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Testei-o
Testei-o
Bem, ontem fiz um nini test-drive ao 500.
Ontem, fui a um concessionário da Fiat, comprar uma pecita para o meu velho Bravo, e no parque de estacionamento estava um 500 preto, pus-me a espreitar e logo de seguida apareceu uma “consultora comercial” a perguntar se eu o queria espreitar por dentro, ao que eu disse sim. Estava só a ver com a cabeça lá dentro e perguntou-me se queria dar uma volta e lá fomos nós, dar uma voltita. Foi pequena porque também já estava a anoitecer (18.00h).
Adorei o 500, ao vivo é mais alto. Está muito bem conseguido, a versão era a 1.2 (gasolina) sport, preto e discreto o suficiente, quer por fora quer por dentro, apenas tinha uma lista autocolante cinza (acho eu) no tejadilho do lado esquerdo. Tinha os vidros traseiros escurecidos.
Por dentro o carro é uma delícia, o painel a fazer lembrar o antigo 500. A caixa de velocidades nem parecia da Fiat, macia e leve e o punho colocado numa posição alta bem “à mão de semear”. Tem uma posição de condução alta, que por acaso não é muito do meu agrado, o travão de mão estava muito em baixo (se calhar o banco estava todo puxado em altura, mas eu não o regulei, apenas mexi-o em profundidade) mas ao 500 desculpa-se tudo! É confortável, silencioso, os plásticos e montagem estão bastante bons para aquilo que a Fiat estava acostumada a oferecer. O 500 à frente até é espaçoso, eu pelo menos não notei falta de espaço.
O motor não é dos mais vivos e isso notou-se na pequena incursão que fiz, ele demora um pouco a acelerar, mas para cidade chega e sobra, porém foi-me referido que aquele motor não viria para Portugal, pelo menos para já. Apenas viria o 1.3 mjet e o 1.4 16v.
A curvar não deu para ver, mas ainda hoje vem um artigo na revista AF sobre os testes feitos aos carros a eleger na AutoBild, e o nosso português Filipe Albuquerque, disse que o 500 comporta-se muito bem dinamicamente, ele mesmo ficou rendido ao 500.
Não questionei preços, mas fiquei ainda mais “apaixonado” pelo carro. E até podia ser aquele, em preto, porque gostei bastante, era discreto. Um dia, quando trocar o meu Bravo será uma hipótese a pensar seriamente.
Mais palavras para quê, é um 500, fiquei rendido ao seu encanto!
Testei-o
Bem, ontem fiz um nini test-drive ao 500.
Ontem, fui a um concessionário da Fiat, comprar uma pecita para o meu velho Bravo, e no parque de estacionamento estava um 500 preto, pus-me a espreitar e logo de seguida apareceu uma “consultora comercial” a perguntar se eu o queria espreitar por dentro, ao que eu disse sim. Estava só a ver com a cabeça lá dentro e perguntou-me se queria dar uma volta e lá fomos nós, dar uma voltita. Foi pequena porque também já estava a anoitecer (18.00h).
Adorei o 500, ao vivo é mais alto. Está muito bem conseguido, a versão era a 1.2 (gasolina) sport, preto e discreto o suficiente, quer por fora quer por dentro, apenas tinha uma lista autocolante cinza (acho eu) no tejadilho do lado esquerdo. Tinha os vidros traseiros escurecidos.
Por dentro o carro é uma delícia, o painel a fazer lembrar o antigo 500. A caixa de velocidades nem parecia da Fiat, macia e leve e o punho colocado numa posição alta bem “à mão de semear”. Tem uma posição de condução alta, que por acaso não é muito do meu agrado, o travão de mão estava muito em baixo (se calhar o banco estava todo puxado em altura, mas eu não o regulei, apenas mexi-o em profundidade) mas ao 500 desculpa-se tudo! É confortável, silencioso, os plásticos e montagem estão bastante bons para aquilo que a Fiat estava acostumada a oferecer. O 500 à frente até é espaçoso, eu pelo menos não notei falta de espaço.
O motor não é dos mais vivos e isso notou-se na pequena incursão que fiz, ele demora um pouco a acelerar, mas para cidade chega e sobra, porém foi-me referido que aquele motor não viria para Portugal, pelo menos para já. Apenas viria o 1.3 mjet e o 1.4 16v.
A curvar não deu para ver, mas ainda hoje vem um artigo na revista AF sobre os testes feitos aos carros a eleger na AutoBild, e o nosso português Filipe Albuquerque, disse que o 500 comporta-se muito bem dinamicamente, ele mesmo ficou rendido ao 500.
Não questionei preços, mas fiquei ainda mais “apaixonado” pelo carro. E até podia ser aquele, em preto, porque gostei bastante, era discreto. Um dia, quando trocar o meu Bravo será uma hipótese a pensar seriamente.
Mais palavras para quê, é um 500, fiquei rendido ao seu encanto!