Luiscoelho
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Eu comprei diesel mas estou arrependido, se fosse agora optava sem dúvida por um a gasolina. A fiabilidade diesel foi assassinada por dispositivos criados, supostamente para cumprir normas ambientais, mas que no meu entender são um total embuste, e apenas mais uma forma hábil de sacar a nota ao consumidor.
A explicação é muito simples, de acordo com a Lei de Lavoisier na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Dessa forma, sendo que o sistema de escape é um circuito fechado, todos os poluentes retidos nesses componentes acabarão por ser emitidos de novo para a atmosfera, na forma de subprodutos na reação de combustão (EGR), regeneração (FAP), ou outra treta qualquer que inventem. Portanto o impacto ambiental, em termos de emissões, é absolutamente nulo. Para as marcas é o negócio perfeito, vendem carros mais caros alegando que a longo prazo são um bom investimento, mas apetrechados de peças caríssimas e que necessitam frequentemente de reparação e substituição, e depois a culpa é das normas ambientais ou do estilo de condução do cliente.
Um dos grandes amigos do meu pai é dono de uma casa delphi de reparação de bombas e injetores. Da última vez que estivemos com ele, esteve mais de meia hora a arrasar os diesel modernos, o quais apelidou de cancros e embustes, e que atualmente só um burro compra diesel. Sabem que carro ele adquiriu recentemente? Um gasolina [
]. Bem, se este não é o exemplo perfeito para quem pondera um diesel, não sei qual será ...
No entanto, não invalida que hajam diesel recentes com longa kilometragem e sem grandes problemas, mas eu diria que é um exercício de risco / sorte. A grande maioria, irá inevitavelmente dispender milhares de euros ou na FAP, ou no bimassa, ou no turbo, ou na EGR, injetores, ou no diabo a 4 (a maioria dos meus conhecidos com diesel de mais de 150,000 kms tem pelo menos uma história para contar...). E depois pumba ... Lá se vai a tão famosa poupança do diesel.
Concluindo, o diesel "limpinho" é anti-natura e um constra-senso, e tudo que colocarem nesse sentido vai apenas acabar na carteira do consumidor. Se a ideia dos burocratas da UE é que todos sejam amiguinhos do ambiente, então mais valia terem acabado com os diesel e atribuírem incentivos a sério para os híbridos e elétricos. Não é colocarem carros à venda por mais de 30,000 euros e esperar que a classe média os compre, pois é preciso salvar o ambiente. Antes disso, há que pagar a renda de casa, água, luz, creche dos filhos, etc
A explicação é muito simples, de acordo com a Lei de Lavoisier na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Dessa forma, sendo que o sistema de escape é um circuito fechado, todos os poluentes retidos nesses componentes acabarão por ser emitidos de novo para a atmosfera, na forma de subprodutos na reação de combustão (EGR), regeneração (FAP), ou outra treta qualquer que inventem. Portanto o impacto ambiental, em termos de emissões, é absolutamente nulo. Para as marcas é o negócio perfeito, vendem carros mais caros alegando que a longo prazo são um bom investimento, mas apetrechados de peças caríssimas e que necessitam frequentemente de reparação e substituição, e depois a culpa é das normas ambientais ou do estilo de condução do cliente.
Um dos grandes amigos do meu pai é dono de uma casa delphi de reparação de bombas e injetores. Da última vez que estivemos com ele, esteve mais de meia hora a arrasar os diesel modernos, o quais apelidou de cancros e embustes, e que atualmente só um burro compra diesel. Sabem que carro ele adquiriu recentemente? Um gasolina [
No entanto, não invalida que hajam diesel recentes com longa kilometragem e sem grandes problemas, mas eu diria que é um exercício de risco / sorte. A grande maioria, irá inevitavelmente dispender milhares de euros ou na FAP, ou no bimassa, ou no turbo, ou na EGR, injetores, ou no diabo a 4 (a maioria dos meus conhecidos com diesel de mais de 150,000 kms tem pelo menos uma história para contar...). E depois pumba ... Lá se vai a tão famosa poupança do diesel.
Concluindo, o diesel "limpinho" é anti-natura e um constra-senso, e tudo que colocarem nesse sentido vai apenas acabar na carteira do consumidor. Se a ideia dos burocratas da UE é que todos sejam amiguinhos do ambiente, então mais valia terem acabado com os diesel e atribuírem incentivos a sério para os híbridos e elétricos. Não é colocarem carros à venda por mais de 30,000 euros e esperar que a classe média os compre, pois é preciso salvar o ambiente. Antes disso, há que pagar a renda de casa, água, luz, creche dos filhos, etc