Duvida sobre devoluções em dinheiro

Claro que é fácil não trocar. O meu router o tipo podia dizer que foi culpa da EDP que estoirou, mas não o fez (e foi da trovoada e da luz não foi nenhum problema do produto).
Uns dos pcs do socrates disseram que a placa avariou por o carregador ter fita cola ( lol ). Alegaram isso (...). A phone house mandou para reparar uma vez e veio avariado - nunca mais responderam a emails nem cartas...
É escolher os sítios. Onde vou são razoáveis com as trocas e devoluções e até já foram meio que enganados.
 
Que saiba não se exige que o consumidor analise exaustivamente a coisa.
Mesmo que compre uma tv partida - não se vai pressupor que era assim que a queria comprar. Nem uns sapatos rotos. Só se assim for estabelecido.
O produto não serve o seu fim.

naturalmente que compras em pessoa ninguém te exige que faças uma analise exaustiva, mas é algo que podes e deves sempre fazer com qualquer produto, para depois não te sujeitares a dissabores perante as politicas da loja... o que acontece frequentemente, pessoal compra as coisas, e depois pensam que podem fazer tudo o que lhes dá na gana, desde reclamar e leis e afins, e nem sempre tem qualquer razão e lixam-se, e há pala dessas chico espertices é que há pala de uns pagam os outros, e as lojas não facilitam...

no caso de uma tv, deves sempre abrir a embalagem na loja e verificar se está tudo ok, pois se tens o belo azar de ela vir com a tela partida, e não viste, chegas a casa, nem precisas de voltar a loja, mandam-te logo passear... é um exemplo... como muitos outros...

por isso compras ao vivo há que se analisar bem sempre o artigo, antes de sair com ele há porta...
 
Sim.
Tem sítios que não compro nada assim mais caro porque sei que nem vale a pena (mesmo com razão) [phone house, aqueles que faziam os pcs da e-escolas, um super daqui, etc].
Tem material podre que avaria em dias (aqueles aquecedores de 10€ lol), trocam tudo, porque realmente aquilo deve valer 1€ se tanto lol.
 
Pronto, acho que é um consenso o que tambem presumia, que nao era obrigado a aceitar o vale, mas tenho o direito de pedir o dinheiro.

Agora, o que diz a lei? Gostaria de saber o decreto em questao para futuramente poder usar se necessario, ja que pelo o que parece hoje em dia é muito usado a questao do vale, e se tenho o direito a devoluçao em dinheiro, quando precisar, usar a lei para fazer valer os meus direito.


mas ai é que está a situação dele é encaixada na situação de caso de arrependimento, pois ele foi a loja física, e não analisou o artigo antes de comprar, ou seja adquiriu o produto com defeito, só por ai já era o suficiente para se lixar...

portanto é como eu disse não vão a fazer compras a lojas físicas e pensem que todas praticam as mesmas politicas de funcionamento...

ele deu com a situação ainda no local, agora imagina que só se dava com o problema que devia ter logo visto na loja, no dia a seguir, ou uns dias depois, como é que ele se safava para provar que não tinha sido ele a efectuar o dano, já pensaste nisso... por isso é que no que toca a vestuário e calçado, as lojas tem politicas restritas, já para não dar mesmo hipótese de trapalhadas...

a loja ainda assim facilitou, não tem culpa é que ele precise dos sapatos para ontem...

Nao nos vamos desviar da questao inicial, nao sei tudo dai perguntar, mas ainda sei algumas coisas e o que dizes, nao esta de todo certo.


Primeiro que tudo, o sapato exposto nao tinha nenhuma mancha, nem nunca fui informado da mesma como parte dos sapato, logo o artigo que comprei nao estava em conformidade com o exposto, logo ai a culpa nao é em parte nenhum minha. Para alem disso, e o mais importante, eu nao tenho obrigaçao de verificar a qualidade do artigo, mas o vendedor tem obrigaçao de garantir que o artigo esta em conformidade com o exposto e mostrado ao cliente para fazer a venda e que se presupoem, que o artigo que levamos, seja igual se nao houver indicaçao contraria.

Portanto, o que dizes nao se aplica de todo aqui ja que nao foi nenhuma arrependimento, mas sim defeito de fabrico.

Claro que a loja nao tem culpa da minha necessidade de adquirir rapidamente uns sapatos, nem eu disse tal coisa, a loja em questao agiu dentro da normalidade. Sao obrigados a reparar, substituir ou resoluçao de contrato com devoluçao do valor pago, eles proprios para alem de admitirem o problema como defeito, quiseram devolver o dinheiro por sua iniciativa, ate aqui nada contra, nem estao a facilitar nada, somente a seguir os procedimentos normais.

Eu tambem posso dizer que nao tenho culpa da falta de stock da loja, ja que o que queria inicialmente, ate era a substituiçao por outro par, ou entao a devoluçao para ir a outra loja de calçado comprar outro sapato que tivesse o que queria.

A minha questao é na obrigaçao a devolver o valor em vale, nada mais.
 
As regras impostas pelas lojas não vigoram em caso de defeito, como neste caso. Não confundir devolução por insatisfação com devolução por defeito.
Agora pensa que era um carro e que encontraste um defeito. O stand ia aceitar de volta e devolver todo o dinheiro?
 
Ora a minha duvida é simples, ja procurei mas sem sucesso: o que diz a lei sobre estes casos? Podem comerciantes, obrigar, o cliente a so aceitar um vale e a ficar fidelizado a loja com a desculpa de ''regras do estabelecimento'' mesmo que essas regras nao estejam expostas nem ninguem é informado antes de proceder à compra?

Em caso de desconformidade ( defeito ), não. Se for troca por cortesia - podem fazer o que quiserem como é óbvio.

A lei é imperativa ( lei das garantias )- no casu de resolução \ devolução é dinheiro, não vales, galinhas ou batatas, como é óbvio.

Mas tal pode ser acordado pelas partes, se não aceitas - é dinheiro mesmo.

Mesmo que tenham essas regras - não têm qualquer valor.

Mas isto é a teoria.

Na prática fazem de tudo para não devolver o dinheiro ( enviam para o fabricante para compor ou trocam pelo mesmo ou outro, mesmo em casos em que tal é muito mais prejudicial para o consumidor - por exemplo compras um aquecedor, tem lá 100 na loja iguais e (tentam) enviar para reparação, o que é parvo, porque podem trocar logo na hora e sem qualquer custo, porque enviam depois para o fabricante*).

É uma lei básica que é desrespeitada pela grande maioria dos comerciantes (principalmente das grandes superfícies). Vai de conversa e tal - porque podem mesmo mandar para reparar ou inventar tretas e o consumidor não pode fazer grande coisa.. a não ser ir para os JP ou assim.

*Quiseram fazer isso com o meu router, lá com uns 20 iguais. Umas horas de conversa e lá o trouxe, mas o que queriam mesmo era envia-lo para compor e até podem (!) ou nem por isso. Vai de como se interpreta a coisa. Julgo que nestes casos deve ser logo feita a troca.
E numa troca dessas na loja quem é que vai ficar com o equipamento usado?

Ou não te importas nesse caso de receberes também um equipamento recondicionado?

E quem só quiser novo, como faz?
 
Bom post.
Mas o OP é de garantia e não tem como compor ou trocar e não queria créditos na loja, mas sim o dinheiro.
É razoável. Como disse com essa coisa dos talões ganham dinheiro sem venderem nada - o que tem piada [:)].
Claro que poderia ter como trocar. A lei dá-lhe 30 dias para o fazer. O pessoal quer é tudo na hora.
 
Carbookk,

Estamos a falar em caso de não conformidade e não em caso de arrependimento, já foi repetido vezes sem conta.
Os produtos adquiridos pelo OP têm defeito, estão em não conformidade portanto isso do arrependimento não tem qualquer relevância.
Exacto, por isso entra a garantia.
 
E numa troca dessas na loja quem é que vai ficar com o equipamento usado?

Ou não te importas nesse caso de receberes também um equipamento recondicionado?

E quem só quiser novo, como faz?

Que equipamento?
O que foi devolvido porque tinha defeito?

A loja que resolve a questão com o fornecedor porque o cliente não tem culpa do bem vir não conforme.

Ah, e a tua comparação com a venda de um veículo é de apr:)

Exacto, por isso entra a garantia.
Garantia nuns sapatos e numas calças?

Acho que este site explica tudo o que é preciso saber:

http://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/shopping/guarantees-returns/index_pt.htm

Em conformidade com as regras da UE, um comerciante tem a obrigação de reparar, substituir, reduzir o preço ou reembolsar o consumidor se os bens adquiridos se revelarem defeituosos ou não forem idênticos ou não funcionarem como o anunciado.Se tiver comprado um produto ou um serviço em linha ou fora de um estabelecimento (por telefone, por correspondência ou a um vendedor porta a porta), tem também direito a cancelar e devolver os bens adquiridos no prazo de 14 dias, por qualquer motivo e sem qualquer justificação.
Condições específicas para acionar uma garantia ou anular uma compra:
Garantias em caso de produtos defeituosos

Garantia de dois anos gratuita (garantia legal)

Ao abrigo da legislação europeia tem sempre direito a uma garantia gratuita de um período mínimo de dois anos.
Trata-se de um direito mínimo. A legislação do seu país pode conferir-lhe uma proteção adicional. Contudo, qualquer desvio das regras europeias tem de ser sempre em benefício do consumidor.
Se um bem adquirido num país da UE tiver um defeito, não tiver a aparência ou não funcionar como anunciado, o vendedor tem de o reparar ou substituir gratuitamente, proceder ao respetivo reembolso ou fazer um desconto no preço.
Regra geral, só pode pedir um reembolso total ou parcial nos casos em não seja possível reparar ou substituir o bem.

Pode não ter direito a reembolso se se tratar de um pequeno problema, como um risco na caixa de um CD.

Portanto, dado que um defeito nuns sapatos dificilmente é reparável a loja tem é mais que devolver o dinheiro ou oferecer um desconto, como mencionei.
Nas calças, idem.

E fica então respondido em relação à devolução de um carro. Vai para a garantia a não ser que se aplique a lei do limão.
 
Última edição:
Claro que poderia ter como trocar. A lei dá-lhe 30 dias para o fazer. O pessoal quer é tudo na hora.
Neste caso nem havia como trocar porque a loja não tinha stock no momento.

Novamente, foi a loja quem puxou para a devolução como solução, não eu, para alem disso.

Continuam a desviar do assunto base, a questão aqui não foi o procedimento para resolver o caso que a loja teve, mas sim na legalidade de somente no caso de devolução, obrigaram o cliente a aceitar o vale.
 
Pronto, acho que é um consenso o que tambem presumia, que nao era obrigado a aceitar o vale, mas tenho o direito de pedir o dinheiro.

Agora, o que diz a lei? Gostaria de saber o decreto em questao para futuramente poder usar se necessario, ja que pelo o que parece hoje em dia é muito usado a questao do vale, e se tenho o direito a devoluçao em dinheiro, quando precisar, usar a lei para fazer valer os meus direito.




Nao nos vamos desviar da questao inicial, nao sei tudo dai perguntar, mas ainda sei algumas coisas e o que dizes, nao esta de todo certo.


Primeiro que tudo, o sapato exposto nao tinha nenhuma mancha, nem nunca fui informado da mesma como parte dos sapato, logo o artigo que comprei nao estava em conformidade com o exposto, logo ai a culpa nao é em parte nenhum minha. Para alem disso, e o mais importante, eu nao tenho obrigaçao de verificar a qualidade do artigo, mas o vendedor tem obrigaçao de garantir que o artigo esta em conformidade com o exposto e mostrado ao cliente para fazer a venda e que se presupoem, que o artigo que levamos, seja igual se nao houver indicaçao contraria.

Portanto, o que dizes nao se aplica de todo aqui ja que nao foi nenhuma arrependimento, mas sim defeito de fabrico.

Claro que a loja nao tem culpa da minha necessidade de adquirir rapidamente uns sapatos, nem eu disse tal coisa, a loja em questao agiu dentro da normalidade. Sao obrigados a reparar, substituir ou resoluçao de contrato com devoluçao do valor pago, eles proprios para alem de admitirem o problema como defeito, quiseram devolver o dinheiro por sua iniciativa, ate aqui nada contra, nem estao a facilitar nada, somente a seguir os procedimentos normais.

Eu tambem posso dizer que nao tenho culpa da falta de stock da loja, ja que o que queria inicialmente, ate era a substituiçao por outro par, ou entao a devoluçao para ir a outra loja de calçado comprar outro sapato que tivesse o que queria.

A minha questao é na obrigaçao a devolver o valor em vale, nada mais.
Se tinha defeito de fabrico, entra a lei das garantias, e para isso o fabricante tem 30 dias para resolver o problema.

Não percebo onde está a dúvida.
 
Que equipamento?
O que foi devolvido porque tinha defeito?

A loja que resolve a questão com o fornecedor porque o cliente não tem culpa do bem vir não conforme.

Ah, e a tua comparação com a venda de um veículo é de apr:)


Garantia nuns sapatos e numas calças?

Acho que este site explica tudo o que é preciso saber:

http://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/shopping/guarantees-returns/index_pt.htm
Esse produto que tinha defeito vai ser recondicionado/reparado. E depois quem é que fica com ele? A loja? Boa, assim numa troca direta pode ser que te calhe um já reparado de uma avaria qualquer...
 
Ao abrigo da garantia comercial, posso exigir um reembolso se o produto que comprei estiver defeituoso?

Não o pode fazer imediatamente. O comerciante deve dar-lhe a possibilidade de escolher entre a reparação e a substituição, a menos que uma delas seja desproporcionada. Ao abrigo da legislação europeia, se nenhuma das soluções for possível (por exemplo, se a reparação exceder um prazo razoável ou for demasiado cara ou se o mesmo produto não estiver disponível num prazo razoável) pode exigir um reembolso. Todavia, nalguns países, pode ter direito a exigir diretamente um reembolso .

http://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/shopping/guarantees-returns/faq/index_pt.htm


Ora, novamente, aqui fala em reembolso mas não explícita que o mesmo tem de ser em dinheiro, vale ou se a loja pode só dar o vale como opção, fica assim claro a minha duvida, e a legislação Portuguesa não difere do que esta ai escrito o que me levanta dúvidas, havendo assim um vazio a loja pode legalmente só dar o vale como escolha, ela esta a reembolsar e ao mesmo tempo não esta porque obriga a comprar novamente na loja por isso reembolso...
 
Ora, novamente, aqui fala em reembolso mas não explícita que o mesmo tem de ser em dinheiro, vale ou se a loja pode só dar o vale como opção,

Mas desde quando um vale é um reembolso?

isso é o uma manobra que alguns artistas encontraram para enganar as pessoas, e é inclusive utilizada por grandes empresas. Por exemplo, o ElCorte Inglés costuma ter uma campanha que diz "devolvemos tudo o que comprar no dia de hoje" - e depois por baixo, em letras miúdas, escrevem "devolução em vales a descontar para compras superiores a 50 euros".

Ora, reembolso é reembolso, pelo mesmo método que foi pago. Não há lugar a interpretação ambígua... Dar vales no lugar de dinheiro não é reembolso nenhum, a não ser na cabeça de alguns iluminados do marketing cujo único objectivo é enganar as pessoas.
 
É em dinheiro. Revertes a CV, fica como se nada tivesse acontecido, pagaste em dinheiro, recebes dinheiro. Podes acordar em receber cupões, mas não és obrigado.

Não pagaste em batatas nem cupões. Se anulares um contrato de CV não é devolvido o que foi pago em géneros aleatórios.

Como referi. A não devolverem dinheiro... somente cupões ganham dinheiro sem fazerem vendas. Não pagam ao produtor, vai para trás e ainda ficam com o dinheiro em caixa e margem na futura venda.

Defendo que se pode exigir logo a troca quando se tem que enviar o produtor para compor e se tem lá em stock ; a resolução quando a substituição\reparação vão ser muito prejudiciais para o consumidor.

Se fosse comerciante também fazia isso dos talões. É dinheiro a entrar sem se fazer qualquer venda [:D]. Os clientes podem aceitar, claro.

Resolução... devolvem o que foi pago e pronto, em dinheiro, não papeis "sem qualquer valor". Sendo isso dos talões podiam trocar logo por outra coisa "olhe leve umas calças"...

Assim a lei não serve de muito, fica-se na prática sem a efectiva opção de resolução.
 
Mas desde quando um vale é um reembolso?

isso é o uma manobra que alguns artistas encontraram para enganar as pessoas, e é inclusive utilizada por grandes empresas. Por exemplo, o ElCorte Inglés costuma ter uma campanha que diz "devolvemos tudo o que comprar no dia de hoje" - e depois por baixo, em letras miúdas, escrevem "devolução em vales a descontar para compras superiores a 50 euros".

Ora, reembolso é reembolso, pelo mesmo método que foi pago. Não há lugar a interpretação ambígua... Dar vales no lugar de dinheiro não é reembolso nenhum, a não ser na cabeça de alguns iluminados do marketing cujo único objectivo é enganar as pessoas.

Estava a escrever.
É um contrato de compra e venda. Resolveu-se. Devolve-se o dinheiro e o produto e é como se nada se tivesse passado. Não se entrega um saco de batatas pelo mesmo valor lol.
 
Esse produto que tinha defeito vai ser recondicionado/reparado. E depois quem é que fica com ele? A loja? Boa, assim numa troca direta pode ser que te calhe um já reparado de uma avaria qualquer...

E então? Se vier conforme e não notar nada de estranho siga para bingo.
Qual é mesmo o problema?

Agora se vier não conforme de novo vai para trás, eu é que não tenho culpa de certeza.
 
E então? Se vier conforme e não notar nada de estranho siga para bingo.
Qual é mesmo o problema?

Agora se vier não conforme de novo vai para trás, eu é que não tenho culpa de certeza.
Não tens problema em receber um produto usado na troca? Desde que funcione está tudo bem?
 
Não tens problema em receber um produto usado na troca? Desde que funcione está tudo bem?

Não porque se for reparado como tu dizes, não há maneira de saber.
Mas como eu sei que os sapatos e as calças devolvidas não são reparadas mas sim absorvidas pelo fornecedor como perda e mais tarde provavelmente reaproveitadas para matéria prima, não há qualquer stress de isso acontecer.

Ou achas que quando uma loja aceita devoluções por arrependimento, seja online ou não, o material vai para o lixo?
Desde que as coisas sejam feitas em condições não vejo problema, agora quando há clientes a comprarem telemóveis novos que vêm com fotos e outras coisas dentro é que é mais grave.
 
Não porque se for reparado como tu dizes, não há maneira de saber.
Mas como eu sei que os sapatos e as calças devolvidas não são reparadas mas sim absorvidas pelo fornecedor como perda e mais tarde provavelmente reaproveitadas para matéria prima, não há qualquer stress de isso acontecer.

Ou achas que quando uma loja aceita devoluções por arrependimento, seja online ou não, o material vai para o lixo?
Desde que as coisas sejam feitas em condições não vejo problema, agora quando há clientes a comprarem telemóveis novos que vêm com fotos e outras coisas dentro é que é mais grave.

O princípio é o mesmo: teve uso. Isso pode acontecer também nos sapatos, mesmo que tenham sido usados uma ou duas horas.

E as devoluções por arrependimento, em muitos casos, implica devolver dentro da embalagem original e sem uso, porque a partir do momento que começas a usar, significa que aceitaste ficar com o produto. Claro que isto depois depende muito da permissividade de cada loja, mas não me choca nada não devolverem o dinheiro de uns sapatos, porque o cliente indica que tem um defeito, defeito esse que provavelmente a loja até pode ter dificuldade em perceber se foi causado pelo fabricante ou pelo cliente (no caso de uma mancha).
 
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