Electrodomésticos

O aluguer de contador do gás, é cerca de um quarto do preço da potencia contratada média (6.9kVA).

Se formos para os extremos tudo electricidade (inclusivé AQS, com acumulador por resistencia eléctrica), a potencia contrada electrica (e o seu custo) sobe imenso, e logo deixa de valer a pena.


A questão é simples do meu ponto de vista, quem tem gás natural disponivel deve optar por ter o máximo de equipamentos de calor deste tipo de energia, pois poupa imenso.

Quem só tem garrafas butano ou propano aí sim pode/deve ir para indução e bombas de calor para aqs.

Eu tinha isso tudo, num T2, com 4,xx A.
 
http://www.etoolglobal.com/wp-content/uploads/2013/03/Gas_or_electricity.pdf

http://theinductionsite.com/MANUALS/cookgtsd.pdf

Queres algo mais simples para conseguires chegar lá?

Análise de custo

1kWh de electricidade - 0.159€

1kWh de gas natural - 0.068€

Custo real, com indução a uma eficiencia de 85%, e gás 40%

Indução: 0.187€

Gás: 0.17€

Preço de uma placa de indução: 400€

Preço de uma placa a gás (com vidro de vitrocerâmica): 270€

Custos ao fim de 5 anos (considerando um gasto de 5400 kWh, e sem aumentos do preço):

Gás: 1188€

Indução: 1410€

Diferença: 222€

A somar a isto ainda podem adicionar cerca de 130€ do aumento de potência contratada

Assim sim, já é outra coisa, alguns documentos interessantes e umas contas.

Primeira coisa, é que a pegada ecológica, a julgar pelo 1º documento, depende muito do país e até de zona para zona, em função da origem da electricidade. Portanto não percebo como é que desses dados podes dizer que a pegada ecológica é maior para as placas de indução.


Depois não dizes a fonte das tuas tarifas. Tarifas da GalpEnergia:

http://www.galpenergia.com/PT/Produ...ents/monofolha_eletricidade_e_gas_natural.pdf

Para a LisboaGás, que até é a mais barata, temos para o 1º escalão de gás, o valor de 0,0772 + IVA = 0,094956
Para a electricidade temos, para a tarifa simples, e para os potências mais comuns: 0,1528 + IVA = 0,187944

Custo real, com indução a uma eficiencia de 85%, e gás 40%

Indução: 0.22111€

Gás: 0.23739€

Portanto, com as tarifas tiradas do site da Galp, a indução fica mais barata. E isto se for tarifa simples. Se for tarifa bi-horária, à partida deve ficar ainda mais barata, mas é mais complicado fazer as contas, porque depende muito dos horários feitos por cada familia.
Está bem que ainda falta considerar a subida de escalão de potência, mas no gás o termo fixo aumenta com o consumo. E até se pode evitar completamente o gás se tivermos tudo eléctrico.
Depois a eficiência de 40% do gás, na realidade pode ser muito pior, se a pessoa não adequar a chama ao tacho que está a usar.

Na limpeza da placa a gás gasta-se mais em detergentes, produtos de limpeza, muito mais água, tempo, esforço, saúde. Porque não contabilizas isto tudo?

E finalmente assumes um período de 5 anos. Porque não 10 anos, ou 20 anos?
 
Assim sim, já é outra coisa, alguns documentos interessantes e umas contas.

Primeira coisa, é que a pegada ecológica, a julgar pelo 1º documento, depende muito do país e até de zona para zona, em função da origem da electricidade. Portanto não percebo como é que desses dados podes dizer que a pegada ecológica é maior para as placas de indução.


Depois não dizes a fonte das tuas tarifas. Tarifas da GalpEnergia:

http://www.galpenergia.com/PT/Produ...ents/monofolha_eletricidade_e_gas_natural.pdf

Para a LisboaGás, que até é a mais barata, temos para o 1º escalão de gás, o valor de 0,0772 + IVA = 0,094956
Para a electricidade temos, para a tarifa simples, e para os potências mais comuns: 0,1528 + IVA = 0,187944

Custo real, com indução a uma eficiencia de 85%, e gás 40%

Indução: 0.22111€

Gás: 0.23739€

Portanto, com as tarifas tiradas do site da Galp, a indução fica mais barata. E isto se for tarifa simples. Se for tarifa bi-horária, à partida deve ficar ainda mais barata, mas é mais complicado fazer as contas, porque depende muito dos horários feitos por cada familia.
Está bem que ainda falta considerar a subida de escalão de potência, mas no gás o termo fixo aumenta com o consumo. E até se pode evitar completamente o gás se tivermos tudo eléctrico.
Depois a eficiência de 40% do gás, na realidade pode ser muito pior, se a pessoa não adequar a chama ao tacho que está a usar.

Na limpeza da placa a gás gasta-se mais em detergentes, produtos de limpeza, muito mais água, tempo, esforço, saúde. Porque não contabilizas isto tudo?

E finalmente assumes um período de 5 anos. Porque não 10 anos, ou 20 anos?

Convinha veres tarifas deste ano...

É que 2014 já foi o ano passado.

http://www.energia3.pt/docs/prices/monofolha_eletricidade_e_gas_natural.pdf

A energia fica mais barata com maior consumo no gás.

Se quiseres estás a vontade para fazeres as contas a 10 20 anos...

E já agora bi-horario para cozinhar? Só se começares a cozinhar depois das 22, ou meia noite dependendo do ciclo.
 
Se formos para os extremos tudo electricidade (inclusivé AQS, com acumulador por resistencia eléctrica), a potencia contrada electrica (e o seu custo) sobe imenso, e logo deixa de valer a pena.

Termoacumulador pode-se programar para funcionar de noite.
As placas de indução em geral têm limitador de potência, ou seja, defini-se uma potência máxima, e a própria placa vai alternando os bicos para manter dentro desse limite.
Portanto, a subida de potência não precisa de muito. 4.6 ou 5.75 chega, se as pessoas forem organizadas. É claro que se quiser cozinhar na placa e forno, e ao mesmo tempo ter a máquina de lavar roupa e aquecimento, e etc.. não há potência que resista.
 
Última edição:
E em relação à pegada ecologica é facil, sabes a energia que gastas para construir centrais a carvão, gás natural (que engraçado usa-se gás natural para gerar electrecidade), hidroelectricas...? Pois eu digo-te, nos primeiros anos geram energia apenas para se pagarem a elas proprias.
 
Termoacumulador pode-se programar para funcionar de noite.
As placas de indução em geral têm limitador de potência, ou seja, defini-se uma potência máxima, e a própria placa vai alternando os bicos para manter dentro desse limite.
Portanto, a subida de potência não precisa de muito. 4.6 ou 5.75 chega, se as pessoas forem organizadas. É claro que se quiser cozinha na placa e forno, e ao mesmo tempo ter a máquina de lavar roupa e aquecimento, e etc.. não há potência que resista.


Vai ser sempre potência que podias não ter contratada com gás e logo não ter esse custo.
 
Depende...

Uma garrafa de propano 11kg dá-me para 1 mês e uns dias, a de 45Kg dura entre 5 a 6 meses (depende da época do ano)

Uma custa 22€, a outra 98€. Para 4 pessoas, banhos e fogão acho que não tá mal.

Mas quando acaba é um stress, e se não houver entrega, só o trabalho de ir buscar outra. :sh)
Tenho um amigo que vive num 3º andar sem elevador, sempre que acaba o gás, para além do banho frio ou jantar a meio, já tem de descer com uma e subir com a outra.
 
Felizmente não tenho esse stress, alem de ser moradia, tenho o revendedor do outro lado da rua, não pago a entrega ao domicílio da garrafa de 45kg e tenho sempre uma de 11kg como suplente.

Por isso é que disse que depende dos casos [;)]
 
Felizmente não tenho esse stress, alem de ser moradia, tenho o revendedor do outro lado da rua, não pago a entrega ao domicílio da garrafa de 45kg e tenho sempre uma de 11kg como suplente.

Por isso é que disse que depende dos casos [;)]
por acaso o meu sogro tem 2 de 45kg em paralelo numa moradia de férias, e é porreiro, quando uma avaba a outra liga automaticamente e é só pedir para irem levar uma, e duram meses e meses por ser casa secundária
 
Também usei gás durante muitos anos, e também prefiro sobre vitroceramica, e é verdade que a vitroceramica tem uma curva de aprendizagem elevada.
Mas a relação da indução para uma vitroceramica é apenas no aspecto da placa, de resto tudo é diferente para (muito) melhor.
Não sei se o gás tem uma pegada ecológica muito inferior, já que quase 75% da energia é de fontes renováveis. E sendo a indução muito mais rápida a aquecer, também há o menor consumo em tempo.

O gás funciona bem quando o débito também é bom, o que nem sempre acontece.

Há ainda a grande questão de segurança... o gás é incomparavelmente menos seguro que uma placa eléctrica.

Tenho "carradas" de dúvidas quanto a isso. Depende também do gás que se usa.

No meu caso em concreto, tenho apenas uma porção de tubo na cozinha que abastece o esquentador e o fogão com gás natural. A quantidade de gás lá presente é diminuta e considerando que é mais leve que o ar, nem sequer representa uma ameaça.

Ainda no caso do gás natural, caso haja uma fuga aberta, existe uma válvula de segurança que isola o circuito caso haja um débito acima do esperado.

Na versão eléctrica, teria boas probabilidade de acontecer um curto-circuito. Já aconteceu com uma bomba de água de uma máquina de lavar que incendiou sem que o disjuntor disparasse. No fogão poderia acontecer algo semelhante. Sabemos bem que alguns curto-circuitos conseguem ultrapassar a capacidade de disparo dos disjuntores.
 
tive que comprar uma máquina de lavar roupa, a que tinha o tambor rompeu

tinha pr'aí uns 7 anos a máquina

a minha mãe tem uma que já tem 30 anos, a sua primeira máquina de lavar roupa e ainda funciona

já não se fazem electrodomésticos como antigamente
 
tive que comprar uma máquina de lavar roupa, a que tinha o tambor rompeu

tinha pr'aí uns 7 anos a máquina

a minha mãe tem uma que já tem 30 anos, a sua primeira máquina de lavar roupa e ainda funciona

já não se fazem electrodomésticos como antigamente

Provavelmente a tua mão ainda usa isto e tu não

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dúvida (estúpida)

quando vemos a dimensão de 60x60 num electrodoméstico, na realidade o aparelho é ligeiramente mais pequeno, as medidas apontadas são as do buraco do electrodoméstico certo?
 
dúvida (estúpida)

quando vemos a dimensão de 60x60 num electrodoméstico, na realidade o aparelho é ligeiramente mais pequeno, as medidas apontadas são as do buraco do electrodoméstico certo?
Em principio não.
Por exemplo máquina lavar roupa, se diz 60, o buraco tem que ter 61 por exemplo.
Um forno diz 60 (ou normalmente 59,5), mas o buraco é de 57/58 e o resto é o batente que fica fora do móvel. Geralmente diz dimensões aparelho e dimensões nicho.
Nas especificações técnicas do electrodoméstico tens essas dimensões bem definidas.
 
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