Ducati Panigale

Sim, é discutível. No que toca ao material, tens razão, mas o que importa ao fim ao cabo é, é realmente necessário esse material para 99% dos amantes de motas? Valerá o preço? Pessoalmente para mim, não, seria mau empregue, a R1 satisfazia-me em pleno.
Acho que podemos ir buscar uma comparação aos carros, pegar no GTR 35 e o preço dele, depois nos super desportivos que por aí andam; "aí vou eu no Ferrari, todos a olharem para mim porque tenho um Ferrari", e depois são ridicularizados por um carro que custa 1/3 do preço. Do mesmo modo que digo para os carros, digo para as motas, entre uma nipónica ou uma Ducati, se oferecida, queria a Ducati. Conduzia uma semana, vendia, ia buscar uma R1 e sobrava-me dinheiro :)

Eu se tivesse um Ferrari nunca na vida me iria sentir ridicularizado por um GTR...

Tudo depende do comprador, mas por exemplo (e falando de outras gamas), a Yamaha até pode ter a V-Max (ou mesmo a MT-01, uma das motos que gostaria realmente de ter - gosto das baixas rotações, o que se há-de fazer?), mas o que é que a concorrência tem para isto?:

original_Diavel-Carbon-2011-Amb-R-12.jpg


2011+Ducati+Diavel+Carbon+Side+View.jpg


Ao vivo é simplesmente espectacular.
 
Já que se falou de motas exóticas, a revista Bike de Dezembro trás por acaso uma classificação das 10 motas mais exóticas:

10 - Yamaha R7 (1999-2002)

Concebida para a homolgação em SBK, o quadro deriva directamente das 500 GP da altura, tinha geometria de direcção ajustável, e uma série de outras coisas concebidas para correr. Foram feitas 500.

158.png


9 - Honda NR (1991-1992)

Custava 38.000 GBP vale hoje 100.000 GBP. Foi possível encomenda-la exactamente durante um ano. Cada mota foi construída individualmente e até a tinta era misturada para cada mota.

honda-nr-750-22.jpg


8 - MV Agusta F4 Serie Oro (1999)

Custava 26.000 GBP vale hoje 45.000.

Tinha extravagâncias como braço oscilante ou jantes de magnésio.

69-mv-agusta-f4-serie-oro1.jpg


7 Suzuki RGV250 SP VJ23 (1996-1997)

Numa época em que as 2T estavam a morrer a Suzuki põe uns farois e uns piscas na mota que venceu o campeonato japonês de GP250. Um V2 a 70º com Ram-air, sensores nos carburadores para medir a pressão na caixa de ar, embraigem seca, caixa de corrida e cáteres em magnésio.

1996_RGV250SP_Gamma_500.jpg



(continua)
 
6 - Honda CB 1100 R (1980-1983)

Era uma CB 900 F trabalhada para 1100, pistões forjados e árvores de cames mais agressivas.

honda-CB1100R-1.jpg


5- MV Agusta F4 CC (2007)

Custava em 2007 a módica quantia de 100.000 €. Foi construída para ser a moto do "chefe", CC vem de Claudio Castiglioni, o então CEO da MV. Émuito mais de que uma versão "hot" de uma "normal" MV, já que 90% das peças são diferentes. É uma orgia de carbono e titânio e foram construídas 100, cada uma com a respectiva placa identificativa em platina.

MvAugusta_F4CC_2007_03_1024x768.jpg


4 Bimota Tesi 3D (2007-)

Como diz na revista é a Bimota que faz parecer as outras Bimotas comuns. Foram feitas 29 e podem ver a excentrividade que é o quadro e a suspensão da frente.

bimota10.jpg


(continua)
 
Vamos ao top 3

3- BMW HP2 Megamoto (2007 - 2010)


É uma supermoto com componentes de qualidade e tem um comportamento fantástico para o tamanho que tem.

bmw-hp2-megamoto-1_460x0w.jpg



2 - Foggy Petronas FP1 (2005)

Foram construídas com intenção de correr em Moto GP, mas depois desviaram a atenção para o WSB. Foram construídas 150 para homolgação mas as coisas correram mal. Praticamente nunca chegaram ao público e das que chegaram os propriestário têm um acordo de confidencialidade com a Petronas. Já quase me esquecia de dizer que é uma tri.

PETRONAS_FP1-2004_main.jpg


1 - Aprillia RSV-R Haga/Edwards Replica (2002 e 2003)

A Aprillia ganha a 1ª posição porque tem um valor de mercado de arromba (entre 3.000 a 6.000) para uma mota verdadeiramente exótica, já que tem jantes OZ, travões de 4 pinças, Öhlins na suspensão e direcção,, ECU re-mapeado, carbono , Akrapivic em titâneo, etc. etc. etc.

3274237.jpg


Concorde-se, ou não, fica aqui a transposição do que está escrito.[:D]
 
...
De média cilindrada olhava 1º para estas e só depois ia para as japonesas, como principal candidata a R6, de referir que as japonesas estão sempre mais baratas uma média de 500 contos (a subir) do que a 848 ou a F3 e isso é muito dinheiro.
...

Concordo contigo, só punha no topo a Triumph. Mas a proposito disso, é uma coisa que me entristece, os japoneses estão a dormir no ponto. Devo dizer que não tenho nada contra ou a favor dos construtores europeus ou japoneses, mas acho que os japoneses têm capacidade para fazer mais, muito mais, e não temos visto lançamentos de motas novas e excitantes como têm feito os construtores europeus. Não é por acaso que na MJ dest semana as mnotas do ano são a K1600GT/GTL, Diavel, e Tiger 800. Ou seja, só motas europeias. É triste porque acho que a concorrência é salutar.
 
Concordo contigo, só punha no topo a Triumph. Mas a proposito disso, é uma coisa que me entristece, os japoneses estão a dormir no ponto. Devo dizer que não tenho nada contra ou a favor dos construtores europeus ou japoneses, mas acho que os japoneses têm capacidade para fazer mais, muito mais, e não temos visto lançamentos de motas novas e excitantes como têm feito os construtores europeus. Não é por acaso que na MJ dest semana as mnotas do ano são a K1600GT/GTL, Diavel, e Tiger 800. Ou seja, só motas europeias. É triste porque acho que a concorrência é salutar.

Ninguém consegue bater os japoneses, porquê?

Value for money, tens uma 600RR japonesa por 10.000€, a concorrência por parte da Ducati e da MvAgusta (13/13.500€), fica sempre mais caro e esse valor de 13.500€ que era a Ducati 848, já se consegue comprar uma Yamaha R1 em promoção, ainda este ano estava abaixo de 13.000€ a R1 crossplane (azul e branca) e é por isso que as japonesas ainda estão e vão continuar á frente nas vendas.

Se eu gostava de ter uma 1199 a 18/19.000€? Claro que gostava, mas as japonesas custam 15.000€ e andam o mesmo e fazem o mesmo e na prática até agora, duram mais, muito mais e a manutenção é mais barata e existem N de motos semelhantes, logo peças não é difícil, assistência idém.

A minha GSX-R 600 de 2005 hã coisa de pouquíssimos km´s teve de fazer uma manutenção, levou embraiagem (discos + afinação), óleo de motor 100% sintético, filtro do óleo original, pastilhas da frente, óleo dos travões 5.1 com um excelente sangramento, não só houve ainda mão-de-obra, como alguns promenores, como limpeza do filtro do ar, pintura da tampa da embraiagem, lavagem e polimento (assim por alto) á moto e verificações a todos os níveis, o resto ela não precisava, sabes quanto me ficou? Abaixo de 200€.

Este valor não chegava nem para uma embraiagem no sítio para uma Ducati 749 (concorrente).

Referis-te na Bmw, não esquecer que a Bmw já faz motos, antes de fazer carros. A Triumph também tem os seus calos, entre outras, estiveram foi adormecidas e ainda bem que estão a acordar, outra coisa a referir, a Ducati já esteve para fechar (falência), a MvAgusta também.
 
Parece-me que estamos a falar de coisas diferentes.
É certo que uma desportiva japonesa é incomparável na relação custo/benefício. Mas o que me referia era mais na ousadia de lançar produtos completamente diferentes ou inovadores com as K1600 ou a Diavel. As 600 e 1.000 desportivas japonesas são brilhantes, mas são uma continuidade, um aprefeiçoamento do que já existe.
A NR foi uma pedrada no charco. Foi uma demonstração clara de superioridade tecnológica, mesmo sabendo que menos que poucas pessoas iam conseguir comprar uma. Mas serviu na perfeição para o que foi criada: "Olhem para isto! Agora tentem sequer imitar isto!!!"
Hoje temos a Diavel, quanda a vi pensei que era uma HD com motor L, mas afinal ela curva e trava como uma mota digna desse nome. Temos as K6 em que pensei que seria um mastodonte de 6 cilindros redundante, a minha K12GT anda que farta para o tipo de mota que é e não percebia para que serviriam mais 400 cc e 2 cilindros. Mas afinal servem, e o adjectivo de mastodonte pode continuar reservado para a Gold-Wing.
O que é que temos visto nos japoneses? O mais interessante que vi ultimamente foi a X-Runer e a Superteneré, e agora no Salão de Milão a Crosstourer com o motor da VFR 1200. Mas sabe-me a pouco.
Claro que há as evoluções contínuas das GSX-R's, R1's, ZX10's etc. (efectuadas na perfeição). Mas isso é uma continuidade, falta um pensamento diferente, alternativo.
Não sei se me estou a fazer entender correctamente?
 
Epá faz-me sempre um bocado de "comichão" quando vêm falar do quão cara é a manutenção de uma italiana.

Não vou falar com certezas porque não tenho uma mas já falei com pessoal que as tinha que sempre disse que não eram tão caras quanto isso. Já falei inclusive com quem tinha uma Ducati e uma BMW (daquelas da moda que o pessoal compra para subir passeios) e dizia que as revisões da BMW eram bem mais caras.

E depois há uma grande diferença entre uma 749 e uma Ducati mais actual, é que as modernas precisam de menos manutenção e com menos frequência - menos frequência que a maioria das japonesas.
 
Continuo a achar a NR a mais exclusiva. Apesar das Tesi terem sempre sido fabulosas devido ao braço dianteiro, sempre foram motos feitas à medida e com um motor "emprestado". Quase como uma alteração.
Podemos recuar ainda mais e falar nas Vincent ou nas Brough, mas é algo diferente.
A NR tem um motor diferente de tudo o que rola na estrada (não me recordo de outro veículo com pistões ovais, duas bielas por cilindro, 8 válvulas por cilindro). Foi das primeiras a utilizar injecção que podia ser mapeada a gosto (conseguindo potências na ordem dos 200cv quando puxada), estabeleceu vários recordes de velocidade (numa versão alterada), tinha carenagens em fibra de carbono (o vidro era recoberto a titânio!), etc...
Mas apesar de a produção ter sido muito limitada, ainda se vê uma ou outra à venda de tempos a tempos.

Para isso, mais exclusiva ainda seria o único modelo que chegou a ser feito para a estrada da Britten...
 
Parece-me que estamos a falar de coisas diferentes.

A NR foi uma pedrada no charco. Foi uma demonstração clara de superioridade tecnológica, mesmo sabendo que menos que poucas pessoas iam conseguir comprar uma. Mas serviu na perfeição para o que foi criada: "Olhem para isto! Agora tentem sequer imitar isto!!!"

A minha K12GT anda que farta para o tipo de mota que é e não percebia para que serviriam mais 400 cc e 2 cilindros. Mas afinal servem, e o adjectivo de mastodonte pode continuar reservado para a Gold-Wing.

Não sei se me estou a fazer entender correctamente?

Se tivessemos todos as mesmas dúvidas e as mesmas opiniões, o fórum não servia para nada.

A NR750, antes que digam que foi feita, só porque a Honda podia, a NR750 foi feita para competir no mundial de SuperBikes, mas foi vetada a entrada, não conseguiu ser homolgada, o resto é história.

Uma turística anda bem, muito bem, mas não se pode colocar no mesmo patamar que uma superbike, tive contato com uma Yamaha FJR1300 durante muito tempo e sei as dificuldades numa condução desportiva, comparativamente a uma superbike, não é que não se faça, mas longe de ser o campo dela, mas sem dúvida que são motos all-rounder.

Epá faz-me sempre um bocado de "comichão" quando vêm falar do quão cara é a manutenção de uma italiana.

Não vou falar com certezas porque não tenho uma mas já falei com pessoal que as tinha que sempre disse que não eram tão caras quanto isso. Já falei inclusive com quem tinha uma Ducati e uma BMW (daquelas da moda que o pessoal compra para subir passeios) e dizia que as revisões da BMW eram bem mais caras.

E depois há uma grande diferença entre uma 749 e uma Ducati mais actual, é que as modernas precisam de menos manutenção e com menos frequência - menos frequência que a maioria das japonesas.

Sabias que as 748/749/916/996/998/999 têm de trocar as correias a cada 20mil km´s e o custo fica por 300€? Sabias também que as japonesas não têm essa manutenção tão curtíssima?

Só por aqui, não acho que são peanuts, sabias que uma queda por pequena que seja, o custo de um retrovisor, ou manete, ou pedais, o seu comércio fica sempre mais caro do que uma concorrente japonesa?

Pois , isto tudo deve ser peanuts e tenho contato com pessoal com Ducatis e sei que uma queda, por pequena que seja, ou muitos km´s rodados, ficaram bem mais caros do que a concorrente japonesa, não falo apenas por falar.
 
Sabias que as 748/749/916/996/998/999 têm de trocar as correias a cada 20mil km´s e o custo fica por 300€? Sabias também que as japonesas não têm essa manutenção tão curtíssima?

Só por aqui, não acho que são peanuts, sabias que uma queda por pequena que seja, o custo de um retrovisor, ou manete, ou pedais, o seu comércio fica sempre mais caro do que uma concorrente japonesa?

Pois , isto tudo deve ser peanuts e tenho contato com pessoal com Ducatis e sei que uma queda, por pequena que seja, ou muitos km´s rodados, ficaram bem mais caros do que a concorrente japonesa, não falo apenas por falar.

Um colega teve uma speed triple e um dia necessitou de um módulo de ignição novo. Até se borrou quando foi pagar a conta. Sei que vendeu a moto devido ao absurdo preço do material de substituição.
 
Um colega teve uma speed triple e um dia necessitou de um módulo de ignição novo. Até se borrou quando foi pagar a conta. Sei que vendeu a moto devido ao absurdo preço do material de substituição.

Na oficina onde vou apareceu lá uma Triumph (não me recordo do modelo, mas já tinha uns 8/9 anos), teve de levar um retificador de corrente e voilá, 400€ só o retificador.

Eu precisei de um para uma GSX-R1000 2004 que tive e voilá, custou-me 120€, NOVO.

Estas são as pequenas diferenças, que se notam e bem, que rola com as motos, não é ter uma Ducati RR com 10 anos e nem 20mil km´s tem, ora a moto parada não gasta manutenção, nem gasolina gasta, assim qualquer moto vale a pena ter.

Quanto é que gastaria uma RR japonesa ao fim de 100.000km´s e uma Ducati RR (ex.) ao fim de 100.000km´s? Em manutenção, tendo em conta que as motos não sofriam quedas, quanto mais não seja ao colocá-la no descanço, ela cair e pimba, hã sempre algo que estraga.
 
Sabias que as 748/749/916/996/998/999 têm de trocar as correias a cada 20mil km´s e o custo fica por 300€? Sabias também que as japonesas não têm essa manutenção tão curtíssima?

Só por aqui, não acho que são peanuts, sabias que uma queda por pequena que seja, o custo de um retrovisor, ou manete, ou pedais, o seu comércio fica sempre mais caro do que uma concorrente japonesa?

Pois , isto tudo deve ser peanuts e tenho contato com pessoal com Ducatis e sei que uma queda, por pequena que seja, ou muitos km´s rodados, ficaram bem mais caros do que a concorrente japonesa, não falo apenas por falar.
Sim, sei. Mas as novas já é de 24 em 24 e os preços já não serão tão altos, até porque metade do custo que referes é mão de obra.

Tal como nas 916 passavas a vida a afinar válvulas e agora é também de 24 em 24.

Retrovisores e manetes também vejo o material das japonesas a ser caríssimo - até porque muitas vezes estas peças os italianos vão buscar ao mesmo sítio que os japoneses.

Eu não digo que uma Ducati não fique mais cara, precisamente por ter peças de manutenção que as japonesas geralmente não (como as correias), por outro por usar frequentemente peças que não são produzidas em tanta quantidade (às vezes as quatro japonesas parece que têm os mesmos punhos, mesmas manetes, mesmos pedais, ou seja esses modelos de peças são vendidos em quantidades muito maiores e logo a menor custo unitário), apenas não acredito que nas Ducati actuais a diferença seja algo de muito significativo.

E isto a falar em manutenção na marca. A fazer a manutenção em casa (que numa mota é facílima, não é preciso ter muito espaço nem nenhum elevador ou algo que se pareça como num carro) uma mota fica sempre barata.
 
Na oficina onde vou apareceu lá uma Triumph (não me recordo do modelo, mas já tinha uns 8/9 anos), teve de levar um retificador de corrente e voilá, 400€ só o retificador.

Eu precisei de um para uma GSX-R1000 2004 que tive e voilá, custou-me 120€, NOVO.
...e quase que aposto que o componente é exactamente o mesmo.

Se alguém está disposto a pagar 400€ por um rectificador sem parar para pensar no valor daquilo ou sequer ir à net ver o PVP a meu ver merece ser roubado [:D]
 
...e quase que aposto que o componente é exactamente o mesmo.

Se alguém está disposto a pagar 400€ por um rectificador sem parar para pensar no valor daquilo ou sequer ir à net ver o PVP a meu ver merece ser roubado [:D]

O valor é aquele, ou achas que hã aos pontapés no ebay ou da concorrência, para determinadas marcas?

Não é, um amigo com uma GSX-R750 2006 precisou também um retificador e verificamos que na minha 1000K4 não dava, MAS já dava para os modelos 600/750 do ano da 1000, logo era quase impossível dar para outra marca, se para a mesma marca, mas modelo a seguir não deu, as fichas eram diferentes.

Acredita que não falo assim por alto, meia volta dou um salto á Ducati Porto, o dono e vendedor é amigo de um amigo e vou checando a situação e por mais volta que dê, as Ducatis (ex.) são sempre mais caras, seja em custo de produto, peças ou manutenção.

Se me importava de ter uma? Vinha já uma 999S monolugar versão retyling que saíu em 2005, com o motor (140cv) e suspensão da 999R de 2003, sendo que o motor já vem desde a 998R, mas são muito caras na aquisição, nem me importava com a manutenção.
 
Pessoalmente gosto mais do desgin mais tradicional da 1098 embora ache que a moto está um assombro.

A única coisa que não sou grande apreciador é o uso do V2. Não aprecio o barulho, a vibração nem a entrega de potência, gosto mais das tradicionais I4.
 
Pessoalmente gosto mais do desgin mais tradicional da 1098 embora ache que a moto está um assombro.

A única coisa que não sou grande apreciador é o uso do V2. Não aprecio o barulho, a vibração nem a entrega de potência, gosto mais das tradicionais I4.

Curioso ou não, eu sou um dos fãs do modelo 749/999, acho a traseira um assombro, e a frente diferente daquilo que já vimos e estamos a ver, no fundo, no fundo, um braço oscilante, como os da 916/1098 (monobraço) é o que falta nesta moto.

O problema é que ainda tem "conceção" antiga, os motores ainda são originários das 998, isto é mais de 10 anos, comparando com os novos, ficam a "milhas" de uma Bmw S1000RR, no que toca a eficácia, supremacia, potência.

O som do motor da R1 actual é deveras muito, muito viciante, é um 4L, mas parece que estamos perante um motor em V.

2010 Yamaha R1 - Akrapovic Exhaust Sound - YouTube
 
A minha K12GT fez uma revisão em que mudou o oleo a transmissão, substituiu líquido de travões, mudou velas e verificou folga nas válvulas e levou-me 324 €, o que sinceramente não acho nada caro.

Em compensação no outro dia parti uma válvula de ar do pneu de trás, que já pedi mas que já me disseram que é para cima de 100 €.:confused:
 
Curioso ou não, eu sou um dos fãs do modelo 749/999, acho a traseira um assombro, e a frente diferente daquilo que já vimos e estamos a ver, no fundo, no fundo, um braço oscilante, como os da 916/1098 (monobraço) é o que falta nesta moto.

O problema é que ainda tem "conceção" antiga, os motores ainda são originários das 998, isto é mais de 10 anos, comparando com os novos, ficam a "milhas" de uma Bmw S1000RR, no que toca a eficácia, supremacia, potência.

O som do motor da R1 actual é deveras muito, muito viciante, é um 4L, mas parece que estamos perante um motor em V.

2010 Yamaha R1 - Akrapovic Exhaust Sound - YouTube

Estranhamente parece mesmo!!!
Estive a ver outros vídeos, e parece que estamos a ouvir uma VFR.
 
Voltar
Superior