Ensino Superior

citação:Originalmente colocada por kolchak

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior pretdende pôr os estudantes universitários a trabalhar.(...)

In tsf

Acho bem, desde que seja previsto na lei que os estudantes universitários não possam "trabalhar" em empresas de familiares e estejam sujeitos a mesma discriminação que todos os outros estudantes universitários que metem o estatuto de trabalhador estudante, principalmente os que trabalham para o estado que geralmente são "apontados por tentarem prejudicar o serviço" já escasso em funcionários.
 
citação:Originalmente colocada por air

E porque não o trabalhar ser em empresas que tenham a ver com o curso, dando já alguma experiência e aproximando as universidades às empresas?

Nao li mais perguntas e nao posso estar mais de acordo. Porque é que nao ambientam os alunos no seu habitatl criando laços de trabalho e negócio com empresas, de modo a estabilizar o acesso ao mercado - toda a gente trabalha, e os melhores sobresaem pela capacidade de esforço e nao apenas pelos conhecimentos do fulano x ou y como acontece muitas vezes. É triste, mas ainda é uma realidade em Portugal.

Sou completamente a favor, tanto porque sou da área de Informática, e quando precisei de trabalhar um ou dois míseros meses no Verão, ou até em part time, na minha área era difícil obter algo, porque as pessoas inclinavam a cabeça quando se falava de part time ou um ou dois meses, e porque nao ha cunha e tal... Felizmente estou à espera de resposta de uma proposta que permite trabalhar fisicamente na empresa e à distancia pela Net, num horário relstivamente flexível. A ver vamos...os estudantes necessitam de trabalhar, é uma realidade, só traz benefícios!Cumps;)
 
citação:Originalmente colocada por nogueira_ribeiro
Porque é que nao ambientam os alunos no seu habitatl criando laços de trabalho e negócio com empresas, de modo a estabilizar o acesso ao mercado - toda a gente trabalha, e os melhores sobresaem pela capacidade de esforço e nao apenas pelos conhecimentos do fulano x ou y como acontece muitas vezes. É triste, mas ainda é uma realidade em Portugal.
chama-se a isso "estágio" e está presente na maioria dos cursos.
com a passagem para bolonha foi abolido.
 
Bom, cheguei a casa!Desde as 9h no Técnico até estas horas e lembrei-me deste tópico!Porque será?Porque o estudante universitáro tem muito tempo livre e até podia ter um part timezito.

Mariano Bai Ta Fuder home...
 
citação:Originalmente colocada por Luis Capelo

citação:Originalmente colocada por nogueira_ribeiro
Porque é que nao ambientam os alunos no seu habitatl criando laços de trabalho e negócio com empresas, de modo a estabilizar o acesso ao mercado - toda a gente trabalha, e os melhores sobresaem pela capacidade de esforço e nao apenas pelos conhecimentos do fulano x ou y como acontece muitas vezes. É triste, mas ainda é uma realidade em Portugal.
chama-se a isso "estágio" e está presente na maioria dos cursos.
com a passagem para bolonha foi abolido.

Depende da faculdade e do curso. No meu curso quem fizer só 3 anos faz estágio profissionalizante (não sei é se é obrigado a isso), quem fizer mestrado faz a tese de mestrado.
 
Há muitos trabalhadores-estudantes, mas é engraçado porque o ministro esquece-se que o ensino superior não está preparado para ajudar estes casos.

Teoricamente, um trabalhador-estudante tem mais regalias que o apenas estudante, na medida em que pode levar trabalho para casa sem ser obrigado a acaba-lo na aula, e na minha faculdade só os trabalhadores-estudantes podem ter acesso a época especial de exames, o que é uma vantagem. Mas apesar do que está escrito na Lei do trabalhador-estudante, nem todos os professores aceitam as suas condições e tenho até uma colega cujo local de trabalho não a reconhece como trabalhadora-estudante, logo nem pode faltar para fazer testes ou exames senão pode ir para a rua.

Neste momento não trabalho senão nem uma cadeira ia conseguir fazer com estes trabalhos todos mas tenciono faze-lo nas ferias.
 
Mais vale que os alunos passem a ser remnerados pelo Estado.. É que com o Bolonha é suposto estudarmos 40horas por semana. Juntem-lhe duas folgas semanais mais 8 horas diárias para dormir e nos 5 dias úteis sobram.. 8 horas por dia..
Mau!! Querem ver que afinal até dá tempo para um trabalhito extra? [}:)]

Isso naqueles cursos de humanidades é muito bonito e fácil.. O pessoal põe lá os pés 2vezes por ano e o caso está resolvido.
Agora venham para o meu cursinho (Electrónica Industrial) e vejam o tempo extra..

Sr Ministro, já mal me lembro da última noite que fui prós copos.. Isto assim não pode ser!











OffTopic
PS: Se algume tiver um Part-time pra mim, é favor avisar [:p]

E o meu, Engenharia de Ambiente, apesar de ser a mais facil das engenharias é claro que é dificil....

off topic: disse a uma amiga que o curso dela era facil porque era estudos ingleses, vinda de humanidades, e ela ficou lixada e disse que não era por o curso não ter matematica e fisica que era menos dificil...até é verdade, nenhum curso é facil, uns tem é mais trabalho que outros.
 
Normalmente os estudos são feitos por entidades independentes... Sei que Medicina era o mais exigente em termos tanto de exigência psicológica como de ensino propriamente dito. Claro que é sempre subjectivo, para mim Direito será sempre menos complicado do que Engenharia por exemplo...
Se por volume de trabalho estás a referir-te ao estudo propriamente dito eu só tenho a dizer que no ano passado li:
- 1 Manual de Direito da Economia de 1000 páginas
- 3 manuais de História do Direito, no total devem chegar perto das 800 páginas
- 5 manuais de Direito Constitucional do prof. Jorge Miranda, cada um não tem mais de 500 páginas
- 1 Manual de Introdução ao Direito de 600 páginas

já para não falar em leis que temos que saber, de teses de mestrado que tive que ler...

agora não me digam que o curso não é complicado... [8]

Abraço

A minha irmã é licenciada em Direito, e eu bem a via estudar grandes calhamaços...antes pensava que um curso teorico era facilimo de acabar no tempo de curso, naquela altura é que vi que depende da cabeça de cada um...
 
Os trabalhos finais de curso são outra treta...a minha irmã bastou fazer as cadeiras todas e pronto, ela estava em Direito, não sei se agora isso mudou ou nao.
 
uma bela utopia pa muitos cursos (conseguir estudar e trabalhar). pelo menos falo pelo meu e por muitas engenharias. se ja era dificil (no meu curso) trabalhar e estudar antes de bolonha, depois entao a questao praticamente nem se coloca.
 
A ideia que eu fiquei, e isto é algo muito comum noutros paises europeus, é por os estudantes a trabalhar no verão numa empresa a fazer algo ligado com o curso...

Agora, nesses tais países europeus as férias de verão são de 2/3meses, aqui é um mês e meio e com tendência a ser cada vez menos... O que vai contra estudos internacionais, mas pronto, o costume.

..Adiante, a ideia que fiquei é que era isso que o ministro queria dizer, e isso sim, é uma excelente ideia, faz com que acabes o curso com um background muito melhor.
 
Há muitos trabalhadores-estudantes, mas é engraçado porque o ministro esquece-se que o ensino superior não está preparado para ajudar estes casos.

Concordo. Conheço casos de trabalhadores-estudantes no meu curso que apesar de só terem as cadeiras do ano corrente, já tiveram de abdicar de uma ou outra para conciliar o tempo que tem para as outras, para não falar nos trabalhos que aquilo exigia.

Teoricamente, um trabalhador-estudante tem mais regalias que o apenas estudante, na medida em que pode levar trabalho para casa sem ser obrigado a acaba-lo na aula, e na minha faculdade só os trabalhadores-estudantes podem ter acesso a época especial de exames, o que é uma vantagem. Mas apesar do que está escrito na Lei do trabalhador-estudante, nem todos os professores aceitam as suas condições e tenho até uma colega cujo local de trabalho não a reconhece como trabalhadora-estudante, logo nem pode faltar para fazer testes ou exames senão pode ir para a rua.

...para não falar nos casos de certas cadeiras do meu curso (e de outros também) que mesmo assim, são obrigados a fazer os trabalhos todos como o estudante comum para obter nota mínima e ir a exame.

Eu não sou trabalhador-estudante neste preciso momento, mas serei-o mais cedo ou mais tarde e daí informar-me cada vez mais directa e/ou indirectamente destas "rasteiras".

Nao li mais perguntas e nao posso estar mais de acordo. Porque é que nao ambientam os alunos no seu habitatl criando laços de trabalho e negócio com empresas, de modo a estabilizar o acesso ao mercado - toda a gente trabalha, e os melhores sobresaem pela capacidade de esforço e nao apenas pelos conhecimentos do fulano x ou y como acontece muitas vezes. É triste, mas ainda é uma realidade em Portugal.

Ainda à umas semanas atrás, ouvi algo semelhante de um professor durante uma aula prática:

"Num doutoramento valoriza-se principalmente aquele que se esforça até ao fim, e não aquele que apenas tem bons conhecimentos na área."


Em relação à tua opinião geral, era bom que os alunos enfrentassem o mercado de trabalho de modo a amadurecer melhor a sua experiencia profissional futura. O problema é que o próprio mercado de trabalho já mal aceita estagiários (muitos dos casos são devidamente à contribuição do Exmo. Senhor Cunha), quanto mais estudantes. E no caso dos estagiários é mais para explorar do que para ser renumerado com algum (levando com o subsídio de alimentação e já vai com sorte), mas isto já é um outro tema que não tem a ver directamente com o tema deste tópico.
 
ja nem ah emprego para os outros quanto + para todos os estudantes..mesmo assim ah muitos trabalhadores-estudantes..fico a espera desses beneficios..secalhar é melhor sentar-me..pois na altura ja devo ter acabado o curso, mas acho bem!
 
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