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“Nós tínhamos a sensação de que ele pensava ‘Se eu continuar entregando o dinheiro de meus patrocinadores ao time, vou ficar lá pelos próximos cinco anos’”, contou. “Mas não é assim que a F1 funciona”, defendeu.
E o descontentamento da Lotus não para por aí. Gerard afirmou que o caso de Bruno Senna, que substituiu Nick Heidfeld nas últimas provas do ano passado, foi semelhante.
“Me lembro que na Índia ele estava prestes a ir para o grid na 14ª colocação e estava de bom humor. Eu pensei ‘não pode ser’”, recordou. “Quando você está na 14º colocação na classificação, você precisa estar incomodado, pensando no que deu errado”, encerrou.
Excelente explicação! Mas esse sistema já foi utilizado na época passada. Eu só não sabia era como funcionava.
Isto parece-me uma explicação na base do F150 pelo que supostamente já foi usado pelo menos pela Ferrari.
Então porque é que o F150 também tinha o "buraco" na ponta do carro?
A Ferrari não.. Mas a Mercedes já utilizou na época passada, mas não sei se durante as corridas..