F1 - 2013

Saiu hoje:

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Boas a todos, cá vai o meu primeiro post [:cool:].

Apesar da lista de pilotos ainda não estar completa gostaria de saber quem vocês acham que será o melhor rookie na próxima época (sendo que neste momento só temos o Bottas e o Gutiérrez) em termos de performance e consistência. Olhando para as equipas onde estão (sendo que o desenvolvimento do monolugar de cada equipa ainda é uma incógnita) parece que são equipas que vão lutar entre si como aconteceu este ano e por isso queria ter uma ideia sobre esses pilotos, porque só este ano é que comecei a seguir a Word Series by Renault e a GP3 e então não tenho uma ideia de ambos os pilotos à excepção das sessões de testes que fizeram.
 
Ainda que achando que é cedo para fazer considerações acerca de rookies, pois não sabemos quais vão ser, sem esquecer que muito depende da qualidade dos respectivos monolugares, acho que entre esses dois nomes o Bottas leva a dianteira.

Mas lá está, o Bottas é mais um "pseudo-rookie" pois fez bastantes FP1. Já o Gutierrez, que me lembre, fez apenas uma e por doença (gripe) do Perez. Por aqui acho que o finlandês tem uma enorme vantagem, pois conhece os circuitos e está mais habituado a um F1.

De qualquer modo parece que dentro da Williams o Bottas está muito bem visto, sendo dado como um talento natural e dono de enorme rapidez. Mas visto assim o Grosjean também e só faz asneiras. A consistência é muito importante e nesse aspecto há um jovem que parece destacar-se, que é o Hulk. O Perez sendo jovem também era muito consistente mas ali a partir de certa parte da época começou a errar, a ter azares e a ver o seu Sauber perder competitividade.

Mas, tal como referi acima, muito da performance desses dois pilotos (Bottas e Gutierrez) dependerá da qualidade dos projectos de ambas as equipas. Este ano tinham dos carros mais honestos do grid. A Sauber teria até um dos melhores monolugares no global, tendo sido prova disso o facto das equipas de topo lhe terem copiado "n" soluções.

A Williams parece estar no bom caminho e agora que já leva um ano em cima de colaboração com a Renault, poderá ainda melhorar mais. Eu gostaria pois para mim é uma equipa mítica. A Sauber, outra das minhas grandes simpatias no grid, teve um belíssimo monolugar e se conseguir trabalhar ainda melhor sobre essa base deverá (assim o espero) ter mais um bom carro. Espero que o budget seja maior este ano.

A nível de colegas de equipa, o Hulk parece-me bastante mais completo que o Pastor, pelo que daí também poderá vir uma parte da competitividade (ou falta dela) desses dois rookies, pois a capacidade (e responsabilidade) de liderar a equipa vai recair sobre eles, dado serem os mais experientes em ambas as equipas.
 
Eu concordo em relação aos colegas de equipa porque acho que o Hulk consegue ter mais consistência e mais "nervos de aço" nas corridas, talvez o Pastor tenha maior rapidez, na minha opinião, mas às vezes parece que não consegue manter a calma e isso foi visível em certas corridas. Se calhar na parte dos colegas de equipa o Gutiérrez tenha um piloto mais completo ao seu lado.
 
Mais um português a entrar no mundo da F1.

O personal trainer do Antonio Félix da Costa entrou na Red Bull F1 para ser treinador físico da equipa.

 
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Depois de 22 anos na liderança dos destinos desportivos da Mercedes-Benz, Norbert Haug está de partida. O alemão deixará a Mercedes no final de Dezembro, tendo rescindido o contrato em "comum acordo" com a marca alemã.

O germânico de 60 anos foi, entre muitas coisas, o responsável pelo retorno da Mercedes enquanto equipa à Fórmula 1 em 2010. Haug agradeceu à equipa na sua despedida: Gostaria de agradecer à melhor companhia de carros do mundo por mais de vinte e dois anos, ao longo dos quais nunca tive um único momento sem paixão. Gostaria de agradecer particularmente ao conselho de administração pelo confiança e pela liberdade que sempre me deram em todas as minhas actividades. Desde 1991, tivemos alcançamos feitos tremendos e vitórias e, por isso, quero agradecer a todos os meus colegas.
Infelizmente, com a apenas uma vitória, em 2012, desde que fundámos a nossa própria equipa em 2010, não alcançámos as nossas próprias expectativas.
No entanto, demos os passos certos para sermos bem-sucedidos no futuro. A nossa equipa e os nossos pilotos tudo farão para alcançar os objectivos , disse, deixando escapar alguma frustração.

O jornalista de profissão dirigia a divisão desportiva da Mercedes-Benz desde 1990, tendo chegado à chefia dias antes da marca vencer o Campeonato do Mundo de Sport-Protótipos. No "reinado" de Haug, o construtor de Estugarda obteve sucesso em diversas categorias do automobilismo mundial, como a Fórmula 1, a Fórmula 3, FIA-GT, ou no DTM (campeonato de turismo alemão), competição em que triunfou em 50% das provas desde 1992.

"Haug foi o rosto do programa de competições da Mercedes por mais de 20 anos. Ele deixou sua marca e foi responsável pelo regresso bem-sucedido das Flechas de Prata à Fórmula 1. Em nome do conselho de administração e da família Mercedes, gostaria de agradecer a Norbert pela sua extraordinária dedicação à estrela de três pontas", declarou Dieter Zetsche, presidente da marca e diretor-executivo da Daimler AG na hora do adeus.

Sob o comando de Haug, a Mercedes-Benz voltou ao "Grande Circo" em 1993 após 40 anos de ausência, através da assistência à equipa Sauber com quem tinha colaborado no mundial de Sport-Protótipos. Em 1995, o construtor alemão passou a fornecer motores à McLaren, uma parceria de sucesso que rendeu um Campeonato Mundial de Construtores (1998) e três de pilotos – Mika Hakkinen (1998 e 1999) e Lewis Hamilton (2008). Em 2009 voltou aos títulos, desta feita com a Brawn e com Jenson Button. No ano seguinte, a marca alemã voltou a competir na F-1 como equipa ao comprar a Brawn GP. A última vez tinha sido em 1955.

A Mercedes-Benz não confirmou quem irá suceder a Haug na liderança de um dos mais fortes departamentos de competição automóvel do mundo.

www.sportmotores.com
 

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Force India com motores Ferrari e Jules Bianchi

Falava-se em Adrian Sutil, mas ao que parece, Jules Bianchi surge agora na pole position para ocupar a vaga na Force India ao lado de Paul di Resta. A equipa poderá também trocar os motores Mercedes pelos Ferrari. De acordo com um artigo do jornal finlandês Turun Sanomat, o novo ‘favorito’ é o piloto de reserva da equipa, um francês que tem o suporte da Ferrari e o mesmo manager de Felipe Massa, Nicolas Todt, filho do presidente da FIA, Jean Todt.

Force India com motores Ferrari e Jules Bianchi - Autosport.pt
 
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