Eu sou do tempo em que.......

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Lembro-me tão bem do dia em que a minha mãe me comprou o game boy. Custou 9 contos.


[:D]

O quem é quem... [:D]

Lindo! [kiss]
 
Em relação a cenas de diversão sempre fui mais outdoor. Como vivo nos arredores de uma pequena cidade (na altura vila) isto era uma paz para se andar na rua. Então faziamos de tudo quase na rua.

- Jogar à carica (era tipo o berlinde mas com caricas de metal) Era até ficar com as unhas pretas às vezes. [:D]:sh)

- Jogar ao esconde lata. (quem contava, contava em cima de uma lata, e quando os outros se livrava em vez de bater na parede chutavam a late, e o artista que contava tinha que ir a correr buscar a lata, coloca-la no mesmo sitio e voltar a contar) Adorava isto. [:D]

- Jogar aos artistas (uma casa em construção, umas pistolas em cacos de tijolo ou paus, e já mais recentemente os pulverizadores dos limpa vidros, e tinhamos laser game com laser fictício)

- Construir uma cabana no monte, com paus e folhas, e aí reunir secretamente. Numa tivemos a infeliz ideia de fazer (tentar) uma fogueira lá dentro, resultado, um fumo descomunal e toca a apagar. [:D]

- Fazer um tesouro e enterra-lo no monte. Isto incluía juntar o máximo de coisas nossas que achávamos valioso (nada de dinheiro ou ouro, só tralha) e enterrar algures no monte. Isto incluia plano secreto e mapa do tesouro. [:)]

- Fazer corridas com bicicletas, ou saltos na rua com um tijolo e uma tábua. Normalmente dava uns brutos arranhões e o resto do grupo a rir-se quando isto acontecia.

- Jogar futebol na rua ao bota para trás ou às balizas pequeninas (sem guarda redes e a baliza eram pedras) Chegamos a fazer umas em madeira que tinhamos que arrumar quando passavam carros.

Quando me lembrar de mais digo. [:D]
 
Eu também sou do tempo em que andava de bicicleta na rua ou no jardim com todas as cicatrizes a essas aventuras associadas. Ainda hoje estava a ver um miúdo a andar de bicicleta na ciclovia do Arco do Cego, andava uns metros para trás e para a frente sem qualquer pingo de entusiasmo. Aquele miúdo nunca vai ter uma cicatriz para se gabar ou uma queda ao lago do jardim para contar. [:D]
 
Eu também sou do tempo em que andava de bicicleta na rua ou no jardim com todas as cicatrizes a essas aventuras associadas. Ainda hoje estava a ver um miúdo a andar de bicicleta na ciclovia do Arco do Cego, andava uns metros para trás e para a frente sem qualquer pingo de entusiasmo. Aquele miúdo nunca vai ter uma cicatriz para se gabar ou uma queda ao lago do jardim para contar. [:D]

Não porque os pais não o deixam andar se capacete, joelheiras, cotoveleiras, mesmo que numa bicicleta com rodas pequenas atrás em que dificilmente o puto cai.

Os tempos são outros, e a verdade é que os pais hoje têm muito mais preocupação com este tipo de coisas. Talvez porque eles se magoaram quando eram miúdos, e têm medo. Mas claro que isso tira alguma da piada, eu quando tive a minha bmx no primeiro dia cheguei a casa com ela à mão e com os joelhos e cotovelos esmurrados, passado uns anos levei 6 pontos na cabeça.

Se isso traz saúde? Não, mas também não me matou. Outros tempos.
 
Moravas perto de mim? [:D]

Em relação a cenas de diversão sempre fui mais outdoor. Como vivo nos arredores de uma pequena cidade (na altura vila) isto era uma paz para se andar na rua. Então faziamos de tudo quase na rua.

- Jogar à carica (era tipo o berlinde mas com caricas de metal) Era até ficar com as unhas pretas às vezes. [:D]:sh)

Normalmente jogávamos ao berlinde no recreio da escola e à carica na rua e na praia.

- Jogar ao esconde lata. (quem contava, contava em cima de uma lata, e quando os outros se livrava em vez de bater na parede chutavam a late, e o artista que contava tinha que ir a correr buscar a lata, coloca-la no mesmo sitio e voltar a contar) Adorava isto. [:D]

Isso tinha um nome qualquer mas nós usávamos pinhas em vez de latas.

- Construir uma cabana no monte, com paus e folhas, e aí reunir secretamente. Numa tivemos a infeliz ideia de fazer (tentar) uma fogueira lá dentro, resultado, um fumo descomunal e toca a apagar. [:D]

Eu vivia praticamente no meio do pinhal, por isso construíamos casas com fartura. E não... roubar pregos e martelos ao pai não é boa ideia e pode resultar em tareia! [:D]


- Fazer corridas com bicicletas, ou saltos na rua com um tijolo e uma tábua. Normalmente dava uns brutos arranhões e o resto do grupo a rir-se quando isto acontecia.

Muita cornadura dei nos pinheiros à pala desses saltos.

- Jogar futebol na rua ao bota para trás ou às balizas pequeninas (sem guarda redes e a baliza eram pedras) Chegamos a fazer umas em madeira que tinhamos que arrumar quando passavam carros.

Futebol nem tanto, mas jogavamos muito ao piolho (acho que cá em baixo é o mata). Havia uma pontuação especial para quem acertava com a bola na tola de alguém.

Quando me lembrar de mais digo. [:D]
 
Lol, o Mikado!!!

Aprendi a jogar a isso quando estive 4 dias internado na Estefânia, fractura da cana do nariz com direito a reconstrução. Já lá vão 17 anos [:D]

Já agora um bem-haja a essa instituição apr:)
 
Sou do tempo, em que se juntava um grupo de amigos, em casa de um que tivesse vídeo.
Em que se alugava um VHS em nome do pai, e se reuniam todos em casa a "tocar o bicho" [:D][:)]
 
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