Fiat Tipo 2016

Em caso de problemas na garantia vais ao concessionário, fora da garantia ao importador. As revisões gpl são feitas sempre fora do concessionário oficial.
A landirenzo equipa todos os Dacia e Opel a GPL, desconheço problemas com os injetores.
Uma instalação de fábrica é superior na interação com o CB do carro bem como com os componentes do motor preparados para GPL, mas isso é algo que só quem tem percebe.

Fiat trabalha com Landi Renzo também. E a Motorvillage por exemplo faz a revisão GPL aos Fiat que lá vão.
Aliás no forum fiatistas há um DB de um Panda 4x4 convertido depois da rodagem, ainda em garantia, na Front Fuels.
Não perdeu a garantia e continuou a ser assistido na MotorVillage. O dono preferiu fazer as revisões GPL na FF para ser mais barato, mas na Motorvillage inclusivé mudaram o óleo ao carro e aplicaram o óleo próprio para veículos a GPL.

Mas fica lá com as tuas ideias pronto. Eu sei a escolha que fiz e a razão pela qual a fiz.
 
A Fiat já fabrica carros a GPL há muitos anos e em Itália é uma solução que sempre teve mais mercado do que na maioria dos outros países.
Tenho muitas dúvidas que, com toda essa experiência e num tipo de mecanismos que já se tornou banal, os carros dêem assim problemas, tanto mais que se há coisa em que os Fiat são fiáveis é mecanicamente.
 
A Fiat já fabrica carros a GPL há muitos anos e em Itália é uma solução que sempre teve mais mercado do que na maioria dos outros países.
Tenho muitas dúvidas que, com toda essa experiência e num tipo de mecanismos que já se tornou banal, os carros dêem assim problemas, tanto mais que se há coisa em que os Fiat são fiáveis é mecanicamente.

Tudo muito certo. E eu comprei na mesma o Fiat pois tenho plena confiança na mecânica. Apenas fiquei desconfiado da versão GPL e escolhi o gasolina. Tudo por coisas que li em italiano.
 
Fiat trabalha com Landi Renzo também. E a Motorvillage por exemplo faz a revisão GPL aos Fiat que lá vão.
Aliás no forum fiatistas há um DB de um Panda 4x4 convertido depois da rodagem, ainda em garantia, na Front Fuels.
Não perdeu a garantia e continuou a ser assistido na MotorVillage. O dono preferiu fazer as revisões GPL na FF para ser mais barato, mas na Motorvillage inclusivé mudaram o óleo ao carro e aplicaram o óleo próprio para veículos a GPL.

Mas fica lá com as tuas ideias pronto. Eu sei a escolha que fiz e a razão pela qual a fiz.

O importante é estares satisfeito, mas em verdade te digo que uma instalação de fábrica é superior a uma feita a posterior.
Eu gosto tanto que não tenho só 1 tenho 2 a GPL de fábrica.[;)]
 
O importante é estares satisfeito, mas em verdade te digo que uma instalação de fábrica é superior a uma feita a posterior.
Eu gosto tanto que não tenho só 1 tenho 2 a GPL de fábrica.[;)]

Se calhar é uma coisa mesmo só deste modelo. Ou estou a ser demasiado zeloso. Mas de facto assustei-me com o que li no forum italiano dos Pandas. Provavelmente acabarei mesmo por transformar o carro cá fora mais tarde pois há algum tempo que estou interessado em experimentar o GPL.
 
O meu tem quase 2 anos e 32mil Km, e nao tenho desgaste nos plasticos.. tambem nao ando a raspar as unhas nas portas xD so tem um problema criado por mim devido a produtos de limpeza que usei no tecido das portas e esse mesmo tecido descolou se um pouco... mas a culpa foi minha, usei e abusei de um produto de M[8b][8b][8b][8b]
 
Esta política de desinvestimento vai conduzir a FIAT ao seu fim ou a uma posição completamente secundária e irrelevante nesta indústria. Inacreditável...
 
Esta política de desinvestimento vai conduzir a FIAT ao seu fim ou a uma posição completamente secundária e irrelevante nesta indústria. Inacreditável...
Também não é com Tipos e Primos que a Fiat se ia impôr na Europa.
Para ter coisas low-cost, mais vale não ter. A Fiat não é uma Dacia.

Não é que o Tipo seja um mau carro, de todo, mas a verdade é que do Bravo para o Tipo foi um downgrade.
E honestamente, não acredito que a Fiat saia do segmento B, independentemente dos planos.
É que não irá existir qualquer segmento B tradicional no grupo, se assim for... E toda a gente sabe que este segmento é o mais importante na Europa.
 
Portanto em caso de problemas vais à marca ou ao importador?
Eu acho que mais vale optar logo por um instalador com boa reputação, mas ok!
O material utilizado é Landi Renzo. O problema prende-se com o facto de os injectores serem instalados numa posição um pouco desadequada que origina a que fiquem sujos e sofram avaria com muita facilidade.
Não percebo esse comentário em relação à Fiat. O material da Fiat é de tão má qualidade que a concorrência lança motores novos a gasolina a cada 5 anos, muitas vezes problemáticos especialmente no caso alemão, e a Fiat usa os FIRE atmosféricos há mais de 30 [:D]

Vamos ver se o meu não começa a ficar assim. Hoje de manhã ligou a luz do motor, possivelmente problemas de injeção. O carro tem 30 000km. A gasolina estava na reserva e lembrei-me que poderia haver alguma relação e fui pôr 10 euros. A luz apagou logo de seguida. Pode ter sido coincidência (não creio), mas a partir de agora não vou deixar o carro chegar à reserva. É possível que essa sujidade também seja daí, dos carros a gpl (como gastam muito pouca gasolina) poderem andar semanas na reserva com muitas impurezas no depósito.
 
Não há razão para o Tipo sair de linha. Apenas até 2022 não haverá planos para ele. Nem o Panda que ganhará nova geração foi apresentado

O slide no qual apareceram os 5 FIAT ( 500 e 500 Giardiniera eletrificados + os 3 crossovers feitos no Brasil) estava lá para mostrar os "novos modelos" e "versões inéditas(ou estendida, ou elétricas) de modelos já existentes

foto-01-coluna-2318.jpg


Daí é que saiu o print do slide FIAT!
Viram? Não há modelos atuais em nenhuma marca - nem o Grand Cherokee apareceu aí.
 
No entanto, se reclamam do fato de a Fiat não ser mais uma marca "generalista de grande espectro e volume", isso será verdade

A família Tipo será representante no segmento C e sem pretensão de disputar as melhores páginas das revistas nos comparativos entre hatches.

O plano parece ter sido bem elogiado, e mais crível do que fora aquele de 2014. Grande parte disso por não haver grandes promessas de recuperação e expansão de FIAT, Chrysler e Dodge


A Fiat deixou de ser há muito tempo aquela marca representada em todos os segmentos. A estratégia em manter e fortalecer os seus pontos fortes parece a correta. Investir em produtos pontuais. A JEEP chegou para cobrir outros segmentos.

Basta dar uma olhada nas marcas Peugeot, Renault, Ford, Opel, Citroen e observar a dificuldade que encontram para penetrar no segmento D. A partir daí os europeus parecem preferir as marcas premium, especialmente as alemãs, e a Alfa está designada para essa função
 
Última edição:
vejo malta a condenar a Fiat à morte tal é a sua resiliência em lançar modelos e tal...
Vejo isso, é certo, mas também vejo um marca que espreme as suas galinhas de ovos de ouro até não dar mais.

O 500 é o maior caso de sucesso em como a Fiat com uma base do Panda e uma parceria onde comeu a Ford de cebolada consegue pôr no mercado um modelo que deverá dar muito lucro à marca, tal é o preço algo elevado que tem para o produto, e sendo um Fiat, consegue ser objecto de desejo como se fosse um premium alemão, imagine-se [:D]

O Punto já está mais que gasto (e com certeza pago), mas continua a ser empurrado pelo menos para as rent-a-car e quem quer um produto mais low cost.

O Tipo até parece estar a ter muito sucesso, vêm-se imensos, muito graças aos preços competitivos dentro do segmento.
O Panda deverá ter sempre um mercado mais residual, mas ao mesmo tempo mais certinho, porque verdade seja dita, há poucos modelos no segmento que ofereçam tanto como o Panda de forma tão consistente.

os 500's insuflados lá vão espremendo o nome, e destes o 500x até está bem conseguido e com bastante sucesso.

Salta à vista a quantidade de partilhas dentro dos modelos da marca, seja a nível de grupo como a nível externo, e é preciso ter em conta também a gama de comerciais e carros de mercados emergentes.

Preocupa-me bem mais a situação da Lancia (que já era...), ou da Alfa que terá sempre mais dificuldades em vender em volume. Marcas mais de nicho também é sempre um problema porque são menos rentáveis, basta olhar para os grupos automóveis para perceber que os donos do dinheiro são das mais "fraquitas" do grupo: por exemplo Fiat, Renault, VW, Toyota, Ford...e se a corda rebenta são as mais upmarket a ir de vela (veja-se o caso da Ford).
 
A Alfa Romeo está na mesma que outras marcas de diversas montadoras : ter que entrar no mercado do trio de ferro alemão. Você viu o plano e sabe que ela não foi abandona, mas a dificuldade será ganhar mercado.

No mais, está em melhor situação que esteve em anos, pois terá produtos (7) aparentemente bons

A Lancia já era. Está decretado ainda que ninguém tenha verbalizado isso.

A Fiat terá uma linha nos segmentos A, B e C:

A Panda - 500
B 500 Giardiniera - 500X - 500L
C Tipo

+ 124 spider
+ linha comercial

Fora isso, ainda haverá a possibilidade de eventuais modelos brasileiros irem para a Europa, principalmente o SUV de 7 lugares baseado na picape Toro, que será um rival do 5008 , embora a um preço mais baixo


As marcas que verdadeiramente estão ameaçadas são Chrysler e Dodge, mas como o preço de mantê-las é baixo, ficarão na mesma nos próximos 4 anos.
 
vejo malta a condenar a Fiat à morte tal é a sua resiliência em lançar modelos e tal...


:confused::confused:

1. [Física] Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação.
2. [Figurado] Capacidade de superar, de recuperar de adversidades.

"resiliência", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/resili%C3%AAncia [consultado em 10-06-2018].
 
A Alfa Romeo está na mesma que outras marcas de diversas montadoras : ter que entrar no mercado do trio de ferro alemão. Você viu o plano e sabe que ela não foi abandona, mas a dificuldade será ganhar mercado.

No mais, está em melhor situação que esteve em anos, pois terá produtos (7) aparentemente bons

A Lancia já era. Está decretado ainda que ninguém tenha verbalizado isso.

A Fiat terá uma linha nos segmentos A, B e C:

A Panda - 500
B 500 Giardiniera - 500X - 500L
C Tipo

+ 124 spider
+ linha comercial

Fora isso, ainda haverá a possibilidade de eventuais modelos brasileiros irem para a Europa, principalmente o SUV de 7 lugares baseado na picape Toro, que será um rival do 5008 , embora a um preço mais baixo


As marcas que verdadeiramente estão ameaçadas são Chrysler e Dodge, mas como o preço de mantê-las é baixo, ficarão na mesma nos próximos 4 anos.

O Tipo vai desaparecer da UE, o mais tardar em 2020, altura em que entra em cena a Euro 6D.
O Marchionne referiu isso na sessão de perguntas e respostas no dia 1 de junho.
Ele diz que os custos de estar em conformidade são muito elevados, sobretudo para um carro que tem no preço baixo um dos seus argumentos. Além do preço baixo, não esqueçamos que um pouco por toda a parte existem programas de incentivos, que reduzem ainda mais as margens.

O sucesso do Tipo é claro, mas o Marchionne já referiu que não é muito rentável. A única solução para uma nova geração seria conseguirem baixar os custos na linha de produção, mas com o que vem aí — não só o cumprir das emissões, mas todos os equipamentos de segurança mandatórios a partir de 2020 ou 2021 (já não me lembro) — duvido que as contas batam certo.

No entanto, apesar de desaparecer futuramente da UE, o Tipo continuará a ser vendido fora desta — norte de África, Médio Oriente, etc…

Efetivamente a Fiat ficará apenas pelo segmento A e B, tornando-se uma marca mais exclusiva.
500 e Panda serão as únicas propostas da marca.

O par de 500 elétricos serão essenciais para a FCA ficar em conformidade com as 95g/km e só fica por saber se o 500 Giardiniera derivará diretamente do 500 ou se será como o 500X e L, um carro de maiores dimensões.
O facto de o 500 ter um preço em média 20% superior aos concorrentes permite absorver melhor o custo extra da variante elétrica. Mas também haverá mild-hybrids do 500, com sistemas 12V (como a Suzuki tem)

O novo Panda, ao que parece, ficará mais próximo da simplicidade/minimalismo do original. O problema do Panda, atualmente, é que o grosso das vendas apenas acontecem em Itália.
Não sei como é que eles conseguirão melhor o apelo do carro na restante Europa. Continuo a achar que o Panda tem potencial enorme para estar no Top5 europeu.
Talvez a solução passe por também puxar do retro e pelos genes SUV — ver o que a Suzuki está a fazer com o Jimny.
Apesar da Jeep ir ter um SUV mais pequeno, que muitos dizem que derivará do Panda, acredito que será um carro de maiores dimensões, com quase 4m de comprimento. O Panda deverá ficar-se pelos 3.7m ou menos.

O 124 Spider também só deverá aguentar-se até ao fim de vida da atual geração do MX-5. O Marchionne referiu que o acordo é para manter com a Mazda, pelo que continuarão "a comprar à Mazda" (palavras do Marchionne) os 124.

Fiat Professional, pelo que dá para perceber, trabalhará cada vez mais em concertação com a Ram. Estas duas estão a crescer. Pode sair dali uma das maiores divisões de veículos profissionais do planeta.
 
O novo Panda, ao que parece, ficará mais próximo da simplicidade/minimalismo do original. O problema do Panda, atualmente, é que o grosso das vendas apenas acontecem em Itália.
Não sei como é que eles conseguirão melhor o apelo do carro na restante Europa. Continuo a achar que o Panda tem potencial enorme para estar no Top5 europeu.

TOP5 europeu do quê? Global? Ou apenas do segmento A?

Se te referes apenas ao TOP5 do segmento A, tenho “más” notícias para ti:
[TABLE="class: aligncenter, width: 481"]
[TR]
[/TR]
[TR]
[TD]1[/TD]
[TD]Fiat 500[/TD]
[TD="align: right"]189.360[/TD]
[TD="align: right"]183.194[/TD]
[TD="align: right"]3%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]2[/TD]
[TD]Fiat Panda[/TD]
[TD="align: right"]187.049[/TD]
[TD="align: right"]190.432[/TD]
[TD="align: right"]-2%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]3[/TD]
[TD]Volkswagen Up![/TD]
[TD="align: right"]100.715[/TD]
[TD="align: right"]96.836[/TD]
[TD="align: right"]4%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]4[/TD]
[TD]Hyundai i10[/TD]
[TD="align: right"]90.603[/TD]
[TD="align: right"]85.385[/TD]
[TD="align: right"]6%[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]5[/TD]
[TD]Toyota Aygo[/TD]
[TD="align: right"]84.588[/TD]
[TD="align: right"]84.321

[/TD]
[/TR]
[/TABLE]

Na primeira coluna vês as vendas de 2017 e na segunda as de 2016. O Panda já está no TOP5 europeu do segmento A há muito tempo e se não me engano durante muitos anos esteve mesmo em primeiro lugar. Em 2017 passou para segundo, mas mesmo assim por uma diferença de míseros 2.300 a menos do que o 500.


Agora, se te referes ao TOP5 europeu global (sem distinção por segmento), não concordo que o Panda tenha potencial para isso, e quase de certeza que não era a isso que te referias.
O segmento A mais bem posicionado nas vendas de Abril foi o 500 na 17.ª posição, seguido do Panda na 30.ª e Up! Na 53.ª. O TOP5 vai estar sempre preenchido com segmentos B e C, não vejo grande potencial para um segmento A conseguir subir tão alto.
 
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