Digam «adeus» aos Diesel. Os gasolina, híbridos e eletricos vão chegar em força...

1º Só é necessário mudar o DPF quem não quiser saber das regenerações e não tiver o devido cuidado

2º Se forem à marca é normal que custem 900 ou 1000€, mas só muda o DPF na marca que não tem amor ao dinheiro

3º Se for mesmo necessário mudar o DPF não é necessário mudar todo filtro, basta apenas mudar o miolo que fica muito mais barato


*Há miolos na casa do 80/100€, praticamente novos, basta procurar[;)]

1- Sim, a maioria vai tirar licenciatura em FAP quando nem as marcas avisam que os carros tem FAP na compra e a maioria nem sabe o que faz ou como funciona até dar por ele. Aconteceu comigo.

2- Novamente, um FAP meti aqui num link, fora da marca, em online acima dos 1000€. Falem do que sabem e não digam asneira. Ir a marca quem não tem amor ao dinheiro. A maioria das oficinas não tem equipamento para diagnósticar um FAP como deve ser quanto mais instalar. E as quem fazem isso, não fica brutalmente mais barato que na marca. Novamente, sei do que digo.

3- Sucatice podem todos fazer. Isso nem está em causa.

4- Praticamente novos... Ou seja usados? Quem vai meter algo como um FAP em peças e usado? Bela sucatice lá está. E depois passado "meia dúzia km" raia outras vez...
 
Como é típico, este tópico descambou para mais uma luta entre combustíveis.

Sempre tive carros a gasolina. Em 2009 comprei um carro a diesel. Em meados de 2015 apanhei com a telenovela fap, egr, bimassa, etc, e acabei por voltar à gasolina. Mesmo sendo um motor extremamente económico decidi que caso viesse a adquirir um carro por esta altura compraria ou um híbrido ou a GPL. Depois de várias contas, kms, análise aos trajectos, etc, e por força de um negócio de ocasião, acabei por encomendar recentemente um carro a GPL. Estimo poupar por mês cerca de 80€ (como mínimo) em relação ao segmento b com 10 anos que vou dar em troca.

E olhando friamente para os números o grande problema dos híbridos em Portugal continua a ser o preço da gasolina. Mesmo gastando menos (é verdade), quando os preços passam de 1,40€ por litro é difícil convencer alguém que faça 2000 km por mês a não preferir o diesel ou o GPL, que neste momento consigo comprar a 0,58€...

Agora olhando para o mercado como um todo, acho que o diesel até ao segmento C vai acabar em poucos anos, se calhar em 6/7 anos, e vai-se tornar num nicho de mercado, mais virado para carros de segmentos superiores de grandes cilindradas, pesados, etc. Mas caso isso não aconteça não digo que nunca mais comprarei um carro a diesel. Até poderei vir a comprar. Acho que aqui existem exageros de parte a parte, chegando um pouco ao nível de uma religião. Os carros recentes a diesel não são nem a personificação do mal nem os híbridos andam a deitar rosas pelo tubo de escape como muita malta aqui anda a querer vender.

Esta minha opinião não tem nem nenhum desejo escondido nem nenhum fervor ambientalista por detrás. Simplesmente estou a apontar para a tendência dos mercados e as notícias e opiniões generalizadas acerca do futuro dos combustíveis. A ideia que tenho é que tudo se vai desenrolar muito mais rápido que nós pensamos e que há 3 ou 4 sinais que não devemos negligenciar.

Por exemplo, a Nissan quando apostou novamente no "ressuscitar" do Micra, fê-lo, segundo ela, porque todas as estatísticas apontam para que num futuro próximo (não me recordo se em 5 anos) cerca de 40% dos carros de "cidade" sejam do segmento B. Basicamente as novas gerações estão perder o interesse por carros, os segmentos b possivelmente crescerão em termos de espaço, e muitas pessoas encontrarão neste segmento aquilo que consideram justo pagar e receber em troca (conforto, segurança, espaço, manutenções, facilidade de estacionamento, etc). Ou seja, logo por aqui temos um forte indício daquilo que neste momento já vem a ser feito: aos poucos, e nos segmentos mais baixos, o diesel tem vindo a desaparecer.

Depois, há coisa de um mês ou algo, andou por aí outra estatística que apontava para que em 2030 ou 2031 só 9% dos carros fossem a diesel. Para isso acontecer isso quer dizer que, ou esse processo será abrupto (coisa rara numa indústria como a indústria automóvel) ou então que começará muito em breve, levando a uma queda "sustentada" do mercado dos diesel todos os anos, o que me parece o mais lógico. Possivelmente iremos começar a ver o diesel a desaparecer gradualmente todos os anos até níveis históricos até mais ou menos 2030, devendo depois manter-se nesse número até os motores de combustão desaparecerem.

Se olharmos à nossa volta com alguma atenção, reparamos que até há cerca de 2/3 anos o diesel ainda era amplamente elogiado por marcas, união europeia, brindado por governos com isenções fiscais, etc. Mas de repente, tudo mudou. Eu acho é que quem estava dentro do negócio sabia que o dieselgate não seria só o rosto visível do declínio do diesel, mas sim uma grande oportunidade de negócio e um virar de página para o que já está aí a bater à porta.

E de repente, e como que por magia, todas as marcas vêm alegremente a público anunciar a morte do diesel e que já estão a trabalhar a todo o gás em soluções híbridas; que é impossível continuar a suportar periféricos anti-poluição caríssimos nos motores a diesel. Obviamente que isto só quer dizer que a partir de agora as pilhas estão (literalmente) apontadas para todo um marketing à volta dos híbridos e que o diesel verá a sua existência cada vez mais ameaçada e demonizada. E uma coisa é certa: se as próprias marcas dizem que estão a investir nos híbridos e a desinvestir no diesel, não compreendo como é que há malta que ainda acredita que o diesel como o conhecemos hoje em dia (massificado) ainda andará por cá nos próximos 40 anos. Aliás, neste momento, e esta é uma opinião pessoal, comprar um carro novo a diesel poderá vir a ser mais ou menos o que se passava há 5 anos com um carro a gasolina: a garantia de se perder quase na totalidade a retoma para quem quiser vender o carro daqui a 7/8 anos. Já com algumas cidades a aderirem ao "boicote" do diesel até 2025 e contando com algumas mais (será inevitável), e com o crescimento em flecha de modelos híbridos nos próximos 2/3 anos (até 2020 aparecer uns 30 ou 40 modelos híbridos de quase todas as marcas), a compra de um carro a diesel agora é seguramente um negócio arriscado.
 
Como é típico, este tópico descambou para mais uma luta entre combustíveis.

Sempre tive carros a gasolina. Em 2009 comprei um carro a diesel. Em meados de 2015 apanhei com a telenovela fap, egr, bimassa, etc, e acabei por voltar à gasolina. Mesmo sendo um motor extremamente económico decidi que caso viesse a adquirir um carro por esta altura compraria ou um híbrido ou a GPL. Depois de várias contas, kms, análise aos trajectos, etc, e por força de um negócio de ocasião, acabei por encomendar recentemente um carro a GPL. Estimo poupar por mês cerca de 80€ (como mínimo) em relação ao segmento b com 10 anos que vou dar em troca.

E olhando friamente para os números o grande problema dos híbridos em Portugal continua a ser o preço da gasolina. Mesmo gastando menos (é verdade), quando os preços passam de 1,40€ por litro é difícil convencer alguém que faça 2000 km por mês a não preferir o diesel ou o GPL, que neste momento consigo comprar a 0,58€...

Agora olhando para o mercado como um todo, acho que o diesel até ao segmento C vai acabar em poucos anos, se calhar em 6/7 anos, e vai-se tornar num nicho de mercado, mais virado para carros de segmentos superiores de grandes cilindradas, pesados, etc. Mas caso isso não aconteça não digo que nunca mais comprarei um carro a diesel. Até poderei vir a comprar. Acho que aqui existem exageros de parte a parte, chegando um pouco ao nível de uma religião. Os carros recentes a diesel não são nem a personificação do mal nem os híbridos andam a deitar rosas pelo tubo de escape como muita malta aqui anda a querer vender.

Esta minha opinião não tem nem nenhum desejo escondido nem nenhum fervor ambientalista por detrás. Simplesmente estou a apontar para a tendência dos mercados e as notícias e opiniões generalizadas acerca do futuro dos combustíveis. A ideia que tenho é que tudo se vai desenrolar muito mais rápido que nós pensamos e que há 3 ou 4 sinais que não devemos negligenciar.

Por exemplo, a Nissan quando apostou novamente no "ressuscitar" do Micra, fê-lo, segundo ela, porque todas as estatísticas apontam para que num futuro próximo (não me recordo se em 5 anos) cerca de 40% dos carros de "cidade" sejam do segmento B. Basicamente as novas gerações estão perder o interesse por carros, os segmentos b possivelmente crescerão em termos de espaço, e muitas pessoas encontrarão neste segmento aquilo que consideram justo pagar e receber em troca (conforto, segurança, espaço, manutenções, facilidade de estacionamento, etc). Ou seja, logo por aqui temos um forte indício daquilo que neste momento já vem a ser feito: aos poucos, e nos segmentos mais baixos, o diesel tem vindo a desaparecer.

Depois, há coisa de um mês ou algo, andou por aí outra estatística que apontava para que em 2030 ou 2031 só 9% dos carros fossem a diesel. Para isso acontecer isso quer dizer que, ou esse processo será abrupto (coisa rara numa indústria como a indústria automóvel) ou então que começará muito em breve, levando a uma queda "sustentada" do mercado dos diesel todos os anos, o que me parece o mais lógico. Possivelmente iremos começar a ver o diesel a desaparecer gradualmente todos os anos até níveis históricos até mais ou menos 2030, devendo depois manter-se nesse número até os motores de combustão desaparecerem.

Se olharmos à nossa volta com alguma atenção, reparamos que até há cerca de 2/3 anos o diesel ainda era amplamente elogiado por marcas, união europeia, brindado por governos com isenções fiscais, etc. Mas de repente, tudo mudou. Eu acho é que quem estava dentro do negócio sabia que o dieselgate não seria só o rosto visível do declínio do diesel, mas sim uma grande oportunidade de negócio e um virar de página para o que já está aí a bater à porta.

E de repente, e como que por magia, todas as marcas vêm alegremente a público anunciar a morte do diesel e que já estão a trabalhar a todo o gás em soluções híbridas; que é impossível continuar a suportar periféricos anti-poluição caríssimos nos motores a diesel. Obviamente que isto só quer dizer que a partir de agora as pilhas estão (literalmente) apontadas para todo um marketing à volta dos híbridos e que o diesel verá a sua existência cada vez mais ameaçada e demonizada. E uma coisa é certa: se as próprias marcas dizem que estão a investir nos híbridos e a desinvestir no diesel, não compreendo como é que há malta que ainda acredita que o diesel como o conhecemos hoje em dia (massificado) ainda andará por cá nos próximos 40 anos. Aliás, neste momento, e esta é uma opinião pessoal, comprar um carro novo a diesel poderá vir a ser mais ou menos o que se passava há 5 anos com um carro a gasolina: a garantia de se perder quase na totalidade a retoma para quem quiser vender o carro daqui a 7/8 anos. Já com algumas cidades a aderirem ao "boicote" do diesel até 2025 e contando com algumas mais (será inevitável), e com o crescimento em flecha de modelos híbridos nos próximos 2/3 anos (até 2020 aparecer uns 30 ou 40 modelos híbridos de quase todas as marcas), a compra de um carro a diesel agora é seguramente um negócio arriscado.

Muito bem explicado, a mim parece-me que os Híbridos vão vir para dar tempo para desenvolver os eléctricos e tudo que isso acarreta como pontos de carregamento etc... e substituir os motores diesel progressivamente com o lançamentos de novos modelos.
Agora é ver como o mercado vai reagir com estas mudanças, como mercado de combustíveis, preço dos carros usados e novos.
 
Como é típico, este tópico descambou para mais uma luta entre combustíveis.

Sempre tive carros a gasolina. Em 2009 comprei um carro a diesel. Em meados de 2015 apanhei com a telenovela fap, egr, bimassa, etc, e acabei por voltar à gasolina. Mesmo sendo um motor extremamente económico decidi que caso viesse a adquirir um carro por esta altura compraria ou um híbrido ou a GPL. Depois de várias contas, kms, análise aos trajectos, etc, e por força de um negócio de ocasião, acabei por encomendar recentemente um carro a GPL. Estimo poupar por mês cerca de 80€ (como mínimo) em relação ao segmento b com 10 anos que vou dar em troca.

E olhando friamente para os números o grande problema dos híbridos em Portugal continua a ser o preço da gasolina. Mesmo gastando menos (é verdade), quando os preços passam de 1,40€ por litro é difícil convencer alguém que faça 2000 km por mês a não preferir o diesel ou o GPL, que neste momento consigo comprar a 0,58€...

Agora olhando para o mercado como um todo, acho que o diesel até ao segmento C vai acabar em poucos anos, se calhar em 6/7 anos, e vai-se tornar num nicho de mercado, mais virado para carros de segmentos superiores de grandes cilindradas, pesados, etc. Mas caso isso não aconteça não digo que nunca mais comprarei um carro a diesel. Até poderei vir a comprar. Acho que aqui existem exageros de parte a parte, chegando um pouco ao nível de uma religião. Os carros recentes a diesel não são nem a personificação do mal nem os híbridos andam a deitar rosas pelo tubo de escape como muita malta aqui anda a querer vender.

Esta minha opinião não tem nem nenhum desejo escondido nem nenhum fervor ambientalista por detrás. Simplesmente estou a apontar para a tendência dos mercados e as notícias e opiniões generalizadas acerca do futuro dos combustíveis. A ideia que tenho é que tudo se vai desenrolar muito mais rápido que nós pensamos e que há 3 ou 4 sinais que não devemos negligenciar.

Por exemplo, a Nissan quando apostou novamente no "ressuscitar" do Micra, fê-lo, segundo ela, porque todas as estatísticas apontam para que num futuro próximo (não me recordo se em 5 anos) cerca de 40% dos carros de "cidade" sejam do segmento B. Basicamente as novas gerações estão perder o interesse por carros, os segmentos b possivelmente crescerão em termos de espaço, e muitas pessoas encontrarão neste segmento aquilo que consideram justo pagar e receber em troca (conforto, segurança, espaço, manutenções, facilidade de estacionamento, etc). Ou seja, logo por aqui temos um forte indício daquilo que neste momento já vem a ser feito: aos poucos, e nos segmentos mais baixos, o diesel tem vindo a desaparecer.

Depois, há coisa de um mês ou algo, andou por aí outra estatística que apontava para que em 2030 ou 2031 só 9% dos carros fossem a diesel. Para isso acontecer isso quer dizer que, ou esse processo será abrupto (coisa rara numa indústria como a indústria automóvel) ou então que começará muito em breve, levando a uma queda "sustentada" do mercado dos diesel todos os anos, o que me parece o mais lógico. Possivelmente iremos começar a ver o diesel a desaparecer gradualmente todos os anos até níveis históricos até mais ou menos 2030, devendo depois manter-se nesse número até os motores de combustão desaparecerem.

Se olharmos à nossa volta com alguma atenção, reparamos que até há cerca de 2/3 anos o diesel ainda era amplamente elogiado por marcas, união europeia, brindado por governos com isenções fiscais, etc. Mas de repente, tudo mudou. Eu acho é que quem estava dentro do negócio sabia que o dieselgate não seria só o rosto visível do declínio do diesel, mas sim uma grande oportunidade de negócio e um virar de página para o que já está aí a bater à porta.

E de repente, e como que por magia, todas as marcas vêm alegremente a público anunciar a morte do diesel e que já estão a trabalhar a todo o gás em soluções híbridas; que é impossível continuar a suportar periféricos anti-poluição caríssimos nos motores a diesel. Obviamente que isto só quer dizer que a partir de agora as pilhas estão (literalmente) apontadas para todo um marketing à volta dos híbridos e que o diesel verá a sua existência cada vez mais ameaçada e demonizada. E uma coisa é certa: se as próprias marcas dizem que estão a investir nos híbridos e a desinvestir no diesel, não compreendo como é que há malta que ainda acredita que o diesel como o conhecemos hoje em dia (massificado) ainda andará por cá nos próximos 40 anos. Aliás, neste momento, e esta é uma opinião pessoal, comprar um carro novo a diesel poderá vir a ser mais ou menos o que se passava há 5 anos com um carro a gasolina: a garantia de se perder quase na totalidade a retoma para quem quiser vender o carro daqui a 7/8 anos. Já com algumas cidades a aderirem ao "boicote" do diesel até 2025 e contando com algumas mais (será inevitável), e com o crescimento em flecha de modelos híbridos nos próximos 2/3 anos (até 2020 aparecer uns 30 ou 40 modelos híbridos de quase todas as marcas), a compra de um carro a diesel agora é seguramente um negócio arriscado.
Excelente post e é assim que da gosto ler algo.
 
Como é típico, este tópico descambou para mais uma luta entre combustíveis.

Sempre tive carros a gasolina. Em 2009 comprei um carro a diesel. Em meados de 2015 apanhei com a telenovela fap, egr, bimassa, etc, e acabei por voltar à gasolina. Mesmo sendo um motor extremamente económico decidi que caso viesse a adquirir um carro por esta altura compraria ou um híbrido ou a GPL. Depois de várias contas, kms, análise aos trajectos, etc, e por força de um negócio de ocasião, acabei por encomendar recentemente um carro a GPL. Estimo poupar por mês cerca de 80€ (como mínimo) em relação ao segmento b com 10 anos que vou dar em troca.

E olhando friamente para os números o grande problema dos híbridos em Portugal continua a ser o preço da gasolina. Mesmo gastando menos (é verdade), quando os preços passam de 1,40€ por litro é difícil convencer alguém que faça 2000 km por mês a não preferir o diesel ou o GPL, que neste momento consigo comprar a 0,58€...

Agora olhando para o mercado como um todo, acho que o diesel até ao segmento C vai acabar em poucos anos, se calhar em 6/7 anos, e vai-se tornar num nicho de mercado, mais virado para carros de segmentos superiores de grandes cilindradas, pesados, etc. Mas caso isso não aconteça não digo que nunca mais comprarei um carro a diesel. Até poderei vir a comprar. Acho que aqui existem exageros de parte a parte, chegando um pouco ao nível de uma religião. Os carros recentes a diesel não são nem a personificação do mal nem os híbridos andam a deitar rosas pelo tubo de escape como muita malta aqui anda a querer vender.

Esta minha opinião não tem nem nenhum desejo escondido nem nenhum fervor ambientalista por detrás. Simplesmente estou a apontar para a tendência dos mercados e as notícias e opiniões generalizadas acerca do futuro dos combustíveis. A ideia que tenho é que tudo se vai desenrolar muito mais rápido que nós pensamos e que há 3 ou 4 sinais que não devemos negligenciar.

Por exemplo, a Nissan quando apostou novamente no "ressuscitar" do Micra, fê-lo, segundo ela, porque todas as estatísticas apontam para que num futuro próximo (não me recordo se em 5 anos) cerca de 40% dos carros de "cidade" sejam do segmento B. Basicamente as novas gerações estão perder o interesse por carros, os segmentos b possivelmente crescerão em termos de espaço, e muitas pessoas encontrarão neste segmento aquilo que consideram justo pagar e receber em troca (conforto, segurança, espaço, manutenções, facilidade de estacionamento, etc). Ou seja, logo por aqui temos um forte indício daquilo que neste momento já vem a ser feito: aos poucos, e nos segmentos mais baixos, o diesel tem vindo a desaparecer.

Depois, há coisa de um mês ou algo, andou por aí outra estatística que apontava para que em 2030 ou 2031 só 9% dos carros fossem a diesel. Para isso acontecer isso quer dizer que, ou esse processo será abrupto (coisa rara numa indústria como a indústria automóvel) ou então que começará muito em breve, levando a uma queda "sustentada" do mercado dos diesel todos os anos, o que me parece o mais lógico. Possivelmente iremos começar a ver o diesel a desaparecer gradualmente todos os anos até níveis históricos até mais ou menos 2030, devendo depois manter-se nesse número até os motores de combustão desaparecerem.

Se olharmos à nossa volta com alguma atenção, reparamos que até há cerca de 2/3 anos o diesel ainda era amplamente elogiado por marcas, união europeia, brindado por governos com isenções fiscais, etc. Mas de repente, tudo mudou. Eu acho é que quem estava dentro do negócio sabia que o dieselgate não seria só o rosto visível do declínio do diesel, mas sim uma grande oportunidade de negócio e um virar de página para o que já está aí a bater à porta.

E de repente, e como que por magia, todas as marcas vêm alegremente a público anunciar a morte do diesel e que já estão a trabalhar a todo o gás em soluções híbridas; que é impossível continuar a suportar periféricos anti-poluição caríssimos nos motores a diesel. Obviamente que isto só quer dizer que a partir de agora as pilhas estão (literalmente) apontadas para todo um marketing à volta dos híbridos e que o diesel verá a sua existência cada vez mais ameaçada e demonizada. E uma coisa é certa: se as próprias marcas dizem que estão a investir nos híbridos e a desinvestir no diesel, não compreendo como é que há malta que ainda acredita que o diesel como o conhecemos hoje em dia (massificado) ainda andará por cá nos próximos 40 anos. Aliás, neste momento, e esta é uma opinião pessoal, comprar um carro novo a diesel poderá vir a ser mais ou menos o que se passava há 5 anos com um carro a gasolina: a garantia de se perder quase na totalidade a retoma para quem quiser vender o carro daqui a 7/8 anos. Já com algumas cidades a aderirem ao "boicote" do diesel até 2025 e contando com algumas mais (será inevitável), e com o crescimento em flecha de modelos híbridos nos próximos 2/3 anos (até 2020 aparecer uns 30 ou 40 modelos híbridos de quase todas as marcas), a compra de um carro a diesel agora é seguramente um negócio arriscado.

Muito bem explicado!!
 
os diesel (e convem perceber que diesel e basicsmente usado apenas na europa) tem perdido espaço nos ultimos anos mas nao esta relacionado com hibridos tem sim que ver com os motores turbo gasolina... que fazem grandes consumos e sao muito,ais simples e baratos que os hibridos.
 
os diesel (e convem perceber que diesel e basicsmente usado apenas na europa) tem perdido espaço nos ultimos anos mas nao esta relacionado com hibridos tem sim que ver com os motores turbo gasolina... que fazem grandes consumos e sao muito,ais simples e baratos que os hibridos.

O Diesel é usado em todo o mundo. Massivamente em veículos ligeiros só na Europa.
Os tractores, Pick-ups, Camiões são a gasolina em que parte do planeta?

http://www.greencarreports.com/news...cks-from-chevy-ford-nissan-ram-ultimate-guide
 
Concordo com este último post.

Hoje tive insónia pela manhã e na falta de algo para fazer estive a consultar o site das marcas generalistas que vendem bem em Portugal - Renault, Peugeot, VW e SEAT. Procurava um híbrido do segmento C (Mégane, 308, Golf e Léon ou outro nome que a marca lhe der mas que seja equivalente a estes) até 27.000€. Dei-me conta então da importância que ESTAS marcas deram na gama atual aos híbridos. Apenas a VW tem um Golf E que custa mais de 40.000€!! Não estive a explorar mas acho que é un Plug-In e como tal tem de se carregar as baterias. Quem não tem garagem, neste momento só passando um cabo pela janela ou fazendo uma puxada da coluna de iluminação mais próxima é que tem condições de o carregar durante a noite...

Parece-me que neste momento apenas a Toyota apresenta soluções hibridas capazes na sua gama. (Atenção que só vi as marcas que indiquei, por serem as mais comuns na nossa estrada e não fui para as premium por causa dos preços).

Isto quer dizer que se o horizonte temporal de fim de vida dos motores apenas de combustão for aquele que algumas previsões sugerem (não consigo encontrar onde mas lembro-me de ler algures 2-3 anos para o Diesel :sh)) é a Toyota a única marca que se vai manter viva.

Não tenho dúvida que os "só" diesel e gasolina vão acabar, mas ainda vai demorar muitos anos.
 
Até 2020 o diesel não vai acabar de certeza, já até 2025 é possível às marcas renovar os modelos e cortar as ofertas a diesel, deixando por exemplo só uma motorização disponível.
 
Até 2020 todas as marcas vão ter modelos híbridos no mercado, não só a Toyota. [;)]

Vamos ver. Eu espero que sim para o consumidor ter uma base alargada de escolha. Veremos também que tipo de híbridos. É necessário também avaliar se até 2020 ou 2025 as cidades (não só as principais, mas também as que estão à sua volta que é onde vive a maior parte das pessoas que trabalham nas tais principais) criam as infraestruturas de carregamento necessárias.

Resta saber também o custo a que serão apresentadas as novas máquinas...
 
Concordo com este último post.

Hoje tive insónia pela manhã e na falta de algo para fazer estive a consultar o site das marcas generalistas que vendem bem em Portugal - Renault, Peugeot, VW e SEAT. Procurava um híbrido do segmento C (Mégane, 308, Golf e Léon ou outro nome que a marca lhe der mas que seja equivalente a estes) até 27.000€. Dei-me conta então da importância que ESTAS marcas deram na gama atual aos híbridos. Apenas a VW tem um Golf E que custa mais de 40.000€!! Não estive a explorar mas acho que é un Plug-In e como tal tem de se carregar as baterias. Quem não tem garagem, neste momento só passando um cabo pela janela ou fazendo uma puxada da coluna de iluminação mais próxima é que tem condições de o carregar durante a noite...

Parece-me que neste momento apenas a Toyota apresenta soluções hibridas capazes na sua gama. (Atenção que só vi as marcas que indiquei, por serem as mais comuns na nossa estrada e não fui para as premium por causa dos preços).

Isto quer dizer que se o horizonte temporal de fim de vida dos motores apenas de combustão for aquele que algumas previsões sugerem (não consigo encontrar onde mas lembro-me de ler algures 2-3 anos para o Diesel :sh)) é a Toyota a única marca que se vai manter viva.

Não tenho dúvida que os "só" diesel e gasolina vão acabar, mas ainda vai demorar muitos anos.

Eu perguntava para mim próprio, porque a Toyota tinha a "mania" dos híbridos. Achava estranho ver um stand da Lexus só com propostas híbridas praticamente, as motorizações da Toyota a gasóleo eram pouco variadas...

Foi a Le Mans com hibridos. Alguma coisa eles deviam saber ou pensar, para não se virar para o diesel. Virar para o diesel significa apostar nele onde é preciso, por exemplo, Europa.

Mas tomando o teu post como ponto de partida, não haverá uma "mania" do diesel? Não será uma maneira encontrada pelos fabricantes europeus para marcar território? um combustível beneficiado a nível de preço, uma motorização a qual somos "obrigados" a optar, sem olhar para o global beneficio/maleficio que de ai vem?
 
Vamos ver. Eu espero que sim para o consumidor ter uma base alargada de escolha. Veremos também que tipo de híbridos. É necessário também avaliar se até 2020 ou 2025 as cidades (não só as principais, mas também as que estão à sua volta que é onde vive a maior parte das pessoas que trabalham nas tais principais) criam as infraestruturas de carregamento necessárias.

Resta saber também o custo a que serão apresentadas as novas máquinas...

Os híbridos dos próximos tempos nada mais vão ser que baterias acopladas a um motor a gasolina eficiente. Um bom exemplo (no papel) será o novo 1.5 tsi 130 cv.

E para isso não são precisas novas infraestruturas. [;)]
 
Última edição:
[h=1]Toyota Hybrid Horror Hoax[/h]


“On the very day Toyota was making a high-profile defense of its cars, one of them was speeding out of control,” said CBS News–and a vast number of other media outlets worldwide. The driver of a 2008 Toyota Prius, James Sikes, called 911 to say his accelerator was stuck, he was zooming faster than 90 miles per hour and absolutely couldn’t slow down.
It got far more dramatic, though. The California Highway Patrol responded and “To get the runaway car to stop, they actually had to put their patrol car in front of the Prius and step on the brakes.” During over 20 harrowing minutes, according to NBC’s report, Sikes “did everything he could to try to slow down that Prius.” Others said, “Radio traffic indicated the driver was unable to turn off the engine or shift the car into neutral.”
In fact, almost none of this was true. Virtually every aspect of Sikes’s story as told to reporters makes no sense. His claim that he’d tried to yank up the accelerator could be falsified, with his help, in half a minute. And now we even have an explanation for why he’d pull such a stunt, beyond the all-American desire to have 15 minutes of fame (recall the “Balloon Boy Hoax” from October) and the aching need to be perceived as a victim.
The lack of skepticism from the beginning was stunning. I combed through haystacks of articles without producing such needles as the words “alleges” or “claims.” When Sikes said he brought his car to a Toyota dealer two weeks earlier, recall notice in hand, and they just turned him away, the media bought that, too. In Sikes We Trust. Then the pundits deluged us with a tsunami of an anti-Toyota sanctimony.
Where to begin?
Well, the patrol car didn’t slow down the Prius; the bumpers never touched. The officers used a loudspeaker to tell Sikes to use the brakes and emergency brake together. He did; the car slowed to about 55 mph. Sikes turned off the engine and coasted to a halt. He stopped the car on his own.
There wasn’t anything wrong with the transmission or the Prius engine button either.
Over a 23-minute period the 911 dispatcher repeatedly pleaded with Sikes to shift into neutral. He simply refused and then essentially stopped talking to her except to say that he thought he could smell his brakes burning.
“I thought about” shifting into neutral, Sikes said at a televised press conference the day after the incident. But “I had never played with this kind of a transmission, especially when you’re driving and I was actually afraid to do that.” Sikes, who has driven the car for two years, also said “I figured if I knocked it over [the gear knob] the car might flip.”

He told CNN, “I was afraid to try to [reach] over there and put it in neutral. I was holding onto the steering wheel with both hands–94 miles an hour in a Toyota Prius is fast.” Yet for much of the ride he had a phone in one hand. And this is especially interesting: Most gear shifts are on the console, requiring the hand to drop to shift. But, as this image shows, in the 2008 Prius it’s located on the dash within inches of the steering wheel precisely to allow shifting without the hand leaving the wheel. I sat in one and did it easily. Another unique feature of the shift is that it’s amazingly simple, with only forward, reverse, neutral and “B.” The express purpose of “B” is to slow the car while preserving the brakes, as in a steep descent. Sikes actually could have shifted into two different gears.
Moreover, why would Sikes describe shifting gears as somehow “playing with the transmission.” And apparently he’s never shifted while the vehicle was moving and thought somehow a gear shift could flip his car.
The dispatcher also pleaded with him repeatedly to hit the ignition button. Again, he says he was simply afraid to.
Early in the press conference he said it was because “There was too much traffic to just shut the car off. You know, turn off the vehicle and get hit in the rear.” But that’s always true when you slow down; just make sure nobody’s right behind you. Later he switched gears, pun not intended, saying he was afraid the steering wheel and wheels would lock up.
Then there are the brakes.
Sikes said his brakes had just been checked out a few weeks earlier, but during the incident he “was laying on the brakes. It was not slowing down.”
Others have made similar claims, so Car & Driver magazine recently put them to the test. They found a V-6 Camry at full throttle could be stopped at 435 feet. But to really test the claim, they used a powerful 540-horsepower supercharged Roush Stage 3 Mustang. It took 903 feet, but stop it did. By comparison the Prius can only muster 110 anemic ponies. Further, as Newton’s Second Law reminds us, weight is inherently a factor in slowing a moving object. The Prius weighs about two-thirds of what the Roush does.
But while these other cars were brought to full stop, Sikes says he couldn’t even reduce his speed. A video on the Web also demonstrates a 2008 Prius easily slowed to a stop with the accelerator fully depressed.
An assisting officer said he saw Sikes apply the brakes and smelled them. But of course that was only when he drew close to the vehicle. The officer doesn’t know what Sikes was doing before he arrived on the scene.

Now here’s the potential smoking gun: Sikes told the reporters that “I was reaching down and trying to pull up on the gas pedal. It didn’t move at all; it was stationary.” That’s awfully daring for somebody who insisted he didn’t even want to take a hand off his steering wheel, notwithstanding that he did so to hold his phone.
I tried to imitate Sikes’ alleged effort in a 2008 Prius. From the front bottom of the steering wheel to the front bottom of the accelerator in up position it’s 28.5 inches; while fully deployed it’s 2.5 inches farther away. I have average-length arms (33-inch shirt sleeve) and no gut. But even though the steering wheel was as flush to the dashboard as it goes, it prevented me from all but touching the accelerator in the up position.
To reach behind a deployed accelerator and get any kind of a grip you’d have to add at least three more inches. In my case, it required squashing my face against the radio and completely removing my eyes from the road. Only the tallest men could physically do what Sikes claimed he did and no press accounts refer his being exceptionally tall. But to settle this issue (albeit not the others), Sikes would simply have to sit in his Prius and show he could reach behind the pedal while it was fully depressed. Why has nobody asked him to do so? Moreover, even for an orangutan it would be an incredibly awkward move for somebody afraid to pop a car into neutral or hit the ignition button.
So why did he do it? Sleuth work at the Web sites Jalopnik.com and Gawker.com reveals that Sikes and his wife Patty in 2008 filed for bankruptcy and are over $700,000 in debt. Among their creditors is Toyota Financial Services for a lease on a 2008 Toyota Prius, with value at time of bankruptcy of $20,494. The Jalopnik Web site shows a copy of Toyota’s secured claims form, though when Jalopnik questioned Sikes by e-mail he denied being behind on his Prius payments.
Sikes also has a history of filing insurance claims for allegedly stolen items that are slowly coming to light. In 2001 he filed a police report with the Merced County Sheriff’s Department for $58,000 in stolen property, including jewelry, a prosumer mini-DV camera and gear, and $24,000 in cash, according to Fox40 in Sacramento. His bankruptcy documents show a 2008 payment of $7,400 for an allegedly stolen saxophone and clothes.
For what it’s worth, Sikes owned and operated a Web site called AdultSwingLife.com. More salacious material on this man will continue to pour in.
But the press conference alone makes it clear Sikes’ story didn’t wash. Journalism schools are supposed to teach that skepticism is paramount. “If your mother says it, check it out,” goes the old adage. Yet comments on Web sites across the country reveal that practically everyone thought the Prius incident was a hoax–though they couldn’t prove it–except for the media.
They have been as determined to not investigate Sikes’ claims as Sikes was to not stop his car. It’s a Toyota media feeding frenzy and the media aren’t about to let little things like incredible stories and readily-refutable claims get in the way.
Michael Fumento is director of the nonprofit Independent Journalism Project where he specialized in science issues. He can be reached at fumento@pobox.com.
 
Mais um tópico de discussão de combustíveis. Já dei para essa paróquia, para os 2 lados da barricada, mas há sempre fundamentalistas que não conseguem perceber outros usos, situações, casos para além do seu...

Dei-me ao trabalho de fazer isto:
Tem em conta apenas custo de combustível a cada patamar de kms, incluindo um FAP a cada 125.000km [:D] e sistema GPL.
Não tem manutenções, nem seguros, nem valor compra, nem retoma.

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Antes que me digam, "ah e tal mas eu faço 3.1L/100 no meu percurso diário quando vou a descer desengatado":
Porreiro, mas estas são médias do Spritmonitor, para o Auris (1.2T / 1.6D / 1.8 H), onde para o GPL considerei mais 10%

"ah e tal mas eu coloco gota com cartão pingo doce extra desconto Repsol ACP com cashback do Continente"
Preços médios de Portugal Continental desta semana.

Tirem as vossas conclusões, eu tenho as minhas [;)]
1. Não deixa de ser irónico que para fazer menos kms o diesel seja mais barato, sendo que os motores os menos eficazes em percursos curtos.
2. A diferença entre diesel e híbrido (dada a diferença de preço do combustível) é tão pouca que argumentar e generalizar, sem analisar caso a caso, que um é melhor que outro, do ponto de vista económico, não faz sentido.
 
Conclusão:
1. Finalmente alguém colocou as contas! Parabéns!
2. Se eu tiver uma empresa "compro"(Renting) híbridos para todos os funcionários que necessitem de carro para trabalhar (benefícios fiscais/fiscalidade verde);
3. Se eu tiver empresa a opção converter GPL está fora (o custo não dá para abater);
4. Como pessoa individual só poderia pensar em comprar um híbrido se gostar de um motor a gasolina, no entanto já andei muito km's com um Hibrido Lexus 300H, e aquilo em cidade é interessante (5,5 litros de média), em estrada é um fiasco económico (7,5 litros de média) e aquilo da Toyota ter colocado um 'cd' para fazer de conta que o motor faz rotações [8b]
5. Só voltarei a comprar carro novo quando existirem carros a hidrogénio.
 
Em USA ou Venezuela, as Pick-ups, camiões e autocarros são a gasolina. Alguns modelos serão diesel, mas são casos específicos (grandes camiões, etc.)
vê-se que nunca estivestes nos EUA, os autocarros a maioria infelizmente são a diesel e deitam cada nuvem de fumo preto que é impossível ficar com dúvidas [:vm)]
 
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