[Economia] Dívidas

50.000€ também não é nenhuma fortuna.

Pois não... No geral qualquer empréstimo para uma casa vai para valores bem superiores, mas parece-me que não é este o caso.

Ou seja a senhora tem empréstimos sobre empréstimos, e neste momento as dívidas já irão em 50.000 €, e se não tem uma vida de despesismo, para onde foi esse dinheiro? :sh) Se não comprou nenhum tipo de imóvel, nenhum carro de gama média/superior, etc... 50.000 € não se evaporam do nada, digo eu... pelo menos para mim 50.000 já é dinheiro, não são propriamente trocos para desaparecerem sem rasto.
 
acho que aqui o problema não é onde a senhora gastou ou deixou de gastar[;)]
o problema aqui é o user que abriu o tópico estar em uma situação que levando a coisa a letra se chama situação de (*****) com todo o desgaste e duvidas que isto vai trazer na relação dele com a esposa [;)]

que tal darem mais ajuda neste caso (ao user do tópico) para ele que não tem culpa disto ,mas que foi enrolado para esta treta ,tentar dar a volta por cima sem arranjar problemas a nível pessoal (relação) e não se ir endividar na banca sobre um problema que não é o dele.....

mais ajudas e menos opiniões do nível de vida da sogra acho mais valido
 
acho que aqui o problema não é onde a senhora gastou ou deixou de gastar[;)]
o problema aqui é o user que abriu o tópico estar em uma situação que levando a coisa a letra se chama situação de (*****) com todo o desgaste e duvidas que isto vai trazer na relação dele com a esposa [;)]

que tal darem mais ajuda neste caso (ao user do tópico) para ele que não tem culpa disto ,mas que foi enrolado para esta treta ,tentar dar a volta por cima sem arranjar problemas a nível pessoal (relação) e não se ir endividar na banca sobre um problema que não é o dele.....

mais ajudas e menos opiniões do nível de vida da sogra acho mais valido


Bom post. O melhor do tópico. Em vez de estarmos a julgar a mulher que nem sequer conhecemos, mais valia tentarmos arranjar uma solução para este problema que não é nada fácil. Eu sou da opinião que toda a gente merece uma segunda oportunidade quando faz m****. Pode calhar a qualquer um de nós, e discordo completamente dos que dizem "Não te metas nisso", como se fosse assim tão fácil ignorar um problema de alguém que nos é próximo.
 
Detesto sogras !! Essa entao se fosse minha eu rifava-a[;)] e podia ser q ganhasse € p pagar as dividas [:)]
Agora A SERIO: será q ela o faria por ti? Ou outros? É q é tudo muito lindo mas arcares com 1 emprestimo q nem sequer é vantajoso p ti é complicado ñ achas? Pensa bem pq ela já tem idade p tomar conta do € dela[;)]
 
Quem faz uma pode fazer duas...Um conselho: ajuda o mais que puderes a tua sogra, mostra-te empenhado, procura ajuda financeira, mas nunca, nunca metas o teu nome ao barulho...Se os outros forem pessoas minimamente decentes terão de compreender a tua posição.
 
Bom post. O melhor do tópico. Em vez de estarmos a julgar a mulher que nem sequer conhecemos, mais valia tentarmos arranjar uma solução para este problema que não é nada fácil. Eu sou da opinião que toda a gente merece uma segunda oportunidade quando faz m****. Pode calhar a qualquer um de nós, e discordo completamente dos que dizem "Não te metas nisso", como se fosse assim tão fácil ignorar um problema de alguém que nos é próximo.
alem que ele para ignorar e não fazer nada ia implicar acabar a relação,pois fora isso se não fosse ele ia ser ela[;)]

mas este pessoal parece que não moram juntos (alguns não) ou se moram com alguém devem mesmo se preocupar com a pessoa com quem vivem pois não fazer nada é destruir a relação...
 
Não te metas nisso. Por muito boa vontade que tenhas, e de facto pareces tê-la, "enfiar-se" num crédito para ajudar a senhora não é uma boa ajuda. Primeiro, e como já foi dito, a senhora tem um problema. É como o álcool, mais tarde ou mais cedo pode cair em tentação. Segundo, podes tu vir a ter problemas com esse crédito, nunca se sabe o dia de amanhã.

Assim o que sugiro que faças é:

1º Tentar consolidar os créditos numa só entidade (os bancos normalmente preferem esta via que a 2ª), e ir pagando (com a tua ajuda ou não) aquilo que pode.

2º Ver quais são as consequências do pedido da falência da senhora. (Se for como nas empresas é provável que o tribunal (penso eu) faça um levantamento das dívidas e dos bens. E depois prossiga para a liquidação dos bens tendo em conta a ordem legal dos credores (primeiro o Estado etc etc).)

3º Levar a senhora a procurar ajuda psicológica (não sei se a DECO tem alguma coisa neste campo).
 
A minha vida é encontrar soluções (noutra área).


O meu conselho é o seguinte:


se nenhum banco permite consolidar (juntar) os créditos actuais num crédito com período de tempo mais alargado em nome da tua sogra então poderás fazer duas coisas:


1 - Acedes ao pedido (eu chamo-lhe coação) da tua esposa e fazes o tal crédito em teu nome e rezas para que tudo corra bem, ou...

2 - Fazes o crédito em teu nome, mas solicitas como acto de boa fé que a casa dela seja escriturada com efeitos imediatos para o nome da tua esposa. (também serve para o teu nome).


Com certeza que esta condição causará polémica, mas é justo ambas as partes se exporem ao risco da contra-parte.


Boa sorte
 
A minha vida é encontrar soluções (noutra área).


O meu conselho é o seguinte:


se nenhum banco permite consolidar (juntar) os créditos actuais num crédito com período de tempo mais alargado em nome da tua sogra então poderás fazer duas coisas:


1 - Acedes ao pedido (eu chamo-lhe coação) da tua esposa e fazes o tal crédito em teu nome e rezas para que tudo corra bem, ou...

2 - Fazes o crédito em teu nome, mas solicitas como acto de boa fé que a casa dela seja escriturada com efeitos imediatos para o nome da tua esposa. (também serve para o teu nome).


Com certeza que esta condição causará polémica, mas é justo ambas as partes se exporem ao risco da contra-parte.


Boa sorte

Sim, mas a casa não vale dinheiro, porque foi comprada com crédito, e há pouco tempo....

Eu não me metia nisso.....nunca na vida....
 
Sim, mas a casa não vale dinheiro, porque foi comprada com crédito, e há pouco tempo....

Eu não me metia nisso.....nunca na vida....



A questão subliminar que se coloca neste negócio é que ele pode "perder" a estabilidade familiar por completo se não aceder à "pressão" da esposa em ajudar a mãe [;)]


A casa de facto não está paga, mas o que é dito no post é que o total das dívidas ascende a 50.000€.

Se assim for, depreende-se que o imóvel vale mais porque já foi parcialmente liquidado
 
A questão subliminar que se coloca neste negócio é que ele pode "perder" a estabilidade familiar por completo se não aceder à "pressão" da esposa em ajudar a mãe [;)]


A casa de facto não está paga, mas o que é dito no post é que o total das dívidas ascende a 50.000€.

Se assim for, depreende-se que o imóvel vale mais porque já foi parcialmente liquidado


O crédito do imóvel tem pouco tempo, pagaram só juros (quase)[;)]
Estabilidade?

Nada disso...

Imaginando que ele aceita...pode vir a ter problemas no futuro...e as relações podem não durar para sempre....

Eu não o faria....
 
Respondendo ao autor do tópico: Por tudo o que é sagrado, não te envolvas em empréstimos para resolver a situação. Acredita que te vais arrepender amargamente: quase de certeza que vais ficar atolado em dívidas e terminar a relação com a tua companheira. eu já cá ando há muito tempo e estou farto de ver situações desse tipo... o final é quase sempre o mesmo...

Tu não tens culpa nenhuma da estupidez financeira da tua Sogra. Ela que resolva o problema em tribunal.

Em questões financeiras, a boa vontade dá quase sempre asneira da grossa. Por exemplo, o coitado do fiador do empréstimo da casa dela está bem lixado...
 
Última edição:
Não te metas nisso, por muita guerra que cries lá em casa. Vou-te dar um cenário catastrófico para analisares, podes achar parvo mas faz a ti próprio o favor de o analisar friamente, como se não fosse nada contigo e estivesses a observar de fora e que é o seguinte:

Imagina que te metes nesse crédito de 8 anos para livrar a tua sogra dos problemas financeiros dela e para, até provavelmente mais por causa disso, não arranjares chatices com a tua mulher. Mas daqui a 2,3,4,5 anos por uma qualquer das inúmeras razões que existem para um casal se divorciar (não interessa qual), o teu casamento vai por água abaixo e se divorciam. Ah e tal isso não vai acontecer, dizes tu. Não sabes, digo eu, a vida é uma caixinha de surpresas e o que hoje parece inconcebível, amanhã é a dura realidade.

Resultado:

Ficas divorciado, se calhar a pagar pensão de alimentos se tiveres filhos, e se a tua ex quiser ser mazinha ainda ficas a partilhar com ela a dívida da tua ex-sogra. Vais dar tantas cabeçadas na parede que nem imaginas.

Ao meteres a cabeça nisso estás a cometer um erro que se se compreende num miudo inexperiente, é inconcebível num homem feito e já "chefe de família". Já bastava se a situação fosse com a tua mãe, mas com uma sogra... Jamé, mesmo sendo a mãe da tua cara-metade.

Desculpa se isto te parece rude e cru, mas no que toca a dinheiro o pragmatismo é o melhor conselheiro.
 
Não te metas nisso, por muita guerra que cries lá em casa. Vou-te dar um cenário catastrófico para analisares, podes achar parvo mas faz a ti próprio o favor de o analisar friamente, como se não fosse nada contigo e estivesses a observar de fora e que é o seguinte:

Imagina que te metes nesse crédito de 8 anos para livrar a tua sogra dos problemas financeiros dela e para, até provavelmente mais por causa disso, não arranjares chatices com a tua mulher. Mas daqui a 2,3,4,5 anos por uma qualquer das inúmeras razões que existem para um casal se divorciar (não interessa qual), o teu casamento vai por água abaixo e se divorciam. Ah e tal isso não vai acontecer, dizes tu. Não sabes, digo eu, a vida é uma caixinha de surpresas e o que hoje parece inconcebível, amanhã é a dura realidade.

Resultado:

Ficas divorciado, se calhar a pagar pensão de alimentos se tiveres filhos, e se a tua ex quiser ser mazinha ainda ficas a partilhar com ela a dívida da tua ex-sogra. Vais dar tantas cabeçadas na parede que nem imaginas.

Ao meteres a cabeça nisso estás a cometer um erro que se se compreende num miudo inexperiente, é inconcebível num homem feito e já "chefe de família". Já bastava se a situação fosse com a tua mãe, mas com uma sogra... Jamé, mesmo sendo a mãe da tua cara-metade.

Desculpa se isto te parece rude e cru, mas no que toca a dinheiro o pragmatismo é o melhor conselheiro.

Nem mais! Agora pode parecer que vai correr bem, mas existem sempre pequenos pormenores que te podem fazer arrepender imenso de contraíres esse hipotético crédito. Eu nunca o faria, por muito que quisesse agradar a senhora ou à esposa.
 
Conheço um caso relativamente parecido..

O que o filho fez, foi comprar a casa aos pais com recurso a um empréstimo bancário. E os pais ficaram na casa e a pagar-lhe uma renda que vai dando para a prestação e seguros..


Desta forma os pais puderam consolidar uma série de dividas de curto prazo e transforma-las numa renda. O facto de ter sido feita a operação com recurso a credito habitação e não com recurso a credito pessoal permitiu obter uma prestção muito mais baixa, quer pelo prazo muito maior, quer pelas taxas muito favoráveis relativamente aos créditos pessoais.

E ninguém ficou a dever favores a ninguém. Porque o filho entrou com algum dinheiro e contraiu um empréstimo, mas ficou com a casa em seu nome.. E os pais ficaram sem as dividas, ficaram com algum dinheiro que sobrou, pois a casa valia mais que as dividas, e ficaram com um encargo mensal muito mais baixo.


EDIT: não estou a dizer que isto é a solução certa nesse caso concreto.. Até porque cada caso tem as suas nuances. E no caso que referes falas em outros filhos, falas em fiador num dos empréstimos, etc.. etc.. Já é muita gente envolvida..
 
Última edição:
E ninguém ficou a dever favores a ninguém. Porque o filho entrou com algum dinheiro e contraiu um empréstimo, mas ficou com a casa em seu nome.. E os pais ficaram sem as dividas, ficaram com algum dinheiro que sobrou, pois a casa valia mais que as dividas, e ficaram com um encargo mensal muito mais baixo.

Casa essa que seria dele de qualquer maneira mais tarde ou mais cedo e sem ter que gastar um tostão.

Mas nesse caso foi bem engendrado e uma boa solução.
 
Casa essa que seria dele de qualquer maneira mais tarde ou mais cedo e sem ter que gastar um tostão.

Mas nesse caso foi bem engendrado e uma boa solução.

Se chegasse alguma coisa até à herança... [;)]

Além disso, pelo menos enquanto forem vivos, continuam a ser os pais a suportar o custo da casa. Um dia quando eles falecerem, ele faz à casa o que lhe apetecer, pode por exemplo vende-la, liquidar o empréstimo e guardar o troco. Ou pode ficar com ela..
 
Eu nao fazia nada,,, nada tenho a ver com os negocios da sogra.

Alem disso cada um sabe de si e do seu dinheiro, lembra-te que em pessoas de uma certa idade terem emprestimos é nem é mau de todo pois se falecerem nunca pagam o emprestimo e deixam cá tudo.

Se for um gajo já morto a contrair o emprestimo, então é a cereja no topo do bolo ....[:cool:]
 
Conheço um caso relativamente parecido..

O que o filho fez, foi comprar a casa aos pais com recurso a um empréstimo bancário. E os pais ficaram na casa e a pagar-lhe uma renda que vai dando para a prestação e seguros..


Desta forma os pais puderam consolidar uma série de dividas de curto prazo e transforma-las numa renda. O facto de ter sido feita a operação com recurso a credito habitação e não com recurso a credito pessoal permitiu obter uma prestção muito mais baixa, quer pelo prazo muito maior, quer pelas taxas muito favoráveis relativamente aos créditos pessoais.

E ninguém ficou a dever favores a ninguém. Porque o filho entrou com algum dinheiro e contraiu um empréstimo, mas ficou com a casa em seu nome.. E os pais ficaram sem as dividas, ficaram com algum dinheiro que sobrou, pois a casa valia mais que as dividas, e ficaram com um encargo mensal muito mais baixo.


EDIT: não estou a dizer que isto é a solução certa nesse caso concreto.. Até porque cada caso tem as suas nuances. E no caso que referes falas em outros filhos, falas em fiador num dos empréstimos, etc.. etc.. Já é muita gente envolvida..

Apesar do EDIT, a meu ver, a solução passa por algo deste género.
 
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