F1 - 2016

Ele não precisavam de sair, mas se eles fechassem dessa forma a porta incluindo o fornecimento de motores o Bernie podia ser que lhe desse um ataque e fosse de vez com o caneco. A justificação de deixar de fornecer motores era simples, agora eles saírem da fórmula 1 era um golpe duro.
 
Ele diz isso pq sabe que nao vai acontecer. É o velho truque do bernie. chantagem. Ele quer é que eles paguem mais.
Já agora, quais sao os GPs com mais audiencia? Não sei, mas diria que gp da malasia e afins, que lhe enchem o bolso, nao devem ter muita.
 
Bingo!

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Em relação à qualificação, já que a corrida é uma coisa de gestão, a qualificação podia ser uma coisa mais expectacular. Podiam misturar um bocado o que tinhamos antigamente (nº de voltas para cada piloto em cada sessão, pneus de qualificação) com o que temos actualmente, com eleminação de pilotos em cada uma das 3 sessões.
 
Eu julgo que tem a ver com a distribuição de pesos que é algo complexa num F1. Complexa de modo a atingir "x" performance.
Ainda me lembro no caso do "Spygate", onde o Briatore disse que também adorava saber a distribuição de pesos do Ferrari.

A colocação de peso extra neste caso especifico teria de ser num lugar comum a todas os carros. Tal como acontece noutros formatos.
 
A colocação de peso extra neste caso especifico teria de ser num lugar comum a todas os carros. Tal como acontece noutros formatos.

Claro que sim, mas mesmo assim, num F1 só o simples facto de acrescentar peso já é um problema, mesmo que pouco, um F1 é quase metade do peso de um DTM por exemplo.
Para mim não faz sentido neste tipo de fórmulas, e mesmo no DTM há problemas:

O sistema de equilíbrio de performance no DTM vai mudar em 2016, já que o sistema atual está a revelar-se demasiado penalizador para as equipas com carros mais pesados.

O sistema atual baseia-se na colocação de blocos de 2,5 Kg que são colocados ou retirados de acordo com os resultados do construtor e piloto, numa janela que oscila entre os 1105 e 1140 kg.
Só que essas margens estão a criar um efeito longe do desejado em alguns eventos. Por exemplo, em Zandvoort, com os BMW a pesar uma média de 1105 kg comparados com os 1126 kg dos Audi e 1128 da Mercedes, facto que resultou em sete BMW na frente na primeira corrida e cinco na segunda. Algo semelhante se passou na última prova em Oschersleben, onde os BMW voltaram a aproveitar o baixo peso para dominar, sendo que o mesmo se aplica às outras marcas.

Desta forma, só em Moscovo não foi a mesma marca a vencer ambas as corridas, pelo que algo tem que ser feito para ajustar o sistema a algo mais justo para todos, provavelmente ajustar os pesos entre as corridas de sábado e domingo. Outra das sugestões passa por calcular o peso de acordo com as qualificações e não dos resultados das corridas.
 
Acho que não deverá haver equilibrio de forças por meios artificiais, só estraga o desporto.
Além disso, por exemplo no WTCC, o lastro de peso, grelhas invertidas, etc. não impediu a Citroën de dominar os campeonatos.

Sempre houve desequilibrios na F1, mas esses desequilibrios anteriormente não afectavam a massa de fãns. Antigamente os projectistas tinham muito mais liberdade e isso era uma das coisas que tornava a F1 interessante, ver uma grelha com diferentes abordagens aos menos limitadores regulamentos (carros com 6 rodas, fan cars, turbo vs aspirados, diferentes disposições, etc.).
Outra coisa era o carisma dos pilotos (não eram máquinas como hoje em dia) e o facto de a F1 chegar a muito mais gente do que hoje em dia.
 
Para dar os milhões que querem, afastaram o desporto das massas, que ao longo do tempo acaba por implicar menor interesse e precisamente menor rentabilidade.

Voltem à fórmula inicial, acabem com a maior parte das limitações (porventura apenas um tecto para a potência e as que envolvam a segurança), se querem usar um V12 ou eletrico, que seja, deixem as equipas testar, desenvolver e usar as soluções que bem entendam, acabem com a limitação à escolha de pneus (e até fabricantes), restrições de combustível (porventura a única seria de começar a corrida com o combustível em depósito depois da Q) e afins.

Equipas com mais poder financeiro que outras sempre existiu e existe em todos os desportos, nem todos lutam pelo título.
 
Claro que sim, mas mesmo assim, num F1 só o simples facto de acrescentar peso já é um problema, mesmo que pouco, um F1 é quase metade do peso de um DTM por exemplo.
Para mim não faz sentido neste tipo de fórmulas, e mesmo no DTM há problemas:

Tens a resposta ao problema da DTM no próprio texto.

Mesmo assim um carro de turismo pouco tem a ver com um F1.

Na F1 faria ainda mais sentido, visto que seria mais penalizador nas performances, peso de acordo com a qualificação e depois calculado com o resultado na corrida.
Mesmo quem forçasse a qualificação em lugares traseiros teria de passar por outros carros para ganhar posições.
Funciona no BTCC, funciona no JGTC, funciona noutros formatos e também funcionaria na F1.
Pelos menos deixava-mos de ter corridas em que 2 carros partem à frente e assim fica até ao fim do campeonato.

Pelo menos experimentar antes de andar com esta palhaçada da qualificação, regras de pneus e pneus com vida programada, etc.

Era da maneira que se podiam acabar com muitas regras que só desvirtuam a competição.
 
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