pessoais ou por mera vontade de incendiar um tópico será moderado. A decisão da moderação é final nesta matéria e sem espaço a discussão. No entanto, é possível pedir um esclarecimento aos moderadores via "private message".
Ó pá, o melhor é pedires um esclarecimento aos moderadores via PM. :D :D [:p]

Repara numa coisa, uso o termo de cabeças quadradas quando me refiro a gajos da extrema-direita, estilo skin-heads. Sempre o fiz aqui no fórum, já uma vez me referi a um dos membros como tal, mas não foi e até agora mais do que isso.

Deves estar com alucinações ao sentir que me estou a referir a ti. Não, não estava. E não tenho nenhum problema em dizê-lo em público. O cabeça quadrada em questão é o tal dirigente da frente nacional.

Mas estou a reparar que estás em desequilíbrio emocional. Já tinha reparado nisso a propósito do ataque ao WTC.

Uma sugestão, se me permites. Procura ajuda profissional. A sério. :)
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por tiago2

A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...

:(:( TODOS?????... os bebés tambem?? as crianças tambem??? isto para sem falar dos camponeses e de mta população que nem ler sabia...
Hitler foi eleito como politico por sufragio nem a maioria absoluta teve...a guerra fez ele depois...

Quer dizer que agora se o José Socrates fizer guera com espanha nos esmagarem com bombas nas nossas casas matando tudo e os nossos filhos somos nós os culpados??? eu nao sou de certeza[:0]

Não generalizes pk eu tb nao generalizei...se alguem faz uma guerra ele que pague por isso deixem as popolações civis em paz...porque isso é crime;) matar inocentes é crime.
Nephilim
Ainda não percebeste que a questão não é saber se TODOS os alemães são responsáveis pela guerra e pelas chacinas?
A questão é saber que, EXCLUSIVAMENTE, ALGUNS alemães foram responsáveis pela guerra.
POR TODA A GUERRA!
Por isso, quem tiver problemas com o que foi feito na guerra, que vá pedir explicações aos alemães.
Uma lição de física: para toda a acção há uma reacção.
Se os alemães não se tivessem armado em estúpidos ao ocupar a Austria e a Checoslováquia, a fazerem exigências inominadas aos franceses e, acima de tudo, a invadirem a Polónia ao arrepio de tudo quanto lhes tinha vindo a ser pedido por diversos países, nenhuma criancinha alemã tinha morrido na guerra...
 
citação:Originalmente colocada por Leonardo Sinisgalli

citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por tiago2

A mente humana tem destas coisas....enquanto o Hitler foi poderoso todos os alemaes apoiaram-no... muitos perseguiram imaculadamente os judeus... para ganhar uns trocos. Quando a guerra acabou a maior parte dos apoiantes de Hitler deixou do ser... passando a ser democratas e humanistas convictos.... penso que nem só os oficiais superiores é que eram nazis... mas sim uma fatia consideravel parte da população(por razoes economicas ou mesmo ideologicas).... enfim outros tempos...

:(:( TODOS?????... os bebés tambem?? as crianças tambem??? isto para sem falar dos camponeses e de mta população que nem ler sabia...
Hitler foi eleito como politico por sufragio nem a maioria absoluta teve...a guerra fez ele depois...

Quer dizer que agora se o José Socrates fizer guera com espanha nos esmagarem com bombas nas nossas casas matando tudo e os nossos filhos somos nós os culpados??? eu nao sou de certeza[:0]

Não generalizes pk eu tb nao generalizei...se alguem faz uma guerra ele que pague por isso deixem as popolações civis em paz...porque isso é crime;) matar inocentes é crime.
Nephilim
Ainda não percebeste que a questão não é saber se TODOS os alemães são responsáveis pela guerra e pelas chacinas?
A questão é saber que, EXCLUSIVAMENTE, ALGUNS alemães foram responsáveis pela guerra.
POR TODA A GUERRA!
Por isso, quem tiver problemas com o que foi feito na guerra, que vá pedir explicações aos alemães.
Uma lição de física: para toda a acção há uma reacção.
Se os alemães não se tivessem armado em estúpidos ao ocupar a Austria e a Checoslováquia, a fazerem exigências inominadas aos franceses e, acima de tudo, a invadirem a Polónia ao arrepio de tudo quanto lhes tinha vindo a ser pedido por diversos países, nenhuma criancinha alemã tinha morrido na guerra...

Mas agora as chefias Nazis, ou seja, do partido Nacionalista, são TODOS os alemães:D

Não generalizem, porque na sua grande maioria, oa alemães deixaram
-se/foram obrigados a ser levados nessa...
 
citação:Originalmente colocada por Torres

Holocausto não é referente à morte de civis e inocentes. É o termo designado à perseguição e exterminio deliberado e em massa de um povo, os judeus. E sim, quem fez isso foram os alemães, não os outros.

Errado!!!

Exterminar um povo é um genocídio.;)

Holocausto é algo terrivel nao tem a ver com um povo expecifico mas com algo mto grave para o ser humano. Holocausto houve varios até ao holocausto nuclear.

Já agora qdo falas em semantica que todos sao inocentes...os inocentes sao inocentes e os culpados sao culpados...nao podem é levar todos por tabela pk isso é injusto;)
 
Torres

Por acaso, em termos de significado, "holocausto" até pode ser sinónimo de "altruismo", ou de uma festa santa hehe.

O dos judeus destaca-se por se escrever com letra maiúscula.
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por Torres

Holocausto não é referente à morte de civis e inocentes. É o termo designado à perseguição e exterminio deliberado e em massa de um povo, os judeus. E sim, quem fez isso foram os alemães, não os outros.

Errado!!!

Exterminar um povo é um genocídio.;)

Holocausto é algo terrivel nao tem a ver com um povo expecifico mas com algo mto grave para o ser humano. Holocausto houve varios até ao holocausto nuclear.

Já agora qdo falas em semantica que todos sao inocentes...os inocentes sao inocentes e os culpados sao culpados...nao podem é levar todos por tabela pk isso é injusto;)
Já que gostas da semântica, lê:

holocausto






do Lat. holocaustu < Gr. holókauston < kolós, vítima inteira + káío, queimo


s. m.,
sacrifício expiatório e de acção de graças, praticado pelos antigos Hebreus, por cremação total de um animal;

a vítima do sacrifício;

sacrifício em geral;

abdicação da vontade própria para satisfazer a de outrem;

grande chacina ou destruição da vida;

a causa de tal desastre;

o assassínio em massa dos Judeus pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial (nesta acepção, grafa-se com inicial maiúscula).


A referência é do dicionário da lingua portuguesa, da periberam http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

Chega ou queres continuar a insistir que os outros estão errados?
 
citação:Originalmente colocada por Messerschmitt

Torres

Por acaso, em termos de significado, "holocausto" até pode ser sinónimo de "altruismo", ou de uma festa santa hehe.

O dos judeus destaca-se por se escrever com letra maiúscula.
E estamos a falar de qual? É que eu estou a ler por aí que afinal os alemães não fizeram nada, e foram os outros....
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

Errado!!!

Exterminar um povo é um genocídio.;)

Holocausto é algo terrivel nao tem a ver com um povo expecifico mas com algo mto grave para o ser humano. Holocausto houve varios até ao holocausto nuclear.

Já agora qdo falas em semantica que todos sao inocentes...os inocentes sao inocentes e os culpados sao culpados...nao podem é levar todos por tabela pk isso é injusto;)
Um gato é um gato
E um cão é um cão.

E já houve holocausto nuclear? Porra, e ninguém me disse nada?

Já devias ter contado isso ao pessoal, há mais tempo.

Já agora, essa de exterminar um povo, então não botaste numa das tuas faladuras que ser Judeu é uma Religião?

Não venhas baralhar mais aqui o pessoal... [:p]
 
Bem isto vai para aqui uma discussão do caraças.
Vamos lá por pontos, o caça Me262 foi um excelente caça e um bom marco tecnológico no desenvolvimento da aeronaútica mas inútil na altura em que entrou ao serviço, a alemanha na altura era bombardeada pesadamente e o tio Adolf sonhava com as famosas V1 e V2 e afins para virar o curso da guerra, aliás, tê-lo ia feito em duas ocasiões não fossem dois detalhes, em primeiro a derrota na batalha de inglaterra, quem ganhou a batalha para os ingleses foi o próprio Adolf ao ordenar que os caças e caças-bombardeiros, etc, alemães ao invés de continuarem a massacrar (sim foi um massacre autêntico) os campos de aviação e pilotos ingleses, passassem a bombardear as cidades, foi a lufada de ar fresco que a RAF necessitou para repor as esquadrilhas e começar a praticar tiro ao alvo por dois motivos,

1. A autonomia dos caças alemães era reduzida em espaço aéreo britânico.
2. Os bombardeiros são alvos fáceis para Hurricanes e para os poucos Spitfires.

Ficou mais que provado que, se Hitler não tivesse dado esta ordem tão contraproducente a RAF em poucos meses não tinha aviões nem homens para combater os alemães.

A segunda situação deve-se ao envio de comandos britânicos para solo norueguês e alemão com o intuito de "trazer" cientistas alemães que trabalhavam no projecto alemão para armas nucleares e para o do reactor nuclear que os alemães tinham em funcionamento.
Muito se especula sobre o assunto mas era temida a incerteza sobre a capacidade alemã para dotar uma V2 com uma bomba nuclear.

Quanto a batalhas navais, ficou mais que provado que o poderio alemão nesta matéria era imenso mas com falhas, a frota de superficíe alemã não rivalizava em números com a britânica, no entanto a maioria dos navios ingleses eram algo antigos ou tinham sofrido melhoramentos, caso do Hood na famosa caça ao Bismarck, adiante, nesta batalha foram usados salvo erro os navios Norfolk, Suffolk, Prince Of Wales, Hood e o porta aviões Arc Royal com os antigos torpedeiros Swordfish, entre outras inovações o Bismarck além de canhões com maior alcançe tinha um radar, uma tripulação experiente e levava a companhia do navio Prinz Eugen , anyway, resta dizer que para afundar o Hood tudo ficou devido a uma tentativa de expor o britânico o menos possivel ao fogo do alemão devido a,

1. O navio alemão tinha mais alcançe.
2. A blindagem do navio inglês não resistia á munição do alemão.

estes dois pontos conjugados e um tiro certeiro/com sorte mesmo no paiol central do Hood ditaram que o navio se partisse ao meio e se afundasse.

No meio de tudo isto pode-se dizer que assistimos a uma das últimas batalhas navais entre navios deste género já que a sorte do Bismarck foi ditada pela aviação naval e pelos velhinhos swordfish, que em dois ou três ataques conseguiram por fim danificar o leme do navio alemão e impedirem-no de regressar a frança para reparações, assistimos aqui ao inicio da ascensão aviação naval, uns meses mais tarde levada a efeito pela frota Japonesa no pacifico e pelos seus combates miticos com a frota americana.

Mais uma vez a aposta alemã em U-Boats foi acertada, se bem que as inovações tecnológicas como o sonar, e sistemas de ataque/defesa como cargas o famoso ouriço(hedgehog) e mais tarde os bombardeiros Lancaster e Liberator que largavam bombas/cargas sobre cada U-Boat que avistavam levaram a que a frota alemã de submarinos fosse dizimada.

No campo da guerra terrestre mais uma vez foi provado que quem derrubou o exército foi Hitler e a sua inépcia como estratega militar, Rommel conquistou paris com a sua divisão fantasma no inicio da guerra, chegou a paris primeiro que o resto do exército alemão, e mais tarde durante a guerra em África com o Afrika Korps foi ele quem deu cartas nas batalhas entre tanques, o que o derrotou foi a queda das linhas de abastecimento, mesmo assim e em retirada ainda conseguiu bater as tropas aliadas e o seu Sherman, que era atravessado de um lado ao outro pelos projecteis dos tanques alemães como os Tiger ou King Tiger, mais avançados que qualquer outro tanque na altura mas de manutenção e construção muito mais complicada.

Pode-se dizer que quem ditou mesmo o destino da guerra, mais que os esforços de guerra combinados dos aliados, que foram imensos, foi mesmo o próprio Hitler e a sua falta de visão no campo militar, a sua ordem fatal de atacar a Rússia ao mesmo tempo que combatia em duas outras frentes foi o desfecho final numa sucessão de erros que levariam o exército alemão á exaustão e ao declinio.

No campo militar podemos dizer que o exército alemão era em tudo brilhante, hitler aparte, tinha os melhores comandantes, as tropas mais bem motivadas, treinada e equipadas e uma coisa extremamente importante um exército que em campo levava as ordens a cabo sem olhar a meios, guerra é guerra e nesse campo tiro o meu chapéu tanto a germânicos como a nipónicos que levaram a guerra ao seu ponto mais crucial que é o de combater e levar a cabo as ordens dadas, louve-se o facto dos aliados terem determinação e teimosia, mas se olharmos para factos nús e crús, quem venceu a guerra nem foi o exército aliado foi mesmo a idiotiçe de uma só personalidade que apesar de nula em termos militares era brilhante no campo politico e foi assim que subiu ao poder e conseguiu além de motivar toda uma nação para a guerra, de levantar a indústria e reorganizar todo um país foi o facto de construiur uma doctrina (não digo que concordo estou apenas a analisar as coisa conforme foram) que ainda hoje para o melhor ou para o pior prevalece e está implantada nas mentes de algumas pessoas um pouco por todo o mundo ocidental.

Agora falamos todos dos alemães mas ninguém se lembra do tio estaline que também massacrou milhões dos seus próprios compatriotas, o regime comunista também não é flor que se cheire e na altura fez os seus mortos.

Ninguém fala no Japão que usou variantes de um virus da peste na China e que abandonou territórios pré infectados deixando o exército chinês avançar e morrer aos milhares.

Ninguém fala do massacre de 2 MILHÕES de cambodjanos entre 1975-1979 por parte dos khmers Vermelhos.

Btw, um link interessante do NY Times,

http://vip.latnet.lv/LPRA/holocaus.htm

HOLOCAUSTS
Aivars Slucis, M.D, 820 4th Ave., Albert Lea, MN 56007

The world believes that the modem day holocausts began and ended with the German Holocaust, against the Jews which began in Germany in 1940.

However, in reality the holocausts began at, least seven years earlier and in Russia, not Germany. We can take as one example the fate of the 230,000 Latvians living in Russia at that time. In 1937 a secret directive was issued from Moscow: latišskoje gelo (the Latvian matter). It ordered the killing of Latvians. In the next few months 73,000 Latvians, almost all the men over age 15, with some educated and activist women, were arrested and shot. On the arrest order was written: pri#269;ina obvineniya-latiš (reason for arrest — Latvian). That's all — Latvian. Three years later in Germany similar orders would say: reason for arrest — Jew.

Before the Latvian holocaust in Russia, there was the holocaust against the Ukrainians when in 1933/1935 creating artificial famine the Russians killed almost five million Ukrainians. In 1937-38 there were also holocausts against Estonians and Lithuanians living in Russia.

Altogether, from 1900 to 1940, the Russians killed tens of millions of people in the territory they controlled. And the world was silent No criticism of Russia was heard anywhere. Since at that time Russia. was the only power that Germany respected, and since Russia and Germany were signed allies, could the successful, uncriticized, unpunished Russian genocide against Latvians, Ukrainians, Estonians/ Lithuanians have set an example and pointed the way for the German Holocaust against the Jews? If so, then woe to those who knew and remained silent.

In 1939 Germany and Russia signed the Ribbentrop-Molotov (Hitler-Stalin) pact which divided Eastern Europe between them. It gave Germany control from mid-Poland to the west and Russia from mid-Poland to the east. Latvia, Estonia, Lithuania fell under Russian control. Now nearly two million more Latvians, all that there were in the world, were at Russian "mercy." In the German controlled area began the Holocaust which eventually cost six million Jewish lives. In Latvia, over the next 10 years the Russians killed, deported, and exiled the most able one third of the population (this in addition to the already killed 73,000 Latvians in Russia). The political, cultural, and moral leadership of Latvia was almost totally exterminated. Government officials down to village level, leading members of political. parties, military and police officers, higher civil servants, school principals and teachers, judges, religious leaders, and scoutmasters were all gone together with hundreds of thousands of others. Russians did the same thing in Estonia, Lithuania, Chechnya and other smaller nations which were under their control.

Some people feel that sympathy is a finite commodity and that if there is sympathy for the other people, who suffered in the Russian-led holocausts, then it will take something away from the Jewish Holocaust sufferers. l don't think that this is so, and in fact, ignoring some evil and criticizing only selective evil is. wrong.

What is more important— the Holocaust and the German genocide against the Jewish people ended 53 years ago, but the Russian genocide against the Latvian people continues uninterrupted to this day.

In 1937-38 in Russia, the Russians didn't kill all of the Latvians, only the men, but since the women and children were not allowed to return to Latvia they were lost to Latvia. The effect was the same as the millennia-long practice of barbarians to steal women. During the unlawful occupation of Latvia, 1940-1991, the Russians did not kill all of the Latvians, only the most able one third. Then they sent in 200,000 soldiers and 1 million support personnel — civil occupants and colonists to slowly eliminate, suppress, russify the leaderless remaining 1.3 million Latvians. This was done by terror and fear, further deportations (1949), and destruction by force and intimidation of the Latvian culture and language = genocide.

In 1991 Latvia regained its independence and the Russian occupation should have ended. While most of the 200,000 soldiers did leave (some only took off their uniforms and became Russian agents or, joined the Russian Mafia), the 1 million illegal civil occupants remained. They should not have been in;

Latvia in the first place for it is against all international laws for the occupying power to send masses of civilians into occupied countries. The fact that Russia refuses to remove its civil occupants from Latvia' proves that Russia plans to continue its program of elimination of Latvians and Russification of Latvia. The Russian holocaust and genocide against the Latvians goes on. Again there is silence just like that other time at the end of the'30s.

Now that many organizations (Red Cross, European churches) and countries (Sweden, Switzerland, Vatican) are admitting their guilt and immorality in keeping silent during the Holocaust against the Jews, why is similar silence and even collaboration continuing in the case of the ongoing Russian holocausts and genocide in Latvia and Estonia? In place of sympathy, Latvians would prefer practical Western help in removing the nearly one million Russian colonists and civil occupants — the unfinished business of WW II. What Russia is doing in Latvia today is as if Germany had continued to kill Jews after 1945 or was trying to bring about the destruction of Jewish Israel today. Who would stand by for that? Then why is the world silent about similar Russian actions in Latvia? The repatriation of the Russian civil-occupants is the moral and legal obligation of the Yalta and Ribbentrop-Molotov countries, i.e., Germany, USA, Britain, France, Russia.

The U.N. statement on colonialism states "The colonial system causes conflicts and threatens world peace." Russia is the world's last and greatest colonial power. Today Russia is using its colonists to, bring about a holocaust and genocide upon the Latvian people.

Russia stop the holocaust! Take back your colonists! Let my people live and breathe free!

N.Y. Times. Dec 1, 1998



Outro bom link para ler
http://www.hr-action.org/archive3/090800ind.html

Holocaust and genocide

INDEPENDENT (London) 5 August 2000

Why is it that only one of the great holocausts of the last century merits a capital 'H'? Here, Robert Fisk, who has spent many years researching the massacre of one and a half million Armenian Christians, argues that all acts of genocide deserve equal recognition

In the spring of 1993, with my car keys, I slowly unearthed a set of skulls from the clay wall of a hill in northern Syria. I had been looking for the evidence of a mass murder -- the world's first genocide P for the previous two days but it took a 101-year-old Armenian woman to locate the river bed where her family were murdered in the First World War. The more I dug into the hillside next to the Habur river, the more skulls slid from the earth, bright white at first then, gradually, collapsing into paste as the cold, wet air reached the calcium for the first time since their mass murder. The teeth were unblemished -- these were mostly young people -- and the bones I later found stretched behind them were strong. Backbones, femurs, joints, a few of them laced with the remains of some kind of cord. There were dozens of skeletons here. The more I dug away with my car keys, the more eye sockets peered at me out of the clay. It was a place of horror.

In 1915, the world reacted with equal horror as news emerged from the dying Ottoman Empire of the deliberate destruction of at least a million and a half Christian Armenians. Their fate -- the ethnic cleansing of this ancient race from the lands of Turkey, the razing of their towns and churches, the mass slaughter of their menfolk, the massacre of their women and children -- was denounced in Paris, London and Washington as a war crime. Tens of thousands of Armenian women -- often after mass rape by their Turkish guards -- were left to die of starvation with their children along the banks of the Habur river near Deir ez-Zour, in what is today northern Syria. The few men who survived were tied together and thrown into the river. Turkish gendarmes would fire a bullet into one of them and his body would drag the rest to their deaths. Their skulls -- a few of them -- were among the bones I unearthed on that terrible afternoon seven years ago.

The deliberate nature of this slaughter was admitted by the then Turkish leader, Enver Pasha, in a conversation with Henry Morgenthau, the US ambassador in Constantinople, a Jewish-American diplomat whose vivid reports to Washington in 1915 form an indictment of the greatest war crime the modern world had ever known. Enver denounced the Armenians for siding with Russia in its war with the Turks. But even the Germans, Ottoman Turkey's ally in the First World War, condemned the atrocities; for it was the Armenian civilian population which was cut down by the Turks. The historian Arnold Toynbee, who worked for the Foreign Office during the war, was to record the "atmosphere of horror" which lay over the abandoned Armenian lands in the aftermath of the savagery. Men had been lined up on bridges to have their throats cut and be thrown into rivers; in orchards and fields, women and children had been knifed. Armenians had been shot by the thousand, sometimes beaten to death with clubs. Earlier Turkish pogroms against the Armenians of Asia Minor had been denounced by Lord Gladstone. In the aftermath of the 1914-18 war, Winston Churchill was the most eloquent in reminding the world of the Armenian Holocaust.

"In 1915 the Turkish Government began and ruthlessly carried out the infamous general massacre and deportation of Armenians in Asia Minor," Churchill wrote in his magisterial volume four of The Great War. "... the clearance of the race from Asia Minor was about as complete as such an act, on a scale so great, could well be ... There is no reasonable doubt that this crime was planned and executed for political reasons." Churchill referred to the Turks as "war criminals" and wrote of their "massacring uncounted thousands of helpless Armenians -- men, women and children together; whole districts blotted out in one administrative holocaust -- these were beyond human redress."

So Churchill himself, writing 80 years ago, used the word "holocaust" about the Armenian massacres. I am not surprised. A few miles north of the site where I had dug up those skulls, I found a complex of underground caves beneath the Syrian desert. Thousands of Armenians had been driven into this subterranean world in 1915 and Turkish gendarmes lit bonfires at the mouths of the caves. The smoke was blown into the caves and the men were asphyxiated. The caves were the world's first gas chambers. No wonder, then, that Hitler is recorded as asking his generals -- as he planned his own numerically far more terrible holocaust -- "Who does now remember the Armenians?"

Could such a crime be denied? Could such an act of mass wickedness be covered up? Or could it, as Hitler suggested, be forgotten? Could the world's first holocaust -- a painful irony, this -- be half-acknowledged but downgraded in the list of human bestiality as the dreadful 20th century produced further acts of mass barbarity?

Alas, all this has come to pass. When I wrote about the Armenian massacres in The Independent in 1993, the Turks denounced my article -- as they have countless books and investigations before and since -- as a lie. Turkish readers wrote to the editor to demand my dismissal from the paper. If Armenian civilians had been killed, they wrote, this was a result of the anarchy that existed in Ottoman Turkey in the First World War, civil chaos in which countless Turks had died and in which Armenian paramilitaries had deliberately taken the side of Tsarist Russia. The evidence of European commissions into the massacres, the eye-witness accounts of Western journalists at the later slaughter of Armenians at Smyrna -- the present-day holiday resort of Izmir where British sunbathers today have no idea of the bloodbath that took place around their beaches -- the denunciations of Morgenthau and Churchill, are all dismissed as propaganda.

When a Holocaust conference was to be held in Israel, the Turkish government objected to the inclusion of material on the Armenian slaughter. Incredibly, Auschwitz survivor Elie Wiesel withdrew from the conference after the Israeli foreign ministry said that it might damage Israeli-Turkish relations. The conference went ahead, but only in miniature form. In the United States, Turkey's powerful lobby groups attack journalists or academics who suggest the Armenian genocide was fact. Turkish ambassadors regularly write letters -- which have appeared in all British newspapers, even in the Israeli press -- denying the truth of the Armenian Holocaust. No one -- save the Armenians -- objects to this denial. Scarcely a whimper comes from those who would, rightly, condemn any denial of the Jewish Holocaust.

For Turkey -- no longer the "sick man of Europe" -- is courted by the Western powers which so angrily condemned its cruelty in the last century. It is a valued member of the Nato alliance -- our ally in bombing Serbia last year -- the closest regional ally of Israel and a major buyer of US and French weaponry. Just as we remained largely silent at the persecution of the Kurds, so we prefer to ignore the world's first holocaust. While Britain's massive contribution to the proposed Euphrates dam project in south-eastern Turkey was in the balance, Tony Blair was not going to mention the Armenian atrocities. Indeed, when this year he announced that Britain was to honour an annual Holocaust Day, he made no mention of the Armenians. Holocaust Day, it seems, was to be a Jewish-only affair. And it was to take a capital "H" when it applied to the Jews.

I've always agreed with this. Mass ethnic slaughter on such a scale -- Hitler's murder of six million Jews -- deserves a capital "H". But I also believe that the genocide of other races merits a capital "H". Millions of Jews -- despite Wiesel's gutlessness and the shameful reaction of the Israeli government -- have shown common cause with the Armenians in their suffering, acknowledging the 1915 massacres as the precursor of the "Shoah" or Jewish Holocaust. Norman Finkelstein in his angry new book on the "Holocaust industry" makes a similar point, adding that the Jewish experience -- both his parents were extermination camp survivors -- should not be allowed to diminish the genocide committed against other ethnic groups in modern history. Indeed, the very word "genocide" was invented for the Armenians in 1944 -- by a Polish-born Jew, Raphael Lemkin.

Nor can I myself forget the Armenian Holocaust. The very last survivors of that genocide are still -- just -- alive, and several of them live in Beirut where I am based as Middle East correspondent of The Independent. I have read extensively about and, occasionally, researched the Jewish Holocaust -- my own book about the Lebanese war, Pity the Nation, begins in Auschwitz, where I found frozen lakes filled with the powdered bones of the dead from the ashpits of Birkenau. But the Armenian Holocaust has been "my" story because it is part of the Middle East's history as well as the world's. Only this year, I interviewed Hartun, a 101-year-old blind Armenian in an old people's home in East Beirut who remembered how, in the Syrian desert in 1915, his mother pleaded with Turks not to rape her 18-year-old daughter -- Hartun's sister. "As she begged them not to take my sister, they beat her to death," Hartun recalled. "I remember her dying, shouting 'Hartun, Hartun, Hartun' over and over. When she was dead, they took my sister away on a horse. I never saw her again." Hartun -- after years of bitterness and longing for revenge -- was overcome with what he called "my Christian belief" and decided to abandon the notion of vengeance. "When the Turkish earthquake killed so many people last year," he told me, "I prayed for the poor Turkish people."

It was a deeply moving example of compassion from a man whose suffering those Turks will not admit and whose Holocaust we prefer to ignore. Stirred partly by Hartun's story, I wrote an article for The Independent in January of this year on the "sublimation" of the Armenian genocide, its wilful denial by US academics who hold American university professorships funded by the Turkish government, and the absence of any reference to the Armenians in the British Government's announcement of Holocaust Day. And, yes, I referred to the Armenian Holocaust -- as I did to the Jewish Holocaust -- with a capital "H". Chatting to an Armenian acquaintance, I mentioned that I had given the Armenian genocide the same capital "H" which I believe should be attached to all acts of genocide.

Little could I have guessed how quickly the dead would rise from their graves. When the article appeared in The Independent -- a paper which has never failed to dig into human wickedness visited upon every race and creed -- my references to the Jewish Holocaust remained with a capital "H". But the Armenian Holocaust had been downgraded to a lower case "h". "Tell me, Robert," my Armenian friend asked me in suppressed fury, "how do we Armenians qualify for a capital 'H'? Didn't the Turks kill enough of us? Or is it because we're not Jewish?"

There are no conspiracies on The Independent's subs desk; just a tough, no-nonsense rule that our articles follow a grammatical "house style" and conform to what is called "common usage". And the Jewish Holocaust, through common usage, takes a capital "H". Other holocausts don't. No one is quite sure why -- the same practice is followed in newspapers and books all over the world, although it has been the subject of debate in the United States, not least by Finkelstein. Harvard turned down a professorial "Chair of Holocaust and Cognate Studies" because academics objected to the genocide of other groups (including the Armenians) being lumped together as "cognate". But none of this answered the questions of my Armenian friend. To have told him his people didn't qualify for a capital "H" would have been shameful and insulting.

A debate then opened within The Independent. I wrote in a memo that the word "holocaust" could be cheapened by over-use and exaggeration -- take the agency report last year which referred to the "holocaust" of wildlife after an oil-spill on the French coast. But I said that I still had no answer worthy of the question posed by my Armenian friend.

One of the paper's top wordsmiths was asked to comment -- a grammatical expert who regularly teases out the horrors of definition in an imperfect and savage world. He cited Chambers Dictionary, which stated that the Jewish Holocaust was "usually" capitalised. And, said our expert on the paper, "It is in the nature of a proper noun to apply to only one thing." Thus there may be many crusades but only one Crusade (the Middle Ages one). There may be many cities but the City is London. Similarly the Renaissance.

"There can be only one Holocaust," he wrote. "Is the Holocaust really unique? Yes. It was perpetrated by modern Europeans. Its purported justification was a perversion of Darwin, one of the great thinkers of modern Europe. Above all, in the gas chambers and crematoria it manufactured death by modern industrial methods. The Holocaust says to modern Western man that his technological mastery will not save him from sin, but rather magnify the results of his sins. There have been acts of genocide throughout history and some of them have killed more people than the Nazis did, but we call the Nazi holocaust 'the Holocaust' because it is our holocaust."

Must we, our grammarian asked, "commit grammatical faux pas and overturn an accepted usage for which there is ample justification? Finally, where does it end? Are, for instance, the crimes of Stalin against minority nationalities in the Soviet Union not just as bad as the Armenian slaughters? What of the Khmer Rouge? Rwanda? The Roman destruction of Carthage? Are these also to be 'Holocausts'? If not, why not?"

Powerful arguments, but ones with which I disagreed. The Jewish Holocaust, I wrote back, should be capitalised not because its victims were European Jews, or those of any other race, but because its victims were human beings. Human values, the right to life, the struggle against evil, are universal -- "not confined to Europeans or one ethnic or religious group, or involving those who distorted Darwin's theories of biological evolution". It was, after all, The Independent's editorial policy that the world must fight against all atrocities -- a belief which underlay our demand for humanitarian action in East Timor and Kosovo. This did not mean that I regarded Timor and Kosovo as holocausts, but that we should never accept the idea that one group of victims had special status over others. I spend hours telling Arabs that they must accept and acknowledge the facts of the Jewish Holocaust, but if we are now to regard this as a specifically European crime, as "our" crime, I have few arguments left. The Arabs can say it is none of their business.

As for the question, "Where does it end?" Yes, what about Armenia? And Rwanda? If Armenians are disqualified from a capital "H" because they only lost one and a half million, what is Rwanda's sin of exclusion? Religion? Race? Colour? When Armenians in Israel speak of their people's suffering, they use the Hebrew word Shoah -- which means Holocaust.

The Independent's editor suggested that we should debate these questions in an article in the paper -- this is the article -- but the issues, of course, remain unresolved. "Common usage" is a bane to all us journalists but it is not sacred. It doesn't have to stand still. My father fought in what he called the Great War -- common usage which was later amended, after 1945, to the First World War. Similarly, I believe, the Holocaust. In the aftermath of my January remarks on the Armenian genocide, The Independent published a denial of that same genocide by a Turkish Cypriot academic, in which we printed the word Holocaust with a capital "H". The world did not end. The Turks did not complain. Nor did any members of the Jewish community. Indeed, only last year, a prominent academic at the Hebrew University's Armenian studies programme in Israel talked of the Armenians and Jews having "suffered holocaust".

In the meantime, Holocaust -- or holocaust -- denial continues. President Chirac has declined to endorse the French parliament's acknowledgement of the Armenian genocide and forthcoming Holocaust conferences have not invited Armenians to participate. Mr Blair doesn't mention the destruction of the Armenians. They don't count, literally. Common usage -- and our concern for Turkish sensitivities -- has seen to that, even though genocide is anything but normal. Germany dutifully acknowledges its historical guilt for the wickedness of the Jewish Holocaust. Not so the Turks. Armenians accept that a few Turks P courageous, outstanding men -- risked their lives in 1915 to shelter their Armenian friends and neighbours, just as "righteous gentiles" did for the Jews of Europe. But Turkey cannot honour these brave men. Since the Armenian Holocaust supposedly did not exist, nor did they. A holocaust rather than a Holocaust helps to diminish the suffering of the Armenians. What's in a name? What's in a capital letter? How many other skulls lie beneath the sands of northern Syria? Did the Turks not kill enough Armenians?

======================

*** NOTICE: In accordance with Title 17 U.S.C. Section 107, this material is distributed without profit to those who have expressed a prior interest in receiving the included information for research and educational purposes. Feel free to distribute widely but PLEASE acknowledge the source. ***




Como se pode ver não foi apenas o regime nazi que causou a morte a tantos, nem é preciso por aqui as noticias diárias das mortes entre Israel e a Palestina, sem dúvida todos sabemos os seres isentos e benévolos que os Israelitas são, aliás, todo o povo judeu para mim está de parabéns, souberam camuflar muito bem toda trampa que tem feito no médio oriente e desculpam-se com o Holocausto quando toca a desviar atenções.

Eu não apoio qualquer facção, nem democrátas, nem Comunistas, nem Nazis nem organização nenhuma de qualquer espécie á semelhança das que algumas pessoas aqui apoiam pelo simples facto de que todas usam a mesma capa sob motivos diferentes para esconder o seu real objectivo que é o de levar a sua mensagem/ordem/doctrina/o que quiserm chamar, avante nem que para isso tenham que mentir, deturpar factos e realidades.

Uma pessoa seja ela qual for que se esqueça que acima de tudo vem a vida humana e que a guerra é mesmo o último e derradeiro recurso mas que dela puxa seja de que forma for, verbal ou não, ou alguém que afirme que nada é pacifico ou possa eventualmente ser dotado de tal adjectivo/acção então não é melhor do que um nazi, comuna ou democrata que tanto critica.
 
Voltar
Superior