IIdEvIlFiReII
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esse fiador e da casa?Ainda ontem se contactou a advogada e enviou-se um e-mail com todas as dívidas existentes para com estas empresas de crédito imediato, para verificar a viabilidade de ser esta a entrar em contacto com aquelas para se tentar arranjar uma solução de compromisso, isto é, a diminuição das mensalidades de forma a que a minha sogra e os respectivos filhos consigam fazer face às mesmas. E repare-se que já nem se está a pensar (salvo seja) nas imensas divídas a particulares. Que também terão de ser resolvidas.
Eu entendo as opiniões que se dizem, nomeadamente aquelas que quase que diabolizam a senhora, mas isso só acontece porque não conhecem o caso. É óbvio que é criticável mas não creio que haja aqui o factor negativo que lhe querem dar. Isto pelos vistos é uma bola de neve que se arrasta desde meados de 2006, e tendo em conta alguns acontecimentos surgidos nessa altura (na esfera familiar) tudo indica que a sua ajuda monetária para com algumas pessoas era um facto. E quando não tinha para ajudar, pedia emprestado....é ridículo, bem sei, sobretudo porque algumas destas taxas de juro só são aceites por pessoas que ou estão muito desesperadas ou que têm muita falta de discernimento no que à gestão do seu dinheiro diz respeito. Se não ambas.
A minha posição de mau da fita cá continua, mas mais esbatida, uma vez que entretanto uma outra amiga da minha esposa já a aconselhou igualmente e também esta referiu que pedir um empréstimo era a última coisa que se deveria fazer.
IIdEvIlFiReII, não se pode ir para a justiça porque há um fiador envolvido. Fiador esse que não querem(os) prejudicar.
se sim que tal venderem a casa que são menos 2 dores de cabeça.
e menos uma prestação e salvam o coitado do fiador[
ou mesmo entregar a casa ao banco[