DS 7 Crossback (2017)

PSA registra o SUV DS7 Crossback no Brasil

"(...)Ofensiva de SUVs

A chegada do DS7 Crossback ao Brasil faria parte da ofensiva de SUVs que o grupo PSA está concretizando. Depois de 2008, 3008 e 5008 pela Peugeot, está confirmada a produção do C4 Cactus pela Citroën, em Porto Real (RJ). Seu lançamento será durante o Salão do Automóvel, em novembro, em São Paulo

Além destes quatro modelos, a PSA Peugeot-Citroën pretende produzir um SUV subcompacto em Porto Real (RJ). Esse exemplar ficará abaixo do 2008, possivelmente com o nome de 1008. A ideia é que ele brigue com os novos SUV subcompactos que a Jeep e a VW vão produzir aqui."
apr:)
 
"Già prima della "separazione" da Citroen, che l'avrebbe portato a diventare una realtà a sé stante, il marchio DS era stato pensato per realizzare le versioni più "chic" del costruttore francese. Ora che ha intrapreso appunto la sua strada da brand indipendente, DS si fa notare con una linea stilistica ben precisa dettata dai tratti muscolosi delle sue vetture, ormai facilmente riconoscibili nel panorama automobilistico moderno.

Sotto esame in questo Pro e Contro abbiamo la DS 7 Crossback in versione PureTech 225 Grand Chic, che monta il motore 1.6 benzina da 225 CV, il più potente della gamma. Guardandola da fuori si fa notare il pacchetto DS Performance Line di cui è dotata, ma la vera sorpresa è all'interno, dove questo allestimento si mostra ricco di Alcantara e altri materiali di alto livello.

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A bordo della DS 7 Crossback nulla è stato lasciato al caso, tutte le componenti assumono una forma precisa e geometrica. Le superfici sono morbide al tatto, anche in punti in cui non ce lo si aspetterebbe, come nei vani porta oggetti delle portiere rivestiti in velluto al fine di evitare rumori sgraditi durante la marcia.

Nel nostro allestimento in particolare, il DS Performance Line, il materiale che la fa da padrona è l'Alcantara, spalmata un pò su tutta la plancia, il tunnel centrale, le portiere e i sedili, accoglie gli occupanti con un ambiente dichiaratamente premium, con assemblaggi e dettagli all'altezza delle concorrenti tedesche.

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Un'auto di questo segmento non può che essere da viaggio e in questo caso lo spazio proprio non manca, l'abitabilità posteriore è generosa e la seduta risulta essere comoda anche dopo diverse ore di viaggio.

Gli occupanti del divanetto hanno spazio in abbondanza per la testa e per le gambe, oltre ad una buona illuminazione e la presenza delle bocchette dell'aria condizionata. Anche un eventuale quinto passeggero non avrà problemi nei viaggi più lunghi dato che il pavimento è quasi completamente piatto.

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La DS 7 Crossback è un "animale" da viaggio e come tale permette di macinare chilometri senza sforzi. Il merito va all'assetto dell'auto, che offre su tutte le versioni le sospensioni "predittive" Active scan, che monitorano il manto stradale, adattandosi in tempo reale alle asperità del terreno.

Il risultato è un effetto "tappeto volante", si viaggia ben isolati da ciò che passa sotto le ruote, anche sui numerosi tratti in pavé di Roma. Peccato solo che l'assetto rimanga leggermente troppo morbido anche in modalità Sport, dove a cambiare drasticamente è solo la risposta al pedale dell'acceleratore.

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Il lavoro delle sospensioni unito ad un insonorizzazione dell'abitacolo da ammiraglia, danno origine ad un'isolamento acustico dall'esterno degno di nota, tutto ciò che avviene fuori dall'auto è sempre ovattato e ben smorzato.

Ad farsi sentire nell'abitacolo si è presentato solamente qualche fruscio aerodinamico a velocità autostradali, un fenomeno prevedibile vista l'altezza della carrozzeria tipica dei SUV, ma che stona un po' con l'ottima insonorizzazione generale.

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Qui le proporzioni contano, e vanno a penalizzare in modo particolare la visibilità posteriore. Il terzo montante è massiccio e il lunotto piccolo unito all'altezza dell'auto non permette di capire gli ingombri in fase di manovra; meglio dunque affidarsi alla retrocamera.

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Le forme estrose degli interni vengono riprese anche nella logica di funzionamento del computer di bordo. Muoversi tra i vari menu e sottomenu non è facile e intuitivo come ci si aspetterebbe e nonostante le scorciatoie siano presenti e a portata di mano, sono touch e "trovarle" senza distrarsi non è semplice.

Lo schermo di grandi dimensioni è scenografico, ma la scorciatoia del clima ai due lati dell'interfaccia, seppur necessaria essendo il clima integrato nell'infotainment, ruba spazio alle informazioni di primaria importanza.

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Sulle auto di questo segmento la sicurezza attiva ricopre ormai un ruolo fondamentale. Il nostro modello era infatti dotato di tutti gli assistenti alla guida moderni, come la spia per l'angolo cieco, il cruise control adattivo e il mantenimento attivo della corsia.

Provandoli a fondo per diverse ore però, il cruise e il mantenimento della corsia si sono rilevati poco efficaci. Specialmente utilizzando il mantenitore di corsia, l'auto tende a rimbalzare sulla riga, correggendo la traiettoria con reazioni al volante poco fluide."

DS 7 Crossback PureTech 225 Grand Chic, pro e contro
 
"Sol, 35 graus e… O pára-arranca do costume. Está calor, o fato não ajuda. E o ar condicionado, mesmo no máximo não evita aquela sensação de estar a ferver sentado no trânsito. Não é agradável, mas a DS sabe-o. Por isso, apesar de não estarmos ao volante de um qualquer executivo de várias dezenas de milhares de euros, o 7 Crossback traz um truque nos bancos. Que bem que sabe sentir o ar fresquinho sair por cada micro furo dos estofos em pele.

É um mimo como tantos outros que a divisão de luxo da Peugeot Citroën incluiu num modelo cheio de conforto e requinte. Além do truque, é impossível não gostar das poltronas que equipam o SUV, mas também de toda a envolvência do habitáculo.Praticamente tudo se reveste a pele neste Opera, a linha de topo. E é perfeita a simbiose com o alumínio dos vários comandos na larga coluna central, mas também no tablier em que salta à vista o grande ecrã de 12 polegadas. Fácil de utilizar, controla desde a climatização ao rádio, até à navegação. E, claro, aos vários sistemas de segurança do carro em si.

O que não está neste ecrã está no outro, onde habitualmente está o painel de instrumentos. É totalmente personalizável. E até permite utilizar a câmara frontal para identificar obstáculos na estrada, seja de dia, mas especialmente de noite. Quando os há, o DS é rápido a identificar e a alertar para o perigo. Cabe-nos evitá-los, seja travando ou mudando a rota.

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E não é uma qualquer guinada no volante nada que assusta o 7. Apesar de ser um SUV, passa para o volante uma sensação de leveza que acaba por nós fazer sentir aos comandos de um carro com grande agilidade. O motor 2.0 BlueHDi de 180 cv é um aliado importante na transmissão desta sensação.Com a caixa automática de oito velocidades, o DS ganha rapidamente velocidade quando o trânsito desvanece. Aí, com a suavidade que uma caixa deve ter, rolamos estrada fora com consumos que rondam os 7 litros aos 100 quilómetros.

Isto é no modo Confort, ou mesmo no ECO. No Normal a resposta é mais solicita, mas para sentir maior guelra da mecânica no mesmo com o Sport. O DS não é contudo um carro para excessos. É para se conduzir com calma. E essa a mensagem que todo o conjunto nos passa, seja pelo conforto a bordo, seja pelas linhas elegantes do exterior que tantos condutores tem conseguido conquistar.

Facilmente se percebe esta relação amorosa entes condutores e o DS 7 Crossback. É um SUV como tantos outros de tantas marcas, mas brilha na estrada. Aquela traseira limpa, apenas rasgada pelos farolins esguios, a forma como as cavas das rodas abraçam as jantes de 19 polegadas, mas também a assinatura de luz que ostenta numa face carregada de estilo, são mais do que argumentos a favor deste concorrente num mercado de luxo em que conta com adversários de peso.

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É um desenho que faxina num automóvel pensado ao ínfimo detalhe. De tal forma que até na despedida o DS 7 Crossback é capaz de nos deliciar. Fechar o SUV levanta o pano para dar palco ao espetáculo de luz na dianteira. Três peças de “cristal” partem para um show de luz e movimento que apetece ver vezes sem conta.É melhor do que quaisquer palavras que se utilizassem para o descreve. É mais um mimo da marca francesa de luxo que, percebe-se, não deixou nada ao acaso. É um detalhe, sim, mas carregado de glamour."

Há detalhes que dão nas vistas no DS 7 Crossback
 
Premium midsized SUV segment

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[TR]
[TD][/TD]
[TD]Midsized premium SUV segment[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]2019-Q1[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]2018-Q1[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]Change[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]1[/TD]
[TD="width: 288"]Mercedes-Benz GLC[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]21.547[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]24.346[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-11%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]2[/TD]
[TD="width: 288"]BMW X3[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]20.314[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]9.909[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]105%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]3[/TD]
[TD="width: 288"]Volvo XC60[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]20.242[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]20.260[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]0%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]4[/TD]
[TD="width: 288"]Audi Q5[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]16.927[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]20.694[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-18%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]5[/TD]
[TD="width: 288"]Land Rover Discovery Sport[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]9.329[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]10.956[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-15%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]6[/TD]
[TD="width: 288"]Range Rover Velar[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]7.787[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]7.899[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-1%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]7[/TD]
[TD="width: 288"]DS7 Crossback[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]7.498[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]1.485[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]405%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]8[/TD]
[TD="width: 288"]Alfa Romeo Stelvio[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]6.955[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]8.205[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-15%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]9[/TD]
[TD="width: 288"]Mercedes-Benz GLC Coupe[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]6.946[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]7.848[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-11%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]10[/TD]
[TD="width: 288"]BMW X4[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]6.075[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]4.807[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]26%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]11[/TD]
[TD="width: 288"]Jaguar F-Pace[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]5.814[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]7.597[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-23%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]12[/TD]
[TD="width: 288"]Porsche Macan[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]5.442[/TD]
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[TD="width: 61, align: right"]-8%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]13[/TD]
[TD="width: 288"]Lexus NX[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]4.951[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]5.792[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]-15%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="width: 30"]14[/TD]
[TD="width: 288"]Jaguar I-Pace[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]2.903[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]0[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]New[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD][/TD]
[TD="width: 288"]Segment total[/TD]
[TD="width: 85, align: right"]142.730[/TD]
[TD="width: 64, align: right"]135.701[/TD]
[TD="width: 61, align: right"]5%[/TD]
[/TR]
[/TABLE]

"(...)The Range Rover Velar sees stable sales, while the DS7 Crossback is the big winner of the segment, as it was launched during Q1 of last year. It now claims over 5% of the segment.(...)"
 
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